quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: internet

    Niousha Roshani, antropóloga: ‘O discurso de ódio on-line pode matar’

    Pesquisadora do Berkman Center, da Universidade de Harvard, iraniana veio ao Rio para conferência sobre racismo e discurso raivoso na internet POR CLARISSA STYCER, do O Globo  "Sou iraniana, mas cresci na Costa do Marfim. Em Harvard, pesquiso sobre discursos racistas nas redes sociais, comparando a Colômbia, que foi minha casa por mais de dez anos, com o Brasil, onde também já morei, como em outros 20 países. Falo cinco línguas e meia — estou aprendendo árabe." Conte algo que não sei. Vi uma semelhança muito grande entre Brasil e Colômbia, nas dinâmicas culturais, sociais e políticas. São os países com o maior número de afrodescendentes nas Américas, com a Colômbia tendo de 30 a 50%, e o Brasil, de 50 a 70%. Ao mesmo tempo, 70% dos pobres no Brasil são afrodescendentes, e a estatística é maior na Colômbia. Ambos os países são extremamente violentos e de população jovem, ...

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    Rio de Janeiro vai sediar conferência internacional sobre o racismo e o discurso de ódio na Internet

    Pesquisadores e ativistas discutem o aumento dos casos de racismo nas plataformas digitais e as formas de combater essas práticas. Do Correionago Acontece na cidade do Rio de Janeiro-RJ, nos dias 28 e 29 de abril, a conferência “Racismo e discurso de ódio na Internet: narrativas e contra-narrativas”, promovida pelo Berkman Center, da Universidade de Harvard, e pela Plataforma VoJo Brasil. O evento conta com a parceria do Instituto Mídia Étnica, da Fundação Ford, do ECO-UFRJ, do ITS-Rio, da Superintendência de Igualdade Racial do RJ e dos portais de notícias 1Papo Reto, Correio Nagô e Black Pages Brazil. A conferência pretende levantar questões relacionadas ao aumento exponencial dos casos de racismo nas plataformas digitais e apresentar exemplos positivos do uso da Internet para o empoderamento dos cidadãos. De acordo com um dos organizadores do evento, Paulo Rogério Nunes, pesquisador afiliado ao Berkman Center, no Brasil, o racismo tem cada vez ...

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    Foto: Flávio Florido

    A internet odeia as mulheres e ninguém vê problema nisso

    Homens que possuem espaço na mídia foram instigados a ficarem como espectadores nesta semana, ao invés de escreverem e publicarem textos sobre os direitos das mulheres e questões de gênero. Ou seja, a cederem seu espaço para que elas falassem por si. Portanto, nos próximos sete dias, a partir desta segunda (2), mulheres de diferentes origens, histórias e regiões publicarão neste blog sobre o tema dentro da iniciativa #AgoraÉQueSãoElas. Enquanto isso, fico como leitor ao lado de vocês. Foto: Flávio Florido por Leonardo Sakamoto, do Blog do Sakamoto Juliana de Faria e Luíse Bello, do Think Olga, responsável pelas campanhas #primeiroassedio e Chega de Fiu Fiu, estreiam a série com o texto exclusivo que segue abaixo. Amanhã, será a vez da cantora, compositora, atriz e ativista Karina Buhr. *** A internet odeia as mulheres e ninguém vê problema nisso, por Juliana de Faria, fundadora, e Luíse Bello, gerente de conteúdo e comunidades, do ...

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    Foto: Marco Destefanis/Pacific Press/LightRocket via Getty Images

    Zygmunt Bauman: ‘Há uma crise de atenção’

    Para pensador polonês Zygmunt Bauman, internet dificulta a lida diária com a realidade POR BRUNO ALFANO*, do O Globo Foto: Marco Destefanis/Pacific Press/LightRocket via Getty Images Uma busca no Google com os termos “O que é modernidade líquida?” rende 187 mil resultados em 0,34 segundo. São, todos eles, “fragmentos de conhecimento”, na visão do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, que discursou neste sábado para um auditório lotado na Escola Sesc de Ensino Médio durante o encontro internacional Educação 360, realizado pelos jornais O GLOBO e “Extra” em parceria com a prefeitura do Rio e o Sesc, com apoio da TV Globo e do Canal Futura. O filósofo defende que “não vamos nos livrar da realidade” e que “o problema é como utilizar”. — A educação é vítima da modernidade líquida, que é um conceito meu. O pensamento está sendo influenciado pela tecnologia. Há uma crise de atenção, ...

