quinta-feira, outubro 29, 2020

    Tag: pandemia

    Foto: Agência Brasil

    Ao menos 5 mil crianças sofreram violência doméstica durante a pandemia em SP

    A cidade de São Paulo registrou ao menos 5 mil casos de violência doméstica contra crianças durante o isolamento social da pandemia do coronavírus. O número foi contabilizado pela Secretaria Municipal da Saúde por meio de atendimentos em unidades de saúde ou hospitais desde março. Segundo a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Berenice Maria Giannella, os casos identificados envolvem tanto agressões físicas quanto psicológicas. “A gente suspeitava que isso pudesse acontecer durante a pandemia, porque a maior parte da violência contra criança e adolescente, no Brasil, é praticada dentro da família”, afirma, em entrevista ao jornal Agora. Uma das alternativas da prefeitura, sob gestão de Bruno Covas (PSDB), foi a reabertura dos Centros Criança e Adolescentes (CCAs), que estavam fechados por causa da pandemia. Os centros acolhem crianças de 6 a 14 anos e que vivam em vulnerabilidade social. Os locais oferecem atividades culturais e esportivas no contraturno das escolas. ...

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    Jorge Aragão — Foto: Léo Queiroz / Divulgação

    Jorge Aragão recebe alta e volta para casa

    Por uma mensagem nas redes sociais, o cantor e compositor Jorge Aragão, de 71 anos, confirmou que foi para casa após passar por uma internação por causa do coronavírus. Ele afirma que se recupera em casa da doença. “Vencemos mais essa batalha. Já estou em minha casa desde o último domingo e em plena recuperação. Fica aqui a minha reverência e gratidão aos profissionais da saúde e a todos vocês pelas mensagens positivas”, afirmou Aragão. Jorge Aragão foi internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Unimed, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, no dia 13 de outubro. No último dia 20 de outubro, a assessoria do cantor confirmou que ele foi transferido para um quarto. Mesmo durante a pandemia, Jorge Aragão lançou trabalhos. Na segunda parte do álbum o álbum Jorge Aragão 70 – Ao vivo em São Paulo, apresentada na sexta-feira, 23 ...

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    Alina Rosanova/ Adobe

    O isolamento é um fantasma constante e contínuo: a escrita colaborativa versus a repressão acadêmica e o confinamento emocional na vida de estudantes negras

    Compartilhar minha experiência como estudante de doutorado em Campo em meio ao confinamento social provocado pela epidemia do Coronavírus me leva diretamente a compartilhar essa experiência a partir da encruzilhada com a minha situação como imigrante nos EUA, como doutoranda negra, pobre, mãe ou qualquer outro identificador social que existisse nesse contexto de Pandemia. Se é verdade que a situação de isolamento social provoca efeitos sobre a escrita e a experiência da pesquisa de Campo que estamos vivendo, a Pandemia é apenas mais um marcador para estudantes não-brancos ficarem cada vez mais vistos como o “Outro”; a “Minoria” ou “Deficiente”. Trago breves vinhetas sobre minha experiência como estudante negra de doutorado em Campo e em processo de escrita da tese em meio a Pandemia. Enfatizo de antemão como o relacionamento com um grupo de mulheres negras de pós graduação me forneceu o apoio logístico, emocional e psicológico necessário para avançar ...

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    Foto: Diêgo Holanda/G1

    Proporção de negros nas prisões cresce 14% em 15 anos, enquanto a de brancos cai 19%, mostra Anuário de Segurança Pública

    Em 15 anos, a proporção de negros no sistema carcerário cresceu 14%, enquanto a de brancos diminuiu 19%. Hoje, de cada três presos, dois são negros. É o que revela o 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado neste domingo (18) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Dos 657,8 mil presos em que há a informação da cor/raça disponível, 438,7 mil são negros (ou 66,7%). Os dados são referentes a 2019. Percentual de negros tem aumentado ano a ano — Foto: Elcio Horiuchi/G1 Segundo o Anuário, as prisões no país estão se tornando, ano a ano, espaços destinados a um perfil populacional cada vez mais homogêneo. “No Brasil, se prende cada vez mais, mas, sobretudo, cada vez mais pessoas negras.” “Existe, dessa forma, uma forte desigualdade racial no sistema prisional, que pode ser percebida concretamente na maior severidade de tratamento e sanções punitivas direcionadas aos negros”, ...

