segunda-feira, setembro 21, 2020

    Tag: cotas raciais

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    Federal de Pelotas indicia 24 alunos por fraude no sistema de cotas para negros na UFPel (RS)

    Estudantes têm 72 horas para comprovar o direito às vagas no sistema de cotas para negros POR MARTA SZPACENKOPF, do O Globo  A comissão responsável por investigar a denúncia de fraudes no sistema de cotas para negros e indígenas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul, recomendou o desligamento de 24 dos 27 alunos denunciados. A decisão da primeira etapa do processo de investigação foi comunicada ontem para a coordenação do curso, encarregada de notificar os alunos. Os estudantes têm agora 72 horas para entrar com recurso da decisão com documentos que possam comprovar o direito às vagas. Os recursos serão avaliados pelas bancadas que compõem a comissão de investigação e, em três semanas, deve ser emitida a decisão final. — Queremos dar uma resposta exemplar para a sociedade. Estamos sendo rigorosos com a autodeclaração dos candidatos que ingressaram entre 2013.2 e ...

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    Coletivo negro de medicina emite nota contra o Fantástico

    Por Pedro Borges Do Alma Preta O Coletivo Negrex emitiu nota de repúdio ao programa Fantástico, pela reportagem sobre cotas que foi ao ar no dia 16 de Outubro, domingo. Veja abaixo a nota na íntegra: É com grande indignação que o coletivo NegreX de estudantes negras e negros da Medicina repudia, por meio desta, a reportagem acerca de fraudes no sistema de cotas em instituições públicas de ensino superior, exibida no dia 16 de outubro de 2016 pelo programa Fantástico da emissora Rede Globo. Extremamente tendenciosa, a reportagem se utilizou do mito da democracia racial para tratar o problema das fraudes nas cotas raciais como irremediável, respaldando a afroconveniência de estudantes fraudadores, bem como, questionando a validade das denúncias realizadas. A reportagem foi um grande desserviço a toda mobilização e luta do povo negro para ocupar um espaço que lhe é de DIREITO nas universidades. Os responsáveis pela lamentável matéria ...

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    Cotistas denunciam discriminação na Ufes

    Entre os relatos há até separação de turmas para não cotistas Autor: Wesley Ribeiro, do Gazeta Online  Eles superaram o ensino precário das escolas públicas, as dificuldades financeiras e conseguiram ingressar em uma universidade federal. Neste ano, 1.439 cotistas foram aprovados no vestibular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), mas engana-se quem pensa que a luta acabou. Hoje, eles lutam contra o preconceito. A situação é tão alarmante que uma turma, que não entrou na Ufes neste ano, já foi até separada entre cotistas e não cotistas. A divisão aconteceu quando o Departamento de Arquitetura e Urbanismo dividiu as turmas de primeiro período em aulas laboratoriais de Geometria Gráfica 1, Desenho Artístico 1 e Composição Bidimensional. O relato é do aluno João Victor dos Santos, de 22 anos. Ele faz parte do grupo Coletivo Negrada, uma organização de estudantes que, na ocasião, publicou uma nota de repúdio contra a ...

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    USP discute a presença negra no Ensino Superior

    Estudantes, ativistas, professores, futuros universitários se reúnem para discutir a presença negra no ensino superior. O II Simpósio GENERA é promovido pelo Núcleo de Pesquisa de Gênero e Raça (GENERA), da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP  e pretende contribuir com o debate sobre as relações raciais e de gênero nas faculdades e universidades brasileiras, discutindo assuntos como  acesso ao ensino superior e permanência estudantil, racismo institucional na educação superior,  e professoras(es) e pesquisadoras(es) negros no ensino superior. Por Silvia Nascimento Do Mundo Negro Nas últimas décadas, políticas afirmativas vêm sendo discutidas e implementadas, porém ainda permanece uma grande desigualdade no ingresso de negros na universidade. Dados do Relatório de Avaliação Socioeconômica da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), apontam que a porcentagem de estudantes negros aprovados na USP diminuiu de 2015 para 2016; em 2015, o total de pretos ingressantes na universidade foi 391 ou 3,5% do total. ...

