quinta-feira, março 4, 2021

Tag: Carl Hart

Carl Hart (Foto Harper Collins)

Álcool e cafeína são as drogas mais consumidas durante a pandemia, diz neurocientista Carl Hart

Álcool e cafeína são as drogas mais consumidas durante a pandemia, afirma o neurocientista americano Carl Hart — lembrando que a cafeína não está presente apenas no café e na barra de chocolate, mas também em analgésicos e inibidores de apetite. No entanto, para quem acha que, findo o isolamento, haverá um número maior de alcoólatras e viciados em pílulas para emagrecer, Hart dá um freio. Para o professor do departamento de Psicologia e Psiquiatria da Universidade Columbia, em Nova York, o maior consumo dessas substâncias não implicará dependência pós-covid. Mas ele não duvida que essas drogas venham a ser acusadas de degringolar ainda mais a sociedade para tirar o foco da inabilidade dos governos de lidar com os problemas socioeconômicos advindos da pandemia. Seria assim, em qualquer tempo e crise, com a cocaína, o crack e os opioides — estes últimos apontados como um dos fatores da redução gradativa ...

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Verdadeiros culpados pelo tráfico de drogas são protegidos da mídia brasileira

Carl Hart, neurocientista e especialista em drogas: "mídia brasileira esconde os verdadeiros responsáveis pelo tráfico" Do Pragmatismo Politico  O Brasil continua atraindo holofotes. Outrora pela Copa do Mundo e Olimpíadas, agora pelo o caos político e a violência generalizada, uma diretamente ligada a outra, inclusive. A situação é tão ruim, as políticas públicas são tão equivocadas, que o Rio – especialmente – virou um lugar em que todo bom pesquisador de política de drogas precisa fazer pelo menos uma peregrinação na sua carreira. Para o professor de neurociência da Universidade Columbia, Carl Hart, esta já é a sexta. Desta vez, Hart se encontrou com jovens que integram o Movimentos – um grupo de jovens de várias favelas e periferias do Brasil que acredita que uma nova política de drogas é urgente e precisa ser discutida com eles, que sofrem o impacto direto da “guerra às drogas”. O papo foi no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro, na última sexta feira (08). “Nós somos a população que mais morre em circunstância ...

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‘Antes de mudar a política de drogas, temos que aprender tudo sobre elas

Para neurocientista Carl Hart, da Universidade de Columbia criminalização das drogas mantém sistema discriminatório e ignorância sobre tema. "As pessoas não entendem o que as drogas fazem" por Gabriel Valery, da RBA  "As pessoas não entendem o que as drogas fazem, por isso são contra que outras usem. Tudo que ouvimos sobre drogas e sobre os usuários são informações erradas. Antes de mudar a política de drogas, temos que aprender tudo sobre elas. Não temos como pensar em melhorar o trato às drogas sem conhecimentos básicos". A avaliação é do neurocientista e professor da universidade de Columbia, em Nova York, Carl Hart. Hart esteve nesta quarta-feira (13) na organização comunitária Aparelha Luzia, no bairro de Campos Elísios, região central de São Paulo, onde participou de um encontro organizado pelo coletivo de jovens moradores de favelas Movimentos. Primeiro negro a ocupar tal cadeira na instituição, o pesquisador é um dos nomes mais importantes ...

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Tratamento obrigatório para viciados em crack é ação ‘ridícula’, diz neurocientista americano

Internar usuários de drogas à força, como a gestão João Doria (PSDB) solicitou à Justiça, é uma ação "ridícula" que não resolverá o problema da cracolândia em São Paulo, avalia o neurocientista Carl Hart, professor titular da Universidade de Columbia, em Nova York (EUA). Por Thiago Guimarães, da BBC Área da cracolândia paulistana durante e após megaoperação nesta semana; governo municipal e estadual dizem que ação será acompanhada por medidas em saúde e assistência Para Hart, que estuda drogas há mais de 20 anos, é preciso descobrir quem de fato é viciado entre frequentadores desses espaços e, depois, desenvolver tratamentos individuais para os dependentes químicos. "Embora usem crack, muitas pessoas não são viciadas e têm outros problemas: psiquiátricos, relacionados à pobreza. Precisamos descobrir exatamente o problema de cada pessoa, e isso demandaria grande comprometimento e mais inteligência na abordagem", afirmou Hart à BBC Brasil. Procurada pela reportagem, a Prefeitura de São ...

