quinta-feira, setembro 24, 2020

    Tag: comida

    Arquivo Pessoal

    Chef promove culinária de diáspora africana como forma de resgate de ancestralidade

    Há mais de 17 anos, Aline Chermoula*, 36, chef de cozinha, natural de Feira de Santana, promove a culinária da diáspora africana em seus preparos. Também professora de Gastronomia, Aline resgata sua própria identidade com ingredientes como azeite dendê, cocos, farinha de milho branco, tamarindo e amendoim. “O azeite de dendê e o leite de coco fresco, acompanham minha história de vida, assim como, o caju e sua castanha, a banana da terra, a farinha de milho branco e muitos outros ingredientes, usados por minha mãe e tias em dias de reunião de família, em São Paulo. Quando eu penso em cozinhar, automaticamente vem as receitas ancestrais que a foram passadas a mim pela minha mãe, seja o cuscuz preparado cedo pra compor o café antes de ir trabalhar, feito com farinha de milho branco, ou suco de tamarindo para refrescar o calor, até mesmo a moqueca de peixe em ...

    Leia mais
    Acarajé, bobó de camarão e abará são alguns dos alimentos ligados ao candomblé /

    Candomblé: resistência, preservação e reconhecimento da culinária afro-brasileira

    A religião de matriz africana entende o ato de comer como sagrado e forma de dialogar com a ancestralidade Por Mayara Paixão, do Brasil de Fato Acarajé, bobó de camarão e abará são alguns dos alimentos ligados ao candomblé / Imagem retirada do site Brasil de Fato Entre a riqueza de heranças que africanas e africanos trouxeram para o Brasil, está uma manifestação religiosa afro-brasileira construída a partir de religiões tradicionais da África: o candomblé. Durante suas cerimônias, o ato de comer, assim como a dança, tem um significado sagrado. É através da comida que os praticantes do candomblé se comunicam e homenageiam os orixás, figuras que representam os ancestrais. Nos terreiros, comer é sinônimo de socialização, segundo explica a Makota Bayrangi “Nega Duda”. “A comida é oferecida ao público. Não é só o povo do terreiro, mas o entorno inteiro da comunidade come e também ...

    Leia mais
    Eleni Guterres, dona do restaurante Atrium, em São Paulo (SP) (Foto: Divulgação)

    Ela faz sucesso com comida caseira feita “com carinho de mãe”

    Quando abriu o Atrium, há 16 anos, Eleni Guterres realizou um sonho que parecia distante. Hoje, ela fatura R$ 220 mil conquistando os clientes com seu capricho Por Ana Laura Stachewski, do Pequenas Empresas Grandes Negócios Eleni Guterres, dona do restaurante Atrium, em São Paulo (SP) (Foto: Imagem retirada do site Pequenas Empresas Grandes Negócios/ Divulgação) Nos anos 70, a mineira Eleni Guterres, 66, deixou a pequena cidade de Matipó (MG) para tentar uma nova vida em São Paulo (SP). Ela fugia da fome e da dificuldade de encontrar um emprego, que só aparecia sazonalmente em um munícipio sustentado pelo café. Ela ainda se lembra do frio que passou quando chegou à capital de chinelos nos pés e quase sem agasalhos. Sua aventura só foi possível porque seu irmão, já instalado por lá, tinha lhe arranjado um emprego. Ela trabalharia como doméstica e moraria na casa dos seus patrões. ...

    Leia mais

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist