quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: audiovisual

    Divulgação

    I Mostra Audiovisual do Museu da Pessoa – (Entre)vivências negras

    O Museu da Pessoa, entidade cultural sem fins lucrativos, abre seu acervo de histórias de vida para produtores e coletivos audiovisuais pretos, pardos e negros. O presente edital regulamenta o concurso para a seleção de vídeos para I Mostra Audiovisual do Museu da Pessoa - (Entre)vivências negras. SOBRE A MOSTRA O Museu da Pessoa é um museu virtual e colaborativo de histórias de vida, com 29 anos de atuação, cuja missão é transformar a história de vida de toda e qualquer pessoa em patrimônio da humanidade. Seu acervo conta com mais de 18.000 histórias de vida e cerca de 16.000 horas de entrevistas em formato audiovisual realizadas através de uma metodologia que tem como foco as experiências vividas por cada pessoa. A Mostra busca visibilizar as histórias de pessoas negras presentes no acervo do Museu da Pessoa a partir de suas múltiplas narrativas sobre o cotidiano e demais aspectos inerentes ...

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    Ancine quer aumentar participação feminina nas produções audiovisuais

    Agência promoverá em junho o Seminário Internacional de Mulheres no Audiovisual Do Exame Foto: Joshua_Willson/Pixabay.com Criar instrumentos para aumentar a participação feminina nas produções audiovisuais é uma das preocupações da Agência Nacional do Cinema (Ancine). A última pesquisa mostra que a participação de mulheres na direção de filmes foi de 19,7. Em média, a participação de mulheres nos filmes lançados comercialmente no Brasil alcança 15%. Dependendo do ano, chega a 21%; em 2014, registrou apenas 10%. Por conta disto, a agência promoverá em junho o Seminário Internacional de Mulheres no Audiovisual. Além de trazer experiências de outros países, será assinado um memorando de entendimento entre a Ancine e a entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, conhecida como ONU Mulheres, para aumentar a igualdade de gênero no setor audiovisual, por meio da promoção de ações transversais em diversas áreas. ...

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    Reprodução/Lacry: Histórias da Geração Tombamento, de Mayara Nunes

    Mostra de curtas exibe apenas filmes feitos por mulheres

    Não tem como negar que a mulherada faz cinema como ninguém. Inclusive, uma das primeiras diretoras do mundo tinha dois cromossomos X. A Casa Vulva, em parceria com o Guia Maria Firmina, horna essa tradição e faz um tributo às mulheres por trás das câmeras, exibindo produções 100% femininas durante a 1ª Mostra LEE de cinema. Por: Mari Dutra, do Hypness O evento custa só R$ 5 e tem pipoca à vontade para curtir 13 curtas metragens dirigidos por elas no próximo domingo, dia 28 de abril, às 16h. As produções abordam temas como corpo feminino, a história de São Paulo, mulheres no funk e a “geração tombamento”. Reprodução/Beat é Protesto – O funk pela ótica feminina, de Mayara Efe A Casa Vulva (Rua Coriolano, 345 – São Paulo) é o espaço de arte feminina que recebe a mostra, enquanto o Guia Maria Firmina entrou com a curadoria da programação, que contou com ...

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    @PHOTOSBYPHAB/nappy

    Porque cultura é lugar de política afirmativa

    Apesar do cenário de retrocesso, pela primeira vez na Bahia um edital dedicado às artes estimulará a classificação de projetos idealizados por negros e mulheres. Politicamente, a iniciativa problematiza narrativas a respeito da importância das estruturas político-governamentais na dinamização da cultura na Bahia. Cotas nas artes é coisa nova aqui, mas, há alguns anos estes dispositivos já foram implementados em editais em outros estados, como São Paulo e Pernambuco. O Brasil tem mais de 500 anos de história para justificar este alinhamento entre os fenômenos sociais e a razão da política pública. Por Renata Dias, do  Jornal A Tarde @PHOTOSBYPHAB/nappy Em 2018, a Agência Nacional do Cinema, vinculada à época, ao hoje extinto Ministério da Cultura, publicou um estudo da Superintendência de Análise de Mercado dedicado a analisar aspectos de gênero e raça em todos os filmes lançados comercialmente em salas de exibição no Brasil em 2016. A ...

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    Comissão debate participação feminina no mercado audiovisual brasileiro

    A Comissão de Cultura promove, nesta terça-feira (4), uma audiência púbica para discutir a participação das mulheres na economia do audiovisual. Do Jornal Floripa Foto: Reprodução/Folha Nobre A deputada Raquel Muniz (PSD-MG), que propôs o debate, destacou que o levantamento da Agência Nacional do Cinema (Ancine) intitulado “Diversidade de gênero e raça nos lançamentos brasileiros de 2016” mostra que o mercado audiovisual brasileiro é uma indústria protagonizada por homens brancos. “O levantamento da Ancine, tendo como base os 142 longas-metragens brasileiros lançados comercialmente em salas de exibição no ano de 2016, mostra que são de homens brancos a direção de 75,4% dos longas; que as mulheres brancas assinam a direção de 19,7% dos filmes; e que nenhum filme em 2016 foi dirigido ou roteirizado por uma mulher negra”, disse. Foram convidados para discutir o assunto com os deputados: - a diretora de Políticas Audiovisuais do Ministério ...

