segunda-feira, setembro 20, 2021
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Brasil completa 17 dias de recorde de média móvel de mortes por Covid, com 1.275 óbitos em 24 h

O Brasil registrou 1.275 mortes pela Covid nesta segunda-feira (15). O país completa 17 dias consecutivos de recordes na média móvel de óbitos, que agora chegou a 1.855.

O recorde anterior, do último domingo (14), era de 1.832.

O país também também registrou 42.446 casos da doença. Com os dados dessa segunda, o Brasil chegou a 279.602 óbitos e a 11.525.477 infecções desde o início da pandemia.

Mesmo com um registro elevado, acima de mil mortes, aos domingos, segundas e feriados, os dados sobre a Covid no país costumam ser menores, por causa de atrasos nas notificações em secretarias de saúde.

O Brasil, que vive o pior momento da pandemia, também chega ao seu 54º dia de média móvel de mortes acima de 1.000. Essa média é um instrumento estatístico que busca amenizar grandes variações nos dados (como costumam ocorrer nos finais de semana e feriado).

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 25 estados e pelo Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 13.754.193 doses de vacina (10.081.771 da primeira dose e 3.672.422 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que somente 6,27% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 2,28%, a segunda.

Nas últimas 24 horas, 365.313 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 104.171, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​

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