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    Conheça 7 mitos sobre as cotas raciais

    As políticas afirmativas têm muitos opositores, mas será que eles têm razão em suas críticas? Do Brasil As cotas sociorraciais nas universidades públicas já são uma realidade há pelo menos uma década e ganharam, em 2012, o impulso da Lei de Cotas, que em 2016 reservará 50% das vagas para estudantes negros e oriundos da escola pública.  No entanto, muitos ainda insistem em criticar esse instrumento de inclusão social e reparação de dívidas históricas do país. E nem sempre usando argumentos muito confiáveis. Veja alguns dos mitos sobre as cotas sociais e raciais: 1. Cotas são inconstitucionais e ferem o princípio da igualdade Não foi assim que entendeu o STF (Supremo Tribunal Federal). Em 2012, a corte rejeitou por votação unânime uma ação contra o programa de cotas raciais da UnB. Os ministros entenderam que ações afirmativas, longe de criarem qualquer discriminação, são fatores de correção de desigualdades históricas. Isso porque ...

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    Após protestos, UFRGS descarta alteração em sistema de cotas

    Mudança ainda tirava opção de cotistas concorrerem pelo acesso universal. Universidade manterá sistema de vestibular; duas alterações serão votadas. Do G1 Após protestos de estudantes na última semana, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) desistiu de realizar mudanças no sistema de cotas. A instituição deve manter a opção de ingresso para quem concluiu o ensino médio em escola pública de concorrer concomitantemente no acesso universal e por cotas, como é realizado atualmente o vestibular. Os alunos, que ocupam a reitoria da UFRGS desde a última quinta-feira (22), liberaram o acesso dos membros do Conselho Universitário (Consun) ao prédio. No entanto, uma liminar judicial impediu que a emenda feita ao parecer que mudava o sistema de ingresso de cotistas fosse votada nesta terça-feira (27). Para os alunos, as mudanças seriam uma forma de reduzir o número de cotistas. Outras duas propostas, elaboradas pela pró-reitoria de graduação da universidade, ainda ...

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    22/09/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Estudantes da ufrgs ocupam reitoria contra novo programa de cotas. Foto: Guilherme Santos/Sul21

    Estudantes e movimento negro ocupam reitoria da UFRGS contra mudanças na política de cotas

    O saguão da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi ocupado, na tarde desta quinta-feira (22), por dezenas de estudantes e jovens militantes do movimento negro contrários ao Parecer 239/2016, que restringe o acesso de cotistas à instituição. Previsto para ser votado na manhã de sexta-feira (23) pelo Conselho Universitário, o parecer elaborado pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) modifica o regime de concorrência para cotistas, determinando que o estudante precise escolher entre se inscrever como cotista ou tentar entrar por acesso universal. Por Débora Fogliatto Do Sul21 Atualmente, quando um candidato que tem direito a cota atinge uma média suficientemente alta para entrar no curso por acesso universal, ele “libera” a vaga para um cotista de média mais baixa. Com isso, no último ano, mais de 400 estudantes que são oriundos de escolas públicas entraram pelo acesso universal. “Tem entrado cerca de 60% de estudantes egressos de escola pública, ...

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    Mais de 40 candidatos não negros tentaram ser diplomata pelas cotas raciais

    Quarenta e sete candidatos que se declararam negros foram desclassificados do concurso para diplomata do Itamaraty, para concorrer as seis vagas reservadas ao sistema de cotas raciais do concurso. De acordo com o resultado da verificação da autodeclaração, divulgado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), o fenótipo dos inscritos não foram confirmados de acordo com a Lei 12.990, de 2014, que regra a reserva de vagas para a minoria racial. Desde 2 de agosto deste ano, O Ministério do Planejamento divulgou nova orientação normativa para assegurar a veracidade da autodeclaração de candidatos que concorrem às vagas reservadas a negros ou pardos. Agora, os candidatos deverão comparecer pessoalmente frente à comissão avaliadora para terem seu fenótipo analisado. Os editais dos concursos públicos ainda deverão prever e detalhar os métodos de verificação a serem adotados por uma comissão deliberativa. Deverá, por exemplo, ser ...

