sexta-feira, dezembro 4, 2020

    Tag: elite brasileira

    ‘The Guardian’: Problema da elite brasileira é explicar porquê papai está na cadeia

    Jornal britânico fala sobre artigo de revista brasileira que provocou indignação nas redes O jornal britânico The Guardian publicou nesta quarta-feira (21) uma matéria analisando a reportagem da revista brasileira Poder, da jornalista Joyce Pascowitch, sobre o impacto psicológico de escândalos de corrupção sobre os filhos dos pais encarcerados. Nesta terça-feira (20), o texto viralizou de forma negativa, causando indignação nas redes, e virou, inclusive, motivo de chacota. Fonte: Jornal do Brasil O Guardian ressalta que em um país onde grande parte da classe política está envolvida em casos de corrupção, os leitores brasileiros têm se acostumado com as manchetes sobre a prisão de políticos e empresários poderosos. Mas, continua o jornal britânico, uma revista para e sobre "pessoas influentes" provocou repulsa com um artigo em sua última edição, intitulado: "O que dizer às crianças quando os pais são levados pela Polícia Federal." A manchete rapidamente ganhou as redes em um país ...

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    Operação contra Lula é confissão de medo da elite brasileira, diz Bandeira de Mello

    Para um dos juristas mais respeitáveis do país, operação executada nesta sexta-feira (4) a mando da Lava Jato é "absurda" juridicamente: "As pessoas têm a ilusão de achar que o Direito pode tudo. Não pode" por Eduardo Maretti, da RBA São Paulo – Como todos os cidadãos que, independentemente das cores partidárias, têm apreço pela democracia, pelo Estado democrático de direito e pelas garantias individuais inscritas na Constituição de 1988, o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello acordou hoje (4) com uma notícia chocante para muitos. O cerco, pela Polícia Federal, à casa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cumprimento de ação deflagrada na operação Lava Jato. “Eu fiquei muito aborrecido como cidadão”, diz, em entrevista exclusiva à RBA. Numa análise mais fria, Bandeira de Mello acredita que tudo a que o país está assistindo, e que chegou hoje ao clímax da espetacularização midiática, do ponto de vista ...

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    Marcha pela “paz”, alma de Herodes

    A imagem do vídeo publicada pelo portal Terra com a faixa carregada por um menino e duas meninas, ontem, no bairro de classe média-alta do Jardim Marajoara, em São Paulo é o retrato dos tempos que estamos vivendo. por Fernando Brito no Tijolaço Já nem é uma discussão, que deveria ser anacrônica no mundo moderno – excetuados, claro, os fanáticos do Exército Islâmico –  sobre a legitimidade ou a eficácia da pena de morte (que, em tese, deveria ter feito dos EUA um dos países menos violentos no mundo), mas a sua aplicação, como sugere a faixa, até mesmo a crianças de qualquer idade. Algo assim semelhante a Herodes. São três guris que levam a faixa – como na idade deles eu levei pedindo democracia e respeito à dignidade humana – da morte sem idade para ter visto a vida, sequer e dar-lhe o valor que, velhos, nos faz querer conservá-la até o último ...

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    Na longuíssima tradição escravocrata da elite brasileira, a moda agora é importar filipinas

    O professor Wagner Iglecias comenta a notícia da Folha, sobre a importação de filipinas para o trabalho doméstico no Brasil pela classe média alta brasileira: Por  Maria Frô, da Revista Fórum  CRISE? QUE CRISE? O Brasil começa a regulamentar os direitos das empregadas domésticas, a meu ver um notável avanço nas relações de trabalho entre estas profissionais e seus patrões. Mas então o que acontece? Começa-se a importar empregadas domésticas filipinas, consideradas mais polivalentes. Os custos logísticos de trazer alguém do outro lado do planeta parecem ser mais baixos do que os relativos ao pagamento dos direitos de nossas compatriotas brasileiras. Penso que a elite de herança escravocrata brasileira é incorrigível. O tráfico de escravos durou 300 anos, depois manteve-se o trabalho análogo à escravidão. A partir de 1850, a elite escravista do centro sul ampliou sobremaneira o tráfico interno de escravizados do Nordeste para as áreas cafeeiras. Em 1850, para ...

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    Panelaço: Quando o ódio caminha lado a lado com o analfabetismo político

    Nunca a classe média militou tanto politicamente quanto em tempos recentes. Nas eleições de 2014, atuou diuturnamente nas redes sociais e, mesmo sem ser convocada, saiu voluntariamente por aí com reproduções da Veja para buscar votos. por Luiz Carlos Azenha no Viomundo Tudo isso deve ser saudado como um passo positivo. O processo de criação de novas lideranças é prolongado e atuar em defesa de seus interesses de classe é não só legítimo, como pode servir de escola. Porém, as eleições acabaram. Não está previsto um terceiro turno. E a classe média, agora, quer ganhar no grito. Literalmente. Ela confunde o desabafo apaixonado do torcedor que grita gol de seu clube na sacada com o “fazer política” através de panelas e buzinas. É o barulho que cala o adversário e impede o diálogo. “Vaca”, “vadia” e “filha da puta” fazem parte do repertório de quem, no grito, quer negar ao outro o ...

