Tag: crimes da escravidão

(Foto: Virojt Changyencham/Getty Images)

Patrão é preso em flagrante por manter empregada doméstica em situação análoga à escravidão

Uma operação para resgatar trabalhadora doméstica em situação análoga à escravidão há 20 anos terminou com a prisão em flagrante de um empregador em São José dos Campos (SP) nesta sexta (18). Segundo o Ministério Público do Trabalho, a vítima não recebia salário e teve seus documentos pessoais retidos pelos patrões. O MPT afirma que ela era privada de qualquer convivência social desde a adolescência, prestando serviço de segunda a domingo. De acordo com o MPT, o empregador afirmou que fazia o pagamento do salário à mãe da trabalhadora, com quem ela teria pouco contato. Também participaram da força-tarefa para o resgate a Secretaria de Inspeção do Trabalho e a Polícia Federal.

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Racismo e violência do Estado ainda assolam a população negra 133 anos depois da Abolição (Foto: Carl de Souza/AFP)

Liberdade pelas mãos do povo preto: a verdadeira história do 13 de Maio e da Abolição

A sanção da Lei Áurea, que há exatos 133 anos aboliu oficialmente o trabalho escravo no Brasil, consolidou o 13 de Maio como uma data de protestos contra violências que atravessaram séculos e continuam vitimando a população negra. Uma realidade que, por si só, coloca em xeque a narrativa registrada por muito tempo nos livros de história de que os males da escravidão teriam sido sanados no momento seguinte à assinatura de Princesa Isabel. Matheus Gato, professor da Universidade de Campinas (Unicamp) e pesquisador do Núcleo Afro do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), afirma que o 13 de Maio é uma data importante pelo simbolismo que adquiriu nas lutas sociais do Brasil e pelo processo social que fora interrompido, transformando o significado de pertencimento dos negros à nação brasileira. Mas, explica que, ao longo do século 20, a data engendrou uma série de disputas de imaginário sobre como ...

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A bandeira do estado do Mississipi, fotografada em 24 de julho de 2016, durante manifestação na Filadélfia - AFP/Arquivos

Mississipi se prepara para retirar símbolo confederado de sua bandeira

O estado americano de Mississipi se dispõe a eliminar o símbolo confederado de sua bandeira, após semanas de protestos contra o racismo nos Estados Unidos. Dois terços dos deputados e senadores locais adotaram uma resolução que autoriza o tratamento de um projeto de lei para redesenhar a bandeira do estado. O texto, que poderia ser submetido a votação a partir desde domingo, deve ser ratificado por um referendo em novembro. A cruz azul na diagonal, demarcada por pequenas estrelas brancas com um fundo vermelho representou os estados do sul, contrários à abolição da escravatura, durante a Guerra Civil americana (1861-1865). A bandeira faz parte, assim como as estátuas dos generais confederados ou líderes escravagistas, dos símbolos questionados no âmbito das grandes manifestações antirracistas que sacodem os Estados Unidos há um mês, após a morte em 25 de maio do afro-americano George Floyd por um policial branco. Com um longo passado ...

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Foto: Webert da Cruz

“A escravidão não oferece resposta para tudo”

Neste 13 de maio, são 132 anos da assinatura da Lei Áurea, decretando a abolição. Para falar sobre o período pós-abolição e a correlação com os dias atuais, a coluna Geledés no debate entrevistou a professora e pesquisadora do Departamento de História da UnB, Ana Flávia Magalhães Pinto, autora dos livros “Escritos de Liberdade: literatos negros, racismo e cidadania no Brasil oitocentista” e “Imprensa negra no Brasil oitocentista”. Ana Flávia também é coordenadora da regional Centro-Oeste do GT Emancipações e Pós-Abolição da Anpuh; e integrante da Rede de HistoriadorXs NegrXs. Geledés - Quando analisamos as estatísticas da pandemia de covid -19, é notável como a doença atinge os grupos raciais de forma diferenciada. Dados divulgados no dia 10 de abril destacaram que ela está ocorrendo de forma mais letal para pretos e pardos, que representam quase 1 em cada 4 brasileiros hospitalizados com Síndrome Respiratória Aguda Grave (23,9%), mas chegam ...

