Tag: imigrantes haitianos

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    UNFPA e PUC de Minas Gerais lançam cartilha bilíngue para ajudar imigrantes haitianos no Brasil

    Documento contém orientações em português e créole  sobre direitos sociais, sobre o acesso a saúde, educação e assistência e sobre questões envolvendo a entrada e permanência no Brasil. Cartilha está disponível online. Em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil lançou em maio, em Belo Horizonte, uma cartilha sobre os direitos sociais dos imigrantes haitianos. O documento é bilíngue, com informações em português e créole sobre assistência social, saúde e educação e sobre a entrada e permanência desses estrangeiros no Brasil. O objetivo da publicação é contribuir para a integração social dos imigrantes haitianos que vivem na região metropolitana de Belo Horizonte. A produção do documento foi parte das celebrações dos 70 anos do curso de Serviço Social da PUC — que ficou encarregado da elaboração do material. Presente no lançamento, o representante do UNFPA no Brasil, ...

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    Pesquisa revela constante racismo a imigrantes no Brasil

    A noção de que o Brasil é um país hospitaleiro, onde todos os estrangeiros e imigrantes são bem-vindos, não passa de um mito", diz o pesquisador Gustavo Barreto, após analisar mais de 11 mil edições de jornais e revistas entre 1808 e 2015. Do Terra Em tese de doutorado defendida recentemente na UFRJ, ele concluiu que o racismo na imprensa brasileira contra o imigrante se manteve constante, apesar dos avanços, e que a aceitação é seletiva, com diferenças entre europeus e africanos, por exemplo. Na tese , Barreto analisou a cobertura do tema em jornais como , , (hoje ), , e ao longo de 207 anos. Em entrevista à BBC Brasil, ele explica como os termos são usados de forma diferente na imprensa. "O refugiado é sempre negativo, um problema grave a ser discutido. O imigrante é uma questão a ser avaliada, pode ser algo positivo ou negativo, mas ...

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    Polícia paulista não investiga xenofobia contra haitianos

    Uma semana após disparos, nenhuma vítima foi procurada. Feridos estavam no Glicério, região central de São Paulo. Ao menos sete estrangeiros foram atingidos por tiros, mas número ser maior Por Lumi Zúnica, na Ponte Era noite do sábado 1 de agosto. Por volta das 20h00, Hudson Prohete, 28 anos, haitiano, retornava da escola dominical frequentada por imigrantes no bairro do Glicério, região central de São Paulo. Próximo dele, um casal da mesma nacionalidade conversava. Foi quando Hudson sentiu o que parecia ser o impacto de uma pedra na perna direita. Segundos depois, viu sangue escorrendo na perna da mulher e percebeu que ele, o casal e outro homem tinham sido atingidos por balas, todas na região das pernas. Enquanto Hudson socorria a mulher, foi alvejado novamente. Num português arrastado de sotaque francês, Hudson ligou para a polícia, mas o socorro nunca chegou. Hospital não retira as balas As vítimas, então, foram ...

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    ‘Estou com medo e não estou saindo de casa’, diz haitiano atingido por balas

    Imigrantes haitianos atacados relatam dificuldades encontradas na busca por atendimento médico. Além de xenofobia, aventa-se a hipótese de vingança como motivação dos ataques Da Rede Brasil Atual  São Paulo – Dois haitianos vítimas do atentado no centro de São Paulo, no dia 1º, ainda estão com as balas de chumbinho alojadas em seus corpos. Um deles passará por procedimento cirúrgico na próxima semana. A suspeita é que o crime tenha sido motivado por xenofobia. Ouvidos pela Rádio Brasil Atual, antes de prestar depoimento sobre o caso, na delegacia da Sé, os haitianos relatam o ataque e contam também sobre as dificuldades enfrentadas para serem atendidos nos hospitais da capital paulista. "Estava na frente da igreja quando recebi um tiro na perna. (...) Não sabia o que tinha acontecido, pensei que tinha batido a perna. Aí, vi que meu amigo também estava ferido no pé e sangrava muito. Quando desci para ajudá-lo, ...

