quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: babás

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    Babás não serão obrigadas a usar uniforme em clubes, diz lei em Minas Gerais

    “É um ranço de preconceito que vem da época da escravidão e não é admissível em pleno século XXI”, afirmou o deputado autor da proposta que virou lei. Por Marcella Fernandes, do Huffpost Brasil Minas Gerais adota lei para proibir que babás e cuidadores precisem de uniforme para entrar em clubes. (MONTAGEM / GETTY IMAGES) Clubes recreativos, academias e entidades similares não poderão exigir que babás ou cuidadores de idosos usem uniforme em suas dependências. É o que determina a Lei 22.863, de 2018, em vigor em Minas Gerais desde a última segunda-feira (8). De acordo com a nova norma, a identificação de acompanhantes dos sócios desses espaços será feita com crachás ou adesivos identificadores. Quem descumprir a lei está sujeito a multa de mil unidades fiscais do Estado de Minas Gerais. O valor equivale a R$ 3.251,40, de acordo com a Secretaria da Fazenda estadual. A punição será dobrada em caso de reincidência. ...

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    Por que eu abri uma ação contra clubes que obrigam babás a usarem branco

    O que está em jogo nesta briga é a tentativa de mudar uma situação que gera nas nossas crianças a sensação de normalidade da discriminação Por Roberta Loria Do Azmina A advogada Roberta Loria conta, neste artigo, porque decidiu acionar o Ministério Público após o Esporte Clube Pinheiros, do qual ela é sócia, dificultar a entrada da babá de suas filhas por ela não estar com uniforme branco. Para ela, a exigência do clube é um caso de “discriminação revoltante”. O caso tramita desde 2015. Uma questão aparentemente simples vem tomando uma proporção descabida na mídia e na sociedade paulistana: a exigência do uso de uniforme branco por babás em clubes. Depois de uma representação feita por mim ao Ministério Público de São Paulo, o assunto tornou-se polêmico, inclusive, dentro do próprio órgão. A questão aqui é muito simples. Alguém estranho à relação de trabalho pode obrigar que babás dos associados dos clubes usem uniforme ...

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    Ministério Público reabre investigação sobre babás de branco em clubes paulistanos

    Após o caso ficar quase seis meses parado nas mãos do Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo, o órgão decidiu nesta semana reabrir a investigação sobre se é legal ou ilegal clubes de elite paulistanos exigirem que babás que acompanham crianças sócias usem uniforme branco. Por Mariana Della Barba Do BBC "O Conselho autorizou a promotora a investigar todas as denúncias", afirmou à BBC Brasil o promotor Vidal Serrano, um dos membros do colegiado, em referência à promotora Beatriz Helena Budin Fonseca, responsável por abrir o inquérito civil (MP 43.0725.0000489/2015-2) contra os clubes. "A única diferença é que entendemos que os clubes devem ser investigados de maneira separada e não em um único processo. Foi isso que recomendamos à promotora Beatriz, já que cada clube tem normas diferentes, alguns pedem uniforme; outros, crachá... Dessa maneira, a decisão pode ser diferente para cada entidade." Fonseca afirmou à BBC Brasil que ...

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    A vida de uma babá no clube mais seleto do Rio de Janeiro

    Normas do exclusivo Country Clube proíbem as empregadas de usarem os banheiros dos sócios Babá conta seu dia a dia entre a elite carioca Por MARÍA MARTÍN, do El Pais Gabriela* é babá de duas crianças de três anos e ainda não sabe como explicar para elas que os pufes onde elas sentam para assistir televisão no clube privado mais exclusivo do Rio de Janeiro não são para que ela se sente. As almofadonas coloridas da sala de brinquedos não ostentam uma placa de proibição, mas as funcionárias sabem e contam que as “normas invisíveis” que garantem a ordem no Country Clube de Ipanema têm uma função fundamental: “manter cada um no seu lugar”. “O problema para mim não é sentar no chão, não. Para mim é complicado porque as crianças costumam dormir no meu colo enquanto assistem a TV. Aí, como eu não posso sentar, tenho que fazê-las dormir antes ...

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    Placa em banheiro do Country Club informa que babás não podem entrar

    O aviso é claro. Segundo babás de filhos de sócios do Country Club, em Ipanema, há uma placa diante do banheiro feminino do local informando que elas não podem entrar: devem usar o sanitário reservado para crianças. A norma veio a público na terça-feira, quando o jornalista Ancelmo Gois, do GLOBO, noticiou em sua coluna que uma babá que dava banho em duas crianças no banheiro tradicional foi convidada por um funcionário do clube a se retirar. O Ministério Público do Trabalho abriu investigação contra o Country por discriminação, como antecipou o colunista. no Globo ‘Há uma placa dizendo que babás não podem frequentar o banheiro. Considero isso preconceito’ - RENATA BESERRA - Babá — É verdade, há uma placa dizendo que babás não podem frequentar o banheiro. Considero isso preconceito. Eu uso o banheiro infantil para fazer xixi, mas é raro. Não me sinto à vontade — diz Renata Beserra, que ...

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    Empregadas domésticas e babás- Necessidade ou Status?

