terça-feira, julho 14, 2020

    Tag: feministas

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    E o machismo que chegou até o nome do esmalte?

    Desta vez, a Risqué conseguiu se superar quanto ao nome dos esmaltes em sua nova coleção. Batizada de "Homens que Amamos", a ideia era fazer uma homenagem às mulheres e, por isso, a campanha escolheu fazer um tributo, no mínimo, controverso: destacou pequenos gestos diários dos homens que, segundo a marca, agradam as mulheres. E deu MUITO errado. por Andréa Martinelli no Brasil Post Tons de cinza, vermelho e azul que tinham tudo para conquistar as consumidoras foram batizados de "André fez o jantar", "Zé chamou pra sair", "Fê mandou mensagem", "Guto fez o pedido", "João disse eu te amo" e "Léo mandou flores". Perto desses nomes, os clássicos da bizarrice como "Azulcrination", "Manjar de tapioca", "Marshmallow de alfazema" e "Nunca fui santa" passam batido, concorda? A marca explica assim, ó: "Inspirada nos homens que fazem a diferença na vida das consumidoras e unindo dois dos assuntos queridinhos das mulheres, homens e esmaltes, nós apresentamos a Coleção Risqué ...

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    (Foto: Imagem retirada do site Gov.br)

    Ato de despedida das companheiras Rosangela Rigo, Lurdinha Rodrigues e Célia Maria Escanfella

    Você é nosso/a convidado/a para a homenagem a essas três mulheres de luta: as servidoras da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República Rosangela Rigo e Lurdinha Rodrigues, e a companheira Célia Escanfella, que faleceram em 14 de fevereiro num acidente de carro. Data: Terça-feira, 24/02 Horário: Das 10 às 13h Local: Museu da República (Esplanada dos Ministérios, Setor Cultural Sul, lote 2 – anexo, próximo à Rodoviária do Plano Piloto) Sua presença é muito importante! Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR)   Comunicação Social Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM Presidência da República – PR

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    (Foto: Secretaria de Política para as Mulheres / Divulgação)

    Nota de Pesar

    Foi com extrema tristeza que recebi a notícia na madrugada de hoje (15) do falecimento, em um trágico acidente de carro, no interior da Bahia, de três mulheres que viajavam para o carnaval, sendo que duas delas integravam nossa equipe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR): a Secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas (SAIAT), Rosangela Rigo, e a Coordenadora-Geral da Diversidade, Lurdinha Rodrigues. Duas feministas históricas, elas farão muita falta na luta pelo combate à discriminação de gênero e na construção de políticas públicas pelos direitos das mulheres. Acima de tudo perdemos duas grandes amigas e companheiras de militância feminista.  Ambas deixam um legado excepcional de coragem, determinação e alegria para a transformação dos sonhos e utopias na luta pelo avanço das conquistas dos direitos das mulheres. Rosangela Rigo esteve à frente da Secretaria de Enfrentamento a Violência como Secretária Adjunta e havia assumido ...

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    Anúncio da Skol e a intervenção de Mila Alves e Pri Ferrari. A foto teve mais de 8 mil curtidas no Facebook / Foto: Reprodução

    Propaganda de carnaval da Skol é alvo de críticas feministas

    Para ativistas, nova campanha publicitária da marca de cerveja, que utiliza a frase “Esqueci o ‘não’ em casa”, reforça a cultura de opressão à mulher Por Jarid Arraes  Do  Portal Fórum  A nova campanha de carnaval da marca de cerveja Skol se tornou alvo de críticas feministas na internet. Em seus perfis pessoais nas redes sociais, a publicitária Pri Ferrari publicou fotos dela mesma acompanhada da jornalista Mila Alves em frente a um anúncio da marca. A peça da campanha publicitária da Skol, onde se lê “Esqueci o ‘não’ em casa”, foi pichada para dar lugar ao complemento “e trouxe o ‘nunca’”, como parte do protesto contra a propaganda. Ferrari explica que encontrou o anúncio em um ponto de ônibus e ficou chocada. “A peça e a campanha em si mostram claramente um conceito errado, de ‘topo depois pergunto’, de ‘não pode dizer não’”, afirma. Para ela, o carnaval exige das ...

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    Feminismo e Resistência

    Texto da Equipe de Coordenação das Blogueiras Feministas. No Blogueiras Feministas  Há algum tempo o feminismo vive sua onda pop. Especialmente, em 2014, foi fácil encontrar matérias e programas na mídia que tiveram o feminismo como tema. Também vemos cada vez mais seu crescimento na internet, por meio de grupos e páginas no Facebook ou o lançamento de ações amplas que visam combater o sexismo. É claro que a mídia tradicional mostra o feminismo que quer, da maneira que deseja, e isso muitas vezes encobre as questões políticas. Também é fato que quanto mais pessoas se declaram feministas, ideias, propósitos e visões de mundo chocam-se nas discussões internas. Para nós, que coordenamos este espaço das Blogueiras Feministas, não nos interessa buscar formas de determinar quem é mais ou menos feminista ou quais devem ser ou não os temas mais importantes do feminismo. Não gostamos de hierarquias e nem de perfeição. Também não ...