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    REPRODUÇÃO/TVT

    Para produtores e diretores negros, fazer cinema no Brasil ainda é ‘uma guerra’

    Exemplo do problema é personificado em Viviane Ferreira, segunda cineasta negra, à frente da direção solo de um longa de ficção no Brasil. "A gente não tem referência", disse, no programa "Entre Vistas", da TVT Da Rede Brasil Atual  Viviane Ferreira afirma que negros têm mais dificuldades em acessar recursos para fazer cinema (REPRODUÇÃO/TVT) Um debate profundo sobre a realidade da produção audiovisual feita por negros no Brasil. Assim foi a participação da cineasta Viviane Ferreira no programa Entre Vistas, da TVT, na última terça-feira (7), apresentado pelo jornalista Juca Kfouri. Diretora dos documentários Dê sua ideia, debata, Festa da Mãe Negra e Marcha Noturna e Peregrinação, Viviane trouxe à tona mais uma faceta do racismo existente na sociedade brasileira: a dificuldade de pessoas negras fazerem cinema. Seu próprio caso é exemplo desta realidade. Ela é apenas a segunda cineasta negra, à frente da direção solo de um longa de ficção no Brasil. Ainda ...

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    Desigualdade racial permanece evidente no mercado audiovisual

    Negros até aparecem nas telonas, mas poucos ocupam papel de destaque Da EBC  Este ano, o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) lançou, pela primeira vez desde 2006, um edital que direciona 35% dos recursos para produtos dirigidos por mulheres e 10% para projetos dirigidos por negros e indígenas. O objetivo é diversificar as equipes de criação nesse mercado. De acordo com um estudo da Agência Nacional do Cinema (Ancine), dos 142 longas-metragens brasileiros lançados, em 2016, comercialmente 75,4% são de homens brancos, outros 19,7% são assinados por mulheres brancas. Os homens negros assinam apenas 2,1% das direções cinematográficas, enquanto que nenhum filme foi dirigido por uma mulher negra no período pesquisado.

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    Idealizada por cineasta paraibana, Mostra Pilão prestigia o audiovisual negro

    Natural de Campina Grande, Carine Fiúza (29) é estudante do curso de Rádio e Tv, pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e idealizadora da Mostra Pilão (Mostra Itinerante de Cinema Negro). Vinda de uma família composta por pessoas negras, brancas e indígenas, Fiúza afirma que questões raciais nunca foi um assunto abordado dentro de casa, mas, desde a infância, já assumia sua identidade negra, apesar dos episódios racistas que, assim como muitas mulheres e homens negrxs no Brasil, vivenciou ainda criança. Por Elizabeth Caroline de Souza para o Portal Geledés  Foto: Sara Andrade “Nasci em uma cidade extremamente racista, então, desde a época da infância, vivenciei algumas situações, como uma vez que entrei em uma loja e fui seguida por um segurança, mesmo eu estando com a minha mãe. Meus pais não conversavam sobre isso comigo. A minha mãe, pela formação que recebeu de meu avô, que veio do sul da Bahia ...

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    Tem mulher negra no audiovisual, sim! (E se reclamar vai ter mais ainda…)

    As mulheres negras, cada vez mais, ocupam os espaços que lhes foi historicamente negados. No audiovisual não é diferente. Para se ter uma ideia, de acordo com os dados da Agência Nacional de Cinema (Ancine) de 2016, nenhum dos 142 longa-metragens produzidos no Brasil foi dirigido por uma mulher negra. E a falta de representatividade também se dá em outras esferas da produção audiovisual, como na produção, roteiro, parte técnica e atuação. Mas o interesse e participação delas no setor são crescentes e diversas produções vêm se viabilizando e visibilizando nos últimos anos, inclusive no Espírito Santo. Por Vitor Taveira, do Século Diário Divulgação Na realidade capixaba, o Cineclube Teresa de Benguela surgiu em 2017 e vem ajudando a divulgar essa produção e os olhares das mulheres negras no audiovisual. Em julho, mês da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, o projeto prepara uma série de vivências que incluem exibição de filmes e ...

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    No audiovisual capixaba, 80% dos recursos públicos vão para homens e brancos

    Foto: Getty Imagens Um levantamento feito pela produtora cultural Maria Grijó aponta a pouca diversidade entre os selecionados nos editais de audiovisual apoiados pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult). Com base nos dados da própria Secult referente aos contemplados entre 2009 e 2016, utilizando as categorias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para gênero (feminino e masculino) e raça (branca, preta, parda, indígena e amarela), a análise indica a predominância de pessoas brancas e do sexo masculino em relação a mulheres e pessoas pretas e pardas. Do Século Diário  Na análise há dois recortes: o de número de pessoas/entidades contempladas e do valor total disponibilizado. Em termos de raça, 80% das produções e 85% do orçamento foram disponibilizados para pessoas brancas, contra 15% e 13% para pessoas pretas ou pardas. O restante foi direcionado a produções coletivas, mistas ou não identificadas. Na análise de gênero, 72% das produções e ...

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    ‘O debate sobre ações afirmativas no audiovisual é inevitável’

    Logo em seus primeiros meses de existência, o Coletivo Damballa, focado no cinema negro, já está dando o que falar. Repercutiu no meio cultural a carta de repúdio lançada pelo grupo e outras organizações questionando uma situação ocorrida numa banca de seleção na área audiovisual para os editais estaduais do Funcultura. Do Seculo Diário O próximo passo, que na verdade corresponde ao evento de lançamento público do coletivo, é a realização do encontro “Ações Afirmativas no Audiovisual Capixaba”, que acontece quarta-feira (28), às 19h no Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas”, o Mucane, no Centro de Vitória. Foto: Vitor Taveira A programação incluirá a exibição de quatro curta-metragens produzidos por cineastas negros e negras capixabas, seguida de um bate-papo de apresentação do coletivo, articulação com pessoas e grupos presentes e o início de um debate sobre ações afirmativas. O evento surge com respaldo dos dados divulgados recentemente pela Agência ...

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