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Em Salvador, “negros parecem estar nas mãos de pessoas brancas”, diz Carl Hart

Neurocientista esteve em Salvador nesta semana em evento da Iniciativa Negra por Nova Polícia Sobre Drogas Por Diogo Costa e Thiago Freire, do Correio 24 Horas  Pesquisador das drogas há mais de 23 anos, o neurocientista Carl Hart, 48, esteve em Salvador na última semana para uma série de debates com a Iniciativa Negra por uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD). Nascido em Miami, cidade localizada no estado americano da Flórida, tornou-se professor da universidade de Colúmbia, em Nova York (EUA), onde desenvolveu grande parte das suas pesquisas sobre o tema. Longe do pensamento binário que relaciona a questão das drogas a saúde e segurança pública, Hart acredita existir um outro viés, que ele conta em entrevista concedida ao CORREIO durante a sua passagem por Salvador. Sobre a cidade, seu sentimento é ambíguo. Você estuda as drogas há mais de 23 anos. Como surgiu o interesse por estudá-las? O interesse era ...

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“Brasil vive apartheid e culpam as drogas”, diz Carl Hart

Primeiro neurocientista negro a se tornar professor titular da universidade de Columbia, em Nova York (EUA), autor do livro Um Preço Muito Alto: a jornada de um neurocientista que desafia nossa visão sobre as drogas, o pesquisador norte-americano Carl Hart, 48, deixa, nesta quinta-feira, 3, Salvador, após cumprir três dias de uma agenda de compromissos com a Iniciativa Negra por Uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD) e o governo  estadual, por meio das secretarias da Justiça e Direitos Humanos e da Segurança Pública. Nessa entrevista exclusiva ao A TARDE, na segunda passagem pela capital baiana, Hart fala  sobre o trabalho que vem desenvolvendo em relação à política mundial antidrogas (na visão dele "uma política enganadora"). Por Franco Adailton, do A Tarde  Quais são suas principais ideias sobre a política de drogas  no mundo? É uma pergunta ampla. Escrevi um livro inteiro sobre isso. As políticas de drogas são diferentes a depender ...

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Descriminalização das drogas: por que mudei de opinião

Desde muito cedo me interesso pelo tema das drogas na sociedade atual. Venho de uma família de nordestinos que partiu de cidades perdidas no mapa e se consolidou na capital do Brasil em suas primeiras décadas. Uma família que conseguiu se organizar e ascender socialmente nessa selva obedecendo a princípios cristãos. Por Leonardo Ortegal Enviado para o Portal Geledes A ética do trabalho duro assalariado, a caridade e a sobriedade sempre estiveram presentes nessa história, e certamente foram fundamentais para essa ascensão, e também para gerar uma sensação de que é sempre possível vencer, basta acreditar e dar o seu máximo. Aprendi com minha família a me divertir intensamente sem qualquer tipo de droga, a valorizar o esporte (embora nunca tenha sido bom neles.. rsrs) e a competitividade que ele geralmente carrega. Acredito que esse histórico, por si só, já explica uma parte da minha visão negativa das drogas. Outra parte se explica quando as primeiras ideias revolucionárias alcançaram ...

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Photograph © Beowulf Sheehan www.beowulfsheehan.com

Carl Hart esclarece o episódio do hotel

Quando voltou ao seu quarto de hotel, no Tivoli Mofarrej, na noite de sexta feira, dia 28, Carl Hart não acreditou no que viu. Seu nome por toda a internet brasileira e centenas de emails prestando solidariedade por conta da discriminação que sofreu em São Paulo. Uma discriminação que ele simplesmente não tomou conhecimento. Surpreso com a repercussão, Carl Hart esclarece que, ao contrário do que dezenas de textos na imprensa divulgaram, não foi barrado na porta do hotel. E sua declaração sobre o abismo racial no Brasil durante a palestra no Seminário Internacional de Ciências Criminais, no mesmo hotel, não se relacionava com qualquer constrangimento que ele tenha sofrido. Mas com algo, em sua opinião, ainda mais grave: o racismo estrutural brasileiro. Que não recebe qualquer destaque, nem indignação pública, quando dirigido a pessoas sem o destaque ou a posição que ele ocupa. Por Bruno Torturra, do Fluxo  Falando pela primeira ...

