Tag: Cais do Valongo

    Rio de Janeiro - O Cais do Valongo, principal porto de entrada de escravos nas Américas é reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco (Fernando Frazão/Agência Brasil).

    Sítio arqueológico Cais do Valongo é declarado Patrimônio Mundial pela Unesco

    O Cais do Valongo, maior porto de entrada de negros escravizados na América Latina, recebeu nesta sexta-feira (23) o título de Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O sítio arqueológico fica na zona portuária do Rio de Janeiro e foi descoberto em 2011, durante escavações das obras do Porto Maravilha. por Jéssica Antunes da  Agência Brasil Cais do Valongo, na região central do Rio (Tomaz Silva:Agência Brasil) Para a representante da Unesco no Brasil, Marlova Noleto, a entrega do título não se trata de um prêmio, mas de uma forma de reforçar a responsabilidade do Poder Público em preservar a memória e cultura afro-brasileira. “Relembrar a importância do conhecimento da história para superar a discriminação e desigualdades é fundamental e esse sítio sensível só tem comparação, em paralelo, com o sítio do Holocausto. São eventos da história e da ...

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    Alexandre Brum / Agência O Dia

    Cais do Valongo é tombado pelo estado

    Sítio arqueológico já era patrimônio cultural, histórico e da Humanidade no O Dia Alexandre Brum : Agência O Dia O tombamento do Cais do Valongo, patrimônio histórico e cultural do estado do Rio e principal porto de entrada de escravos africanos no Brasil, foi assinado nesta segunda-feira pelo governador Pezão, na abertura da exposição 'Cartografia da Africanidade Fluminense', na Casa França-Brasil. Representantes da cultura e religião africana, como os Filhos de Gandhi, estiveram na cerimônia. Estima-se que, pelo Cais do Valongo, na Região Portuária, mais de 500 mil africanos desembarcaram na primeira metade do século 19. Em 1843, o lugar foi remodelado para receber a noiva do imperador, Teresa Cristina de Bourbon, e passou a se chamar Cais da Imperatriz. Com as reformas da cidade no século passado, a área foi aterrada, sendo descoberta na revitalização da Região Portuária. Em junho, o local foi declarado pela ...

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    Cais do Valongo: Um alerta á sociedade e ao movimento negro

    Por Giovanni Harvey* Do Mama Press [email protected] [email protected], como alguns devem ter percebido, estou ausente das redes sociais há algum tempo em função de compromissos profissionais que me exigem dedicação integral.   Esta postagem tem, neste contexto, dois propósitos: 1 – O primeiro propósito é externar a minha Gratidão aos que me citaram, sabedores do meu interesse e engajamento, em função do reconhecimento do Cais do Valongo como Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Giovanni Harvey O “novo status” concedido ao Cais do Valongo, resultado da contribuição de vários atores sociais, nacionais e internacionais, tem um grande significado para a História do Brasil e para a História da Humanidade. O Cais do Valongo pertence a Humanidade mas cabe a nós brasileiros a responsabilidade de cuidar dele e de fazer com os demais locais que nos permitem compreender a extensão do seu significado tenham condições de receber pessoas de todas as partes ...

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    Cais do Valongo é reconhecido como Patrimônio Mundial Cultural

    O Cais do Valongo conquistou neste domingo o título de Patrimônio Mundial Cultural concedido pela Unesco. Descoberto em 2011, durante as obras de revitalização da Zona Portuária, o sítio arqueológico é considerado um dos mais importantes testemunhos da diáspora africana localizados fora da África. No passado, a região foi o principal porto de entrada de escravos nas Américas — aproximadamente dois milhões desembarcaram ali entre 1811 e 1843. E, agora, com o reconhecimento internacional, diz Kátia Bogéa, presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o cais equipara-se a lugares como a cidade de Hiroshima, no Japão, e o Campo de Concentração de Auschwitz, na Polônia, classificados como locais de memória e sofrimento. no Extra — Com tantos problemas no Brasil, conseguir dar uma lição na intolerância é emocionante. Existem 11 lugares no mundo reconhecidos como sítios de memória afetiva. Estamos na mesma categoria de Hiroshima e Auschwitz. ...

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    projeto "Ebook sobre a Região Portuária. Cais da Princesa

    Seminário Mauá 360 – Cais do Valongo

    O Museu do Amanhã, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e os Consulados dos Estados Unidos e da França realizam no dia 27 de junho, o Seminário Mauá 360 - Cais do Valongo que nesta edição, tem como objetivo dar maior visibilidade às reflexões urgentes reforçadas pela candidatura a Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) do Cais do Valongo - esse importante local de memória da matriz africana nas Américas. projeto "Ebook sobre a Região Portuária. Cais da Princesa Do Museu do Amanha Confira a programação completa aqui. Inscreva-se ao final da página O Brasil recebeu cerca de quatro milhões de escravos nos mais de três séculos de duração do regime escravagista, 40% de todos os africanos que chegaram vivos nas Américas, entre os séculos XVI e XIX. Destes, aproximadamente 60% entraram pelo Rio de Janeiro, sendo ...