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    The Modern Medea - A história de Margaret Garner , Harper's Weekly , 18 de maio de 1867, p. 308 Cortesia da Biblioteca do Congresso dos EUA (LCCN99614263)/Blackpast.org/

    O isolamento é um fantasma presente: mulheres mães negras e formas de insurgência na Pandemia

    Primeiramente, eu peço licença as minhas ancestrais e as minhas linhagens maternas e paternas para ler um trecho de um evento histórico que aconteceu em 1856.  Margaret Garner, uma mãe escrava de vinte e dois anos de idade, e com quatro filhos pequenos, apareceu pela primeira vez em 1856 em uma sessão do seu julgamento. Garner havia atravessado um rio congelado, juntamente com outros sete membros de sua família, enfrentando caçadores de escravos e uma noite de inverno singularmente fria em busca da liberdade. Junto com os outros fugitivos Garner estava fugindo por doze horas antes da apreensão das autoridades. Quando ela foi encurralada na casa em que os fugitivos buscaram refúgio, Garner segurava os seus filhos e tentava assassiná-los em vez de permitir que eles fossem devolvidos à escravidão. Embora ela tenha sido impedida de cumprir seu plano em sua totalidade, ela conseguiu tirar a vida de sua filha ...

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    Flávia Oliveira (Foto: Arquivo/ O Globo)

    A urgência da fome

    Por uma porção de conveniência política e um punhado de incompetência técnica, o governo de Jair Bolsonaro adiou para depois das eleições 2020 a decisão sobre a política social no pós-pandemia. Na prática, ficará para 2021, já que o segundo turno do pleito municipal está marcado para 29 de novembro. Assim, ignorou-se descaradamente a regra número um de quem se ocupa do combate à extrema pobreza: quem tem fome tem pressa. A frase eternizada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, deu na cruzada brasileira pela erradicação da miséria; desaguou no Fome Zero, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva; emendou no Bolsa Família. Rendeu a saída do Brasil do Mapa da Fome da ONU, no início desta segunda década do século XXI, que chega ao fim com o recrudescimento da insegurança alimentar. O aumento da vulnerabilidade social mundo afora, durante a pandemia da Covid-19, explica o Nobel ...

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    Brígida Rocha dos Santos (Foto: Arquivo Pessoal)

    Os aliciamentos para fins de exploração no trabalho continuam mesmo com a pandemia

    O discurso de crise é “fake” e serve para preservar e aprofundar o sistema de exploração no trabalho urbano e rural: as decadências atingem somente trabalhadoras e trabalhadores que são enganados e violentados desde o aliciamento, traficados para serem submetidos a servidão por dívida, restrição de liberdade, trabalho forçado e jornada exaustiva. São, ainda, expostos aos riscos de acidentes e de contaminação pela Covid-19. Entre julho e agosto de 2020, foram identificados através de denúncias registradas pela Comissão Pastoral da Terra mais de 46 trabalhadores que partiram do Maranhão, aliciados nos municípios de Codó e Timbiras. Destes, foi já confirmado que 15 jovens foram submetidos a condições análogas à escravidão, levados e largados em Santa Catarina para tentar a sorte nas fileiras do plantio de cebolas, além de difamados e abandonados ao reclamarem por seus direitos. Este caso escancara a frequente perversidade e desumanização dos aliciadores, disfarçados de empregadores, que ...

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    pre-natal

    Pandemia faz grávidas diminuírem consultas e exames no pré-natal

    Uma em cada 3 diminuiu a ida a consultas e a realização de exames presenciais; o mesmo número disse não ter recebido orientação alguma nas consultas de pré-natal sobre como evitar a contaminação pelo coronavírus. Quase 60% tiveram redução de rendimentos e 28% das grávidas tiveram que continuar a sair para trabalhar. Uma em cada 3 não sabe onde vai deixar o bebê após a licença-maternidade. Para 84% a experiência da gravidez ficou mais difícil por causa da pandemia. Dificuldade para realizar exames, muito tempo confinada, maior ansiedade, medo de contágio e desinformação são alguns dos novos dilemas vividos por grávidas ou puérperas em meio à pandemia do novo coronavírus. A emergência sanitária, na esteira de uma crise econômica de longa duração, impactou negativamente as vidas de 67% das participantes da pesquisa Mulheres Grávidas e Puérperas diante do Coronavírus, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Locomotiva com usuárias da ...

