sexta-feira, fevereiro 26, 2021

Tag: ilustrador

"Cumbe", que ganhou versão americana com o título "Run for It" Imagem: Facebook

Marcelo D’Salete é vencedor do importante prêmio Eisner, considerado o “Oscar” dos quadrinhos

"Não imaginei que seria minha vez", diz brasileiro vencedor do "Oscar" dos quadrinhos no Entretenimento UOL Vencedor do importante prêmio Eisner, considerado o “Oscar” dos quadrinhos, o paulista Marcelo D'Salete, 38, parecia não acreditar quando recebeu de amigos, via mensagem de texto, a notícia de que sua graphic novel "Cumbe" havia vencido nesta sexta (20) na categoria de melhor edição americana de material estrangeiro. "Cumbe", que ganhou versão americana com o título "Run for It" Imagem: Facebook “Como o prêmio saiu tarde, depois da meia-noite do Brasil, amigos começaram a me parabenizar. Foi uma surpresa muito grande. Lembro que ontem fui conferir as obras que estavam concorrendo, todas de excelentes artistas, imaginei que não seria minha vez”, diz ao UOL o artista, que é professor, ilustrador e desde 2008 autor de histórias em quadrinhos. Clique aqui e conheça mais sobre ele. Prêmio Eisner, conquistado por Marcelo D'Salete ...

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O quadrinista brasileiro Marcelo D'Salete - Rafael Roncato/Divulgação

Marcelo D’Salete concorre ao Eisner, maior prêmio dos quadrinhos com HQ sobre escravidão

Em 2004, leituras sobre o quilombo dos Palmares —em sua maioria escritas por autores brancos— despertaram no quadrinista paulistano Marcelo D'Salete, 38, a vontade de imaginar a perspectiva do negro nas narrativas sobre o Brasil colonial. por Amanda Ribeiro no Folha O quadrinista brasileiro Marcelo D'Salete - Rafael Roncato/Divulgação Desde então, ele se dedica a pesquisas para dar aos negros a possibilidade de contar a própria história. "A fundação de Palmares foi um evento extraordinário. Alguns historiadores contam isso de maneira tão próxima da literatura que fui lendo a história quase já pensando nos personagens", diz o autor, em entrevista à Folha. Quanto mais se dedicava a produzir a história de Palmares, no entanto, mais se tornava evidente a necessidade de conhecer outros quilombos e compreender os mecanismos da sociedade escravista. Em novos estudos, encontrou textos que abordavam casos específicos de escravizados em conflito com seus ...

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Angola Janga: a resistência de Palmares em quadrinhos

Para o ilustrador Marcelo D'Salete, é essencial representar o negro em primeiro plano e fomentar uma discussão sobre o nosso passado por Beatriz Drague Ramos e Filipe Vianna no Carta Capital O Quilombo dos Palmares, um dos principais do período colonial brasileiro, é descortinado poeticamente no livro Angola Janga, a ser lançado em 6 de novembro. Por meio dos quadrinhos, o ilustrador Marcelo D'Salete desenha e narra a história de personagens negros como Zumbi, Antônio Soares, Ganga Zumba e Ganga Zona. Principal liderança do quilombo, Zumbi morreu em 20 de novembro de 1695. A data é comemorada anualmente como o dia da Consciência Negra. Após se dedicar à temática racial em Encruzilhada (2016) e Cumbe (2014), D'Salete revela em sua nova obra como os quilombolas de Palmares resistiram ao sistema da casa-grande. Um tema importante para a afirmação da população negra, pobre e quilombola no atual cenário de ataques às ...

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Nada a temer! Uma reação de autores de HQs e ilustradores contra o golpe

O ilustrador Edson Ikê explica sua motivação ao criar a fanpage Nada a temer!: “É uma resposta humorada e sarcástica ao golpe. A ideia é ocupar e dizer: ‘Fora Temer!’ e à sua política de neocolonização. Arte contra a barbárie no Brasil”. A ideia cresceu. Enquanto Ikê convida amigos e conhecidos para participar da iniciativa, outros produzem por conta própria e alguns trabalhos autônomos acabam incorporados à iniciativa. Até agora, a página reproduziu 12 obras, dos mais diversos estilos. Certeza que não fica só nisso – e vou atualizando o post e dando os devidos créditos a medida que forem surgindo novos trabalhos. Ó o que apareceu por lá até agora (além dessa aqui em cima do Marcelo D’Salete): no Facebook Nada a Temer DW Ribatski: Tayla Nicoletti: Vicente Mendonça: Edson Ikê: André Kitagawa: Daniel Bueno: Talita Rocha: Rato: Pato: Andre Ducci: Shiko: Wagner Willian: Taline Schubach: Kiko Dinucci: Jozz Zugliani: Fernanda ...