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    Avança candidatura do Cais do Valongo a patrimônio mundial

    Por ser o único ponto de desembarque do tráfico negreiro que restou preservado, o Cais do Valongo, já declarado patrimônio carioca e nacional, deve se tornar patrimônio mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Em setembro, uma comissão do órgão vistoriou o antigo atracadouro e a expectativa é de que em maio o Brasil saiba se são suficientes as condições apresentadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em um dossiê de 400 páginas. A decisão final será anunciada em junho de 2017. por Isabela Vieira na Agência Brasil A vista para um longo vale entre os morros da Conceição e do Livramento era o que aguardava os sobreviventes que desembarcaram no Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, depois de uma viagem degradante entre a África e o Brasil, entre 1774 e 1843. Das 4 milhões de pessoas escravizadas ...

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    Cais do Valongo é candidato a Patrimônio da Humanidade

    Local já foi porta de entrada de africanos escravizados entre os séculos XVI e XIX No Brasil.gov Porta de entrada no Brasil de milhões de africanos escravizados, o Cais do Valongo, no Rio de Janeiro (RJ), teve sua candidatura a Patrimônio da Humanidade aceita pelo Centro de Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O dossiê da candidatura, elaborado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (Iphan) e pela Prefeitura do Rio de Janeiro, foi aceito em março deste ano. O material servirá como base para o trabalho da equipe do representante da Unesco, o arquiteto e arqueólogo argentino Daniel Schávelzon, que visitará a região portuária e o Cais do Valongo. O presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo, falou sobre a ressignificação do Cais do Valongo. "Temos centros históricos que contêm o magnífico patrimônio brasileiro e, no caso do Rio ...

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    Cais do Valongo é candidato a Patrimônio da Humanidade

    Principal porto de entrada de africanos escravizados noBrasil e nas Américas, o Cais do Valongo, no Rio de Janeiro (RJ), teve sua candidatura aceita pelo Centro do Patrimônio Mundial para ser reconhecido como Patrimônio da Humanidade. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro receberam comunicado da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, informando que aceitou o dossiê da candidatura como completo e apto a iniciar os trâmites de análise por suas instâncias técnicas. Do Jornal do Brasil  Elaborado pelo Iphan e a Prefeitura do Rio de Janeiro, com o aporte de um qualificado corpo de especialistas contratados, o dossiê servirá como base para o trabalho de uma missão de avaliação, formada por representantes dos órgãos consultivos da Unesco, que visitará a região portuária e o ...

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    Rio conclui revitalização de circuito da herança africana na zona portuária

    A prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou hoje (30) a sexta e última obra do circuito histórico e arqueológico da celebração da herança africana, na zona portuária da cidade. A Praça dos Estivadores é hoje chamada assim porque fica em frente à antiga sede do Sindicato dos Estivadores, mas antes disso abrigava uma área de venda de escravos, chamada de Largo do Depósito. por Vitor Abdala na Agência Brasil “Por aqui entraram as pessoas escravizadas. Elas chegavam aqui e vinham para esse espaço para serem depositadas e comercializadas”, conta o presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo. O circuito agrega locais que fazem parte da história da escravidão e da cultura dos negros no Rio de Janeiro. A praça se junta a outros pontos do circuito já inaugurados, como o Cais do Valongo, onde chegavam os escravos, a Pedra do Sal, onde o sal era descarregado pelos escravos ...

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    Iphan quer incluir Cais do Valongo como patrimônio da humanidade

    Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) deu início hoje (30) à elaboração de um dossiê técnico para reconhecer a candidatura do Cais do Valongo como patrimônio cultural da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). A candidatura faz parte do reconhecimento das matrizes africanas do Rio, expressa no Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana. O dossiê é preparado em conjunto com a prefeitura do Rio. O Cais do Valongo foi construído em 1811 para concentrar o comércio de escravos. Até a proibição do tráfico negreiro, em 1831, ingressaram no país de 500 mil a 1 milhão de africanos trazidos para serem escravizados. A presidenta do Iphan, Jurema de Souza Machado, ressaltou a importância de se classificar o Valongo como patrimônio mundial. “A Unesco tem uma convenção que trata do patrimônio da ...

