quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: Luiza Bairros

    Perfis Femininos – Luiza Bairros

    “Luiza Mahin Chefa de negros livres E a preta Zeferina Exemplo de heroína Aqualtune de Palmares Soberana quilombola E Felipa do Pará Negra Ginga de Angola África liberta Em tuas trincheiras Quantas anônimas Guerreiras brasileiras” (Miguel Lagdbá, “Anônimas Guerreiras Brasileiras”1 ) Nossa personagem da série especial Perfis Femininos faz parte de um conjunto de mulheres brasileiras que dedicaram sua trajetória pela emancipação e fortalecimento coletivo das “Anônimas guerreiras brasileiras”. Luiza Helena de Bairros, militante do Movimento Negro e da luta das Mulheres Negras, um dos grandes nomes do Brasil na luta contra o racismo e o sexismo irá nos inspirar com sua trajetória nessa exposição virtual que a Biblioteca Consuelo Pondé teve um enorme prazer em produzir. Iremos percorrer os caminhos trilhados por essa mulher negra gaúcha que desembarcou na Bahia na década de 1970, e que tanto contribuiu para que pudéssemos compreender as insidiosas estruturas do racismo no Brasil. Sempre ...

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    foto: seppir

    Lembrando Luiza Bairros – 12 de Julho de 2016

    Luiza Bairros nos deixou no 12 de julho 2016. Ela foi de tudo: ativista, professora, ministra. Gaúcha e baiana. Luiza Bairros está para o movimento de mulheres negras como um peixe está para o mar. Ela é uma das vozes mais respeitadas quando o assunto é combate à descriminação racial. Além de professora universitária, coordenou projetos e programas de combate ao racismo institucional. Para ela: "O racismo tem muitas caras. Muitas vezes ele se disfarça, para aparecer mais forte depois". por Fernanda Pompeu Dia 12 de julho, completa 1 ano que Luiza Bairros tornou-se uma ancestral. Estamos sem sua presença física, mas sob a poderosa influência do seu legado. Por este motivo, nesta quinta-feira (13), às 18 horas, a Câmara Municipal de Salvador por meio do mandato do vereador Silvio Humberto, realizará uma sessão de homenagem intitulada Negras Mulheres, Femininos Poderes – Luiza Bairros, ...

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    Repensando a Interseccionalidade

    Esse breve texto é organizado a partir do pensamento de três intelectuais negras que são fundamentais para a construção do meu conhecimento: Patricia Hill Collins, Sueli Carneiro e Luiza Bairros. Por Winnie Bueno, do Medium    Patricia Hill Collins (Foto: Evelson de Freitas/MEDIUM) Patricia Hill Collins é a intelectual cujo o pensamento eu estudo com afinco já há três anos, sendo que sua principal obra foi objeto de estudo do meu mestrado. A partir do estudo da obra de Patricia Hill Collins minhas teorizações a respeito do feminismo se complexificaram e intensificaram. Os conceitos estabelecidos por essa autora me instigaram a tensionar ainda mais algumas questões que pareciam estanques na teoria feminista, aliás, parte significativa dos esforços em problematizar o conceito de interseccionalidade parte do pensamento de Collins, o qual ainda é meu alvo de estudo e sistematização. Sueli Carneiro (Foto: Caroline ...

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    Coletivo Luiza Bairros: conheça grupo que atua no combate ao racismo institucional na UFBA

    A principal estratégia utilizada é na exigência do cumprimento efetivo de leis que propiciam a entrada e permanência de negros e negras na universidade Por Glenda Dantas, da UFBA No Nação Z Foto retirada do site Nação Z Você conhece o Coletivo Luiza Bairros? Não? São professores, técnicos, servidores e estudantes negros e negras da comunidade UFBA, que integram em um grupo de combate ao racismo institucional na UFBA, e pauta principalmente, a implementação das cotas nos mestrados e doutorados de todos os cursos da universidade. Eles exigem também o cumprimento efetivo de leis federais, como a das cotas nos concursos para professor. Tudo isso para mudar as estruturas da pirâmide étnico-racial. Mas que pirâmide é essa? De acordo a professora adjunta do Instituto de Letras e membra do coletivo, Denise Carrascosa, a pirâmide está posta da seguinte maneira: “No topo da pirâmide se encontram, em geral, as pessoas de classe média, brancas ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    O Passado Sempre Chega ao Presente ?

