quarta-feira, setembro 16, 2020

    Tag: transgêneros

    Transgêneros podem cumprir pena em prisões femininas, decide Barroso. (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado

    Barroso determina que transgêneros cumpram pena em prisões femininas

    O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou liminarmente, nesta quarta-feira (26/6), que presidiárias transgêneros identificadas com o sexo feminino poderão cumprir pena em prisões destinadas a mulheres. Por Gabriela Coelho, da Conjur  Transgêneros podem cumprir pena em prisões femininas, decide Barroso.(Foto: Geraldo Magela / Agência Senado) "Trata-se de providência necessária a assegurar a sua integridade física e psíquica, diante do histórico de abusos perpetrados contra essas pessoas em situação de encarceramento. Não há, no caso, uma opção aberta ao Poder Público sobre como tratar esse grupo, mas uma imposição que decorre dos princípios constitucionais da dignidade humana, da liberdade, da autonomia, da igualdade, do direito à saúde e da vedação ao tratamento cruel e à tortura", diz. De acordo com Barroso, a transferência de transexuais femininas para presídios femininos é, ainda, compatível com a razão de decidir de julgados do STF em que se reconheceu ...

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    Um crime de ódio é registrado a cada 12 horas na cidade de São Paulo

    A Polícia Civil registrou um crime de intolerância a cada 12 horas na capital entre janeiro de 2016 e agosto deste ano. Ataques de ódio contra negros, gays, imigrantes ou por motivações religiosas ocorreram com mais frequência na região central da cidade e foram cometidos, principalmente, por homens brancos e jovens. por William Cardoso na Folha O levantamento feito pela reportagem é baseado em dados fornecidos via Lei de Acesso à Informação e leva em consideração 1.091 crimes de intolerância no período, até 15 de agosto. Todos os boletins de ocorrência que têm como motivação o ódio do agressor recebem uma marcação específica desde 2014. Ainda não há um registro distinto para a homofobia. Os números mostram que oito entre os dez distritos policiais com maior incidência de crimes de intolerância estão na região central da capital, que concentra grande quantidade de imigrantes e muitos pontos de diversão e cultura ...

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    Índia abre primeira escola para transgêneros

    A Índia inaugurou o primeiro colégio interno para transgêneros do país na cidade de Kochi, para ajudar adultos que desistiram da escola antes de terminar o ciclo educacional. Fonte: Terra Kalki Subrahmaniam disse que a abertura da escola marcou um 'dia histórico' Alguns dados mostram que as transgêneros sofrem hostilidade e preconceito na Índia, e, por isso, cerca de metade não consegue terminar a educação formal. A escola Sahaj International é a primeira do estilo no país e vai receber 10 alunos, entre 25 e 50 anos. O objetivo é preparar os estudantes para as provas de conclusão de curso que normalmente são feitas por alunos da rede pública e privada quando eles têm cerca entre 15 e 18 anos. O currículo também vai incluir alguns exames vocacionais. "A escola tem como objetivo ajudar os transgêneros a terem currículo e habilidades para conquistar boas vagas de emprego e viverem dignamente", ...

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    ‘As Bahias e a Cozinha Mineira’ e a discussão de gênero nos espaços públicos

    A música é uma grande aliada para discutir padrões, prisões estéticas e política, porém a música pop e seus padrões, discursos bonitos e ações vazias parece estar nos sedando pouco a pouco: aceitamos, acreditamos e deixamos que as coisas sigam como estão. Os interesses de grandes nomes de gravadoras estão alinhados com os discursos de empoderamento enquanto ele vender bem. É tudo uma questão de números. por Carol Patrocinio no HuffPost Luis Signorini Novais Na contra-mão desse movimento aparecem artistas que apenas por sua existência já questionam com mais propriedade e afinco qualquer convenção social. É o caso da As Bahias e a Cozinha Mineira. A banda, liderada por Assucena Assucena e Raquel Virgínia, ambas mulheres transgênero, mistura lirismo e questionamento político em suas letras e atitude. Seu primeiro disco, Mulher, entra na discussão que vem tomando forma já há algum tempo: o que é ser mulher? Ali tem-se a mulher não sexualizada, ...