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    Cais do Valongo busca reconhecimento da Unesco

    Dossiê do patrimônio internacional começa a ser elaborado amanhã POR SIMONE CANDIDA   RIO - Já declarado patrimônio carioca e nacional, o Cais do Valongo, na Zona Portuária, está prestes a obter mais um reconhecimento. Nesta terça-feira, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a prefeitura começarão a elaborar o dossiê técnico para a candidatura do Cais do Valongo ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O primeiro passo ocorreu em janeiro, quando a proposta de candidatura foi aceita pela entidade. Revelado em 2011 durante as obras de revitalização da Zona Portuária, o Valongo tornou-se monumento emblemático da cultura negra no país. Lá desembarcaram mais de 500 mil negros escravizados, entre 1811 e 1843, vindos, em sua maioria, do Congo e de Angola. O pedido de inclusão na lista da Unesco ocorre justamente ...

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    Pretos Novos

    Cemitério dos Pretos Novos :Um genocídio acidentalmente descoberto e vergonhosamente recordado

    Muito se sabe sobre as duras penas a que eram submetidos os escravos, em vida. Pouco se sabe, porém, sobre o triste fim desses negros, responsáveis pela construção do país. Por tanto tempo, os restos mortais desses africanos estiveram esquecidos, enterrados, até que, em 1996, um casal que mora no histórico bairro da Gamboa, no Rio de Janeiro, resolveu reformar a casa onde moravam e descobriram uma enorme quantidade de ossos sob o chão. Conheça mais sobre o Cemitério dos Pretos Novos!

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    Achados arqueológicos do Cais do Valongo estão abandonados em terreno no Porto

    Considerado um dos mais ricos e completos acervos sobre negros escravos já descoberto no país, o material recolhido ano passado pela equipe de arqueólogos do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) nas escavações do Cais do Valongo, na Zona Portuária, está há pelo menos três meses depositado em contêineres, sem maiores cuidados, na Rua Camerino. Como informou a coluna Gente Boa, do GLOBO, o trabalho de limpeza e catalogação das peças, que seria feito no Museu Nacional, sequer começou. O local de campo, transferido da Rua Sacadura Cabral para a Praça dos Estivadores, na Rua Camerino, encontra-se cercado por tapumes e trancado. Na área, que não é totalmente coberta, há pelo menos quatro esteiras e sete contêineres repletos de material recolhido no subsolo da Rua Sacadura Cabral e adjacências. Dentro desse espaço, que parece um canteiro de obras, ainda há peças guardadas em sacos, deixados no ...

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    Complexo do Valongo: Ossos que falam

    Enviado por Mariluce Moura para o Portal Geledés Escavações na zona portuária do Rio de Janeiro revelam retrato pouco conhecido da escravidão por Carlos Haag O Instituto Nacional de Criminalística estabelece uma série de procedimentos para se investigar um crime: o reconhecimento, que delimita a extensão da cena do crime e a preserva; a documentação cuidadosa e a observação científica do lugar; a procura de provas e evidências a serem coletadas; a análise científica num laboratório das provas recolhidas pelo perito. É na junção dessas áreas que se encontra a solução de, por exemplo, um assassinato. Seria possível usar os mesmos procedimentos para "desvendar" um crime cometido há vários séculos, com milhões de vítimas? Pesquisas recentes feitas em universidades brasileiras indicam que a adoção da mesma interdisciplinaridade, reunindo historiadores, arqueólogos, geneticistas (paleogenéticos) e patologistas, poderá, enfim, dar conta de um dos maiores crimes já cometidos: a escravidão. "Para se entender a ...

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    Escravos que não sobreviviam após a sua chegada eram enterrados num cemitério no Rio de Janeiro

    Cemitério de escravos africanos

    Escravos que não sobreviviam após a sua chegada eram enterrados num cemitério no Rio de Janeiro "Esse cemitério é único no Brasil até o momento. É um ícone da exploração da escravidão. Eles eram postos de quarentena e aqueles que não sobreviviam eram enterrados nesse pequeno cemitério." Mais pormenores das ligações históricas entre o Brasil e África deverão ser conhecidos como resultado de estudos que vão ser efectuados no local de um cemitério de escravos no Rio de Janeiro. Centenas de milhar de africanos foram levados para Brasil e outras zonas das américas e uma grande parte deles era proveniente de zonas que fazem hoje parte de Angola. Para tentar conhecer mais pormenores dos escravos levados para o Brasil o Instituto de Pesquisa Memória Pretos Novos (IPN) inicia, neste mês Outubro, uma sondagem no solo do sítio arqueológico "Cemitério dos Pretos Novos", localizado no bairro da Gamboa, no centro da ...

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