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João Cândido, o Almirante Negro da Revolta da Chibata (Imagem retirada do site Nossa Política)

João Cândido, o Almirante Negro da Revolta da Chibata

Filho de escravos, nascido nove anos depois da lei do Ventre Livre (que não considerava cativos os filhos de escravos nascidos a partir dali) numa fazenda em Encruzilhada do Sul, interior gaúcho, João Cândido entrou para a Marinha aos 14 anos, onde teve carreira exemplar. Durante 15 anos navegou pelas águas doces e salgadas de todo o Brasil, percorreu quatro continentes, aprendeu técnicas e ofícios, foi instrutor de marujos iniciantes, encharcou-se das paisagens exuberantes, das realidades sociais e suas contradições, conheceu personagens e episódios políticos importantes – até ser expulso da corporação, por causa da rebelião de que participou com destaque, nas águas da Guanabara, defendendo a dignidade da condição humana. João Cândido não corresponde ao estereótipo construído sobre sua imagem de um homem sem instrução. Ele foi, sim, instruído e instrutor. Frequentou a Escola de Aprendizes de Marinheiros em Porto Alegre, em 1895. Depois, já engajado, esteve lotado na ...

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Os 216 anos da Revolução Haitiana, a maior revolta de negros em um país colonizado

O primeiro dia de 2020 também foi o aniversário de 216 anos da Revolução Haitiana, cujo ápice se deu em 1º de janeiro de 1804, quando a colônia da América Central finalmente conquistou sua independência da França, produzindo a maior revolta bem-sucedida de escravizados no mundo colonial. Embora tenha custado muito a economia do novo país, continua sendo celebrada como marco da resistência negra no continente americano. O Haiti começou a ser colonizado em 1492, com o nome de Ilha de São Domingos, e, logo no início desse processo de colonização, houve o massacre dos seus povos originários. Com a vinda dos africanos como escravos para o país, esses foram submetidos a muita violência, a exemplo do que aconteceu no Brasil, e assim como ocorreu aqui, os negros criaram comunidades de resistência no Haiti, os Maroons, que equivaliam aos quilombos brasileiros. A história da revolução começa em 14 de agosto de ...

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Legenda da foto original diz apenas 'tipos negros'

Artista restaura cor de brasileiros fotografados às vésperas da abolição

Nada se sabe sobre o homem de cabelos grisalhos e olhar triste na foto acima, retratado pelo fotógrafo alemão Alberto Henschel no Brasil por volta de 1869, alguns anos antes da Lei Áurea. A legenda do retrato original, à esquerda, diz apenas "tipos negros". Por Letícia Mori, da BBC Legenda da foto original diz apenas 'tipos negros' (Imagem: MARINA AMARAL) O retrato à direita foi restaurado e colorido pela artista brasileira Marina Amaral e é uma das 22 fotografias que a artista está recuperando para sua série "Escravidão no Brasil". "Quando a gente olha para os números e para a escala enorme do que foi a escravidão, fica tudo meio abstrato. Mas quando consegue olhar para as pessoas... Ver cada rosto deixa tudo menos abstrato, cria uma conexão", disse à BBC News Brasil. A mineira de 25 anos é artista digital especializada em colorir fotos antigas ...

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Foto: EPA / JUSTIN LANE

Guterres: Comércio transatlântico de escravos foi “terrível manifestação de barbaridade humana”

Secretário-geral da ONU defendeu que é preciso "continuar a lutar contra o racismo e preconceito", indicando que "mais de 15 milhões de pessoas foram vítimas deste desprezível crime ao longo de 400 anos". por Lusa no Sabado.Pt Foto: EPA / JUSTIN LANE O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, afirmou hoje que o comércio de escravos através do Oceano Atlântico foi "uma das mais terríveis manifestações da barbaridade humana". "O comércio transatlântico de escravos foi umas das mais terríveis manifestações da barbaridade humana", escreveu o português na plataforma social Twitter, acrescentando que "mais de 15 milhões de pessoas foram vítimas deste desprezível crime ao longo de 400 anos". António Guterres conclui a sua publicação, defendendo: "Devemos honrar a sua memória enquanto continuamos a lutar contra o racismo e preconceito". Hoje cumprem-se 400 anos desde que escravos africanos chegaram a território norte-americano, marco assinalado ...