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    “Transformei xingamento em luta”, diz jovem vítima de racismo na internet

    Jornalista alvo de ofensas racistas ao postar foto em rede social fala com exclusividade ao Correio. Ela não apagou a imagem e, até hoje, recebe mensagens de ódio Por Luiz Calcagno Do Correio Braziliense Em 2015, já foram registrados 46 casos denúncias de injúria racial e racismo no Distrito Federal. Entre eles, dez ocorreram em maio. Os dados são do Núcleo de Enfrentamento à Discriminação (NED), referentes a cidades como Ceilândia, Águas Claras, Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, Lago Norte, Gama e Taguatinga. Isso sem contar os casos da jornalista Cristiane Damaceno, 25 anos, agredida nos comentários de uma foto que postou em uma rede social, e de uma estudante de 30 anos do Instituto Federal Brasília (IFB) que foi chamada de macaca por uma colega de sala do curso de secretariado escolar, ambos em abril. A ofensa aconteceu por mensagem de celular. A Polícia Civil investiga as ocorrências. Cristiane falou com ...

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    58 mitos clássicos em que continuamos acreditando

    A Muralha a China é grande, mas não a ponto de poder ser vista do espaço. A Internet divulga rumores, mitos e lendas urbanas a toda velocidade. Mas também é um meio idôneo para desmenti-los. O site Snopes faz isso desde 1995. Não estão sozinhos: no ano passado, o site Information is Beautiful elaborou um infográfico com 52 dos mitos mais difundidos e o Mental Floss costuma publicar vídeos desmentindo mitos e crenças populares, como este dedicado à ciência. Recolhemos outros 58 exemplos neste artigo, com links que ampliam (e inclusive contextualizam) a informação em muitos dos meios de comunicação e sites que se dedicam a nos lembrar que, frequentemente, estamos errados. por Jaime Rubio Hancock no El País Corpo humano 1. Só usamos 10% de nosso cérebro. Um mito que resiste a morrer e que é inclusive o ponto de partida de filmes recentes como Lucy. O jornal The Guardianchama-o de “o maior mito sobre o cérebro da história”: 48% dos professores britânicos ...

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    “Humaniza as redes” pretende criar ambiente virtual livre de preconceito

    Medida prevê a criação de uma ouvidoria online e o lançamento do site Humaniza Redes, que irá receber denúncias de atos como racismo, homofobia, pornografia infantil e outros crimes cibernéticos Por Maíra Streit, do CEERT A presidenta Dilma Rousseff participou, ontem (7), do lançamento do Pacto pelo Enfrentamento às Violações de Direitos Humanos na Internet. O conjunto de medidas busca criar um ambiente virtual mais seguro e livre de ações discriminatórias. Para isso, foi implantada uma ouvidoria online, além do site Humaniza Redes, que irá receber e encaminhar denúncias de atos como racismo, homofobia, pornografia infantil e outros crimes cibernéticos. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, Dilma afirmou que é preciso intensificar o controle sobre violações de direitos humanos, mas sem prejudicar a liberdade de expressão dos usuários. “Temos a urgente tarefa de conciliar a liberdade de expressão e informação, com a garantia de direitos individuais”, apontou. Em sua fala, a presidenta ...

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    Internet e a geografia do turismo sexual

    Os espaços virtuais destinados ao sexo, considerados principais veículos de informações que favorecem sua exploração vêm sendo objeto dos mais diversos tipos de pesquisa Por Adriana Piscitelli, Geografia.UOL Na produção socioantropológica sobre a transnacionalização do mercado sexual, a associação das mulheres, de certas nações pobres do mundo, com a prostituição é vinculada a três fatores principais: viagens de turistas e militares a países e regiões pobres nos quais compram sexo; a migração de mulheres para trabalharem em night clubs e bordéis em todo o mundo e à Internet. No que se refere a este último, os sites destinados a turistas sexuais heterossexuais são considerados espaços fundamentais em termos da produção e disseminação de estereótipos sexualizados e racializados de mulheres dos países pobres. Compartilhando a percepção da relevância desses espaços virtuais, neste texto considero, em uma abordagem antropológica, as imagens de mulheres da América do Sul que, neles difundidas, se integram ...

