terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: teatro

    Foto: Sofia Berberan/Divulgação

    Teatro Griot apresenta em Coimbra peça sobre o racismo e a escravatura

    O Teatro Griot apresenta em Coimbra, na quinta e na sexta-feira, o espetáculo "Posso Saltar do Meio da Escuridão e Morder", encenado por Rogério de Carvalho e no qual a companhia aborda os temas do racismo, da escravatura e da sujeição. Do Diário de Notícias  Foto: Sofia Berberan/Divulgação Na peça, apresentada no Teatro da Cerca de São Bernardo (TCSB), "Zia Soares, Daniel Martinho e Gio Lourenço dão corpo e voz à história de uma mulher negra, escravizada, para quem a insubmissão surge como a única possibilidade de sobrevivência", refere a companhia de Coimbra 'Escola da Noite', que programa o TCSB. "Posso Saltar do Meio da Escuridão e Morder", que se estreou em novembro de 2018, em Cabo Verde, conta com desenho de som do rapper Chullage e desenho de luz de Jorge Ribeiro. Em 2017, o Teatro Griot passou pelo TCSB, onde apresentou "Faz escuro nos ...

    Leia mais

    “Gota d´Água, para a minha tristeza, é totalmente atual”, diz o dramaturgo Jé Oliveira

    Na tarde do domingo 31, uma plateia se apertava no auditório do Itaú Cultural, em São Paulo, para ouvir atentamente o diretor de teatro e ator Jé Oliveira e a cantora e atriz Juçara Marçal, protagonistas do espetáculo Gota d'Água {Preta}. Durante duas horas ineterruptas, na sessão chamada Encontro com o Espectador, promovida pela instituição, a versão negra da peça, escrita por Chico Buarque e Paulo Pontes há quatro décadas, ganhou novas dimensões. Como conta nessa entrevista à coluna Geledés no debate, Jé de Oliveira afirma que essa releitura da tragédia grega é “uma analogia necessária ao trazer com aprofundamento a questão dos negros para a Gota d´Água (Preta).” No papel da protagonista Joana, o dramaturgo traz a voz cristalina e retumbante de Juçara Marçal. Só que desta vez, Joana é traída por uma mulher mais jovem e mais clara. “A traição é racial”, explica o diretor. A nova dramaturgia ...

    Leia mais
    Crédito: Valmyr Ferreira Luz/Divulgação. Espetáculo Filho do pai, com Antonio Pitanga e Nando Cunha

    Peça ‘Filho do pai’, com Antonio Pitanga, aborda relação de pai e filho

    Antonio Pitanga e Nando Cunha protagonizam o espetáculo Filho do pai, com texto do brasiliense Maurício Witczak Espetáculo Filho do pai, com Antonio Pitanga e Nando Cunha (Crédito: Valmyr Ferreira Luz/Divulgação) Durante anos, o ator carioca Nando Cunha e o roteirista brasiliense Maurício Witczak ficaram com o espetáculo Filho do pai engavetado. A ideia da peça veio quando eles trabalharam juntos, em 2006, em um filme do também brasiliense René Sampaio. Até que, no ano passado, o projeto finalmente ganhou vida nos palcos, tendo Nando como protagonista ao lado de Antonio Pitanga. Com texto de Witczak, a montagem retrata a história de pai e filho que se reencontram. O encontro acontece quando o personagem de Nando Cunha está ensaiando um texto de Hamlet, clássico de William Shakespeare, e o personagem de Pitanga aparece para dizer que está doente. “Essa é uma história universal, de um pai ...

    Leia mais

    Mito da criação do mundo na tradição iorubá é tema de espetáculo de dança no Rio

    Segunda temporada do 'Cosmogonia Africana' está em cartaz até o próximo domingo (24) Do G1 Rio Cosmologia Africana conta a criação do mundo na tradição iorubá (Foto: Divulgação/Marcelo Reis) Está de volta ao Rio de Janeiro o espetáculo de dança "Cosmogonia Africana", que traz a narrativa iorubá da criação do mundo. A segunda temporada vai até o dia 24 no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, na Tijuca. Ao som de tambores, coreografias típicas da cultura afro-brasileira explicam a importância e o papel dos elementos primordiais da natureza: o fogo, a terra, o ar e a água para o povo iorubá. Ancestrais relacionados a tais elementos – os orixás – também estão presentes nesta edição, com algumas surpresas. O projeto é uma realização da companhia de dança Tambor de Cumba e tem a direção artística da bailarina e professora Aninha Catão, atuante no cenário cultural afro-brasileiro, ...

