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Desigualdade racial permanece evidente no mercado audiovisual

Negros até aparecem nas telonas, mas poucos ocupam papel de destaque

Da EBC 

Este ano, o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) lançou, pela primeira vez desde 2006, um edital que direciona 35% dos recursos para produtos dirigidos por mulheres e 10% para projetos dirigidos por negros e indígenas. O objetivo é diversificar as equipes de criação nesse mercado.

De acordo com um estudo da Agência Nacional do Cinema (Ancine), dos 142 longas-metragens brasileiros lançados, em 2016, comercialmente 75,4% são de homens brancos, outros 19,7% são assinados por mulheres brancas. Os homens negros assinam apenas 2,1% das direções cinematográficas, enquanto que nenhum filme foi dirigido por uma mulher negra no período pesquisado.

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