Tag: Carla Akotirene

Foto: Adeloya Magnoni

Carla Akotirene lança “Ó Pa Í, Prezada” nessa terça em Salvador

Lançamento acontece em Salvador no dia 17 de março Enviado para o Portal Geledés Capa do livro “Ó Pa Í, Prezada – Racismo e sexismo tomando bonde nas penitenciárias femininas”, de Carla Akotirene. (Divulgação/Pólen Livros) A Pólen Livros e o Selo Sueli Carneiro, coordenado por Djamila Ribeiro, lançam em Salvador no dia 17 de março o livro “Ó Pa Í, Prezada – Racismo e sexismo tomando bonde nas penitenciárias femininas”, de Carla Akotirene. O lançamento acontece na Casa Respeita as Mina e está de acordo com as normas sanitárias impostas pelo Município em face da epidemia de Coronavírus. O livro é resultado da dissertação de mestrado da autora, apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Estudos de Gênero, Mulheres e Feminismos da Universidade Federal da Bahia, e levanta uma discussão interseccional da situação prisional de mulheres no Brasil, a partir de uma pesquisa de campo realizada no ...

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FOTO: ADELOYA MAGNONI

Carla Akotirene: de cordeira do Ilê Aiyê a intelectual festejada

“O aplauso é importante para o nosso Ori”. E assim inicio o texto: em palmas transcritas em palavras para a perfilada. Autora de dois livros, doutoranda em estudos feministas, e com uma trajetória inspiradora para mulheres (e homens), é grandiosa a missão da filha de Oxum que carrega a resistência de Makota Irene em seu nome. Ainda como Carla Adriana da Silva Santos, ela trabalhou como cordeira e segurança do bloco afro Ilê Aiyê na década de 90. No sábado, 8 de fevereiro de 2020, retornou à Senzala do Barro Preto como Carla Akotirene, homenageada especial da 41ª Noite da Beleza Negra, ao lado de Maíra Azevedo (Tia Má) e Leo Kret, outros nomes importantes na luta pelos direitos das mulheres negras. Por Midiã Noelle, no Correio 24 Horas A escritora Carla Akotirene foi homenageada pelo Ilê na Noite da Beleza Negra, neste sábado (8) (Foto: ...

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Foto: Rosebell Kagumire

Osun é fundamento epistemológico: um diálogo com Oyèronké Oyèwúmi

A partir da pesquisadora feminista nigeriana e intelectuais brasileiras, refuta-se o olhar colonial sobre a epistemologias afrodiaspóricas Por Carla Akotirene, de Carta capital Oyèronké Oyèwúmi (Foto: Rosebell Kagumire) A epistemologia acontece na cultura. Entretanto, a colonialidade moderna tão criticada por nós, pensadoras negras decoloniais, solapou das civilizações africanas o ponto de vista ancestral, ainda creditou gênero e sexualidade como marcadores estruturantes dos estudos feministas e de mulheres. Tais ‘bio-lógicas’ de masculino e feminino subsumiram a heterogeneidade de significados políticos inscritos nos corpos das mulheres posicionadas no mundo. A ponto das pensadoras estadunidenses Ângela Davis e bell hooks, no Brasil Lélia Gonzalez e Sueli Carneiro, atravessarem a década de 80 criticando o racismo dentro do projeto intelectual feminista, que ao orquestrar campanhas pelo direito ao aborto desconsiderou a esterilização em massa de mulheres negras, bem como a implicação de raça nos abortos clandestinos inseguros, realizados por mulheres ...

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Nome e sobrenome: a importância das intelectuais negras para a pesquisa acadêmica

Na coluna de estreia, Midiã Noelle sugere que o leitor conheça melhor o trabalho de Ana Flávia Magalhães Pinto, Ana Luiza Flauzina e Carla Akotirene por Midiã Noelle no Correio 24h Olá carx leitxr. Me chamo Midiã Noelle Santana e estarei todas as quintas-feiras aqui contigo. De início, já explico: geralmente me apresento assim, com nome e sobrenome. Internalizei essa prática após orientação da socióloga Vilma Reis inspirada em citação da antropóloga Lélia Gonzales (in memorian), e compreendi que se a gente - população negra - não afirma nossa própria existência, o racismo chega sorrateiro e nos nomeia como lhe convir. Aproveito ainda para convidar pessoas não negras a lerem os conteúdos, tomarem um chá de empatia e se aliarem na luta antirracista. Não à toa iniciamos a coluna neste mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, em 25 de julho, e que ...

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Carla Akotirene - Foto: divulgação / Folha Pe

O que é Interseccionalidade?

A coluna Mulheres em Movimento entrevistou Carla Akotirene, bacharela em serviço social, mestra e doutoranda em estudos sobre mulheres, gênero e feminismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) sobre o livro O que é Interseccionalidade? Por: Carla Batista no Folha Pe Livro O que é InterseccionalidadeFoto- divulgação A coluna Mulheres em Movimento entrevistou Carla Akotirene, bacharela em serviço social, mestra e doutoranda em estudos sobre mulheres, gênero e feminismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) sobre o livro O que é Interseccionalidade? A publicação será lançada nos próximos meses com a sua presença, em diversas cidades do país. O livro se encontra em pré venda, através do site da Editora Letramento: Grupo Letramento. Carla Akotirene foi a primeira pessoa da sua família a chegar à universidade graças a conquistas que, nem bem se concretizaram amplamente, se encontram ameaçadas. O livro pode nos ajudar a assimilar a ...

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Carla Akotirene, da revolta à ascenção negra em Mestrados e Doutorados!

Ela é assistente social, recém integrada no quadro de docentes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), pesquisadora da Epistemologia Feminista Negra, Mestra, Doutoranda em Estudos de Gênero, Mulheres e Feminismo (UFBA) e idealizadora do Opará Saberes. Do Portal Soteropreta Foto Andreia Magnoni Opará é uma iniciativa que visa auxiliar estudantes negros e negras nos cursos de nível superior nas Universidades estaduais e federais. Carla Akotirene é nossa entrevistada e falou pra nós sobre a iniciativa, que chega a sua 2ª edição na próxima terça-feira (24). Confira: Portal Soteropreta  – De onde veio a ideia do Opará Saberes? Carla Akotirene – Duma revolta intelectual, vontade de superar aquela inércia política durante o Mestrado, quando eu era única negra da turma e perdia nas disputas de cosmogonias e pensamento. Apesar de ter feito dissertação denunciando o racismo institucional imposto às mulheres negras encarceradas, nada de substancial estava fazendo para trazer outras negras para o Mestrado/Doutorado e, assim, aumentar o front. ...

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