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    Por que a elite brasileira é burra?

    A elite brasileira é burra. Não soa bem o adjetivo sem a posterior explicação: é burra porque jamais se preocupou com a condição do país, mas sim com a manutenção do status quo, a centralização de seu poder, de suas riquezas e de sua influência. A elite brasileira jamais derramou uma gotícula do seu valioso suor com as questões políticas desta terra, afinal, todos os problemas do Brasil foram sempre endereçados aos pobres, à classe trabalhadora. A elite brasileira conserva traços tão burgueses e vazios ideologicamente que permaneceram no ostracismo de sua acomodação perene até ser fustigada pela notícia de que um ex-metalúrgico tinha se tornado presidente da República. Odioso sempre foi o sentimento desta classe em relação aos governos petistas. Afinal, é impossível se acostumar com gente nova nos aeroportos, nas universidades, nos corredores dos shoppings e nos salões nobres dos museus. por Mailson Ramos via Guest Post para o Portal Geledés A ...

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    Militares avisam radicais: “O Brasil é uma Democracia”

    Os três chefes das Forças Armadas, o almirante Julio Soares de Moura Neto, o general Enzo Peri e o brigadeiro Juniti Saito, falaram à jornalista Monica Bergamo sobre as manifestações radicais que pediram a volta da ditadura e conseguiram atrair até um ex-guerrilheiro que combateu o regime militar como o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP); Moura Neto falou em militares "inseridos na democracia"; Saito criticou "extremistas"; Peri afirmou que o Brasil vive ambiente de "absoluta normalidade" no Brasil 24/7 Depois das manifestações de grupos radicais no último dia 15, que chegaram a pedir a volta da intervenção militar no Brasil, em protestos que atraíram até ex-guerrilheiros, como o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), a jornalista Monica Bergamo decidiu ouvir os chefes das Forças Armadas. Os três, o general Enzo Peri, o brigadeiro Juniti Saito e o almirante Julio Soares de Moura Neto, falaram num ambiente de absoluta normalidade institucional. "Os militares estão totalmente inseridos ...

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    Foto: Flávio Florido

    Uma coisa é o pensamento conservador. Outra, é o dodói

    A esquerda foi para a rua na redemocratização do país e não saiu mais. Não poderia se assustar, portanto, que a direita também esteja ocupando o espaço público. Pelo contrário, deveria achar isso saudáve Foto: Flávio Florido Por: Leonardo Sakamoto, no, Blog do Sakamoto  A histórica ausência de debate político nas ruas, criou alguns problemas. Por exemplo, a incapacidade de muita gente de separar o que é um discurso conservador (que tem suas pautas a respeito do papel do Estado) e os dodóis que, em número insuficiente para organizarem suas próprias manifestações, tentam empurrar um ato de terceiros para o fundo do poço com suas ideias que – não raro – vão contra a dignidade e a legalidade. O problema não é pedir o impeachment de Dilma – apesar de cheirar a golpismo, isso faz parte do jogo. E, sim, querer que isso seja feito via intervenção militar. ...

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    Eleições mostram que elite brasileira é escravocrata

    Eleições mostram que elite brasileira é escravocrata

    Dennis de Oliveira O que aconteceu nos últimos dias da campanha eleitoral presidencial foi a reedição de uma tentativa de golpe eleitoral 25 anos depois. Em 1989, diante da possibilidade de vitória de Lula à presidência da República, a Globo e o Jornal Nacional editaram a cobertura do último debate eleitoral, de forma a favorecer o candidato Fernando Collor, em uma disputa que estava apertada. Naquele momento, o Brasil vivia em uma “encruzilhada histórica” como dizia o saudoso presidente do Partido Comunista do Brasil, João Amazonas: ou se definia por um caminho progressista ou se enveredava pelo modelo neoliberal. Os partidos de esquerda que apoiavam Lula naquele momento, PT a frente, não perceberam isto. A derrota teve consequências gravíssimas para a população brasileira que só não foram piores devido ao impeachment de Collor e a inabilidade do então presidente. Mas, de qualquer forma, abriu caminho para que o projeto neoliberal ...

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    Moradores de favelas do Rio movimentam R$ 12,3 bilhões por ano

    Moradores da Favela do Metrô-Mangueira, localizada a menos de um quilômetro do MaracanãTânia Rêgo/Agência Brasil Pesquisa inédita do Instituto Data Favela revela que os 2 milhões de pessoas que moram em comunidades no Rio de Janeiro movimentam R$ 12,3 bilhões por ano - equivalente a 19% da renda de todos os moradores de favelas do país. O Brasil soma 12 milhões morando em favelas, que movimentam anualmente R$ 64,5 bilhões. O presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, fundador do Data Favela, destacou em entrevista à Agência Brasil, que se as favelas da capital fluminense formassem uma cidade, esta seria a sétima maior do país, mais populosa que municípios como Manaus, Porto Alegre, Curitiba e Recife. O Rio de Janeiro concentra 17% dos moradores de favelas do Brasil, indica a pesquisa. “A gente sabe que o Rio de Janeiro é o único estado da Região Sudeste em que mais de 10% ...

