quinta-feira, julho 16, 2020

    Questões de Gênero

    (Foto: João Godinho)

    Manifesto 2009: pelo direito de decidir das mulheres

    É odioso satanizar quem não deseja a maternidade Fonte: O tempo Por Fátima Oliveira A liberdade reprodutiva das mulheres é violada de diferentes formas nos países que conservam a excrescência imoral e antidemocrática de criminalizar o aborto, onde também são gritantes as violações aos direitos sexuais - a antiga pretensão de impedir o direito ao prazer. Um governo que aceita passivamente que um procedimento médico seguro, como o abortamento, seja proibido e criminalizado num país em que o aborto seguro é um privilégio de classe, como no Brasil, merece que nome? A campanha 28 de Setembro - Dia pela Despenalização do Aborto na América Latina e Caribe lançou o Manifesto 2009, no qual consta que "milhões de mulheres em todo o mundo continuam a sofrer graves lesões e traumas e mais de 66 mil morrem a cada ano em abortos inseguros, e outras são criminalizadas ou presas". O Manifesto 2009...

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    maria-da-penha

    Com Lei Maria da Penha, cresce divulgação dos direitos da mulher no País

    BRASÍLIA - O terceiro aniversário da implementação da lei 11.340/06, conhecida como Maria da Penha, apresenta um aumento no conhecimento das mulheres em relação aos seus direitos de defesa contra a violência doméstica. A avaliação é do Coordenador Central de Atendimento à Mulher Ligue 180, Pedro Ferreira. A entidade fez um levantamento, avaliando o primeiro semestre dos anos de 2007, 2008 e 2009. Neste período, os atendimentos só aumentaram: 58.412; 122.222 e 161.774, respectivamente. "É importante frisar que o aumento nos atendimentos não significa um aumento da violência e, sim do registro, da busca por ajuda", analisa Ferreira. O coordenador do central afirma que o "Ligue 180" não é um disque-denúncia, "mas um serviço gratuito que funciona 24h, por telefone, em todo País, orientando as vítimas de violência sobre onde procurar ajuda e o que fazer". O balanço do serviço identificou que a maioria dos atendimentos foi feita na região...

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    (FOTO: CHRISTIAN HARTMANN/REUTERS - 27.01.2015)

    Christiane Taubira

    Christiane Taubira, nascida em 2 de fevereiro de 1952 em Cayenne, Guiana, é uma política francesa. É presidente do Walwari (« leque », em língua indígena) e membro do Partido Radical de Esquerda. Christiane Taubira vem de uma família modesta. Sua mãe, que cuidava de idosos, criou sozinha seis filhos. Após seus estudos no Liceu Félix Eboué, em Canyenne, Christiane Taubira prosseguiu seus estudos na França, onde tornou-se economista (primeiro, segundo e terceiro ciclo de Ciências Econômicas em Paris II - Assas e Panthéon). Obteve igualmente diplomas em sociologia e etnologia afro-americana (Sorbonne e Jussieu) e em agro-alimentação (terceiro ciclo do Centro Francês da Cooperação Agrícola Paris e Bordeaux) (Foto: Joël Saget, AFP) Regressando à Guiana, desempenhou as seguintes funções: • Professora de Ciências Econômicas • Diretora do CNAM (Guiana) • Diretora Geral do Caricoop (Cooperação Agrícola Antilhas-Guiana), do Atpag (Serviços Ténicos da Pesca Marítima) e...

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    Valter Campanato/Agência Brasil.

    Campanha pró-aborto de feto sem cérebro pressiona STF a decidir este ano

    Cartaz e vídeo relançam polêmica em torno de ação que tramita há 5 anos. Malformação congênita, a anencefalia atinge uma a cada mil crianças. Por  Emilio Sant'Anna, do G1  Valter Campanato/Agência Brasil. Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) se prepara para julgar o direito à interrupção da gravidez de fetos sem cérebro, os grupos a favor e contra o aborto continuam travando uma disputa ideológica nos bastidores. Neste mês, duas organizações de defesa dos direitos reprodutivos da mulher lançaram campanhas que voltam a impulsionar uma controvérsia que já dura no mínimo cinco anos. O Supremo tem em suas mãos uma oportunidade única de aliviar o sofrimento de muitas mulheres que se vêem obrigadas a continuar com uma gravidez que não será bem-sucedida"   A anencefalia é uma malformação congênita que atinge cerca de um em cada mil bebês e leva ao nascimento da criança sem o...