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Projeto Retrato de Quadrinistas - QuantaCon2012 - Rafael Roncato

Marcelo D’Salete é convidado para o XII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja

Marcelo D’ Salete é um dos convidados do XII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja. Este autor de banda desenhada brasileiro tem editada em Portugal a sua obra Cumbe e é a segunda vez que expõe no nosso país. Por NUNO PEREIRA DE SOUSA, do Bandas Desenhadas Nuno Pereira de Sousa: Foste um dos grandes colaboradores da revista brasileira Front da Via Lettera. Fala-nos um pouco da revista, a sua importância no mercado editorial de então e das BD que publicaste nos números da Front. Marcelo D’Salete: A Front foi uma das publicações de quadrinhos mais longevas do Brasil nos últimos anos. Foram 14 edições ao total. A revista começou a partir do número 7, pois havia um mito de que esse tipo de publicação não durava mais que 7 edições. Ela foi responsável por apresentar e difundir o trabalho de muitos quadrinistas da época – Kipper, André Kitagawa, Daniel Bueno, Fernando Mena, Maxx, etc. No ...

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Publicitário cria super-heróis contra problemas da África

Os problemas enfrentados pelo continente africano são tão graves e tão antigos que parecem só ter solução com a ajuda de um daqueles super-heróis que vemos nos filmes. Do Exame  Embora o estado caótico em que muitos países se encontram tenha causas humanas, principalmente a exploração por parte dos países desenvolvidos, a impressão que temos é que só superpoderes poderiam salvar essas populações da situação em que estão. O publicitário André Cox imaginou justamente como seria se os heróis tradicionais como Hulk e Mulher Maravilha fossem africanos e ajudassem a combater os problemas do continente. A série "E se os super-heróis fossem africanos?" foi lançada não por acaso no Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro. As ilustrações podem ser conferidas em uma galeria disponibilizada no Behance.  

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Marcelo d’ Salete: Cumbe, l’ histoire de l’esclavage au Brésil, sera publié en France

Cumbe (Brésil) Traduit du portugais par Christine Zonzon et Marie Zéni Le Brésil a été l’un des principaux pays pratiquant l’esclavage, jusqu’à son abrogation en 1888. En provenance d’Angola et du Mozambique, les esclaves étaient essentiellement affectés à l’exploitation de la canne à sucre ou des mines d’or, mais aussi pour les taches ménagères dans le cas des femmes. Certains esclaves se révoltaient, prenaient les armes et se réfugiaient dans la jungle pour créer des communautés, appelées quilombos, ou cumbe, où ils vivaient en autarcie. À travers quatre nouvelles, en partie inspirées d’événements historiques, le dessinateur brésilien Marcelo d’Salete raconte des histoires d’esclaves marrons au 17e siècle, des hommes, femmes et enfants confrontés à leurs tortionnaires et décidés à se libérer du joug de l’esclavage à tout prix,.. Dans la première histoire, intitulée Calunga, un jeune esclave tente de convaincre sa compagne de s’enfuir avec lui. Dans Sumidouro (Le Puit), une femme est prise entre ...

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Desenhos impressionantes feitos com caneta bic por artista ganense

Desde pequenos aprendemos a desenhar com o lápis, porque se errarmos dá para pegar na borracha e apagar.  A caneta fica para escrever coisas muito importantes ou, no máximo, rabiscar coisas pouco importantes. Por Zeca de Oliveira, do Yebothis Com Enan Bosokah, um jovem artista ganense, não foi diferente. Ele aprendeu a desenhar com lápis e usar a borracha para apagar aquilo que não ficou bem. Depois de um tempo, porém, decidiu quebrar os próprios limites e passou a desenhar apenas com a caneta. Para ele, a ideia de que o desenho feito à caneta não poderá ser apagado é divertida e o ajuda a ganhar domínio sobre a sua arte. O resultado é o que é e ponto. Mas chega de falar, vamos ver alguns dos seus draft: Todas as imagens: ©Enan Bosokah Zeca de Oliveira Nasceu na periferia de São Paulo e aos 23, após estudar comunicação social e redação publicitária, mudou-se para ...