    Sobre a imagem do casal com camiseta da seleção durante a manifestação “anti-corrupção” do dia 13 de março de 2016 nas ruas de Copacabana, onde logo atrás vemos uma babá negra com seu uniforme branco padrão empurrando o carrinho de seus filhos: Por Fabiana Pinto Do via Guest Post para o Portal Geledés Soube que o homem que aparece na imagem(diretor financeiro do Clube de Regatas do Flamengo e ex-banqueiro) deu uma declaração se “explicando”, ou apenas repetindo o que vimos na imagem, uma empregada/babá(trabalhadora formal) em seu horário de serviço. O homem em questão ressaltou o quanto, o que ele fazia não era errado, afinal “ele paga o salário em dia, 13º e hora extra para que ela trabalhe aos finais de semana”, e também ressaltou que “ela é livre para pedir demissão a hora que quiser, caso esteja insatisfeita com o serviço”. Será? Será que essa mulher não tem filhos, ...

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    As babás brasileiras humilhadas e sexualmente assediadas na Irlanda

    "As crianças jogavam as coisas no chão e diziam 'pega escrava'". "Minha refeição era inferior à do restante da família". "De repente, senti um negócio duro nas minhas costas, ele se esfregando em mim". Babás na Irlanda, jovens brasileiras relatam assédio e humilhações Por Amanda Serra e Lucas Gabriel Marins, no Pragmatismo Politico  “As crianças não me respeitavam. Jogavam as coisas no chão e diziam ‘pega escrava‘”. “Minha refeição era inferior à do restante da família“. “De repente, senti um negócio duro nas minhas costas, ele se esfregando em mim“. As frases acima retratam as humilhações e agressões pelas quais algumas jovens brasileiras de 20 a 39 anos vivenciaram trabalhando como babás na Irlanda. De acordo com dados do setor de imigração irlandês, cerca de 12% dos estrangeiros não europeus no país são brasileiros, o país aparece em segundo lugar na lista de solicitação de visto. Diferentemente dos EUA, por exemplo, a ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    O uniforme branco das babás é coisa nossa.

    Há alguns meses o caso de babás sem uniforme branco impedidas de acompanhar suas respectivas patroas em clubes da cidade de São Paulo ganhou holofotes. Seria justo ou legal impedir trabalhadoras domésticas de frequentarem espaço social de seus patrões e seus pares por não estarem uniformizadas? Por Cidinha da Silva, do DCM Para refrescar a memória de quem lê esta crônica, uma sócia do Pinheiros considerou “discriminação revoltante” a dificuldade imposta pelo estabelecimento para que a babá de suas filhas, sem uniforme branco, entrasse no recinto. Para garantir seus direitos (não se sabe se os direitos da babá também), ela entrou com ação no Ministério Público para provar que a prática de exigir trajes brancos das babás, corrente em vários clubes, era discriminatória. Por estranha coincidência, um conselheiro de um dos clubes arrolados presidiu a sessão de julgamento e arquivou o processo, não sem antes justificar o próprio voto por ...

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    Babás de branco: promotora vê conflito de interesse e pede anulação de decisão favorável a clubes

    Uma "novela" que teve início no ano passado, envolvendo babás de roupas brancas, clubes de elite de São Paulo e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), ganhou um novo capítulo nesta semana. por Mariana Della Barba no BBC Brasil O caso começou quando uma sócia do Esporte Clube Pinheiros (zona oeste) resolveu acionar o MP após se revoltar com o fato de o local dificultar a entrada da babá de suas filhas por ela não estar com uniforme branco. Roberta Loria contou à BBC Brasil, na época, que decidiu agir por acreditar que essa exigência do clube era um caso de "discriminação revoltante". Acatada a denúncia, foi aberto um inquérito civil no MP (registro: 43.0725.0000489/2015-2) contra o Pinheiros e outros clubes paulistanos para apurar se a prática era discriminatória. Os clubes entraram com recurso, que acabou sendo acatado, em dezembro, pelo Conselho Superior do MP. Mas o caso teve uma reviravolta ...

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    Querida “patroa” Branca

    Apesar de não compreender muito bem o que faz com que alguém se sinta a vontade para expor a imagem de seus funcionários, vou relevar essa instância de abuso por entender que, por você ser artista de TV, o conceito de privacidade possa ter se perdido ao longo da sua trajetória. No mais, fica a dica: não é nada legal tentar se promover como boa patroa expondo a imagem de seus funcionários. Por mais felizes e satisfeitos que estes possam estar com suas funções, a relação entre chefe e empregado não é uma onde o segundo possa dizer não, despreocupadamente, ao primeiro. Por Leopoldo Duarte Do Portal Fórum Como você demonstrou genuína surpresa com as críticas que recebeu, também se faz necessário comentar: não é porque você trata suas babás com respeito e dignidade que as demais pessoas deveriam parabenizá-la. Você não faz nada além da sua obrigação. Não só por questões legais, mas, principalmente, porque essa ...

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    A Revolta das madames: Duas babás entram na piscina com as crianças e Jockey Club baixa proibição geral.

    Da Coluna do Ancelmo O clima fechou, quarta passada, no Jockey Club, no Rio. É que duas babás, que tomavam conta de duas crianças, entraram na piscina com as miúdas. Uma madame não gostou e esbravejou com diretores. Ficou decidido que babá não pode entrar na piscina. por Marcos Romão do MamaPress Não tem nem duas semanas que nós da Mamapress participamos de um debate com a advogada do Sindicato dos Clubes do Rio de Janeiro no programa Tema Livre, sobre o decreto lei do governador do Estado proibindo a exigência dos clubes, para que babás acompanhantes das família usassem obrigatoriamente uniformes. Pela resistência e opinião contrária da representante legal do clubes, anunciamos que a sociedade teria pela frente uma gigantesca dificuldade para mudar a mentalidade de suas elites, acostumadas à relações escravocratas com seu empregados. Alertamos que casos de discriminações eram comuns nos clubes e condomínios  e estavam aumentando. Cremos haver a necessidade de uma mobilização geral para ...

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