    Leia mais

    Isto é um negro?

    O espetáculo é um estudo sobre o que é ser negro e negra no Brasil e, especificamente, sobre o que é ser um artista negro no país hoje. Do jornalspnorte Cena do espetáculo (Imagem retirada do site Jornal SP Norte) Algumas perguntas e tentativas de respostas permearam a construção desse ensaio: como discutir negritude e questões raciais a partir de experiências singulares? Por outro lado: como transformar teoria em cena? Partindo das leituras das obras de Fred Moten, AchilleMbembe, Bell Hooks, Grada Kilomba, Frantz Fanon (1925-1961), Sueli Cordeiro e AiméCesaire (1913- 2008), o grupo elaborou as questões que tenta materializar em cena. Dia 20/3, às 20h. Dia 21/3, às 17h. Ingresso R$40. 18 anos. Teatro Alfredo Mesquita Av. Santos Dumont, 1.770 Fone: 2221-3657

    Leia mais

    “Jé Oliveira e sua Cia apresenta no Centro Cultural São Paulo a reedição de Gota D’Agua de Chico Buarque e Paulo Pontes, com elenco predominantemente negro”

    Foto: Evandro Macedo Em Gota D’Água {PRETA}, nova versão do texto de 1975, o premiado ator, diretor, dramaturgo e fundador do Coletivo Negro, realça a realidade negra, a discussão social e de classes e o protagonismo da mulher preta. A cantora e atriz Juçara Marçal, do Metá Metá, interpreta Joana e o próprio Jé faz o papel de Jasão, personagens principais da peça Por Elcio Silva para o Portal Geledés  A trama traz para a cena paulistana a realidade negra que perpassa a obra, mas pela primeira vez tem um elenco predominantemente negro. Nesta montagem, o artista mostra sua versatilidade ao transitar entre o Rap e a MPB. Em seu último trabalho, homenageou os Racionais MC’s com a peça-show Farinha com Açúcar que rodou o país por três anos. Inspirado na tragédia Medeia, de Eurípedes, Gota D’Água {PRETA} tem como personagem principal Joana, mulher madura, sofrida, moradora de ...

    Leia mais
    Onisajé (Fotos: Adeloyá Magnoni)

    Espetáculo da Companhia de Teatro da Ufba tem direção de uma negra

    Pela primeira vez, uma mulher negra dirige um espetáculo da Companhia de Teatro da Ufba: Pele Negra, Máscaras Brancas. Por Flavia Azevedo, do Correio 24 Horas  Onisajé (Fotos: Adeloyá Magnoni) A montagem Com elenco 100% composto por pessoas negras, a Companhia de Teatro da Universidade Federal da Bahia estreia, em março, espetáculo que traz a temática do racismo. Um momento histórico para o grupo. Ao conduzir essa equipe para a encenação de "Pele Negra, Máscaras Brancas", Onisajé (Fernanda Júlia) se torna a primeira mulher negra a dirigir um espetáculo da companhia que já tem quase quarenta anos de existência. A dramaturgia (de Aldri Anunciação) se baseia em obra homônima de Frantz Fanon, leitura obrigatória para aqueles que discutem, estudam e lutam contra o racismo.   O espetáculo passeia por três períodos (1950, 2019 e 2888) e, nessa viagem, fala sobre processo de colonização e a construção de ...

    Leia mais
    Grupo de atrizes gritando em cena da peça Esperança na Revolta

    Esperança na Revolta lidera premiação e reestreia no final de semana com entrada gratuita

    Com três indicações ao Prêmio Shell de Teatro, sendo líder de indicações, o espetáculo “Esperança na Revolta”, que aborda guerras contemporâneas e como o ser humano reage e sobrevive às violências Cena da peça Esperança na Revolta - Foto Marcelo Dias Com três indicações ao Prêmio Shell de Teatro, sendo líder de indicações, o espetáculo “Esperança na Revolta”, que aborda guerras contemporâneas e como o ser humano reage e sobrevive às violências, reestreia na sexta-feira (15), às 21h e fica em cartaz às sextas e sábados às 20h e domingos, às 19h30, até dia 24 deste mês, no Teatro Armando Costa, na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. A entrada é gratuita. A peça que é um projeto de resistência, toda produzida e executada por negros, conta no elenco com Alex Nanin, Beà ,Cátia Costa, Cláudia Barbot, Daniel Vargas, Lívia Prado, Nádia Bittencourt, Reinaldo Junior ...