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Racismo sem querer

Tirinhas ácidas sobre o racismo do Quadrinhos Ácidos! por Pedro Leite   Pedro Leite é ilustrador, publicitário frustrado e cartunista. Publicou os livros independentes “Onde Meu Gato Senta” e “Tirinhas do Zodíaco”.

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Foto: Rafael Roncato

HQ Cumbe, de Marcelo D’Salete , sobre a escravidão no Brasil, terá edição em Portugal

A HQ Cumbe, de Marcelo D’Salete, ganhará uma edição em Portugal pela editora Polvo. A obra conta a história de escravos que resistiriam à opressão escravagista no Brasil dos século 17. no Revista O Grito  por Paulo Floro Foto: Rafael Roncato O quadrinista Marcelo D’Salete se impôs um dos maiores desafios tanto nas HQs como em qualquer arte feita hoje no Brasil: contextualizar e trazer um olhar longe dos estereótipos sobre a história dos negros escravos trazidos ao País. “Nesta HQ que também tem cara de ensaio, Marcelo trouxe um olhar que buscou fugir do lugar comum quando o assunto é a matriz africana. Para começar, Cumbe não se roga em explicitar a violência do período. Mas faz isso de um ponto de vista do escravo, explicitando tanto sua dor quanto a revolta. Ao branco dominador não lhe resta nenhum papel a não ser o da incongruência, daquele que ...

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Edson Ikê, um ilustrador

Edson Ikê nasceu em 1980 em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Seu contato com as artes gráficas, se deu pelo seu interesse por fanzines e xilogravura. Trabalhou em estúdios e editoras da capital paulista como designer gráfico. Suas ilustrações carregam forte identidade com a cultura negra, com a xilogravura e cultura urbana. por Edson Ikê via Guest Post para o Portal Geledés Atualmente faz ilustrações para as editoras Moderna (Grupo Santillana/Uno Internacional), Evoluir e Abril, com projetos voltados à questão da valorização da cultura afro-brasileira e diversidade cultural. Além do trabalho de design que circula pela Austrália, com o Vira-Lata Food Truck, que vende comida brasileira, projeto que reflete sua pesquisa de arte e tipografia popular. Ilustrou a cultura afro-peruana para a revista Sounds and Colours, que esta produzindo guias turísticos e culturais alternativos na América Latina. Conheça mais: ensaiografico.com.br Facebook 

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Em defesa de Romero Britto

por Paulo Vieira Pessoas bacanas de minha relação, dois atributos nem sempre em conexão, andam a criticar sem dó o pernambucano radicado em Miami Romero Britto. Artista plástico de enorme sucesso comercial, famoso por ter transformado seus desenhos e cores numa franquia, sujeitos a decorar qualquer objeto ou presente comercializável, ele virou um signo de distinção – de distinção para os maus, os baixos, os bregas. Ter um Romero Britto em casa é sinal do mais profundo mau gosto, algo digno de lástima e, quiçá, de ter relações cortadas. Avistar seu cubismo estéril numa parede gera, ato contínuo, um post depreciativo e uma foto para ser compartilhada no Facebook, esse nosso Speakers’ Corner editável. Num tempo de estranhos signos de identidade, ele é quase como a concha, a vieira dos peregrinos de Compostela com sinal trocado. “Encontrei um dos meus”. É possível, é provável, que Britto tenha chegado nessa patamar ...

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Romero Britto

Romero Britto (Recife, 6 de outubro de 1963) é um pintor, escultor e serígrafo brasileiro radicado nos Estados Unidos.1 Considerado um dos artistas mais prestigiados pelas celebridades americanas, já pintou quadros para personalidades como Madonna, Arnold Schwarzenegger e Michael Jackson. Também produziu telas para nomes como Dilma Rousseff, Bill Clinton e o casal real príncipe William e Kate Middleton, e o convite do príncipe Charles jantou no Palácio de Buckingham. Vida e Obra Romero Britto nasceu em 06 de outubro de 1963. Ele começou sua carreira aos 18 anos em Pernambuco. Mas desde os 8 anos já começou a se interessar pelas artes plásticas, mostrando talento. Atualmente é um dos mais premiados pintores brasileiros. Ele alega ter criado seus quadros para invocar o espírito de esperança e transmitir uma sensação de aconchego. Suas obras são chamadas, por colecionadores e admiradores, de “arte da cura”. Embora bem-intencionado, os resultados estéticos são bastante discutíveis (isto na opinião de alguns), pois, analisando suas obras com olhar crítico e imparcial, o que encontramos é uma diluição repetitiva ...