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divulgacao: Diário do Rio

Prefeitura deverá reparar crimes da escravidão e demarcar áreas da Pequena África

Os vereadores Fernando William (PDT) e Teresa Bergher (PSDB) aprovaram a Lei nº 6.613/2019, que obriga a Prefeitura do Rio a reparar crimes de escravidão e a realizar a demarcação da área urbana como território histórico para a preservação de memória da presença do africano liberto e alforriado, de seu local de trabalho e de moradia na cidade do Rio de Janeiro. O local, situado no Centro da cidade, é conhecido como Pequena África. Por Felipe Lucena no Diário do Rio divulgacao: Diário do Rio “Mais importante que reparar crime histórico é ressarcir um coletivo humano com bens materiais e pecuniários. Por isso a importância da revitalização da Pequena África, para preservarmos a memória da presença do africano escravizado em nossa cidade”, afirmam os autores. O Brasil é signatário da declaração da “Conferência Mundial contra o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e formas correlatas de intolerância”, ...

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‘Como descobri que meus antepassados participaram do tráfico de negros escravizados’

"Às vezes é melhor não mexer no passado." Por Jaime González, da BBC  O tema escravidão ainda desperta calorosos debates em ambos os lados do Atlântico (Foto: Getty Images) Durante semanas, fiquei pensando sobre essa frase que um amigo me disse, em tom sério, quando contei a ele detalhes da pesquisa que estava fazendo. Era um documentário sobre a participação catalã no tráfico de negros escravizados no século 19, a partir da trajetória de dois antepassados meus que, de acordo com documentos históricos, estariam envolvidos com esse tipo de transação. Assim que comecei a pesquisar sobre o tema, me dei conta sobre como é difícil falar hoje em dia sobre escravidão, assunto que desperta calorosos debates dos dois lados do Atlântico e que em certos círculos ainda é um tabu. Por um lado, há aqueles que defendem que a verdade deve vir à tona e que ...

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Novo desenho da nota de US$ 20, com Harriet Tubman na frente, foi anunciado em 2016 por governo Obama (Foto: REUTERS)

Ativista anti-escravidão no lugar de dono de escravos: nova nota de US$20 cria polêmica nos EUA

Um novo desenho da nota de US$ 20, que trará um retrato da ativista americana anti-escravidão Harriet Tubman, estava previsto para entrar em vigor no ano que vem, mas será adiado até 2028, afirmou o secretário de Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, nesta quarta-feira (22/5). Tubman, que escapou da escravidão e ajudou outros negros escravizados a fazerem o mesmo, havia sido escolhida em uma enquete conduzida durante o governo Barack Obama, em 2016, para substituir na frente da nota de US$ 20 a figura de Andrew Jackson, ex-presidente dos EUA e na época dono de escravos. Ao explicar o adiamento na mudança, o secretário Mnuchin deu poucos detalhes - apenas afirmou que a prioridade no redesenho são "as questões de falsificação", e por isso "a nova nota de US$ 20 não virá antes de 2028". Mnuchin afirmou, porém, que antes disso o Tesouro americano vai lançar novas notas de US$ 10 ...

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Escravizados urbanos coletando água no Brasil da década de 1830 (Foto: JOHANN MORITZ RUGENDAS/SLAVERY IMAGES)

Não veio do céu nem das mãos de Isabel a liberdade

É desrespeitoso com a luta histórica dos movimentos negros e incompatível com os princípios constitucionais de igualdade e não discriminação a celebração da assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel no dia 13 de maio. Tal medida aboliu oficialmente a escravidão no Brasil, quando grande parte da população negra não se mantinha mais nos cativeiros, por força da luta e resistência dos movimentos negros nos quilombos, nas irmandades, nas rebeliões como a Revolta dos Malês, bem como em razão das pressões internacionais, tendo sido o Brasil o último país da América a fazê-lo. A Princesa Isabel, assim, somente cumpriu o papel de formalizar a libertação já insustentável no cenário nacional e internacional à época. Contudo, a libertação foi realizada sem qualquer política de emprego e educação à população negra, o que resultou na estrutura desigual e perversa que historicamente pautou a sociedade brasileira, relegando aos negros e negras, que construíram ...