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    ADCO292 BSB - 01/09/2016 - COTAS / UNIVERSIDADE (ESPECIAL EMBARGO METROPOLE) - METROPOLE - PERSONAGENS: Rahul Oliveira (de camisa vermelha cavannaque e bigode), Angelo Costa (de cavanhaque SEM Bigode) Leonardo Silva (de camisa branca) para materia sobre cotas na Universidade, no Instituto de Ciência Biológicas da UnB, em Brasilia. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO

    1ª geração cotista relata preconceito e choque de realidade

    Doutor da UNB com formação internacional passou fome; analista lembra que se tornou ‘invisível’ e gestor ainda luta para estudar Por Luiz Fernando Toledo Do Estadão BRASÍLIA - Para ilustrar a trajetória dos estudantes cotistas, o Estado foi atrás dos ex-alunos da primeira geração de cotas no Brasil, na Universidade de Brasília (UnB). No vestibular de julho de 2004, em decisão inédita, a UnB aprovou 20% de suas vagas (392, no total) para estudantes negros. Entre eles estava Rhaul de Oliveira, de 29 anos, hoje professor no Instituto de Ciências Biológicas na mesma instituição. “Demorei muito a entender o que significa eu estar ali”, conta. Oito anos depois de se formar, Oliveira acumula títulos: emendou um mestrado em Toxicologia e Ecotoxicologia na Universidade de Aveiro, em Portugal. Em seguida, no doutorado, também passou pela Wageningen University, na Holanda, e pelo Instituto Asiático de Tecnologia, na Tailândia. Até a vida da família mudou: ...

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    Como evitar fraudes nas cotas raciais?

    Representantes do movimento negro debatem resolução do Ministério do Planejamento sobre a aferição da autodeclaração nas cotas raciais em concursos por Tory Oliveira, da Carta Capital  Publicada em 2 de agosto no Diário Oficial, uma instrução normativa do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão definiu novas regras para analisar a veracidade da autodeclaração racial prestada por candidatos às vagas reservadas para cotistas em concursos públicos. A partir de agora, aqueles que optarem por concorrer pelo sistema de cotas raciais serão analisados por uma comissão responsável por avaliar presencialmente os “aspectos fenotípicos do candidato", ou seja, características aparentes como cor de pele e de cabelo. Até então, bastava a autoidentificação do candidato. O objetivo dessa segunda checagem seria evitar fraudes, isto é, impedir que pessoas que não são negras se apropriem dessas vagas. Em dezembro de 2015, o Ministério Público Federal apresentou uma ação civil pública contra cinco candidatos suspeitos de fraude na autodeclaração ...

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    As confusões ideológicas das cotas raciais

    A comissão que irá avaliar os candidatos cotistas para os concursos públicos dividiu o movimento negro. Parte dele embarcou no discurso de que se trata de uma armadilha do governo golpista para desmoralizar a política de cotas. Outra parte lembra que esta comissão não foi uma criação do governo Temer, mas uma proposta que já vinha sendo discutida pelo movimento negro. Por Dennis de Oliveira do Quilombo  O problema desta polêmica reside que as cotas raciais não são uma bandeira exclusiva da esquerda. Parte do conservadorismo pode também defender as cotas raciais. Isto porque, per si, as cotas raciais não dificultam a adoção de uma política econômica voltada aos interesses do capital rentista, nem tampouco a desregulação dos fluxos de capital e das relações de trabalho que são os eixos da política da direita hoje.  A oposição às cotas raciais é motivada. em boa parte, por uma camada aristocrática que se ...

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    “Autodeclaração é critério correto, mas não pode operar sozinho”

    Uma conversa sobre cotas raciais no serviço público com Antônio Teixeira, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Por DENISE MOTA,  da Preta, preto, pretinhos Preta, Preto, Pretinhos –  Em estudo do Ipea de 2013, verificou-se que em 4 Estados brasileiros já existia a cota para funcionários negros no serviço público desde 2002. Qual é o alcance da cota no Brasil neste momento? Antônio Teixeira – O que temos até agora, embora pequeno diante do fosso que separa brancos e negros no serviço público, não pode ser desprezado: foram reservadas 3.305 vagas para pretos e pardos até dezembro de 2015. Esse dado é resultado do monitoramento realizado pela Seppir – Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que analisou 108 editais entre setembro de 2014 e dezembro de 2015, em concursos que ofertaram 19.621 vagas no âmbito federal, estadual e municipal. A Seppir monitorava a ...