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    Mulheres movimentam internet com causas feministas e lutam pela igualdade

    Blogs, perfis no Twitter e fanpages no Facebook têm reunido milhares de mulheres  para discutir a defesa dos direitos Por Luana Ribeiro Do d24am Entre os diversos movimentos que têm usado o poder da rede para lutar por diferentes causas, o feminista está entre os mais populares. Manaus - Na geração da internet, os palanques para as reivindicações sãos as redes sociais. E, entre os diversos movimentos que têm usado o poder da rede para lutar por diferentes causas, o feminista está entre os mais populares. Blogs, perfis no Twitter e fanpages no Facebook têm reunido milhares de mulheres com idade na faixa dos 20 a 40 anos para discutir sobre assuntos como padrões de beleza, violência doméstica, abuso sexual, aborto e outros assuntos que têm, em comum, um ponto central: a defesa dos direitos das mulheres. Entre as páginas mais populares estão a ‘Empodere Duas Mulheres’ e a ‘Não Aguento Quando’, ...

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    Vestido polêmico da internet é usado em campanha sobre a violência contra a mulher

    Por que é tão difícil enxergar azul e preto? A internet já cansou de ver e ler sobre o polêmico vestido azul e preto, que também pode ser branco e dourado. Mas a famigerada peça voltou aos assuntos mais comentados das redes sociais, e dessa vez por uma ótima causa. no R7 Uma criativa campanha do Exército da Salvação da África do Sul usa a peça para falar sobre a violência contra a mulher. Na imagem que viralizou na internet, uma modelo cheia de ferimentos e hematomas aparece usando o vestido, dessa vez realmente nas cores branco e dourado. Brincando com a ilusão de ótica, o anúncio diz: "Por que é tão difícil enxergar azul e preto?". As cores azul e preto se referem a uma expressão em inglês. "Black and blue" significa machucado. O texto do anúncio questiona: "a única ilusão é você achar que a escolha é dela. ...

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    Segundo o ‘pai da internet’, é melhor você começar a imprimir suas fotos favoritas

    De acordo com Vint Cerf, vice-presidente do Google e co-criador da web, arquivos digitais podem se perder para sempre à medida que hardware e software se tornem obsoletos, levando a humanidade para uma "Idade das trevas digital"´ Por Ligia Aguilhar, do Estadão  O vice-presidente do Google e co-criador da web, Vint Cerf, declarou em um evento que está preocupado com as imagens e documentos que hoje estão salvos apenas em formato digital. O motivo? Ele acredita que esses arquivos possam ser perdidos em algum momento da história, à medida que hardware e software se tornem obsoletos. “Formatos antigos de documentos que criamos ou apresentações podem não ser compatíveis com a última versão de um software porque a compatibilidade retroativa não é sempre confiável”, disse Cerf à BBC durante um encontro da Associação Americana para o Avanço da Ciência. Para se ter ideia do tamanho do problema que Cerf vislumbra, o executivo ...

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    Foto: Flávio Florido

    Vovó viu a uva – Na rede, muitos entendem o que querem entender

    Um amigo jornalista defende a tese de que uma parcela das pessoas não está na internet para se informar, mas apenas para poder discutir. Para elas, tudo o que precisam saber já teria sido ensinado na escola, na igreja, na família ou passado pelo telejornal da noite. Foto: Flávio Florido por Leonardo Sakamoto no Blog Em muitos casos, a pessoa até descobre que a posição do autor ou da autora faz sentido – mesmo que não esteja alinhada com sua própria visão de mundo. Mas, com medo de fugir da massa e pensar por conta própria, reage conforme sua programação ou de forma violenta. Às vezes, o negócio vai tão no automático que basta identificar o nome de quem escreveu e, muito superficialmente, o tema para começar a destilar raiva. Raiva que, na verdade, sente de sua própria condição mas, na maioria das vezes, não percebe. Todo jornalista ...

