sexta-feira, agosto 14, 2020

    Tag: Dia das mães

    Débora Silva Maria Imagem: Arquivo pessoal

    Débora, do Mães de Maio, luta por memória: “Meu filho morreu por ser preto”

    No último domingo, Débora Maria da Silva completou 61 anos. Avisou às filhas e aos netos que não iria comemorar a chegada de mais um ano nem o Dia das Mães. Para a fundadora do movimento social Mães de Maio, da Baixada Santista, no litoral paulista, o mês é atravessado por sofrimento. "Eu sou leoa o ano inteiro. Mas maio é minha tortura", afirma. Desde 2006, Débora vive para honrar a memória de seu filho, o gari Edson Rogério Silva dos Santos, que foi uma das vítimas dos chamados "Crimes de Maio", ações atribuídas a grupos de extermínio em resposta a ataques do Primeiro Comando da Capital, o PCC, que deixaram o estado de São Paulo em choque. O movimento Mães de Maio, liderado por ela, surgiu naquele mesmo ano, depois que ela resolveu procurar outras mães que se reergueram para ir ao front da luta por justiça e para ...

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    Eliane Dias e Domenica Dias (Foto: Divulgação/Yasmin Victorino)

    Dia das Mães: Eliane Dias e Domenica contam o que aprenderam uma com a outra

    O Dia das Mães é celebrado neste domingo (10) e te convidamos para uma reflexão: O que aprendeu de mais valioso você aprendeu com sua mãe ou com sua filha? Convidamos Eliane Dias e sua filha Domenica Dias para responderem a esta pergunta à Marie Claire. Mãe e filha estrelam uma campanha de Dia das Mães pela primeira vez para a nova fragrância e linha de produtos Flores de Lolita da The Body Shop. Eliane é advogada, empresária, ativista pelo gênero e raça, colunista de Marie Claire e foi coordenadora do SOS Racismo, na Assembleia Legislativa de São Paulo. Domenica é atriz, modelo, feminista, ativista, é reconhecida como representante por muitos adolescentes e jovens, em suas redes sociais, por ressaltar a beleza negra e a autoaceitação. Eliane lembra de um momento em que Domenica tinha apenas três anos: "Aos três anos de idade, ela entrou no banheiro e ligou o ...

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    maternidade

    Maternidade no jogo perverso da vida

    A maternidade muitas vezes é cruel, perversa e um potente instrumento de perpetuação do sexismo e violência contra a mulher. Isso é um fato. Não vou discutir aqui se é ou não. É. É só traçar o itinerário e os desdobramentos dele. por Carla Freitas  via Guest Post para o Portal Geledés  Na verdade, os implicamentos desse discurso já se dão desde o debate sobre o direito ao aborto. Em uma cultura que sequer consegue admitir a descriminalização do aborto já dá pra imaginar o lugar que a mulher tem em matéria de direito ao próprio corpo. Mulheres cis (que não são trans*) desde crianças são disciplinadas com a pedagogia da maternidade. Lembro-me da preocupação de uma amiga: – Carla, deixe sua filha participar desse momento do irmão caçula! Deixe ela dar a mamadeira, estimule que ela lhe ajude no banho, trocar fraldas….Você e ela só ganham com isso, é assim que ela ...

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    Casal gay que adotou Paulo Henrique, menino rejeitado por ser ‘negro demais’ estrela campanha do Dia das Mães

    Você já deve ter lido a história do pequeno Paulo Henrique. Ele foi rejeitado por três casais heterossexuais que na fila de adoção o consideraram "feio" ou "negro demais". no Brasil Post por  Diego Iraheta A vida do menino de cinco anos mudou quando ele foi adotado pelo jornalista Gilberto Scofield Junior e seu companheiro, Rodrigo Barbosa. A história dessa nova família, formada há cerca de seis meses, integra a campanha de Dia das Mães da companhia aérea GOL. Em quatro vídeos postados em seu canal no YouTube, a empresa presta uma homenagem às pessoas que optaram pela adoção. Segundo a companhia, são "brasileiros que escolheram amar além de qualquer distância". Entre eles, há a mãe que virou pai e mãe. E o pai que escolheu ser mãe — caso tanto de Gilberto quanto de Rodrigo. O jornalista conta no vídeo como foi o processo anterior à adoção de Paulo: "Vinha na cabeça a ideia de dar ...

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    Iyá Mi – o dia em que minha mãe mudou minha vida! Racismo na infância e protagonismo afro-materno

    Não escolhi estar na educação à toa, trabalhar a favor da diversidade e da equidade social e racial na escola foi uma escolha intencional e política, cuidadosamente educada e instruída pelos livros, mas sobretudo pelo exemplo e militância da minha mãe Maria Abadia Ferreira da Costa. por Tatiane de Souza Silvério via Guest Post para o Portal Geledés Minha maior motivação dentre várias, foi perceber que a escola era para mim e é para outras crianças negras, um ambiente hostil que em muitos momentos por meio dos alunos, funcionários e professores impõe o racismo, a discriminação e o preconceito as milhares de crianças que ali se instruem, seja no âmbito da escola pública e/ou das escolas particulares Durante minha infância, passei por longos períodos e cotidianamente por preconceito e discriminação, tudo me colocava em desvantagem, até nos momentos em que eu tirava boas notas estava em desvantagem. A professora ou o professor ...

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