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    (Foto: Don Cravens/The LIFE Images Collection via Getty Images/Getty Images)

    Rosa Parks

    O marco inicial deste movimento se deu no sul eminentemente racista do país, na cidade de Montgomery, estado do Alabama, em 1 de dezembro de 1955, quando a costureira negra Rosa Parks ( “A Mãe dos Direitos Civis”) entrou num ônibus de volta para casa após um dia de trabalho e, estafada, sentou-se nos bancos da frente do ônibus, local proibido aos negros pelas leis segregacionistas do estado. Intimada a dar seu lugar a um passageiro branco e sentar no fundo do veículo, recusou-se, depois de uma vida inteira de submissão, e foi presa, julgada e condenada. Seu ato e sua prisão deflagraram uma onda de manifestações de apoio e revolta, além do boicote da população aos transportes urbanos, dando início, de forma prática, à luta da sociedade negra por igualdade com a sociedade branca perante as leis americanas. Convocado pela liderança negra da cidade e com o apoio de...

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    (Foto: Domínio Público via Wikimedia Commons)

    Mary Ann Shadd

    Mary Ann Camberton Shadd (9 de outubro de 1823 - 5 de junho de 1893), foi filha de Abraham e Harriett Shadd, ambos negros nascidos livres, e nasceu em Wilmington, Delaware. Era a mais velha dos 13 filhos do casal. Seu pai, um sapateiro, foi figura de grande importância no movimento abolicionista intitulado Estrada de Ferro Clandestina e agenciava assinaturas para o jornal abolicionista The Liberator, de William Lloyd Garrison. Quando tinha dez anos, Mary Ann Shadd e sua família mudaram-se para West Chester, Pennsylvania, para que as crianças pudessem ser educadas em uma escola quaker, que ela frequentou durante seis anos, antes de todos regressarem a Wilmington. Em 1840 Mary Ann voltou a West Chester e ali fundou uma escola para crianças negras. Ensinou também em Norristown, Pennsylvania e na cidade de Nova York. Ativismo social Quando a Lei dos Escravos Fugidos, de 1850, ameaçava reduzir novamente à escravidão os...

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    Michaëlle Jean (Foto: SEAN KILPATRICK/THE CANADIAN PRESS)

    Michaëlle Jean

    Michaëlle Jean, condecorada com a Ordem do Canadá, Ordem do Mérito Militar, Ordem do Mérito das Forças Policiais, Ordem das Forças Canadenses, Real Colégio de Médicos e Cirurgiões do Canadá, nascida em 6 de setembro de 1957, é a atual Governadora-Geral do Canadá. Foi nomeada por Elizabeth II, Rainha do Canadá, mediante recomendação do então Primeiro-Ministro do Canadá Paul Martin, a fim de substituir Adrienne Clarkson como vice-rainha. O anúncio oficial da nomeação foi feito em 4 de agosto de 2005 e a investidura como 27o Governador Geral desde a época da Confederação ocorreu no dia 27 de setembro daquele mesmo ano. Jean foi refugiada do Haiti e chegou ao Canadá em 1968, tendo sido criada na cidade de Thetford Mines, Quebec. Após receber inúmeros títulos universitários, trabalhou como jornalista e radialista na Radio-Canada e na Canadian Broadcasting Corporation (CBC), ao mesmo tempo em que se dedicava a atividades sociais,...

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    Marlene Jennings (Foto: Adrian Wyld / Canadian Press)

    Marlene Jennings

    Marlene Jennings, nascida em 10 de novembro de 1951 em Longueuil, Quebec, é uma política canadense. É membro do Partido Liberal do Canadá na Câmara dos Comuns do Canadá e vem representando a circunscrição de Notre-Dame-de-Grâce-Lachine desde 1997. Jennings foi advogada e funcionária pública de alto escalão. Foi secretária parlamentar do Ministro de Cooperação Internacional e do Procurador Geral do Canadá. De 2004 a outubro de 2005 foi secretária parlamentar do primeiro ministro, com especial ênfase nas relações entre o Canadá e os Estados Unidos Jennings é a primeira mulher negra de Quebec a ser eleita para o parlamento, em toda a história da Confederação. Ligações externas • Parliament of Canada biography Tradução e pesquisa: Carlos Eugênio Marcondes de Moura

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    Jean Augustine (Foto: Paul Chiasson / A IMPRENSA CANADENSE)

    Jean Augustine

    Jean Augustine, nascida em 9 de setembro de 1937 em St. George´s , Grenada, é uma ex-política canadense. De 1993 a 2005 ela, filiada ao Partido Liberal, foi membro da Câmara dos Comuns do Canadá, representando o distrito de Etobicoke-Lekeshore. É ex-membro do Gabinete e ex-diretora de escola. Ocupou o cargo de secretária parlamentar do primeiro-ministro Jean Chrétien de 1994 a 1996, e foi Ministra de Estado para o Multiculturalismo e o Status das Mulheres até 2004. Augustine nasceu em Grenada. Antes de ingressar na política foi diretora de escola primária, em Toronto, participando do Metropolitan Separate School Board. Integrou inúmeros conselhos, incluindo o Conselho de Governadores da Universidade York, o Conselho de Diretores do Hospital das Crianças Enfermas, o Conselho de Diretores do Instituto Donwood, o Conselho da Harbourfront Corporation, além de presidir o Conselho do Metrô de Toronto. Foi também presidente nacional do Congresso das Mulheres Negras do...

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    (Foto: Imagem retirada do site CBC)

    Zanana L. Akande

    Zanana L. Akande, nascida em 1937, é uma ex-política canadense. Foi a primeira mulher negra a ser eleita para a Assembléia Legislativa de Ontario e a primeira mulher negra a servir como ministra de gabinete no Canadá. Antecedentes Akande nasceu no centro de Toronto, no bairro de Kensington Market.. Frequentou o Harbord Collegiate, além de estudar na Universidade de Toronto. Ali recebeu os graus de Bacharel em Arte e Mestre de Educação. Estudou também no Ontario Institute for Studies in Education. Durante muito tempo foi membro da Federação das Professoras de Ontario. Terminando os estudos, foi professora e diretora de escola. Também foi co-fundadora de Tiger Lily, um jornal que objetivava dar visibilidade a mulheres minoritárias e ajudou a acolher o Festival das Artes Contra o Apartheid, realizado em Toronto. Na juventude foi membro da Federação Cooperativa da Commonwealth, tornando-se amiga de Stephen Lewis, futuro líder do Novo Partido Democrático,...

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    direitos77

    O que são Direitos Reprodutivos?

    Considerando a historicidade dos direitos, recente é a emergência dos direitos reprodutivos e sexuais como direitos humanos. Fonte: Feminismo.Org Por Flávia Piovesan Foi apenas em 1994, na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, no Cairo, que 184 Estados ineditamente reconheceram os direitos sexuais e reprodutivos como direitos humanos. Sob a perspectiva de relações eqüitativas entre os gêneros e na ótica dos direitos humanos, o conceito de direitos sexuais e reprodutivos aponta a duas vertentes diversas e complementares. De um lado, aponta a um campo da liberdade e da autodeterminação individual, o que compreende o livre exercício da sexualidade e da reprodução humana, sem discriminação, coerção ou violência. Eis um terreno em que é fundamental o poder de decisão no controle da fecundidade. Nesse sentido, consagra-se a liberdade de mulheres e homens de decidir se e quando desejam reproduzir-se. Trata-se de direito de auto-determinação, privacidade, intimidade, liberdade e autonomia individual, em que...

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    onu

    Assembleia Geral da ONU aprova criação de agência para as mulheres

    Deliberação atende proposta do UNIFEM de garantir expressiva presença nos países, mais recursos para as políticas para as mulheres, melhoria no assessoramento aos países e governos e mais integração das agências das Nações Unidas na agenda de igualdade de gênero. Estruturação da nova agência será conduzida pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon Fonte: Lista Racial Um avanço para os direitos das mulheres. Essa é a interpretação do UNIFEM (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres) diante da decisão da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) de criar uma Agência para as Mulheres, tomada anteontem (14/9), em Nova York. Com mais status dentro da própria ONU, a nova agência deverá unificar e consolidar o trabalho desenvolvido pelas quatro estruturas que já atuam na promoção da equidade de gênero e empoderamento das mulheres: UNIFEM, Assessoria Especial do Secretário Geral para Assuntos de Gênero (OSAGI), Divisão das Nações Unidas...