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    Governo cria grupo de trabalho para mapear crimes de ódio na internet

    A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, avaliou como assustador o crescimento dos crimes de ódio no Brasil No D24am  /  Foto Elza Fiuza Brasília - Monitorar e mapear crimes contra os direitos humanos em redes sociais será a tarefa do grupo de trabalho lançado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O objetivo, segundo a pasta, é receber e analisar denúncias sobre páginas da internet que promovem o ódio e fazem apologia à violência e à discriminação. O grupo também será composto por membros da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), da Secretaria de Políticas para Mulheres, do Departamento de Polícia Federal, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais. A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, avaliou como assustador o crescimento dos crimes de ódio no Brasil. Segundo ela, dados ...

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    Não, Julien Blanc! Petição na internet quer impedir a entrada de “pegador profissional” no Brasil

    "Esse passo-a-passo fará com que os olhos dela brilhem pra você mais do que os de um cachorrinho" "Faça ela gostar de você mesmo que você seja um mala".   Por: Andréa Martinelli no, Brasil Post    O homem da foto acima é o norte-americano Julien Blanc. Ele é quem disse as frases citadas acima. Ele quer vir ao Brasil, mas nós não queremos que ele venha. Blanc é um "profissional" que "ensina" homens a "pegar" mulheres, por meio de conferências. Ele é conhecido por "ensinar" táticas como: ignorar quando mulheres dizem não, fazer ofensas racistas, atacar a autoestima das mulheres e a "tática" de chegar sufocando mulheres em bares, com as mãos ao redor do pescoço, e até a forçar os rostos delas em direção à sua virilha. Se você ainda não conhece o "trabalho" deste sujeito e - a título de curiosidade - quer conhecer, ele disponibiliza vídeos no YouTube ...

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    A genealogia de Foucault e o jornalismo

    Dono de uma obra desconfortável e instigante, Michel Foucault (1926-1984) teorizou a partir de temas outrora ignorados pela academia, como sexo, loucura e prisões. Seus trabalhos sempre discutiram o poder, que considerava intimamente ligado ao saber. “Todo mundo sabe alguma coisa e todo mundo tem algum poder. Mas se você sabe mais, tem mais poder.” O pensador francês, considerado um dos mais notórios da modernidade, dizia que a ciência “não deve hierarquizar os saberes”. E defendia um método de investigação, o genealógico, que levava em conta os “saberes eruditos” e os “saberes populares”. Por Jeferson Bertolini no Observatório da Imprensa No caso do jornalismo, seria um método de apuração que considerasse a fonte oficial sem ignorar a fonte comum, aquela sem sobrenome corporativo, cadeira reclinável e sala refrigerada. Em teoria é isso que se prega. Mas a prática talvez se mostre diferente. Afinal, a fonte erudita costuma estar do outro lado da ...

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    Estudante da UFPA é chamada de ‘negra suja’ nas redes sociais

    Polícia diz que suspeito pode ser identificado e responsabilizado. Movimento Negro cobra providências e punição para criminoso. A estudante Sonia Regina Abreu, do campus da Universidade Federal do Pará de Altamira, relatou ter sofrido ofensas através das redes sociais. Segundo a Polícia Civil, o agressor utilizou um perfil falso para praticar injúria racial e disse para a vítima que, em Altamira, "não há lugar para negros sujos". Ainda segundo a polícia, além do cunho racista, o suspeito ainda teria ameaçado a jovem de 27 anos com os seguintes dizeres: "neguinha como você a gente estupra e depois queima para não poluir o solo. Lugar de negro é na senzala ou a sete palmos". De acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil, a vítima procurou a direção da universidade, e um professor decidiu encaminhar a denúncia para a OAB, onde caso está sendo acompanhado pelas comissões de Direitos Humanos e ...

