sexta-feira, setembro 25, 2020

    Tag: crianças negras

    (Foto: Imagem retirada do site ESBRASIL)

    Dia Mundial contra o Trabalho Infantil: racismo aumenta desigualdade para crianças negras

    Nas ruas de Sabará, região metropolitana de Belo Horizonte, Cristiano Paulo dos Santos, com cerca de 7 anos, saía todos os dias para vender din-din ou geladinho, um tipo de picolé artesanal em saquinhos plásticos. Esse foi um dos primeiros trabalhos de Cristiano, hoje com 42 anos. Ivonete dos Santos Dias, de 31 anos, trabalhava na roça ou descascava mandioca para fazer farinha, junto com seus pais. Um trabalho pesado e diário, feito por uma criança na zona rural do Piauí, no município de São Raimundo Nonato. Além do sobrenome e do histórico de trabalho infantil, Cristiano e Ivonete têm outro ponto em comum: são negros. Realidade de mais de 60% das crianças brasileiras que trabalham. Os dados foram repassados pela secretária-executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Isa Carvalho. Ela aponta que, no Brasil, a exploração do trabalho na infância tem cor. Sonora: “Há uma ...

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    Kemla Baptista diz que o racismo dilacera famílias. Foto- Raphael de Faria:DP.

    ‘Não podemos construir uma geração futura com ódio e afastamento’, diz pernambucana criadora do Caçando Estórias

    Mais da metade das crianças brasileiras na primeira infância são negras ou pardas. Por: Alice de Souza - Diario de Pernambuco Kemla Baptista diz que o racismo dilacera famílias. Foto- Raphael de Faria:DP. Mais da metade das crianças brasileiras na primeira infância são negras ou pardas. Entre a população indígena, 14% são meninos e meninas de 0 a 6 anos. Pensar a primeira infância é também desenvolver um olhar afetuoso da sociedade para com essa infância que, na maioria das vezes, é submetida muito cedo a processos de violência física e psicológica. Violência essa que perpassa preconceitos existentes na sociedade, ausência de políticas públicas efetivas e a desestruturação familiar consequente. Estabelecer vínculos, nesses casos, é tampar lacunas seculares de invisibilidade. Em 2010, os índices de crianças vivendo na pobreza quase duplicava quando se comparavam brancos e negros. Além de serem submetidas a condições precárias de vida, ...

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    Extermínio tolerado

    Waldik Gabriel Chagas, 11 anos, tinha o olhar esperto e um jeito descontraído de posar para fotos. Diziam na Cidade Tiradentes, zona leste de São Paulo, onde o garoto nasceu, que ele não parava quieto, corria na rua, subia pelas paredes, pulava muros. Sumia de vez em quando. No entanto, há um ano Biel, como era chamado pelos amigos, começou a andar com más companhias, segundo seus familiares. Em uma dessas escapadas, uma bala de um guarda civil metropolitano o acertou na nunca. Daquele sábado 25 em diante, Waldik deixou de correr, parou de saltar, não seria mais rebelde, tampouco super homem. Por Fabiola Perez Do Word Press Ele e o garoto Ítalo, de dez anos, que morreu recentemente após uma suposta troca de tiros com um policial militar no Morumbi, endossam a lista de 10,5 mil crianças assassinadas em 2013. Isso equivale a dizer que 28 crianças e adolescentes são ...

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    John Legend: “O racismo está matando nossas crianças”

    O músico falou sobre a situação da discriminação nos Estados Unidos Do Diario de Pernambuco   John Legend é, atualmente, um dos artistas norte-americanos mais engajados na luta contra o preconceito. Em entrevista aoThe daily show, de Jon Stewart, o músico debateu a situação do racismo nos Estados Unidos. "Nós adoraríamos não ficar trazendo esse assunto à tona o tempo todo, mas o racismo está matando nossas crianças. Isso gera muita dor e sofrimento para nossa comunidade", comentou John Legend. O músico também falou sobre como as reações dos conservadores, que afirmam que os negros se vitimizam em relação ao racismo. "Não queremos falar sobre isso o tempo todo. Se não tivessmos que lidar com isso todos os dias, adoraríamos não ser o assunto dessa conversa", ironizou. Para Legend, a sociedade norte-americana enfrenta um processo muito delicado quando o assunto é a inserção dos negros. "Boa parte do racismo é ...

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    A adorável amizade de uma garotinha e sua porca de estimação

    Não é muito convencional ter um porquinho de estimação, mas a pequena Libby, de dois anos de idade, divide bons momentos com sua amiga suína de 3 meses de vida, a Pearl. A mãe da menina não poderia deixar de registrar o dia a dia da dupla, cheio de afeto e diversão. No Hypeness Fotógrafa e blogueira, Lindsey Bonisse adotou Libby logo quando a mãe biológica da criança deu à luz, estando, inclusive, ao seu lado na hora do parto. “Eu não te carreguei por nove meses, não senti você se movendo dentro de mim, mas você esteve no meu coração o tempo todo. Legalmente, você não era minha naquele momento, e isso me assustou, mas no meu coração você sempre foi e isso me manteve forte“, escreveu no post do blog em que conta sobre a história da pequena. Os posts dividem todos os momentos doces que Lindsey tem com seu filho ...

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    Racismo americano. Nos EUA, crianças negras são vistas como ameaças aos brancos

    Casos como o de Ferguson recordaram à comunidade negra norte-americana que os seus filhos não têm o mesmo direito à vida que os outros pequenos americanos. Por quê? Por nem sequer serem vistos como crianças, mas sim como ameaças às vidas dos brancos No Brasil 247 Por: Stacey Patton. Fonte: Jornal The Washington Post   Os Estados Unidos não proporcionam os elementos fundamentais da infância às meninas e meninos negros. A infância dos jovens negros é considerada naturalmente inferior, perigosa e indistinguível da vida dos adultos. As crianças negras não merecem a mesma presunção de inocência que as crianças brancas, em especial em situações de vida ou morte. Prestem atenção à descrição que o agente de polícia Darren Wilson fez do seu conflito com o adolescente negro Michael Brown, que estava desarmado, em Ferguson, no estado de Missouri. No seu testemunho perante o grande júri, Wilson qualificou Brown como “demônio” ...

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    As crianças das favelas têm algo para comemorar?

    Davison Coutinho, em artigo para o Jornal do Brasil, questiona o que há para ser comemorado pelas crianças moradores de favelas neste Dia das Crianças. Ele apresenta dados da alta evasão escolar nas favelas, critica a estrutura das escolas e também da saúde pública: "Essa é a realidade de nossas favelas, esse é o dia a dia das nossas crianças. Enquanto não tivermos uma política que pense na inclusão delas, teremos sempre a violência presente nas favelas. Não adianta remediar depois que o problema está pronto, a solução precisa ser na base" O colunista do Jornal do Brasil Davison Coutinho escreveu artigo sobre a difícil realidade das crianças nas favelas, questionando se, para elas, há o que comemorar neste Dia das Crianças. Coutinho apresenta dados da alta evasão escolar nas favelas, e critica a estrutura das escolas e também da saúde pública, além de atentar para a violência no cotidiano das favelas: ...

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