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    12 argumentos de moradores do Jardim Europa contra o MIS, o Museu da Imagem e do Som de São Paulo

    O Museu de Imagem e Som (MIS) virou alvo de um abaixo-assinado feito por moradores do Jardim Europa, na zona sul de São Paulo. Eles reclamam que a programação cultural do local perturba o descanso e a rotina dos cidadãos, gerando filas, barulho, congestionamento no trânsito e presença de vendedores ambulantes. As aposentadas Maria Aparecida Brecheret e Martha Autran, ambas de 70 anos, coordenam o movimento dos moradores contra o museu. Elas afirmam já ter reunido cerca de 150 assinaturas, com o objetivo de enviar as reivindicações ao diretor do MIS, André Sturm, e à prefeitura. Um dos exemplos dados por elas é a exposição Castelo Rá-Tim-Bum, que atraiu várias crianças chegando de ônibus escolares todos os dias para visitar a mostra. O diretor André Sturm confirma já ter recebido as solicitações, porém alerta para o teor preconceituoso que pode haver nas críticas dos vizinhos. Ele cita o caso dos ...

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    O Vira-lata e o Racismo

    Dizem que o brasileiro tem complexo de vira-lata. Reza a lenda que o brasileiro se considera um mestiço, o produto da miscigenação das raças branca, negra e índia, com alguma contribuição mais recente também de imigrantes do Japão e Oriente Médio. Por Fernando Lanzer, Fonte: fernandolanzer Foto:  Elton Melo Pelo fato de ser mestiço, o brasileiro se sente inferior, basicamente em relação aos Estados Unidos e à Europa. Ocorre que esse sentimento está ligado a um profundo racismo! Ao invés do vira-lata ter orgulho da sua viralatice, do fato de ser mestiço, o vira-lata sente vergonha do que é. O vira-lata acha que o bom mesmo é ser raça-pura. O vira-lata é tão racista quanto o pastor alemão do kennel club de elite. O brasileiro que tem complexo de vira-lata é tão racista quanto os líderes neo-nazistas de outras partes do mundo, pois acredita que o bom ...

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    Pessimismo da mídia influiu na pesquisa Ibope

    Pesquisa CNI/Ibope, divulgada nesta quinta (19), revelou, entre tantos dados, que a população brasileira está consciente da forma como a grande imprensa trata o governo da presidente Dilma Rousseff (PT); quando questionados sobre a percepção do noticiário sobre o governo, os entrevistados disseram que as notícias recentes têm sido mais desfavoráveis para o governo; essa é a opinião de 46% dos entrevistados; manchetes negativas, capas carregadas de sensacionalismo e colunistas pessimistas dão o tom do noticiário negativo; que peso essa mídia terá na hora do eleitor decidir seu voto? Para além dos números da corrida presidencial, a pesquisa CNI/ Ibope, divulgada nesta quinta-feira (19), revelou que a população brasileira está consciente da forma como a grande imprensa trata o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Quando questionados sobre a percepção do noticiário sobre o governo, os entrevistados disseram que as notícias recentes têm sido mais desfavoráveis para o governo. Essa é ...

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    Complexo de vira-latas: Como a elite brasileira enfiou isso na sua cabeça

    sugerido pelo Bruno Silveira, no Facebook O termo Complexo de Vira-Latas denomina um sentimento característico de determinadas classes da sociedade brasileira. Esse sentimento, marcado por derrotismo, pessimismo e má informação, está muito ligado à negação do que somos como brasileiros. O documentário O Complexo de Vira-Latas explica esse sentimento, discute o tema e faz um breve panorama social e político da realidade brasileira. Não de deixe de ler também:  De Masi sobre o Brasil: “A luta de classes dos pobres contra os ricos se tornou a luta dos ricos contra os pobres” Direção Leandro Caproni Roteiro Leandro Caproni Priscila Chibante Produção Diego Silva Bruno Silveira Nathália Bomfim Priscila Chibante Bruno Aranha Leitura da Crônica Wallace Soares Uma produção Cabrueira Filmes e Sem Cortes Filmes Fonte: Viomundo

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    “Luta contra racismo é necessariamente luta de classe”, diz Edson

    Em entrevista à Rádio Vermelho, Edson França, presidente da União de Negros pela Igualdade (Unegro), antecipou os temas que serão destaque na 3º Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Conapir), entre terça (5) e quinta-feira (7). "Não vamos ficar presos aos campos da política publica e da denúncia. Vamos refletir o país e suas complexidades. A luta contra o racismo é necessariamente uma luta de classe", diz. O militante do movimento negro e também historiador se refere ao tema da Conferência "Democracia e Desenvolvimento sem racismo: Por um Brasil Afirmativo". Apesar dos 10 anos de avanços após a criação da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), que promove a Conferência, o movimento negro aponta para uma guinada no debate sobre conceitos e temas caros à população negra como economia e democracia, mas que ainda não têm recebido a devida atenção do movimento. ...

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