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    A comissão para analisar cotistas negros não tem nada a ver com “tribunal racial”. Por Marcos Sacramento

    A decisão do Governo Federal de exigir dos candidatos de concursos públicos a comprovação de que são negros, caso tenham optado pelas cotas raciais, provocou uma inusitada união entre esquerda e direita. Por Marcos Sacramento, do DCM  Tanto blogueiros progressistas quanto o reacionário Rodrigo Constantino desceram a lenha na instrução normativa que prevê uma comissão para avaliar o fenótipo do candidato. Os lados denunciam a criação de um “tribunal racial” e citam o nazismo e o apartheid para reforçar seus argumentos. Ambos estão equivocados, pois uma das principais reivindicações das entidades e coletivos do Movimento Negro é a implantação de mecanismos para evitar as fraudes na aplicação das cotas raciais em vestibulares e concursos públicos. A proposta de uma banca para avaliar se o candidato é realmente negro pode até soar polêmica, mas por enquanto é a forma mais razoável de impedir ou ao menos diminuir a ocorrência das fraudes, que ...

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    É preciso combater as fraudes nas cotas raciais

    Causou muita polêmica a medida tomada pela Secretaria do Planejamento do governo golpista de Temer de instituir uma comissão para verificação dos candidatos cotistas nos concursos públicos. Por Denis Oliveira Do Revista Fórum Agora, para se candidatar as vagas reservadas para negros e negras, o candidato terá que passar por uma avaliação de uma comissão especial que irá verificar a veracidade da autodeclaração de ser negro. Até o momento, as vagas reservadas para negras e negros dependiam apenas da autodeclaração dos candidatos. Por conta disto, várias fraudes foram cometidas por pessoas brancas que se autodeclararam como negras para concorrer nestas vagas. O movimento negro denuncia há tempos isto. Este comportamento de pessoas brancas desmoraliza e escracha uma política pública que foi produto de muitas lutas do movimento negro. Demonstra o descompromisso com a superação do racismo de muitos brancos. A instituição da comissão não pode ser analisada apenas como uma “medida ...

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    Aprovados por cotas podem ter que comprovar origem racial em SP

    Servidor que notar discrepância pode pedir consulta à Comissão. Portaria publicada no Diário Oficial entrou em vigor nesta terça-feira (26). no G1 Candidatos aprovados em concursos públicos da Prefeitura de São Paulo que concorrem a vagas reservadas às cotas raciais poderão ter de comprovar sua origem. Uma portaria que estabelece os procedimentos nas situações em que houver dúvidas sobre o pertencimento racial dos aprovados foi publicada no Diário Oficial do Município nesta terça-feira (26) e já está em vigor. A intenção é evitar que aconteçam fraudes na "autodeclaração etnicorracial". Segundo a Secretaria Municipal de Promoção e Igualdade Racial, o novo procedimento propõe que os servidores das unidades de Recursos Humanos -  que dão continuidade ao processo de contratação após o concurso - fiquem atentos para observar discrepâncias entre a declaração de pertencimento racial e a aparência do candidato aprovado em cota. Se o servidor notar uma contradição, ele deve informar ...

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    Com lei de cotas, sobe de dois para 19 número de procuradores negros na cidade de SP

    Atualmente, 25% do quadro de servidores da prefeitura é formado por negros. São pelo menos mil professores, 27 assistentes sociais, 24 auditores fiscais e cinco analistas Por  Sarah Fernandes, da RBA Após quase três anos de aprovação da lei de cotas para o funcionalismo público municipal de São Paulo, o número de procuradores negros na cidade saltou de dois para 19, evolução considerada “substancial” pela Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial. A lei determina que 20% das vagas de todos os cargos do serviço público (estagiários, concursados e comissionados livres) sejam destinados a pessoas negras. Do último concurso, realizado em 2014 – o primeiro para o cargo a se enquadrar na lei de cotas – foram chamados 71 procuradores, 17 deles negros. O concurso anterior para o cargo havia sido realizado em 2008. O cargo de procurador é considerado um dos mais estratégicos da prefeitura. Os profissionais estão em diversos ...