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    Foto: Flávio Florido

    Seis haitianos são baleados em ataque em SP. E há gente comemorando

    Seis haitianos foram baleados no sábado (1), na região do Glicério, Centro de São Paulo. Eles passaram pelo hospital e ainda possuem balas alojadas nas pernas e quadris, mas não correm risco de morte. Foram dois ataques, um na rua do Glicério e outro nas escadarias da igreja onde funciona a Missão Paz, que acolhe imigrantes na capital e tem um papel importante no combate ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas. A informação foi trazida em reportagem de Leonardo Guandeline e Mariana Sanches, do jornal O Globo. Foto: Flávio Florido Por Leonardo Sakamoto, do Blog do  Sakamoto Segundo a matéria, testemunhas afirmaram que um ocupante de um carro cinza gritou “Haitianos, vocês roubam os nossos empregos” e atirou. O caso foi registrado no 8o DP e não há suspeitos. Antes de conseguirem atendimento médico, os feridos foram recusados em duas unidades de saúde. É uma história que demanda uma investigação cuidadosa para verificar os ...

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    O vídeo com o agressor do haitiano mostra que a saída de Marcelo Tas foi uma benção para o CQC.

    “Parem o mundo”, escreveu um internauta ontem no Twitter. “O DCM como fonte do CQC? Parem o mundo.” Por Paulo Nogueira, do DCM Também estranhei ao saber que o CQC nos usara no vídeo em que um repórter fez educadamente com um boçal desvairado o que ele fizera selvagemente com um frentista haitiano. Minha lembrança mais vívida do CQC foi uma abjeta caçada empreendida contra Genoino com a ajuda de uma criança. Mas então, agora no Facebook, um outro internauta matou a charada. “O careca não está mais lá.” Pronto. Agora estava tudo esclarecido. A saída de Marcelo Tas abriu a perspectiva de fazer conteúdo interessante num programa tolo, reacionário e sem público. O vídeo do doente – seu nome é Daniel Barbosa — é uma prova disso. Conteúdo bom e surpreendente sempre traz recompensas: a reportagem, feita com autoridade por Juliano Dip, viralizou nas redes sociais. Muitas pessoas se sentiram ...

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    O racismo dos filhos de imigrantes no Brasil contra os haitianos

    É estarrecedor. Netos e bisnetos de imigrantes torcendo o nariz para a imigração haitiana. Ainda mais no Brasil. Ainda mais no Rio Grande do Sul. Durante a semana, ao apoiar o acolhimento aos caribenhos, ouvi de tudo. “Ignorante, mal-informado, mal-intencionado.” Senti vergonha de ler o que li e de ouvir o que ouvi. Não por mim. Estou acostumado às críticas. Senti vergonha pelo passado. Talvez porque conheça bem duas histórias. De Túlio Milman, no Zero Hora do DCM A primeira é do Haiti contemporâneo. Estive lá duas vezes na condição de jornalista. Em 1995, pensei: “Impossível piorar”. Quando voltei, em 2009, vi que eu estava errado assim que desembarquei em Porto Príncipe. A segunda história que conheço bem é a da minha família – a mesma das famílias de milhões de gaúchos. Imigrantes miseráveis, sem dinheiro e cheios de esperança que cruzaram o mar e o mundo em busca de uma nova ...