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    Imagem ilustrativa

    Violência contra mulheres: a “pandemia na sombra” da Covid-19

    Nos últimos meses, aumentaram os casos de violência, abuso sexual e feminicídios em África e no mundo. E este aumento pode estar, em parte, ligado à Covid-19. A Organização das Nações Unidas (ONU) já chama-de "pandemia na sombra" à violência contra mulheres. No primeiro semestre de 2020, a Libéria registou um aumento de 50% nos casos de violência de género: só entre janeiro e junho registaram-se mais de 600 casos de violação; em todo o ano de 2018 tinham sido 803. Na Nigéria, a violência sexual também aumentou durante o confinamento: em junho, os casos de duas jovens violadas e mortas chocaram o país. Já no Quénia, segundo a imprensa local, quase 4 mil estudantes engravidaram durante o encerramento das escolas, alegadamente por terem sido violadas por familiares ou agentes da polícia. "A situação já era má para as mulheres mesmo antes do coronavírus. A pandemia apenas levantou o véu sobre ...

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    Adobe

    Mulheres, racismo e pandemia: Perspectivas sobre direitos humanos em um contexto de crise

    Este é um trabalho que mantém um compromisso em apresentar uma perspectiva dos direitos humanos sobre ser garantidor último ou não dos direitos e garantias mínimas de existência às mulheres vítimas de violência de gênero no Brasil, e as perspectivas adotadas neste artigo tem fundamento na teoria Marxista do Direito, e principalmente no contributo epistemológico anticolonial que delineia a formação sócio-histórica do nosso País. Este artigo tem teve como objetivo apresentar no primeiro o que são direitos humanos do ponto de vista universalizante e eurocêntrico, e contextualizá-lo a nossa realidade, trazendo que a ideia de que os Direitos Humanos não foram destinados a todos, se valendo da contribuição teórica de Marx, e seus desdobramentos, para assim, demonstrar uma perspectiva de Direitos Humanos fora dessa ideia universal. Como um Direito Humano que não foi criado para nos proteger e garantir existência mínima, seria capaz de fazê-lo? E com isso, será apresentada ...

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    A pesquisa: “O direito à educação de crianças e adolescentes em tempos de pandemia” estará disponível para preenchimento até o dia 11 de outubro!

    A pesquisa "O direito à educação de crianças e adolescentes em tempos de pandemia" estará disponível para preenchimento até o dia 11 de outubro. Sua contribuição é fundamental! Participe pelos links abaixo: Para famílias  https://pt.surveymonkey.com/r/ZSN5W3S Para professoras/es https://pt.surveymonkey.com/r/ZRDBDCJ Para organizações da sociedade civil  https://pt.surveymonkey.com/r/ZSWGKH7

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    Getty Images

    As mães demitidas durante a pandemia: “Tentei conciliar trabalho com meu bebê, mas perdi o emprego”

    A pandemia chegou quando a advogada Nádia Silva, de Goiás, estava em seu segundo mês de licença-maternidade. Mãe solo (embora receba pensão do pai da criança), ela pretendia juntar um mês de férias à licença e aproveitar o período para encontrar um berçário para deixar o bebê quando voltasse ao trabalho. O plano não deu certo: os berçários continuam fechados, e a empresa exigiu a volta dela sem conceder as férias. A analista de contratos tentou equilibrar tudo - cuidados com o bebê, trabalho em tempo integral em home office e cuidados com a casa -, mas a situação ficou insustentável. "Às vezes eu acordava às 4h da manhã para terminar meu trabalho antes de o bebê acordar. E também fazia todo o trabalho doméstico", conta à BBC News Brasil. "Dois meses depois, pedi para a empresa um novo arranjo e um aumento, para eu poder pagar uma babá. Acho ...

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    Josimar Priori (Arquivo Pessoal)

    Não parem de trabalhar!!!