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    Quando visto meu jaleco, me torno um sonho possível para as crianças da favela’, diz estudante negra de Medicina

    A carioca Mirna Moreira, de 22 anos, lembra-se da reação dos colegas no dia em que obteve nota máxima na disciplina de Anatomia, a mais temida por alunos recém-ingressados no curso de Medicina da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). por Luis Barrucho no BBC "Eu e uma outra menina ─ branca ─ gabaritamos a prova dessa matéria. Ninguém se surpreendeu com o desempenho dela, mas comigo foi diferente. Algumas pessoas ficaram surpresas. Ouvi a frase 'Como assim você conseguiu?'", recorda. Negra e cotista, Mirna nasceu e cresceu no Complexo do Lins, conjunto de favelas na zona norte do Rio onde vive até hoje com a família. Filha de uma telefonista e de um bombeiro, diz se considerar "privilegiada" diante da realidade hostil que a cerca. Mas não se esquece das raízes. "Quero devolver à minha comunidade o que vou aprender no curso de Medicina. Quando ponho meu jaleco, prescrevo ...

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    ‘Os pretos construíram a base pra que hoje eu esteja aqui’, diz estudante negra de medicina da UERJ

    A população negra representa 54% do total do País, mas são apenas 17,4% da parcela mais rica do País, de acordo com dados do IBGE em 2014. Por Ana Beatriz Rosa Do Brasil Post Ainda de acordo com o Instituto, 45,5% dos estudantes de ensino superior são negros. Apesar desse número ter crescido, raramente estes estudantes estão em um curso como o de Medicina, o mais elitizado do país. Nele, apenas 1,5% dos formandos dizem ser da cor preta. Se ainda acrescentarmos o recorte de gênero, as mulheres-negras-médicas são uma parcela ainda menor. Mirna Moreira faz parte desse ínfimo grupo. Em um post da página Boca de Favela no Facebook, idealizada pela jornalista Mayara Ximenes, a estudante de Medicina da UERJ, em depoimento, disse que reconhece que hoje ocupa um lugar que é privilegiado se comparado a outros tantos jovens na mesma situação que a dela:pretos e pobres. "Quando você mora ...

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    Em decisão histórica, FAU USP aprova ingresso por cotas

    Um dos temas centrais da pauta da greve dos estudantes na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP é a questão da democratização da Universidade, envolvendo não apenas a proposta de cotas nas formas de ingresso, mas também a chamada permanência, ou seja, as medidas necessárias para que estudantes com menores condições econômicas possam realizar plenamente o curso de graduação – e não apenas ingressar na universidade –, tais como acesso a alimentação, moradia, transporte. Por Raquel Rolnik em seu Blog A partir de proposta apresentada pelos estudantes e encampada pelo GT de Articulação das três categorias – professores, funcionários e estudantes -, a Congregação da FAU-USP aprovou, nesta quinta-feira, a adoção de cotas raciais e para estudantes oriundos de escolas públicas. Assim, 30% das vagas para ingresso na FAU em 2017 serão destinadas para alunos oriundos de escola pública – sendo metade destas para pessoas autodeclaradas pretas, pardas ou ...

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    Doutorado sem escalas

    Estudante de graduação da UnB é aprovada no doutorado em Engenharia de Sistemas naGeorge Washington University, nos Estados Unidos Por Jorge Gil, do UNB Janiele Custódio nem concluiu a graduação em Engenharia de Produção na Universidade de Brasília, mas já se prepara para cursar o doutorado em Engenharia de Sistemas na George Washington University (GWU) nos Estados Unidos (EUA), sem a necessidade de concluir o mestrado na área. Para ser admitida nessa universidade, Janiele apresentou um projeto de modelo de otimização dinâmico para ser utilizado por companhias produtoras de energia. Esses conhecimentos poderão ajudar a determinar estratégias de venda da eletricidade no mercado de curto prazo para que, dessa forma, essas empresas desfrutem de maiores benefícios.   Basicamente, o projeto concentra-se em analisar o impacto das variações do preço de ações na bolsa de eletricidade e a aversão de risco do tomador de decisão no processo 'compra-venda' da energia oferecida. Em ...

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