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    jovem aborto-legal

    Rede Feminista de Saúde divulga o manifesto da Campanha 28 de Setembro – Dia pela Despenalização do Aborto na América Latina e Caribe

    "Chega de violações dos nossos direitos" é a chamada da Campanha 28 de Setembro - Dia pela Despenalização do Aborto na América Latina e Caribe. A campanha é impulsionada pela coordenação regional sediada na Nicarágua e apoiada pela Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe - RSMLAC e pela Rede Feminista de Saúde. Nessa quarta-feira, 15, a coordenação encaminhou o Manifesto de 2009. O documento traz um conjunto de avanços, ameaças e retrocessos quanto ao direito à interrupção voluntária da gravidez na região, mostrando que os Estados na maioria dos casos não vêm assumindo o compromisso de garantir a possibilidade das mulheres exercerem sua sexualidade e reprodução com autonomia. E denuncia que setores conservadores continuam agindo livremente, com a conivência de muitos governos, para impedir o acesso de adolescentes, jovens e mulheres adultas à educação sexual, a todos os métodos contraceptivos e ao aborto seguro. No Brasil esta...

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    3059043255

    Quase 70% das mulheres que sofrem violência doméstica em SP são agredidas pelo parceiro, diz pesquisa

    As mulheres são as principais vítimas de violência doméstica no Brasil. Segundo levantamento da secretaria de Saúde do Estado de São Paulo divulgado nesta segunda-feira (14), elas representam 75% dos agredidos. Em 67,8% dos casos, as mulheres são agredidas pelo próprio parceiro (marido, companheiro ou namorado). E em 70,8%, dentro de casa. Fonte: UOL Notícias - Além disso, em quase 13% dos casos, o agressor é uma pessoa conhecida da vítima. Em apenas 18,2% dos casos, a violência aconteceu na rua e em 19,3% foi cometida por desconhecidos. Os demais relatos de violência tiveram como local os bares, escolas e estabelecimentos comerciais.   A principal forma de violência relatada é a agressão física (59%), seguida pela violência psicológica (18%), pela auto-infligida (13%) e pela sexual (5%).   "Mulheres agredidas física ou sexualmente tendem a desenvolver sintomas como estresse pós-traumático, depressão, ansiedade, síndrome do pânico e distúrbios alimentares", afirmou em nota...

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    (Foto: SARAH MONGEAU-BIRKETT)

    Yolande James

    Yolande James, nascida em 21 de novembro de 1977 em Montreal, Quebec, é uma política da província de Quebec.  É a primeira mulher negra da Assembléia Nacional de Quebec, além da mais jovem, e a primeira ministra de gabinete em toda a história de Quebec..  Membro do Partido Liberal de Quebec, ela representa a divisão multicultural de Nelligan, na Ilha de Montreal. Biografia Os pais de Yolande James foram cidadãos canadenses emigrados respectivamente de St. Lucia e St. Vincent.  Ela cresceu na região de West Island, em Montreal, e frequentou uma escola primária francófona.  James afirma ter-se envolvido pela primeira vez com a política e com o Partido Liberal de Quebec durante a campanha pelo referendo da autonomia, em 1995. James bacharelou-se em Direito Civil em 2000 na Université de Montreal e em Direito Consuetudinário na Universidade Queen em 2003.  Foi convocada para atuar no Tribunal de Quebec em 2004....

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    Daurene Lewis retratada em uma foto de arquivo da cerimônia da Ordem do Canadá em 2003. (Foto: Reprodução/CBC)

    Daurene Lewis

    Daurene E. Lewis é uma política e educadora canadense. Nascida em Annapolis Royal, Nova Escócia, Daurene Lewis descende de afro-americanos libertos que se estabeleceram em Annapolis Royal em 1783.  Descende também de Rose Fortune, natural da Virginia, que se tornou a primeira mulher da América do Norte a ocupar um posto na polícia.  In 1984, Lewis foi eleita prefeita de Annapolis Royal, o que a tornou a primeira mulher negra a ocupar tal cargo, na América do Norte.< Lewis tentou ingressar na política da província durante a eleição de 1988, mas sua tentativa de representar pelo Partido Liberal a região de Annapolis West, na Assembléia de Nova Escócia, não foi bem sucedida.  Foi a primeira mulher negra da Nova Escócia a concorrer em uma eleição provincial. Formada em enfermagem, Lewis tem um diploma de Ensino em Escolas de Enfermagem, conferido pela Universidade Dalhousie, um mestrado em Administração pela Universidade Saint Mary e,...