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    Xenofobia se converte em agressões contra imigrantes haitianos

    Desde julho, 13 trabalhadores do Haiti denunciaram espancamentos sofridos dentro de empresas em que trabalhavam, em Curitiba Felippe Aníbal – Gazeta do Povo O tórax do haitiano Mau­­rice*, de 26 anos, ainda dói quando faz movimentos bruscos. Há pouco mais de um mês, ele foi espancado até perder os sentidos, por dois colegas de trabalho. As agressões ocorreram dentro da cerealista da qual eram empregados. O rapaz foi surrado depois de pedir que parassem de lhe ofender por sua cor e condição de migrante. Além de, por mais de um mês, ter sido chamado diariamente de “escravo” e de “macaco”, aguentava colegas que lhe atiravam bananas, como forma de ofendê-lo. Mais do que os ferimentos físicos, é a dor do preconceito que incomoda o haitiano. “Eu falava pra eles: ‘Você é meu irmão. Sou humano igual a você, criado pelo mesmo Deus’. Mas me bateram, bateram e ninguém separou”, disse ...

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    No Paraná, imigrantes africanos e haitianos são hostilizados após suspeita de Ebola

    Há um mês no Brasil vindo da Guiné, o biólogo Abdoulaye Telly Diallo, de 26 anos, passou a enfrentar nos últimos dias ofensas e olhares de desaprovação nas ruas da cidadde de Cascavel, no Paraná. Desde que seu compatriota Souleymane Bah, de 47 anos, foi isolado com a suspeita de Ebola, os imigrantes africanos e haitianos que vivem na cidade paranaense passaram a ser hostilizados. "A gente vai a uma lanchonete, senta em uma mesa, as pessoas mudam de lugar para ficar longe. Estamos passando na rua e sempre tem alguém que diz 'vão embora daqui, parem de trazer doença para o meu País'." Diallo diz ter tido um emprego negado na sexta-feira (10) em uma empresa frigorífica da cidade ao informar que vinha da Guiné. "A gente está na expectativa de que saia o resultado do segundo teste do Bah, para que possamos ter oportunidades aqui." Também vindo da ...

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    MPF apura violação de direitos de refugiados no Rio

    Os procuradores regionais dos direitos do cidadão no Rio de Janeiro, Ana Padilha Luciano de Oliveira e Renato Machado, se reuniram, na última segunda-feira (29), com o Comitê Estadual Intersetorial de Políticas de Atenção aos Refugiados (CEIPAR) para debater sobre o novo decreto que regulamenta o CEIPAR, que tratará também das políticas públicas de atenção aos migrantes, e, por isso, se denominará CEIPARM. Durante o encontro, ficou determinado que o Ministério Público Federal no Rio, através da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), seguirá com assento permanente no Comitê. Na reunião, os procuradores também conheceram a Associação Haitianos Cariocas, que relatou as dificuldades de se integrar à sociedade brasileira, inclusive na obtenção de documentação. Recusa de atendimento pela PF Durante a reunião, o Comitê relatou casos de suposta discriminação a migrantes e refugiados pela Polícia Federal (PF), sob a alegação de risco de contágio pelo vírus Ebola. A PF estaria se negando a atender africanos que já residem no Brasil. O MPF instaurou inquérito civil público para investigar esse ...

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    Operações encontram haitianos e bolivianos em condições parecidas à escravidão

    Operações encontram haitianos e bolivianos em condições parecidas à escravidão

    Trabalhadores dormiam no mesmo lugar em que trabalhavam Duas operações de fiscais do trabalho, com acompanhamento da polícia, libertaram nesta sexta-feira (19) bolivianos e 12 haitianos que trabalhavam em condições análogas à escravidão em fábricas clandestinas de confecções em dois bairros de São Paulo. A SRTE-SP (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo) comunicou a jornalistas que foi a primeira vez que esse tipo de operação recupera cidadãos de origem haitiana. Os dois casos, um no bairro do Brás e o outro no de Mandaqui, foram denunciados pelo Sindicato das Costureiras e em ambas situações os estrangeiros viviam no próprio local de trabalho. No primeiro, os imigrantes confeccionavam peças para a marca brasileira As Marias, que será multada, segundo os fiscais. A empresa, no entanto, emitiu um comunicado no qual culpa pela situação uma terceira empresa que prestava serviços para a marca. De acordo com a SRTE-SP, os estrangeiros ...