    No dia 14 de agosto deste ano um homem morreu durante o trabalho numa rede multinacional de hipermercados. A morte ocorreu por volta das 8h da manhã, o corpo foi ocultado por guarda-sóis e tapumes até ser recolhido pelo Instituto Médico Legal em torno das 12h enquanto a loja permaneceu aberta ao público. Em tempos de pandemia, este caso parece ser apenas mais uma gota no acúmulo de catástrofes. Olhamos, perplexos e impotentes, insensíveis talvez, o encadeamento de tragédias: uma criança morta ao cair do 9° andar enquanto a mãe cuidava do pet da patroa, a empregada doméstica morta depois de contrair o coronavírus na casa em que prestava serviço; as mortes por Covid-19, por seu turno, já ultrapassam o número de 131 mil, mas parece que não são mais do que partes inevitáveis de paisagem social em que a produtividade, em vez servir, se tornou mais importante que a vida. O ...

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    Logo da ONU em sede de Nova York (Imagem: Lucas Jackson)

    Defesa de agenda doméstica por Bolsonaro na ONU mostra como Brasil apequenou política externa

    O discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU, realizado virtualmente na manhã desta terça-feira (22), mais uma vez mostra como o Brasil apequenou sua política externa ao fazer uso de uma das tribunas mais importantes do mundo para defender sua gestão ambiental e de combate à pandemia de Covid-19. Diante da comunidade internacional, Bolsonaro minimizou a gravidade da crise ambiental, responsabilizou indígenas pelas queimadas e atacou organizações da sociedade civil por uma suposta campanha de difamação cujo objetivo seria minar a liderança brasileira na produção de alimentos. No quesito pandemia, embora ainda defenda publicamente a cloroquina —uma medicação sem eficácia científica comprovada contra o novo coronavírus—, o presidente adota a tese de que a Justiça delegou aos governadores a responsabilidade de agir no combate à doença, quando na verdade o presidente se uniu ao seleto grupo de chefes de estado negacionistas, agindo ativamente contra ...

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    Carteira de trabalho e previdência social - Gabriel Cabral/Folhapress

    Desemprego diante da pandemia tem alta de 27,6% em quatro meses no país, aponta IBGE

    O Brasil encerrou o mês de agosto com cerca de 12,9 milhões de desempregados, 2,9 milhões a mais que o registrado em maio, o que corresponde a uma alta de 27,6% no período. É o que apontam os dados divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a população ocupada no mercado de trabalho foi estimada em 82,1 milhões de pessoas, acumulando redução de 2,7% em relação a maio, quando este contingente somava cerca de 84,4 milhões de pessoas. País encerrou agosto com o maior número de desempregados desde que o IBGE começou a analisar o desemprego na pandemia — Foto: Economia/G1 Com isso, a taxa de desocupação ficou em 13,6%, a maior no acumulado mensal desde então. Entre as cinco regiões do país, as maiores taxas foram observadas no Nordeste (15,7%), no Norte (14,2%) e no Sudeste (14,0%). Já as ...

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    Foto Observatório do 3o. Setor

    Será que é castigo?

    Quando a pandemia do novo coronavírus começou a ameaçar a sociedade brasileira surgiram vários discursos, provenientes de igrejas cristãs, atribuindo o pavor que a humanidade experimenta no momento a um castigo divino. Vários religiosos que seguem a mesma orientação teológica desse que vos escreve se empenharam a desconstruir essa narrativa tentando esclarecer que não é vontade de Deus castigar a humanidade de forma tão cruel. Primeiramente porque nos identificamos com a face de Deus apresentada no Salmo 102: “o Senhor é bondoso, paciente, compassivo e carinhoso”. Portanto um Deus com essas características é muito ágil pra perdoar e lento para castigar. Além disso, aprendemos do Novo Testamento que a vida de seres humanos jamais deverá ser dada como sacrifício depois de Jesus ter derramado seu sangue na cruz. Isso não implica eliminar o castigo do horizonte da aventura humana, mas tão somente reconhecer que os castigos mais cruéis que a ...