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Marcelo d´Salete

Trabalho escravo, esquecimento e a cachaça Ypióca, por Marcelo d´Salete

TEXTO MARCELO D'SALETE Marcelo d´Salete 150 anos da cachaça Ypióca A memória pode ser utilizada para fins variados e demonstrar os interesses mais improváveis. Sob essa ótica a embalagem comemorativa de 150 anos da cachaça Ypióca ilustrada por desenho de Jean-Baptiste Debret evidencia uma visão oblíqua da história do negro no Brasil. Nas últimas décadas grande parte do empenho dos grupos negros organizados foram no sentido de criar instrumentos para reaver sua própria memória enquanto grupo étnico e político. O fato mais emblemático dessa disputa simbólica e política talvez seja o 20 de novembro, dia de relembrar a história de Zumbi dos Palmares, data oficializada em vários estados brasileiros a partir da década de 1990. Os movimentos negros organizados escolheram essa data em contraposição ao 13 de maio, data em que é comemorado o fim da escravidão pela assinatura da Lei Áurea. Recusar o 13 de maio ...

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Maurício Pestana

Maurício Pestana, publicitário, cartunista, escritor e roteirista, com trabalhos publicados no Brasil e no exterior. Sua extensa obra tem se destacado, principalmente pela luta pelos direitos humanos e cidadania plena do negro no Brasil, feito que lhe concedeu reconhecimento internacional. Seu trabalho inclui também cursos, workshops, oficinas e assessoria nas áreas de educação e diversidade para editoras, sindicatos, entidades governamentais e não-governamentais, fazendo com que seja considerado o mais importante artista iconográfico da atualidade. É membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais, do Conselho Executivo do Museu Afro Brasil e presidente do Conselho Editorial da Revista Raça Brasil Autor de diverssas obras entre as quais: 2009 - Revolução Constitucionalista de 1.932, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; 2008 - Cidade Tiradentes - Historia e Vida da Migração Negra na Cidade de São Paulo, Ministério da Cultura - Fundação Cultural Palmares; 2007 - Tudo sobre Anemia Falciforme - Editora Noova América; - Revista ...

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Marcelo d´Salete

Marcelo d´Salete

Marcelo d´Salete (SP, 1979) é ilustrador, professor, desenhista e roteirista de histórias em quadrinhos. Ele mora em São Paulo, capital, estudou design gráfico no colégio técnico Carlos de Campos e graduou-se em artes plásticas pela Universidade de São Paulo em 2006. Marcelo também é mestre em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo. Publicou diversas histórias em quadrinhos na revista Front, Graffiti, Quadreca, Suda Mery k! (Argentina), Contos Bizarros e Stripburger (Eslovenia), entre outras. Algumas dessas contando com a parceria dos roteiristas Kiko Dinucci, Eddy Gomez, Bruno Azevêdo e Edson Aran. Ele ilustrou os livros infantis Ai de tí, Tietê de Rogério Andrade Barbosa; Duas Casas de Claudia Dragonetti; E Assim Surgiu o Maracanã de Sandra Pina; Zagaia e Da Cabula de Allan Santos da Rosa; entre diversos outros. O seu trabalho de ilustração também tem sido publicado em revistas e jornais. Participou da exposição Conseqüências do ...

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Tomás Santa Rosa

Tomás Santa Rosa Junior,  Tomás Santa Rosa (João Pessoa PB 1909 - Nova Délhi Índia 1956). Ilustrador, artista gráfico, cenógrafo, pintor, decorador, figurinista, gravador, professor e crítico. Depois de concluir seus estudos no Liceu Paraibano, muda-se para Salvador em 1931 e trabalha como contabilista do Banco do Brasil. Em 1932, transfere-se para o Rio de Janeiro e auxilia Candido Portinari (1903 - 1962) na execução de diversos murais. Em 1933, inicia suas atividades como ilustrador colaborando nos periódicos Sua Revista e Rio Magazine. No ano seguinte, inicia colaboração como ilustrador das publicações da Editora José Olympio. Exercendo esta atividade até o ano de 1954, realiza capas e ilustrações para diversos livros. Voltando-se para as artes cênicas, realiza alguns trabalhos cenográficos para os espetáculos encenados pela Cia. de Comédias Jaime Costa e, em 1938, funda grupo Os Comediantes. Em 1945, funda com Jorge Lacerda o jornal A Manhã. Neste periódico ilustra e escreve ...

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