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foto divulgação - Carta Campinas

Mais de 100 entidades protestam contra bandeira racista em festa de Santa Bárbara d’Oeste

Movimentos sociais protestaram no último domingo, dia 28 de março, contra o uso da bandeira confederada durante festa em Santa Bárbara d’Oeste. A Festa Confederada, originada em movimento racista dos EUA, é um dos maiores eventos culturais de Santa Bárbara d’Oeste. no Carta Campinas foto divulgação - Carta Campinas O ato pacífico e cultural foi organizado em frente ao Cemitério dos Americanos. segundo os organizadores, Santa Bábara é a única cidade no Brasil a ostentar a bandeira confederada, símbolo retrata uma forte lembrança da escravidão. De acordo com um dos participantes do UNEGRO, Pedro Monteiro da Rocha Ramos, o grupo não é contra a festa, mas sim contrário ao hasteamento da bandeira. “A bandeira tem um significado forte, pesado de racismo. Não temos nada contra a festa, e sim com bandeira confederada, é o que nos incomoda”, relata Ramos. foto divulgação - ...

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Dia 13 De Maio: A Maior Fake News de Nossa História

  Todo dia 13 de maio é “celebrado”no Brasil o dia da abolição da escravatura. Nesse ano, o marco chega a 131 anos de existência, mas, ao contrário do que parece à primeira vista, não há motivos para comemoração. Em verdade, precisamos aproveitar a data para desmistificar a maior fake news da nossa história. Obviamente, como uma das maiores mentiras já contadas em nosso país, trata-se de uma grande composição de atos estatais que, no decurso do tempo, fizeram-se parecer benéficos, mas que, na realidade, utilizando o ideal de liberdade como cortina de fumaça, realizaram atos de extrema violência cujos efeitos são sentidos até hoje. PARTE I – O NEGRO NO BRAZILIMPÉRIO É nesse intuito que convido você para fazer uma viagem a partir de 1831, com a aprovação da Lei Feijó, de 07 de novembro. Ela é conhecida por ser uma das grandes responsáveis pelo surgimento da expressão “pra ...

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Logo OABRJ

OAB/RJ sediará audiência pública sobre reparação da escravidão

Logo OABRJ A Comissão Estadual da Verdade da Escravidão Negra no Brasil (Cevenb) realizará, no dia 29 de abril, na OAB/RJ, uma audiência pública sobre reparação da escravidão. Da redação da Tribuna do Advogado, na OAB/RJ  A programação do encontro prevê duas mesas temáticas, a partir das 9h, além de um debate sobre o assunto, com início marcado para as 16h. A OAB/RJ fica na Avenida Marechal Câmara, 150, no Centro do Rio. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2730-6525.

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geledes-no-debate-abril

“Precisamos repensar a escravidão, porque o que aprendemos nos livros são mentiras” diz Sheila S Walker

Por Kátia Mello A antropóloga afro-americana e diretora executiva da ONG Afrodiáspora, Sheila S Walker esteve rodando o Brasil para lançar seu último livro Conhecimento desde dentro – os afro-sul-americanos falam dos seus povos e suas histórias. Sheila, que também é cineasta, conjuntamente com o livro lançou o filme Rostos familiares, lugares inesperados – uma diáspora africana global, em que aborda os universos da diáspora africana.  Sheila foi diretora do Programa de Estudos da Diáspora Africana e professora de Antropologia no Spelman College, uma universidade de mulheres afro-americanas em Atlanta, no Estado da Georgia, e antes dirigia o centro de estudos africanos e afro-americanos da Universidade de Texas, em Austin. Ela tem feito pesquisas, dado palestras, e participado em atividades culturais na maioria dos países da África e da Diáspora Africana Global. Nesta conversa com a coluna Geledés no debate ela ressalta a importância de se conhecer a história da ...