    O bom artigo de Ana Flavia Pinto e Felipe Freitas sobre Luíza Bairros, divulgado na revista “Afro-Ásia” (nº 52, pp.215-276) traz no final uma preciosa relação de textos da autora divulgados em livros, revistas e jornais.   Por Edson Lopes Cardoso Do Brado Negro Há, certamente, mais alguns, dispersos por aí, a que se acrescentarão correspondências de que não se pode ainda avaliar a extensão, e a eventualidade de entrevistas, palestras e depoimentos gravados. Há muito tempo os livros se fazem acompanhar de registros sonoros e, no caso da enunciação vocal de Luíza, é indispensável isso. Pela influência que Luíza Bairros teve e tem no movimento negro contemporâneo, sua trajetória e testemunho devem inspirar uma variedade de estudos críticos e pesquisas. Ana Flávia Pinto e Felipe Freitas alertam que cobriram apenas parte dessa trajetória nessa primeira contribuição da “Afro-Ásia” e pretendem dar prosseguimento ao trabalho. Lélia González, de quem editei três ...

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    (Foto: Lucíola Pompeu)

    Luiza Bairros (1953-2016)

    Morreu no 12 de julho 2016 a grande Luiza Bairros. Ela foi de tudo: ativista, professora, ministra. Gaúcha e baiana. O texto que segue foi resultado de um passeio por Salvador ao seu lado. Publicado na revista Vozes e Faces da Articulação para o Combate ao Racismo Institucional (CRI), em 2007. Por Fernanda Pompeu em seu blog   Quando o avião se aproxima de Salvador, os pelos da alma arrepiam. Primeiro, o Atlântico enfeitado com barcos de pesca. Depois, a Baía de Todos os Santos ornada com esplendor e, por fim, as dunas. Em terra firme, e navegando nas tantas águas, encontra-se a maior população negra por metro quadrado do país. O aeroporto de Salvador chama-se Deputado Luís Eduardo Magalhães, em referência póstuma ao filho de um dos mais poderosos políticos do Brasil, Antônio Carlos Magalhães (ACM), também falecido. O aeroporto já se chamou 2 de Julho, em justíssima homenagem a uma das mais importantes rebeliões em ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Luiza Bairros Vive!

    Dia 12 de julho, completa 1 ano que Luiza Bairros tornou-se uma ancestral. Estamos sem sua presença física, mas sob a poderosa influência do seu legado. Por este motivo, nesta quinta-feira (13), às 18 horas, a Câmara Municipal de Salvador por meio do mandato do vereador Silvio Humberto, realizará uma sessão de homenagem intitulada Negras Mulheres, Femininos Poderes – Luiza Bairros, um Poder que Nos Move. Por articulação das mulheres negras em parceria com o mandato do vereador Silvio Humberto, algumas mulheres falarão sobre o convívio com Luiza Bairros e sobre a inspiração que sua trajetória legou. O grande ponto de convergência e o tom da solenidade será o da continuidade, de como de seus lugares de fala e de construção, mulheres fazem luta contra o machismo, a misoginia, contra o racismo e constroem redes de apoio e de empoderamento. A solenidade acontecerá em julho, um mês emblemático e estratégico ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Os instrumentos de Cidinha da Silva

    A médica feminista Ana Reis analisa contribuição do livro #Parem de nos matar! para a reflexão de pessoas brancas sobre seus privilégios: “Eu conhecia muitas dessas histórias, minha timeline sangra todos os dias, repleta de massacres. Mas Cidinha tem sempre uma abordagem que incomoda mais, justamente por mexer com a limitação do olho cego com que a branquitude me aleijou”   Por Ana Reis Do Portal Fórum Conheci Cidinha da Silva em Salvador, na noite do lançamento do seu segundo livro, Você me deixe, viu? Eu vou bater meu tambor!. Luiza Bairros tinha me dado a dica do evento, um sarau, com a saudação feita pelo professor Ubiratan Castro, um querido de toda a gente, e um diálogo instigante entre Luiza e Cidinha. Logo que acabou a mesa, Luiza, como de costume, saiu para fumar o seu ansiado cigarro. Com meu livro autografado “Para a Ana, esse Tambor que quer fazer barulho por ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Seminário Luiza Bairros: Escravidão, Memória e Verdade no Brasil e nos Estados Unidos tem apoio da OAB/RS

    O Seminário Luiza Bairros: Escravidão, Memória e Verdade no Brasil e nos Estados Unidos, que ocorre nos dias 18 e 19 de maio, irá ocorrer no Arquivo Público do Rio Grande do Sul. O evento é uma iniciativa da Subcomissão da Verdade da Escravidão Negra da OAB/RS e outras entidades, e terá como objetivo refletir sobre a escravidão, ainda presente, ou não, na sociedade. Da OABRS Durante o encontro, serão realizadas diversas palestras que focarão em temas como escravidão e liberdade, desigualdades étnico-raciais, racismo no Rio Grande do Sul e impasses e dilemas da luta antirracista. Para a integrante da subcomissão, Laura Zacher, a iniciativa é fundamental para discutir temas ligados a escravidão.“É importante para que se possa refletir sobre o momento atual. Consequências da escravidão ainda seguem presentes no Brasil e precisamos falar sobre esse tema que passa largamente invisibilizado em nossa sociedade, para que busquemos completar a abolição ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    A propósito de uma velha carta de Luíza Bairros