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    Fiscalização resgata haitianos escravizados em oficina de costura em São Paulo

    Fiscalização resgata haitianos escravizados em oficina de costura em São Paulo

    Quatorze pessoas passavam fome e eram obrigadas a viver em condições degradantes. Resgate é o primeiro envolvendo haitianos no Estado de São Paulo Por Stefano Wrobleski Doze haitianos e dois bolivianos foram resgatados de condições análogas às de escravos em uma oficina têxtil na região central de São Paulo. O resgate ocorreu no início deste mês após fiscalização de auditores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e uma procuradora do Ministério Público Trabalho (MPT). As vítimas trabalhavam no local há dois meses produzindo peças para a confecção As Marias, mas nunca receberam salários e passavam fome. O caso é inédito. Apesar de imigrantes haitianos já terem sido resgatados da escravidão no Brasil, até então, nenhum havia sido libertado nem no Estado de São Paulo, nem no setor têxtil. Segundo a fiscalização, antes de serem aliciados, os haitianos estavam sendo abrigados pela pastoral Missão Paz, mantida pela paróquia Nossa Senhora da Paz para acolher migrantes de outros países ...

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    Imigrantes haitianos e africanos são explorados em carvoarias e frigoríficos

    Estudo recém-divulgado estima que, até o fim deste ano, haverá cerca de 50 mil de cidadãos do Haiti no Brasil POR MARIANA SANCHES CASCAVEL e MARINGÁ (PR) - O suor que escorre pelo rosto se junta à poeira negra do carvão e tinge a face e os braços de Ivon Belisarie. A fuligem avermelha seus olhos. Desde que chegou ao Brasil, há dois anos e meio, de segunda a sábado, das 8h às 17h, o imigrante haitiano corta madeira, abastece fornos que produzem carvão vegetal e ensaca o produto que será enviado a centros urbanos do país, numa carvoaria em Maringá (PR). Ele não se senta um minuto. Emagreceu tanto que está abaixo do peso. No terremoto de 2010, além de nove parentes, Ivon perdeu o patrão, um empresário haitiano do ramo de arroz para quem trabalhava como motorista havia 15 anos. Percebeu então que a permanência no Haiti ficara inviável. ...

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    Parlamentares denunciam à PF possíveis crimes de xenofobia e injúria praticados no Facebook

    Na manhã desta segunda-feira, 2, a deputa federal Antônia Lúcia (PSC), acompanhada da deputada estadual Antonia Sales (PMDB) e o deputado tucano Major Rocha (PSDB), esteve na sede da Polícia Federal do Acre para apresentar denúncia por possíveis crimes praticados em redes sociais, mais especificamente no Facebook. Os parlamentares que integram a Aliança por um Acre Melhor entregaram ao superintendente da Polícia Federal no Acre, delegado Araquém Alencar Tavares, vários “prints” (impressão de páginas da internet) onde constam indícios de crimes como calúnia, difamação, injúria e xenofobia (aversão a pessoas estrangeiras). “Todos nós, parlamentares de oposição, estamos sofrendo ataques de pessoas diretamente ligadas ao governo do Estado, que, durante seu horário de expediente, atacam a nossa honra e a moral. Pedimos as providências cabíveis, agora que não estamos em campanha, pois podemos imaginar como esta turma vai agir durante as Eleições que se aproximam”, argumentou a deputada federal Antônia Lúcia ...