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    O corpo é meu ou seu?

    Culturalmente o corpo feminino sempre foi trato como algo ou sagrado ou profano. Uma dualidade que persiste até hoje. O corpo feminino como espaço sagrado é visto como algo intocado, que não deve ser modificado nem maculado de forma alguma. Que deve sim, ser cuidado e mantido na forma padronizada que a sociedade espera. Visto nessa concepção arcaica é símbolo de pureza e santidade um espaço que não pertence de fato a mulher, e sendo assim, não deve servir a seus desejos, suas necessidades e suas vontades, mas sim atender os desejos e as vontades de outros. por Rosemeire Cerqueira via Guest Post para o Portal Geledés O corpo da mulher nessa percepção deixa de ser seu para ser público. Púbico no sentido de que, a sociedade se julga no direito de opinar sobre o que é certo ou errado, sobre o que a mulher pode ou não fazer com ele, sobre como ...

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    A era das feministas pop

    De palavra tabu a termo-chave para entender 2014: o feminismo está hoje na boca de toda estrela que se preze, de Beyoncé a Emma Watson   Por. ÁLEX VICENTE no, El Pais    Ele é chamado de feminismo pop e invade todos os cantos da cultura do entretenimento. Aconteceu na Califórnia, no fim de agosto, quando Beyoncé subiu ao palco dos MTV Video Music Awards e um painel luminoso cuspiu uma palavra em letras gigantes: “FEMINIST”. A cantor entoava Flawless, na qual sampleia um discurso da escritora nigeriana Chimamanda Adichie. Diz assim: “Dizemos às garotas: podem ter ambição, mas não muita. Vocês deveriam aspirar ao êxito, mas não muito. Se não, o homem se sentirá ameaçado. (…) Feminista: a pessoa que acredita na igualdade social, política e econômica entre os sexos”. Continue lendo aqui 

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    Toda mulher precisa enlouquecer de vez em quando, ou acaba por enlouquecer de vez

    Curiosamente, um mundo loucamente imperfeito nos exige perfeição o tempo todo. De todos nós, de fato, mas, em se tratando de mulheres, as exigências são ainda mais exorbitantes e cruéis. O mundo espera de nós o que, talvez, sequer saibamos se é possível – e que muito provavelmente não é.   Por: Nathali Macedo no, DCM O mundo espera que sejamos bonitas, acima de tudo. Lindas, se possível. Bem cuidadas, magras, torneadas, gostosas e sexys. E tenta nos convencer que não somos bonitas se não vamos ao salão de beleza semanalmente. Uma mulher ‘perfeita’ para o mundo atual tem que trabalhar o dia inteiro – porque precisa ser independente – estudar – porque precisa ser culta – fazer dieta, ir à academia e manter os cabelos com um brilho espetacular. Ir à manicure, sorrir para a sogra e, depois de tudo isso, ter disposição para fazer um sexo memorável a qualquer hora, ...

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    Somos as netas de todas as bruxas que vocês não conseguiram queimar

    Somos as netas de todas as bruxas que vocês não conseguiram queimar

    “Somos as netas de todas as bruxas que vocês não conseguiram queimar”. Essa frase, recorrente no feminismo, nos gritos e nas marchas de rua, diz muito sobre quem somos e, por isso, é tão bonita. Ser bruxa sempre foi associado a coisas ruins. A bruxa é a vilã de todas as histórias, é quem causa o mal em diversos contos de fada, é quem acaba com o amor. A bruxa é aquela que tem que morrer. E foi exatamente isso que aconteceu na Idade Média. Ilustração: Dora Leroy  Por: Helena Zelic Explico. Na chamada Inquisição, a Igreja Católica perseguiu todos e todas que fugissem minimamente de suas estritas regras, para assim, no final das contas, se manter com poder e dominação. Neste grupo, estavam as bruxas, mulheres do mal, tomadas pelo demônio, seres execráveis e totalmente perigosos. Assim se dizia na época. A solução? Tortura! Forca! Fogueira! Isolamento total! Basicamente a ...