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    Lancellotti tem 71 anos, dos quais quase 36 dedicados à causa da população em situação de rua e outros grupos marginalizados - (Foto: Rafael Stedile)

    Padre Júlio Lancellotti: “Existir no Brasil já é uma rebeldia”

    Conhecido como rebelde, o Padre Júlio Lancellotti tem usado as redes sociais para lutar contra o fascismo e pedir solidariedade endêmica em tempos de coronavírus. Sem medo de censura, o Padre Júlio Lancellotti, da arquidiocese de São Paulo, usa as redes sociais para combater o avanço do fascismo no Brasil. Em seu canal no Youtube todos os domingos, durante a homilia, ele fala das desigualdades sociais e da importância da empatia para atravessarmos esse momento difícil da pandemia da COVID-19. Com 35 anos de ordenação, antifascismo para ele é mais que um rótulo, é uma prática cotidiana e necessária. “Em um País que está vivendo o neofascismo que estamos vivendo todo tipo de resistência, rebeldia, desobediência é um sinal de sanidade mental”, avalia. Nascido em 1948 na cidade de São Paulo, Padre Júlio Lancellotti dedicou sua vida na Igreja Católica a trabalhar com jovens encarcerados, portadores de HIV, população LGBTQIA+, sem teto e diversos outros segmentos de pessoas em situação de risco social e econômico. Durante a pandemia do novo ...

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    (Foto: Reprodução/Getty Images)

    Negacionismo científico: a produção política e cultural de desinformação

    Antes restrito a grupos articulados em torno de interesses religiosos ou econômicos específicos e aos amantes de teorias da conspiração, o negacionismo científico tem ganhado corações e mentes nos últimos anos por intermédio das redes sociais. Com a chegada da COVID-19, o fenômeno se intensificou e o que era a contracorrente tornou-se, em alguns casos, discurso oficial e política de Estado. Teria esse processo de institucionalização do negacionismo na figura de líderes políticos comprometido a eficácia das medidas de combate à pandemia em países como Brasil, Estados Unidos e Reino Unido? Essa é a hipótese que vem sendo investigada pelo pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) Renan Leonel, em parceria com colegas da Columbia University (Estados Unidos) e da University of Vienna (Áustria). O projeto, intitulado Viral agnotology: COVID-19 denialism amidst the pandemic in Brazil, United Kingdom, and United States (Agnotologia viral: negação da COVID-19 ...

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    Adobe

    Pesquisa: O direito à educação de crianças e adolescentes em tempos de pandemia

    Geledés - Instituto da Mulher Negra está realizando a pesquisa O direito à educação de crianças e adolescentes em tempos de pandemia com professoras/es, famílias e organizações da sociedade civil da cidade de São Paulo. Se você leciona ou tem filhas/os matriculadas/os em escolas públicas da educação básica desta cidade (municipal, estadual, técnica ou federal), ou faz parte de alguma organização que atua em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, pedimos sua colaboração. Para professoras/es - https://pt.surveymonkey.com/r/ZRDBDCJ Para famílias - https://pt.surveymonkey.com/r/ZSN5W3S Para organizações da sociedade civil - https://pt.surveymonkey.com/r/ZSWGKH7 Sua contribuição é fundamental para o desenvolvimento deste trabalho. Se você tiver dúvidas ou dificuldades para responder o questionário, escreva para um dos contatos abaixo que uma pessoa entrará em contato para fazer a entrevista. WhatsApp: (11) 94826-8455 E-mail: [email protected]

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    (Foto: Divulgação CONAQ)

    Quilombolas pedem ao STF que governo os proteja durante pandemia

    Lideranças da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) estão em Brasília nesta quarta-feira (09) para dar entrada em uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF). O documento, uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), pede que o governo elabore um plano emergencial de enfrentamento ao novo coronavírus nos quilombos. Se os ministros aprovarem o pedido, o governo federal terá um prazo de 30 dias para traçar o plano de ação em colaboração com a CONAQ. Entre outros pedidos, a entidade solicita também a distribuição imediata de equipamentos de proteção individual, medidas de segurança alimentar e de combate ao racismo no atendimento médico a quilombolas. Com a ação, espera-se que o poder público formule políticas de saúde específicas para essas comunidades, prerrogativa que recebe o respaldo da Organização Mundial da Saúde e da Organização Panamericana de Saúde. Não se trata, portanto, de um privilégio, mas de ...

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