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A política da escravidão na era da liberdade: Estados Unidos, Brasil e Cuba, 1787-1846

A política da escravidão na era da liberdade: Estados Unidos, Brasil e Cuba, 1787-1846

Esta série de quatro vídeos do Ciência USP resume a tese do doutor Tâmis Peixoto Parron defendida em 2016, chamada “A política da escravidão na era da liberdade: Estados Unidos, Brasil e Cuba, 1787-1846”. A tese mostra que esses países usaram laços comerciais para sustentar a política escravocrata, apesar de o século XIX ser marcado pela aspiração à liberdade.

por Silvana Salles no Ciência USP

A divergência entre escravocratas e abolicionistas levou os Estados Unidos à Guerra da Secessão. A crise do Missouri, sobre se a região seria ou não escravocrata, foi um dos antecedentes da guerra. Nos vídeos, Tâmis e seu orientador, Rafael Marquese, inserem num contexto global estes momentos de crise da escravidão nos EUA e narram episódios que, assim como a crise do Missouri, tiveram implicações internacionais para além de seus protagonistas. É o caso da crise da nulificação.
A narrativa envolve história social, política e econômica e também traz contribuições para as ciências sociais as relações internacionais.

Este é o primeiro de quatro vídeos que resumem uma das melhores teses da USP defendidas em 2016: a do doutor Tâmis Peixoto Parron, chamada “A política da escravidão na era da liberdade: Estados Unidos, Brasil e Cuba, 1787-1846”.

A divergência entre escravocratas e abolicionistas levou os Estados Unidos à Guerra da Secessão. A crise do Missouri, sobre se a região seria ou não escravocrata, foi um dos antecedentes da guerra. Este é o segundo vídeo da playlist.

Neste vídeo, o autor  e seu orientador, Rafael Marquese, inserem num contexto global outro momento de crise da escravidão nos EUA.

Este é o último de quatro vídeos. A tese quer mostrar que esses países usaram laços comerciais para sustentar a política escravocrata, apesar de o século XIX ser marcado pela aspiração à liberdade. Neste vídeo, Rafael Marquesi , o orientador de Tâmis, professor do Departamento de História da USP, conta de que forma a tese inova: por ser um exercício de “História Total”
Reportagem: Silvana Salles. Edição: Alan Petrillo.

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