    Leia mais
    O mineiro Wagner Carvalho, diretor da instituição teatral pública na Alemanha, a Ballhaus Naunynstrasse. Cristiane Ramalho

    Primeiro diretor negro de teatro público em Berlim, brasileiro propõe perspectiva de “pós-migração”

    O mineiro Wagner Carvalho mudou-se para Berlim nos anos 90, com a intenção de aprender mais sobre o dramaturgo Bertold Brecht. Após superar os tropeços no alemão, a falta de dinheiro e até a atmosfera neonazista, ele é, hoje, diretor do teatro Ballhaus Naunynstrasse. Por Cristiane Ramalho, correspondente da RFI em Berlim O mineiro Wagner Carvalho, diretor da instituição teatral pública na Alemanha, a Ballhaus Naunynstrasse. Foto: Cristiane Ramalho Wagner Carvalho chegou a Berlim pouco depois da queda do Muro, em 1992. Na época, ser estrangeiro – sobretudo negro – podia ser perigoso. As perseguições xenófobas eram uma realidade recorrente. Como, aliás, voltaram a ser na Alemanha, com o crescimento da extrema direita impulsionado pela crise dos refugiados. “A gente pegou essa fase de ebulição de uma sociedade que ainda estava se entendendo, onde os ataques neonazistas eram comuns”, lembra o brasileiro. Mesmo assim, ele circulava ...

    Leia mais
    PRINCIPE3 - RIO DE JANEIRO - RJ - 01/11/2018 - PRÍNCIPE / PRETO - CADERNO2 OE - Sucesso no Rio, o espetáculo infantil "O pequeno príncipe preto" estreia no SESC BOM RETIRO. Foto: RODRIGO MENEZES/DIVULGAÇÃO

    ‘O Pequeno Príncipe Preto’ chega aos palcos com sua aula de empatia e coletividade

    Baseada no clássico de Saint-Exupéry, peça chega a São Paulo depois de ter sido vista por mais de 10 mil pessoas no Rio de Janeiro por Roberta Pennafort no O Estado de S. Paulo PRINCIPE3 - RIO DE JANEIRO - RJ - 01/11/2018 - PRÍNCIPE / PRETO - CADERNO2 OE - Sucesso no Rio, o espetáculo infantil "O pequeno príncipe preto" estreia no SESC BOM RETIRO. Foto: RODRIGO MENEZES/DIVULGAÇÃO Sucesso no Rio de Janeiro, assistido por mais de dez mil pessoas em quatro meses, o monólogo O Pequeno Príncipe Preto causou uma revolução nas plateias de teatro infantil: em geral quase todos brancos, os espectadores do espetáculo são majoritariamente negros. A história do príncipe que viaja o universo espalhando mensagens de amor, empatia e tolerância, e exaltando a cultura nascida na África, acabou por aplacar uma demanda reprimida de quem não se vê representado nos palcos, conta ...

    Leia mais
    Divulgação

    “BAQUAQUA – Documento Dramático Extraordinário”

    A Cia do Pássaro – Voo e Teatro e o Museu Afro Brasil, através de uma parceria inédita, promoverão em novembro, mês da Consciência Negra, um evento em homenagem à atriz Ruth de Souza, com três apresentações do espetáculo “BAQUAQUA – Documento Dramático Extraordinário”. O evento acontecerá no Teatro Ruth de Souza, que fica nas dependências do museu e será especialmente reaberto para apresentações nessa ocasião. Nos dias 08 e 09/11, às 15h as apresentações serão direcionadas a grupos escolares que assistirão ao espetáculo após visita guiada ao museu. No dia 10/11, a apresentação acontecerá para convidados, às 16h, e também haverá o lançamento do mini-documentário de mesmo nome do espetáculo, que teve direção da cineasta Letícia Yabá. Todas as sessões são gratuitas e estarão abertas ao público. Por  Rafael Procopipara o Portal Geledés  Diulgação Para informações sobre a aquisição de ingressos, favor entrar em contato com o Museu Afro Brasil ...

    Leia mais
    Will Cavagnolli

    Peça do grupo Teatro Terreiro Encantado reflete sobre o genocídio da juventude negra

    Em debate direto com a atualidade, Auto do Negrinho coloca em cena máscaras e bonecos produzidos pela companhia para contar história inspirada em lenda que tem como personagem central uma criança escravizada no sul do país Por Larissa Corrêa para o Portal Geledés  Foto: Will Cavagnolli De 12 a 14 de outubro (sexta-feira a domingo) o Itaú Cultural recebe o grupo Teatro Terreiro Encantado, para três apresentações do espetáculo Auto do Negrinho. Dirigido por Cleydson Catarina, a peça inspira-se na lenda do Negrinho do Pastoreio para fazer um diálogo com o tema do genocídio da juventude negra nos tempos atuais. Espetáculo produzido no ano passado, Auto do Negrinho parte do folclore nascido no Sul do país, no qual um menino negro escravizado é duramente castigado pelo senhor quando este sente falta de um dos cavalos que o jovem tinha que cuidar. E, ao pensar que o escravo já estava morto, o dono ...