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    Haiti foi recolonizado pelas forças de paz, defende haitiano em tese na Unicamp

    Haiti foi recolonizado pelas forças de paz, defende haitiano em tese na Unicamp

    Por Wanderley Preite Sobrinho No Brasil desde 2008, sociólogo defende que reconstrução do país espalhou zonas para exploração de mão-de-obra haitiana “A afluência de haitianos sem documentos à procura de vida melhor no Brasil não basta para deixar claro que o humanitarismo da ONU não está construindo um paraíso para a massa dos haitianos no Haiti?” A questão feita em boa hora está em uma das 400 páginas de uma tese de doutorado defendida no Instituto de Filosofia da Unicamp no mês passado. O autor? Um haitiano, pai de duas filhas, que vive no Brasil desde 2008. O sociólogo Franck Seguy defendia sua tese na mesma época em que uma enchente no Acre aumentava ainda mais o fluxo de compatriotas que desembarcavam em São Paulo. Só em abril, foram 650 pessoas, a maioria recebida às pressas pela paróquia Nossa Senhora da Paz, no bairro da Liberdade (assista ao vídeo, abaixo). “Dez mil haitianos ...

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    Toussaint L'Ouverture segura a Constituição Haitiana de 1801. (Library of Congress Prints and Photographs Division)

    O Haiti é aqui: a fresta entre a ficção e realidade, por Heloisa Pires

    Em dezembro eu participei do Salon du Livre de Martinica- Les Mondes Crèoles- cujo homenageado foi o vizinho Haiti, o que colocou em destaque e, em debate, a literatura produzida naquele país. O ensejo expôs o quanto os haitianos escrevem, publicam e consomem suas obras sendo a própria história uma temática recorrente. E esta é referência forte não apenas para os locais. Os ventos caribenhos já criaram movimentos expressivos como o Négritude que reuniu intelectuais da estatura dos martiniquenses Aimé Césaire e sua interlocução com Franz Fanon que alcança o senegalês Leopold Senghor, só para alargarmos o escopo de visão nessa perspectiva bibliográfica. O país foi a primeira República das Américas que, conjuntamente, realizou a emancipação de sua população escravizada. Um país negro, com protagonismo negro para a questão da emancipação negra não é um detalhe de cena para as narrativas tropicais. Retroagindo no tempo, aquelas terras foram habitadas por ...

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    ‘Somos tratados como animais’, diz haitiano em São Paulo

    Foram três dias de viagem para chegar a São Paulo. Para o haitiano Ronald Balame, de 25 anos, o trajeto de ônibus junto com outros 40 conterrâneos foi um suplício. "Passei muito mal, não me deram nada para comer e eu não tinha dinheiro para comprar alimentos", diz ele, enquanto aguarda na fila para retirar sua carteira de trabalho, na paróquia Nossa Senhora da Paz, na região central da cidade. Ronald afirma que a viagem foi realizada em um ônibus fretado pelo governo do Acre, relato confirmado por assistentes sociais e padres da paróquia. "A gente supõe que, quando se freta um ônibus, se paga também alimentação, pelo amor de Deus. Muitos chegaram dizendo que passaram fome", diz Paolo Parise, um dos padres da paróquia, parte da Missão Paz de São Paulo. O secretário de estado de Comunicação do Acre, Leonildo Rosas Rodrigues, nega que veículos tenham sido fretados com ...

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    Foto: Flávio Florido

    Reclama de haitianos no Brasil e ainda diz que somos todos macacos – Por: Leonardo Sakamoto

    Foto: Flávio Florido Fico descrente diante de comentários de colegas jornalistas, espumando preconceito e desinformação, criticando o “peso'' dos imigrantes haitianos para a estrutura de atendimento de saúde, educação e assistência social e reclamando do estorvo econômico que é chegada desse pessoal. Como se eles mesmos não fossem o resultado de pessoas que deixaram sua terra natal por desalento e esperança (quando a migração foi voluntária) ou trazida em porões de navios, quando não. Os haitianos não vêm simplesmente buscando oportunidades – que não são encontradas no país abalado pelo terremoto de 2010, que matou 300 mil pessoas, pondo abaixo sua já frágil economia e frágeis instituições – mas também atendendo ao chamado brasileiro por mão de obra, assim como ocorre com os bolivianos. Sim, esse fluxo migratório atende a demanda por força de trabalho do Brasil, em que determinadas funções já não são preenchidas apenas ...

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