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Negro doutor barrado em hotel “vira” neurocientista com dreads e tres dentes de ouro

Será que o porteiro do hotel Tivoli Mofarrej na capital paulista, pediu para o neurocientista Carl Hart abrir sua boca e mostrar seus dentes, antes dele entrar no recinto para dar sua conferência? por Rosane Aurore e Marcos Romão, do Mamapress Katherine Dunham 1950 “Carl Hart é negro e veio a São Paulo palestrar sobre a guerra às drogas e como ela é usada para marginalizar e excluir parte da população. Antes de se tornar um cientista respeitado, com três pós-doutorados, e um dos maiores nomes sobre o estudo de drogas, era usuário de crack. Ele decidiu tornar-se especialista nos efeito do crack para entender como a droga tinha destruído sua comunidade. E virou um neurocientista, com seus dreads e os três dentes de ouro.” A notícia começou na redação da mídia Justificando, espalhando-se viroticamente nas redes sociais. Blogs e portais repetiram a matéria da discriminação racial, sofrida pelo negro Carl Hart, ...

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“Olhem para o lado, vejam quantos negros estão aqui. Vocês deviam ter vergonha”

Professor da Universidade de Columbia, neurocientista e referência no estudo sobre drogas, Carl Hart – que é negro e tem dreadlocks – foi barrado pelos seguranças do hotel Tivoli Mofarrej, na capital paulista, onde participa de seminário sobre ciências criminais; ao abrir sua palestra, pesquisador evidenciou o racismo Do Revista Fórum Pouco antes de ministrar uma palestra sobre guerra às drogas e como ela marginaliza parte da população (principalmente a negra), o neurocientista norte-americano Carl Hart sentiu na pele os efeitos da exclusão. Na manhã desta sexta-feira (28), ele foi barrado na portaria do hotel cinco estrelas Tivoli Mofarrej, na capital paulista, onde participa do Seminário Internacional do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. Carl é negro, usa cabelos ao estilo ‘dreadlocks’ e possui dois dentes de ouro. Professor associado de psicologia e psiquiatria da Universidade de Columbia, o PhD em neurociência é referência nos estudos sobre drogas e seus efeitos ...

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Carl Hart – Crack – É possível entender

A convite do CESeC (Centro de Estudos de Sociedade e Cidadania) da Universidade Candido Mendes, o neurocientista Carl Hart veio ao Brasil pela primeira vez. Professor da Universidade de Columbia em Nova York tornou-se uma referência na pesquisa sobre hábitos de uso e abusos de drogas por sua abordagem que combina a leitura científica, política e social do problema das drogas. Particularmente do crack. Ele veio ao país para uma série de conferências, palestras, encontros e pesquisa de campo. Conheceu de acadêmicos a usuários de crack em situação de rua. De ativistas a nomes das política nacional. Falou com a mídia e viu como ela ainda segue refém de velhos e ultrapassados conceitos. E para lançar a edição brasileira de seu livro "Um Preço Muito Alto", um relato autobiográfico e científico sobre como sua juventude no gueto, envolvido com o crime e as drogas, moldaram sua visão acadêmica e política ...

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Carl Hart: o “problema” da guerra às drogas no Brasil me lembra o Apartheid

Neurocientista afirma que a repressão diária aos moradores de favelas "como se fossem território inimigo" mostra que Brasil vive em estado de emergência. Por:Isabela Palhares Na última terça-feira (13/05), o neurocientista e professor de Psicologia e Psiquiatria da Universidade de Columbia nos Estados Unidos, Carl Hart esteve presente no debate Drogas e Saúde na casa Matilha Cultural em São Paulo. Conhecido pelo seu trabalho sobre o vício e o abuso de drogas, Hart apontou para as questões polemicas que costuma abordar em suas pesquisas. Como o primeiro negro a se tornar professor de ciências na Universidade de Columbia, desde pequeno vive entre contradições. Nasceu pobre em periferia além de ter usado e traficado drogas. No decorrer de sua vida, graças a programas sociais, iniciou os estudos em neurociência e tornou-se doutor. Assustado com os preconceitos sociais e raciais de seu país, começou a questionar as opiniões cristalizadas da sociedade e ...

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Carl Hart critica a internação compulsória de usuários de drogas

Ainda no Brasil, discutindo as políticas de combate as drogas aplicadas nos Estados Unidos e no mundo, o neurocientista estadunidense Carl Hart defende a informação como um meio de reduzir e discutir o consumo de drogas, e afirma ser contra a internação compulsória: "Não importa se é legal ou ilegal, o que importa é que não é ético", afirma Hart. Para ele a redução de danos é mais benéfica que a guerra às drogas: "A política de combate só é benéfica para aumentar os orçamentos de segurança e favorecer aqueles ligados a essa indústria. Dizer que o crack é responsável pela criminalidade é mentir. No Brasil, antes da invasão das drogas, os moradores de favela frequentavam a universidade? As drogas podem exacerbar vários problemas, mas não são as causadoras", afirma O primeiro neurocientista negro e professor titular da Universidade de Columbia, e um dos maiores especialistas sobre o uso de drogas ...

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