    Acredito que a morte de Luíza Bairros nunca será lamentada o suficiente pelos agentes envolvidos com o que chamamos Movimento Negro. Sabemos todos a posição nele ocupada por sua liderança intelectual e moral, ao longo de décadas. Quanto mais dimensionamos a singularidade de sua contribuição inestimável, tanto mais nos desarvoramos diante de responsabilidades inadiáveis, para cujo enfrentamento não podemos contar mais com sua intervenção decisiva. Não importava a hora, o dia, a circunstância pessoal ou familiar – nunca levávamos em conta essas relações, porque nunca a víamos envolvida com uma situação que impedisse seu pronto engajamento, sua ativa solidariedade. Encontrei em meus arquivos uma velha correspondência de Luíza Bairros, datada de 2 de dezembro de 1993, enviada de East Lansing, Michigan. Nos quatro anos anteriores a sua ida aos Estados Unidos, estivemos muito próximos em duras disputas dentro e fora do MNU. Luíza estava vinculada então ao African Diaspora Reserch ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Ato de fundação do Coletivo Luiza Bairros

    Prezadxs, vocês estão convidadxs a participar da fundação oficial do Coletivo que carrega o nome dessa importante intelectual, militante e educadora que foi Luiza Bairros. Por Marcus Guellwaar Adún Gonçalves em seu Facebook Constituído de professorxs, técnicos, servidorxs, estudantes e sociedade civil, este Coletivo se dedicará a ampliação, proposição, fiscalização e acompanhamento das ações afirmativas na UFBA, tomando agora como pauta prioritária a implementação das cotas nos Mestrados e Doutorados de todos os cursos da universidade, bem como do cumprimento devido da lei federal de cotas nos concursos para professor desta universidade. Contamos com a participação de todxs! Integrem-se ao coletivo!Por favor, divulguem em suas redes e tragam mais companheirxs para o ato de fundação nesta sexta-feira, 7 de outubro, às 18:30, no auditório Milton Santos, no CEAO-UFBA. O ato será constituído de uma mesa com a profa Nazaré Lima (UNEB) que falará sobre a trajetória de Luiza Bairros, apresentação formal do ...

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    Luiza Bairros (Foto: Valter Campanato/ABr)

    Assim falou Luiza Bairros

    Nascida em 1953, a gaúcha de Porto Alegre Luiza Helena de Bairros – que nos deixou em julho de 2016 – adotou Salvador para viver e trabalhar. Nessa cidade – na cafeteria do Ibis Hotel, na rua Fonte do Boi, no bairro Rio Vermelho – eu tive o privilégio de entrevistá-la para uma publicação coordenada pela física e feminista Vera Soares. Aconteceu no ano da graça de 2006. Por ocasião dessa entrevista, Luiza era coordenadora  do Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI). Mais tarde, de 2011 a 2014, ela seria ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) no governo Dilma Rousself. Filha de uma dona de casa e de um militar, Luiza teve a educação como o grande objetivo de sua vida. Tudo o que família pudesse fazer para investir na minha educação e na do meu irmão, fazia. Aluna de escola pública, começou a ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Na madrugada do golpe, certo de que amanhã há de ser outro dia

    Daqui há algumas horas o Brasil viverá uma grave ruptura institucional. A Presidenta Dilma, eleita por mais de 54 milhões de votos, entrará no Senado da República, falará aos Senadores e Senadoras, será interrogada por parlamentares que não reúnem condições de julgá-la, e, ao fim, será condenada por crime que não cometeu sendo afastada do poder por meio de um golpe parlamentar. Por Felipe Freitas Do Facebook É triste, muito triste viver este momento. Vim para Brasília há quase quatro anos, atendendo a um convite de Luiza Bairros. Vim para colaborar com o projeto do Partido dos Trabalhadores na Presidência da República. Críticas?! Sempre as tive. Nunca achei que os governos do PT (o meu partido) correspondessem a todas as expectativas que nós depositamos neles, acho que o PT reuniu ao longo de sua história erros e traições muito graves e sei que não é mais possível continuar atuando politicamente sem lançar ...