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IMAGENS DA CIDADE DE REDENCAO (Foto: Tiago Stille)

O pontapé inicial para a correção de um erro

Há mais de 130 anos o Ceará assumia o pioneirismo no Brasil e libertava seus escravos, mais precisamente em 25 de março de 1884, quatro anos antes da Princesa Isabel assinar a Lei Áurea. Com a iniciativa, tornou-se a Terra da Luz, uma referência simbólica à claridade da liberdade dos negros escravizados, oriundos majoritariamente dos países africanos Congo e Angola. A iniciativa rende até hoje símbolos e homenagens que remetem à época, como o Centro Cultural Dragão do Mar, o Plenário 13 de Maio na Assembleia Legislativa, o Palácio da Abolição, dentre outras referências. Por Fhilipe Augusto, do Governo do Estado do Ceará IMAGENS DA CIDADE DE REDENCAO (Foto: Tiago Stille) Até chegar a esse momento de libertação alguns fatos importantes ocorreram na província Ceará e tiveram extrema ligação com o processo abolicionista. O principal deles foi o Movimento dos Jangadeiros, que teve início em janeiro de 1881, ...

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Tamara Lanier: descendente de escravo processa universidade (Lucas Jackson/Reuters)

Harvard é processada por foto de escravo feita para provar inferioridade

A descendente de um escravo norte-americano entrou com um processo nesta quarta-feira contra a Universidade de Harvard para obter a posse de fotos de seu tataravô que a escola encomendou em 1850 em nome de um professor que tentava provar a inferioridade de pessoas negras. As fotos, que retratam um homem negro chamado Renty e sua filha Delia, foram tiradas como parte de um estudo do professor de Harvard Louis Agassiz e estão entre as primeiras fotos de escravos norte-americanos das quais se têm conhecimento. Atualmente, elas são mantidas no Museu Peabody de Arqueologia e Etnografia do campus de Cambridge, Massachusetts, da Universidade de Harvard. Um representante de Harvard afirmou que não iria comentar e disse que a universidade ainda não havia recebido a queixa. Foto de escravo encomendada pela Universidade Havard (Lucas Jackson/Reuters) Tamara Lanier de Norwich, Connecticut, que afirma ser tataraneta de Renty, acusou Harvard ...

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Foto: Marcelo Brandt:G1

Arqueólogos encontram ossadas da época da escravidão em terreno no Centro de São Paulo

G1 visitou com exclusividade local onde ao menos sete ossadas que pertenciam ao Cemitério dos Aflitos, o primeiro cemitério público de SP, foram achadas durante obra em terreno na Liberdade. Esqueletos estavam a cerca de um metro abaixo do nível da rua. Por Vivian Reis, do G1 Foto: Marcelo Brandt:G1 Escavação arqueológica traz à tona primeiro cemitério público de SP Um grupo de arqueólogos identificou resquícios do Cemitério dos Aflitos, o primeiro cemitério público da cidade de São Paulo, no bairro da Liberdade, sob os escombros de um edifício. De acordo com os pesquisadores, ao menos sete esqueletos da época da escravidão no Brasil, enterrados no período de 1775 a 1858, foram localizados entre outubro e dezembro de 2018. O G1 teve acesso com exclusividade ao local da descoberta das ossadas na terça-feira (4) (veja no vídeo acima). A área localizada entre as ruas Galvão Bueno ...

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Arte: Ascom PR/RJ

Valongo em audiência no MPF

Convocada pelo Ministério Público Federal (MPF), a audiência pública intitulada “Cais do Valongo: Patrimônio Cultural da Humanidade: o que foi feito?”,  realizada no auditório do próprio MPF do Rio de Janeiro, contou com mais de 200 pessoas. No fim do encontro, a Secretaria municipal de Cultura e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) se comprometeram em instalar sinalizações para o Cais do Valongo e seu entorno, na Região Portuária. Do Jornal do Brasil  Arte: Ascom PR/RJ A audiência aconteceu um ano após o Cais do Valongo ter recebido o título de Patrimônio Cultural da Humanidade da Unesco. O MPF deixou claro que quase nada foi feito depois do prazo, a despeito das exigências da própria Unesco. O procurador cobrou também ao ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que dê destinação ao prédio histórico construído pelo engenheiro negro André Rebouças, na Rua Barão de ...

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