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    US Vice President Joe Biden gestures during his speech at the World Economic Forum (WEF) annual meeting in Davos, on January 20, 2016.. Rising risks to the global economy and a string of jihadist attacks around the world overshadowed the opening of an annual meeting of the rich and powerful in the snow-blanketed Swiss ski resort. Even as heads of state, billionaires and Hollywood megastar Leonardo DiCaprio were arriving, the International Monetary Fund (IMF) sounded the alarm about perils in the major emerging market economies and lowered its outlook for global economic growth this year. / AFP / FABRICE COFFRINI (Photo credit should read FABRICE COFFRINI/AFP/Getty Images)

    Davos 2016: Biden lamenta que gays e transgêneros sejam tratados como ‘cidadãos de segunda classe’

    O vice-presidente americano, Joe Biden, ficou visivelmente exaltado numa discussão sobre a importância dos direitos LGBT nesta semana. Por Alana Horowitz Satlin, do Huffington Post Falando na mesa redonda sobre o tema na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça, o vice lamentou que as pessoas abertamente gays ou transgêneras ainda são tratadas como cidadãos de segunda classe num mundo todo. “A população LGBT enfrenta violência, assédio, tratamento desigual, maus-tratos da polícia, maus cuidados de saúde, isolamento – sempre em nome da cultura. Estou farto da cultura. É sério”, disse ele, batendo a palma da mão na mesa. “A cultura não justifica discriminação nua e crua ou violações dos direitos humanos. Não há justificação cultural. Nenhuma. Nenhuma. Nenhuma.” Biden disse ter confrontado pelo menos quatro chefes de estado de países em que as pessoas são perseguidas por causa de sua sexualidade. Ele não disse quem são esses líderes, mas a ...

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    Edital 2015 do Frida recebe inscrições

    Estão aberta as inscrições para a edição deste ano do edital do FRIDA – Fundo Jovens Feministas, iniciativa que patrocina e reforça a participação e liderança de jovens ativistas feministas em todo o mundo. O financiamento que o Fundo oferece é de até 5 mil dólares, cerca de 17 mil e 500 reais. No Observatóriosc O apoio é para grupos feministas e liderados por mulheres e jovens transgêneros que tenham menos de 30 anos de idade e, conforme observado pela ABCR, podem se candidatar grupos formados, ou liderados por mulheres ou jovens transexuais, que tenham como compromisso promover e proteger os direitos das mulheres a partir de uma perspectiva feminista, melhorando a vida das mulheres e dos jovens transexuais em local, nacional, regional ou internacionalmente. O período de apoio oferecido pelo FRIDA é de até 12 meses, podendo ser renovado. As propostas podem ser enviadas em português, e as informações estão ...

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    Casal conta transição de gênero do filho de 5 anos

    Quando Mia tinha apenas dois anos de idade, ela começou a falar que não queria ser menina, mas preferia ser chamada de Jacob. Seus pais, Mimi and Joe Lemay, esperavam que "essa obsessão em ser um menino", fosse passar. no BrasilPost Em 2014 o filho, que ainda se vestia como menina, quase sofreu um acidente de trânsito e seus pais perceberam que, se a vida pode acabar a qualquer momento, ela deveria ser vivida da forma que fosse mais feliz. Eles passaram a tratar o filho como Jacob, cortaram seu cabelo mais curto e lhes deram "roupas de menino". O garoto passou a sorrir mais e ser mais aberto e confiante com outras pessoas. Os pais relembram que quando Jacob se fantasiou de príncipe encantado para uma festa, ficou extremamente orgulhoso. "“Ele estava simplesmente radiante. Estava realmente feliz naquele momento, sendo visto da maneira como queria”, emociona-se Mimi. “O orgulho era visível em seu ...

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    O Calvário dos Transgêneros

    CeCe McDonald, uma jovem trans sem teto, teve uma vida de sofrimento – mas, quando foi acusada de assassinato simplesmente por se defender, acabou se tornando uma verdadeira heroína Por SABRINA RUBIN ERDELY Uma dúzia de ovos, bacon, talvez alguns biscoitos: CeCe McDonald tinha uma pequena lista de compras em mente, algumas coisinhas para o café da manhã do dia seguinte. Era meia-noite, o horário ideal para uma ida ao supermercado. Ela preferia ir à noite, quando as ruas escurecidas davam certo alívio dos olhares, cochichos e insultos que encontrava diariamente como uma mulher transgênera. CeCe, de 23 anos, já estava acostumada a risadinhas e encaradas – e tinha prática em responder a estranhos que anunciavam “É um homem!”. Só que esses encontros eram cansativos; às vezes, uma moça só quer fazer suas compras em paz. Assim foi em uma noite quente de sábado, em junho de 2011, enquanto CeCe ...

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