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    (Foto: Imagem retirada do site iPolitics)

    Anne Claire Cools

    "Para cada marido abusivo existe uma mãe abusiva". "Por detrás de cada homem abusivo existe uma mãe abusiva." "Acreditem" Anne Claire Cools, nascida em 12 de agosto de 1943, é membro do senado canadense.  Natural de Barbados, foi a primeira pessoa negra a ser designada para o senado daquele país. Sua família imigrou para o Canadá em 1957, quando ela tinha 14 anos, e estabeleceu-se em Montreal.  Foi aluna da Universidade McGill, onde cursou serviço social na década de 1960 e ali se envolveu com o movimento estudantil radical.  Em 1969 participou de um protesto que durou dez dias, na Universidade Sir George Williams (mais tarde Universidade Concordia), contra alegadas manifestações de racismo naquele estabelecimento de ensino.  O protesto ocasionou um prejuízo de 2 milhões de dólares aos equipamentos de computação.  Embora não tivesse sido acusada de danos à propriedade, Cools foi condenada a quatro meses de prisão por haver...

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    maria-da-penha

    Com Lei Maria da Penha, cresce divulgação dos direitos da mulher no País

    BRASÍLIA - O terceiro aniversário da implementação da lei 11.340/06, conhecida como Maria da Penha, apresenta um aumento no conhecimento das mulheres em relação aos seus direitos de defesa contra a violência doméstica.   A avaliação é do Coordenador Central de Atendimento à Mulher Ligue 180, Pedro Ferreira. A entidade fez um levantamento, avaliando o primeiro semestre dos anos de 2007, 2008 e 2009. Neste período, os atendimentos só aumentaram: 58.412; 122.222 e 161.774, respectivamente.   "É importante frisar que o aumento nos atendimentos não significa um aumento da violência e, sim do registro, da busca por ajuda", analisa Ferreira.   O coordenador do central afirma que o "Ligue 180" não é um disque-denúncia, "mas um serviço gratuito que funciona 24h, por telefone, em todo País, orientando as vítimas de violência sobre onde procurar ajuda e o que fazer".   O balanço do serviço identificou que a maioria dos atendimentos...

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    Alma Preta

    Leci Brandão, “socialista com certeza”, fala de política e samba

    Fonte: Portal Vermelho - As longas guias de contas azul-marinhas e vermelhas indicam, em seu pescoço, quem são seus orixás. Filha de Ogum e Iansã, mas especialmente de Dona Leci, Leci Brandão não esconde o espírito guerreiro de suas divindades. Um dos maiores nomes do samba, a cantora – que quase virou jornalista – diz que sempre fez “reportagens musicais” para retratar a realidade das periferias.   Você ganhou o Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Cantora de Samba. Como vê esse tipo de reconhecimento? Mandei o meu CD ("Eu e o samba") para o concurso, havia cerca de 300 artistas concorrendo e foram premiados 31 deles. E tive essa grande felicidade. Não sabia que meu CD teria essa aceitação tão legal. Fiquei muito feliz mesmo. Agora, preciso arrumar nova gravadora - já que a que estava prometeu divulgação e não fez - e começar o novo álbum. Ou...

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    (Foto: Bryan Steffy/ Getty Images)

    Graça Machel

    Biografia Graca Machel - Graça Simbene Machel (Incadine, Província de Gaza, 17 de Outubro de 1945) é uma política e ativista dos direitos humanos de Moçambique. Foi a primeira-dama de Moçambique, desde 1976, quando casou com o presidente Samora Machel. Em 1998, casou com Nelson Mandela, o primeiro presidente negro da África do Sul. Graça Machel formou-se como Bacharel em Filologia da Língua Alemã pela Universidade de Lisboa. Voltou a Moçambique como professora e lutou clandestinamente com a FRELIMO durante a Luta Armada de Libertação Nacional. Foi Ministra da Educação e da Cultura no primeiro governo moçambicano durante cerca de 14 anos. Após a morte de Samora Machel, em 1986, continuou a sua atividade política no partido FRELIMO e criou uma organização sem fins lucrativos a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade. Em 1990 foi nomeada pelo Secretário Geral da Organização das Nações Unidas para o Estudo do Impacto dos Conflitos Armados na Infância....

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