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    Consciência negra, para feministas brancas

    Desde cedo entendi o que era o racismo. Filho de uma mãe um tanto racista, numa família racista de negros, mulatos e descendentes de espanhóis, meu pai — de pele bem branca, olhos azuis e cabelo bem cacheadinho — fazia questão de pontuar que todos eram iguais e se horrorizava com o racismo. Minha mãe, nascida de uma mistura de europeus diversos e indígenas, sempre reforçava atitudes anti-racistas e criticava abertamente indivíduos e comportamentos discriminatórios. Quando comecei a me envolver em movimentos sociais, na adolescência, descobri o movimento negro e suas mais do que legítimas reivindicações. Só recentemente, porém, depois de muitos anos de militância, compreendi que talvez meu papel principal, nessa luta, seja mais óbvio e muito mais difícil do que eu imaginava: me reconhecer branca. por Marília Moschkovich, Quando nascemos, nós, pessoas de pele e fenótipo socialmente lido como “brancos” (doravante aqui denominados apenas “brancos”, pra facilitar a ...

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    Em repúdio ao racismo, feministas farão ato neste sábado em SP

    Em repúdio ao racismo, feministas farão ato neste sábado em SP

    Feministas realizarão, neste sábado (23), um ato contra o sexismo e o racismo em razão do Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, celebrado na próxima segunda-feira (25).   O evento "Basta! Rompendo a violência sexista e racista contra as mulheres" é organizado pelas Promotoras Legais Populares de São Paulo, União de Mulheres e Coletivo Feminista Dandara.   A concentração ocorrerá na praça do Patriarca, no centro de São Paulo, a partir das 10 horas. Em nota, o grupo diz que "trata-se de uma mobilização educativa e de massa, que luta pela erradicação desse tipo de violência e pela garantia dos direitos humanos das mulheres".   Leia, abaixo, o manifesto na íntegra:   Dizemos basta à violência contra as mulheres, porque queremos ser livres não só perante a lei, dizemos um basta para toda violência institucional, na qual as mulheres são vítimas e culpabilizadas. Dizemos um basta a ...

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    Carta ao meu estuprador: “quando sentir novamente o desejo visceral de possuir uma mulher, lembra da sua filha”

    Este comovente relato deveria ser lido por todas as pessoas que pensam em emitir opinião sobre os temas de violência de gênero. Uma das coisas que mantém vivos os dogmas do machismo instalados na sociedade é a distância que as pessoas têm do drama de uma pessoa que viveu a violência sexual. O texto é apócrifo, mas rico em detalhes, assustadores, mas que servem de exemplo sobre o que sofre uma pessoa durante e depois um estupro, as consequências para sua auto-estima, sua vida familiar, os traumas que ficam. No final, uma carta-desabafo ao estuprador e uma corajosa decisão de não denunciá-lo, e a explicação sobre porque não o fez, ainda sabendo que isso seria o correto. Uma contribuição ao debate sobre a violência de gênero no Brasil, que teve um avanço importante quando a presidenta Dilma Rousseff sancionou integralmente a PLC 3/2013, mas ainda falta muito, falta enfrentar, como ...

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    Estatuto do Nascituro: sobre quem é esta conversa?

    Nas últimas semanas, o Estatuto do Nascituro tem sido tema recorrente nos debates feministas. Muito já foi falado sobre o tema (como você poder ver aqui e aqui, por exemplo), mas há algumas perspectivas, resultado de experiências bem específicas, que não foram mencionadas. E é sobre elas que eu gostaria de falar. Como um homem transexual, possuo capacidades reprodutivas que, biologicamente, são identificadas como do sexo feminino: útero, ovários, possibilidade de gestar, amamentar, etc. Assim sendo, faço parte do grupo de pessoas que, em algum momento da vida, poderia, por seja lá qual a razão, querer/precisar fazer um aborto. Não que o aborto seja algo permitido atualmente, mas o Estatuto traz uma série de retrocessos que representam uma violência aos nossos corpos, a nossa dignidade e a nossa integridade física e moral. Assusto-me imensamente diante da possibilidade de ser estuprado, forçado a uma relação sexual sem consentimento. Confesso, no entanto, ...

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    Ser mulher, candidata e feminista!

    Algumas das atuações de nós mulheres feministas estabelece-se na reivindicação de direitos e também na denúncia da violação desses direitos. Uma dessas frentes se realiza no combate ao machismo, sobretudo, no combate da violência contra a mulher. No Brasil, 12 mulheres são mortas todos os dias em razão dessa violência. Devemos atuar principalmente de forma a prevenir a violência, e não somente depois que ela se realizou. Por Xenia A Lei Maria da Penha prevê várias medidas de prevenção, que já foi abordado pela Renata Lima aqui. Essas medidas, necessitam invariavelmente da atuação positiva do Estado, por exemplo, na integração e capacitação dos serviços que atendem às mulheres vítimas de violência, como a segurança pública, assistência social e saúde, na promoção de uma educação plural com acessibilidade e não sexista, racista, transfóbica, lesbofóbica, na promoção de campanhas permanentes e educativas de prevenção à violência contra a mulher, considerando os mais ...

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