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    Especialista diz que racismo na internet também é crime

    A sociedade brasileira vem acompanhando diversos casos de ofensas racistas contra jogadores de futebol. O mais recente episódio ocorreu no fim do mês passado, quando o goleiro Aranha, do Santos, foi chamado de macaco durante partida contra o Grêmio. Mas não é só dentro dos campos que esse crime é praticado. Muita gente usa as redes sociais e a internet. Recentemente, ao postar uma foto ao lado do namorado, uma jovem negra foi ofendida por usuários de uma rede social. O coordenador do Plano Juventude Viva da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Felipe Freitas, explica que a rede mundial de computadores reflete o comportamento da população. “Se o racismo é um fenômeno social, a internet é um espaço onde esse fenômeno também se manifesta. Não é a internet que os cria. Apenas dá mais visibilidade”, salienta. Segundo ele, o uso da rede dá uma falsa sensação ...

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    Criticou X, tem que fazer Y. A lógica binária do brasileiro volta a atacar

    Eleições: Metade da internet não quer entender o que lê. E a outra…

    Por: Leonardo Sakamoto É fácil escrever o que o senso comum deglute com facilidade e que está guardado nos instintos mais animais que não abandonamos nem com milhares de anos de convivência. Coisas do tipo: “Mata a vadia, mata!'' Difícil mesmo é redigir algo com a certeza absoluta de que apenas uma minoria vai ler até o final, embutindo uma provocação que gere uma reflexão ao final. Em um assunto considerado polêmico, boa parte das pessoas passa o olho de forma transversal em um texto, capta algumas palavras como “direitos humanos”/ “traficantes”/ “Estado” / “maioridade penal” / “aborto” / “evangélico” / “casamento gay'' / “Palmeiras” e sem nenhuma intenção de expor ideias ou debater, pinça um capítulo de sua Cartilha Pessoal de Asneiras e posta como comentário. É a vitória da limitada experiência individual sobre a necessidade coletiva, da emoção do momento sobre a racionalização necessária para que não nos ...

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    Grupo de trabalho OAB/RJ para combate ao racismo terá atividades voltadas a casos na internet

    Grupo de trabalho OAB/RJ para combate ao racismo terá atividades voltadas a casos na internet

    O combate à disseminação do preconceito na internet será uma das metas do grupo de trabalho formado por membros da  Ordem dos Advogados do Brasil – Rio de Janeiro e entidades da sociedade, em parceria com a Polícia Civil, para estabelecer procedimentos ideais para a corporação em casos de racismo e injúria racial ou religiosa. Um dos motivos para estabelecer o preconceito na web como foco da denúncia foi a constatação de promoção da intolerância racial de maneira aberta em algumas páginas de redes sociais como Facebook e Twitter. No último mês a Comissão de Igualdade Racial (CIR) da OAB/RJ acionou o Ministério Público e a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática para que as páginas fossem investigadas. Para o presidente do CIR, Marcelo Dias, este tipo de publicação atenta contra a dignidade da comunidade negra. “São publicações muito pesadas e povoadas de ódio racial”. O trabalho conjunto com ...

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    O que a venda da Forbes diz sobre a mídia — a de fora e a do Brasil

    O que a venda da Forbes diz sobre a mídia — a de fora e a do Brasil

    Paulo Nogueira O caso Forbes – a venda da revista para um grupo de capital chinês — é um marco sob vários aspectos. O principal deles é o que todos sabemos: a Forbes, uma das marcas mais reluzentes da mídia tradicional, não resistiu à internet. Como tantas outras marcas da Era do Papel, foi diminuindo, diminuindo, diminuindo até virar nada, ou quase nada. Ninguém mais lê revistas. Em seus dias de glória, a Forbes era leitura obrigatória de executivos não apenas dos Estados Unidos, seu berço – mas de todo o mundo. Jornalistas de negócios não podiam também passar sem ela. Como editor da Exame, sempre tinha a Forbes em minha mesa. O melhor diagnóstico veio de Steve Forbes, filho do fundador: “Nosso negócio foi tornado obsoleto pela internet.” Foi Steve que comandou a venda. Houve vários triunfos da esperança, nos últimos anos, para as revistas tradicionais. Os editores acharam, ...

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