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    Mulheres discutem o papel das mídias negras no Festival Latinidades

    As mídias negras foram tema de discussão na manhã de hoje (28) no Festival Latinidades de 2016. No debate, jornalistas e pesquisadoras avaliaram o papel das mídias negras como instrumentos autônomos de produção e circulação de informações e de promoção da igualdade racial. O Latinidades, que se consolidou como o maior festival de mulheres negras da América Latina, vai até domingo (31), em Brasília. Por Yara Aquino, da Agência Brasil A doutora em história, jornalista e autora do livro Imprensa Negra no Brasil no Século 19, Ana Flávia Magalhães, participou do painel Nós por Nós: Mídias Negras em Ação e disse que a imprensa negra tem papel fundamental para a construção da identidade dessa parcela da população e para a promoção da igualdade racial. “Precisamos aprender a pensar nossa trajetória histórica também a partir da liberdade. E a imprensa negra é decisiva para isso”, disse. A feminista e publicitária Larissa Santiago ...

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    O estilão inconfundível de Luiza Bairros e o Dia da Mulher Negra

    “Em 1992, em Santo Domingo, na República Dominicana, realizou-se o 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, do qual decorreram duas decisões: a criação da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas e a definição do 25 de julho como Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha. Por Fátima Oliveira, do O Tempo Ilustração Duke/O Tempo “A data objetiva ser polo de aglutinação internacional da resistência das negras à cidadania de segunda categoria na região em que vivem, sob a égide das opressões de gênero e étnico-raciais, e assim ‘ampliar e fortalecer organizações e a identidade das negras, construindo estratégias para o enfrentamento do racismo e do sexismo’. “(...) Faltam esforços dos governos para a efetivação dos nossos direitos humanos. Partícipes das lutas das mulheres em geral, incluindo o Dia Internacional da Mulher, nós, as negras feministas, sabemos que é preciso uma data toda nossa a partir da compreensão de que não ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    O traço e a marca de Luiza Bairros: um arquivo para o Dia Internacional da Mulher Negra

    “O meu material é minha cabeça e meu gogó”. Makota Valdina A escrita, a memória, o arquivo Enviado por Rosane Borges via Guest Post para o Portal Geledés No último 12 de julho recebemos a infausta notícia da morte da ex-ministra e liderança do movimento negro, Luiza Bairros. A dor da perda e a recusa do indesejável fato se juntaram a um sentimento de que Luiza, como tantas outras, nos deixou muito cedo. O desconhecimento público do estado de saúde da ex-ministra, que optou por partilhar do diagnóstico com um círculo restrito de amigos (escolha frequente em casos similares), acentuou essa percepção. Como o desfazer das nuvens pelo vento, Luiza se foi abruptamente, disseram alguns; a sua passagem não possibilitou despedidas antecipadas, reforçando ainda mais a ideia de que a efemeridade e a transitoriedade da vida são inexoráveis. Se a vida é efêmera e a obra é perene, de que ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    Obrigada, Luíza Bairros!

    Tenho aprendido que a morte embora produza um destino comum, nunca é a mesma. Tem sentidos diferentes, de acordo com quem morre e da forma como morre. Por Cidinha da Silva para o Portal Geledés No meu inventário afetivo de mortes predominam jovens e crianças (o que deixa uma pessoa calejada) e mortes por doença, coisa que dói muito também. Não tive ainda a graça de acompanhar mortes por velhice, por esgotamento do contrato com a vida pela natural decorrência do tempo. Do tempo que se conta pelo relógio, não o tempo do espírito e seus acertos misteriosos com o infinito. Luíza Bairros partiu para uma jornada maior, dia 12 de julho de 2016, levada por um câncer de pulmão. Mais um para meu inventário de perdas dolorosas. A singularidade dessa morte é que, mesmo alertada por amigas sobre a gravidade da situação, eu não contava que fosse acontecer e ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Luiza Bairros, uma Flor de Lótus!

    As mulheres negras latinoamericanas e afrocaribenhas lamentaram, no dia 12 deste mês, a perda da sua árvore enraizada de africanidade feminista. Luiza Bairros, Flor de Lótus, seguiu para perto das divindades ialodês. Enviado por Carla Akotirene Santos via Guest Post para o Portal Geledés  Sua trajetória política ancorou-se na luta pelo enfrentamento ao racismo estruturado na sociedade brasileira – contra os expedientes segregacionistas do Estado – pelo fim do machismo inobservado por parte dos companheiros de militância antirracista – pela promoção de políticas de igualdade racial. Representatividade negra buscou denunciar ás práticas debilitantes das feministas brancas que, rotineiramente, chamavam às mulheres negras, para trabalhar nas suas casas, por exemplo, cuidar de seus filhos, mas, na contramão de tal parceira contra a ordem patriarcal, nunca se aliaram frente ao extermínio dos filhos das suas babás e trabalhadoras domésticas. Tampouco se importavam com as condutas sinhás presentes nos congressos políticos e espaços universitários. ...

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