    Leia mais
    Reprodução/ MidiaNews

    Encardidos: Após sofrer com racismo, grupo cria espetáculo

    Primeira apresentação será no próximo domingo (16), às 19 horas, no Cine Teatro no MidiaNews Reprodução/ MidiaNews A partir de vivências dolorosas relativas ao racismo, integrantes do Coletivo Atro criaram a peça: Encardidos. O espetáculo é construído com base em quatro programas performativos, em que os atores Maykon Gastrovicky e Daniele Souziel retratam um jogo de submissão e poder. Os autores não fazem cerimonia ao explorar todos os sentidos para recontar a historia do negro com seus próprios corpos. O tema racismo, ainda extremamente presente na sociedade e vivenciado de maneira dolorosa por pessoas negras. A maioria dos relatos tem início durante a infância e contam situações que, por vezes, são constrangedores e insuportavelmente dolorosas. A iluminação é de Priscila Freitas; o cenário de Naiane Gonçalves; o figurino de Jane Klitzke; a direção de arte e fotografia é de Lucas Jerônimo e a sonoplastia de Lysabeth ...

    Leia mais

    Conheça a nova geração que está revolucionando o teatro negro no Rio

    Grupos, diretores e autores ampliam representatividade e buscam mais participação no mercado Por Luiz Felipe Reis Do O Globo Os atores do Coletivo Bonobando: ciradores de peças como “Cidade correria” e “Jongo mamulengo” - Leo Aversa / Agência O Globo Entre ações de combate ao racismo, discussões sobre colorismo e clamores por representatividade, visibilidade e participação no mercado, a cena teatral carioca começa a mudar de cor. No palco e na plateia. Espetáculos liderados por artistas negros têm tido suas salas lotadas, muitas vezes com 85% do público também negro. O que surgiu nos últimos anos e agora salta aos olhos é um movimento de empoderamento cultural comandado por toda uma geração de grupos, autores, diretores, produtores, técnicos e empreendedores culturais negros. VALÉRIA MONÃ, RODRIGO FRANÇA E MERY DELMOND. Ator, dramaturgo e diretor, Rodrigo tem criado trabalhos em série com diversos parceiros, entre ...

    Leia mais
    Cartaz Divulgação

    “Preto”, uma peça preta

    Pode algo “ser” preto? Pode uma determinação explicar um ser? Pode uma pessoa ser preta? A resposta é não e sim. A peça (de teatro) “Preto”, da Companhia Brasileira de Teatro, dirigida por Márcio Abreu, com dramaturgia dele, de Grace Passô e Nadja Naira, vai a fundo com o questionamento sobre o que significa “ser preto” no Brasil a partir, predominantemente, do “ser preta”. O carro-chefe da peça são narrativas, reflexões e performances sobre racismo, violência cotidiana, empatia e a posição da “mulher preta” no Brasil, uma construção contextualizada, em conexão com a questão abstrata por trás do racismo: da redução e reificação de pessoas a um tipo de identidade, a “ser preto”. por Thiago Aguiar Simim para o Portal Geledés Cartaz Divulgação / Companhia Brasileira de Teatro “Preto” trata o racismo no Brasil pela perspectiva da “mulher preta lésbica”, como sujeito revolucionário, como ponto de partida ...

    Leia mais

    “Feito com amor, dedicação e o talento de várias pessoas”, diz Lázaro Ramos sobre documentário Bando, Um Filme De:, que dirigiu

    Lázaro Ramos, em parceria com Thiago Gomes, lança seu primeiro documentário Bando, Um Filme De:,em que remonta às suas origens da dramaturgia cênica baiana, ao contar a história do Bando do Teatro Olodum, que o revelou ao mundo. De forma poética, o filme, que estreia no dia 4 de setembro durante a programação do Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe Zózimo Bul, no Rio, mescla arte e militância em 42 depoimentos sobre o mais longevo grupo de teatro negro do País, que completou 28 anos. BANDO, UM FILME DE - LÁZARO RAMOS © Bob Wolfenson Nessa entrevista à coluna Geledés no Debate, o ator, diretor, apresentador e escritor, fala sobre como se deu a iniciativa de documentar o Bando e as incríveis revelações de seus participantes. Lázaro Ramos, com mais de 60 prêmios no teatro e na televisão, também conta aqui sobre seus novos ...

