sábado, novembro 26, 2022

Marcelo d´Salete

Marcelo d´Salete (SP, 1979) é ilustrador, professor, desenhista e roteirista de histórias em quadrinhos. Ele mora em São Paulo, capital, estudou design gráfico no colégio técnico Carlos de Campos e graduou-se em artes plásticas pela Universidade de São Paulo em 2006. Marcelo também é mestre em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo.

Publicou diversas histórias em quadrinhos na revista Front, Graffiti, Quadreca, Suda Mery k! (Argentina), Contos Bizarros e Stripburger (Eslovenia), entre outras. Algumas dessas contando com a parceria dos roteiristas Kiko Dinucci, Eddy Gomez, Bruno Azevêdo e Edson Aran.

Ele ilustrou os livros infantis Ai de tí, Tietê de Rogério Andrade Barbosa; Duas Casas de Claudia Dragonetti; E Assim Surgiu o Maracanã de Sandra Pina; Zagaia e Da Cabula de Allan Santos da Rosa; entre diversos outros. O seu trabalho de ilustração também tem sido publicado em revistas e jornais.

Participou da exposição Conseqüências do Injuve na Espanha, 2002; da exposição de originais da revista Front no FIQ em Minas Gerais, 2003; da exposição Ilustrando em Revista, Editora Abril; do I e II Festival Viñetas Sueltas – Festival Internacional de Historietas de Buenos Aires, Argentina, 2009; e do I Festival Internacional de La Bande Dessinée d’Alger, Argélia, 2008.

Em 2008 publicou o álbum de histórias em quadrinhos NOITE LUZ (Editora Via Lettera, 2008) no Brasil e Argentina. Segue abaixo o comentário de Allan da Rosa (Edições toró) sobre o livro:

NOITELUZ é literatura, é cinema e artes plásticas. aborda o racismo que às vezes é rente, escalpo. e que noutras é sutil, silencioso e se alastra como a barba na cara. a palavra é pouca e é vulcão. um detalhe de foto arromba, um giro na mobília, um traço de gesto, dão o grau da melancolia ou da fervura do drama. personas contidas, quase estourando, requentando a desconfiança e as esperas nunca consumadas, a vida despetalada da peleja pelo feijão. batalha cardíaca que macera os tornozelos, entristece os pulsos. que enxaquéca, que às vezes ganha um cafuné.

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