    Leia mais
    Elenco de "Elza", musical em cartaz até 30 de setembro no teatro Riachuelo, no Rio Imagem: Divulgação / UOL

    Com falta de representatividade na TV, atores negros mudam cor da plateia de espetáculos no Rio

    Em meio a polêmica sobre falta de representatividade, especialmente na TV, espetáculos em cartaz no Rio provam que o público negro quer, sim, se ver em cena. por Lais Gomes no UOL Em "Será que Vai Chover?", cinco atores contam a história do nascimento do samba no Rio. Na quinta-feira em que a reportagem acompanhou a sessão, no teatro Eva Herz, no Centro, havia na plateia 160 pessoas, a maioria, negras. A peça já saiu de cartaz e agora está em turnê pelo país. O mesmo ocorre no infantil "O Pequeno Príncipe Preto", versão do texto de Exupéry, em cartaz no Glauce Rocha. A presença de negros na plateia do musical "Elza", atração do teatro Riachuelo, também não passa despercebida. A peça é um manifesto, quase um ato político, na qual sete mulheres representam a vida da cantora de 88 anos. Elenco de "Será que Vai Chover?" Imagem: Ricardo Aleixo/Divulgação / UOL ...

    Leia mais
    A Medium Corporation

    Navalha na carne negra: três escolas de teatro negro em cena

    No FIT — Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto 2018, durante a mesa Vozes da Diáspora, uma das atividades formativas, argumentei que o teatro negro é uma vertente do teatro brasileiro que se apresentou dessa forma pela primeira vez no TEN — Teatro Experimental do Negro, na década de 1940. por Cidinha da Silva no Médium A Medium Corporation Esta experiência pioneira, liderada por Abdias Nascimento, na simplificação didática adotada por mim, propunha-se a criar uma estética negra e a encená-la, texto, atores, direção, corpo técnico, todos negros. A grande estudiosa da estética do TEN é a poeta e professora da UFMG, Leda Maria Martins, a quem podemos (devemos) consultar. Um dos resultados de sua pesquisa é o livro A cena em sombras (Perspectiva, 1995). A estética do teatro negro contemporâneo, em larga medida tem-se se ancorado nos princípios da ancestralidade, mas não só. Há outras ...

    Leia mais

    Solo expõe violência sofrida pela mulher

    Entrelinhas, espetáculo solo protagonizado pela coreografa, diretora e performer Jaqueline Elesbão, será encenado nesta sexta-feira, 13, e sábado, 14, às 21h30, no Teatro do Sesc. Recomendado para maiores de 16 anos, a produção do Coletivo Ponto Art, de Salvador, traz como temática central a violência psicológica, emocional e sexual sofrida pela mulher, especialmente a negra, criando um diálogo entre o passado e o presente. Do Diário da Região Jaqueline Elesbão traz elementos cênicos com referências históricas, como a máscara de flandres Chun/Divulgação O espetáculo, que está com os ingressos esgotados, expõe e denuncia os processos de opressão, exclusão e silenciamento sobre as vozes femininas e seus discursos, passados de gerações em gerações por uma sociedade patriarcal, racista, machista e misógina. No palco, Jaqueline utiliza máscara de flandres, usada pela lendária escrava Anastácia nas sessões de tortura, e sutiã, símbolo da luta pela liberdade feminina na década ...

    Leia mais

    A peça “Tragam-me a cabeça de Lima Barreto” estreia nesta quinta (12) em São Paulo

    A partir desta quinta-feira (12), o público de São Paulo poderá conferir a peça a “Tragam-me a cabeça de Lima Barreto”, com direção de Fernanda Júlia, em cartaz no Sesc Pompeia em São Paulo até 5/8. A produção trata-se de uma livre inspiração na obra do escritor e jornalista brasileiro Lima Barreto. Do Negro Belchior Foto: Reprodução/Negro Belchior “O intuito da peça é provocar na plateia uma reflexão sobre as causas do racismo e apresentar a história desse escritor tão atual que é Lima Barreto. Além disso, o público ainda pode desfrutar de um escape durante a apresentação, já que algumas cenas seguem um tom de comédia”, comenta o ator Hilton Cobra, protagonista da peça. Por meio de um monólogo, a peça conta com um texto fictício, contextualizado após a morte de Lima Barreto, quando eugenistas exigem a exumação do seu cadáver para uma autópsia, a ...

    Leia mais
    Página 2 de 11 1 2 3 11

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist