Tag: hip hop

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Unity Warriors apresenta temporada de estreia de “MANOfestAÇÃO” e celebra a cultura hip-hop

“MANOfestAÇÃO” exalta a importância da cultura hip-hop como espaço de mobilização e transformação social Nos dias 17, 20 e 26 de maio de 2021, a Unity Warriors - grupo que tem como fundador o bailarino Igor Souza - realiza apresentações de “MANOfestAÇÃO”, espetáculo de dança inspirado nas festas de rua que deram origem à cultura hip-hop, onde jovens encontravam na dança um refúgio e um espaço de protesto. As apresentações são gratuitas e fazem parte da temporada de estreia que integra o projeto contemplado na 1ª Edição do Prêmio Aldir Blanc. No dia 17 de maio (segunda-feira), às 19:00, o espetáculo será exibido pelo Facebook da Ocupação Cultural Ermelino Matarazzo (www.facebook.com/ocupacaomateussantos), seguido de bate-papo com o elenco. Já na quinta-feira, dia 20 de maio, às 19:30, o espetáculo será exibido pelo Facebook do Kasulo Espaço de Cultura e Arte (www.facebook.com/espacokasulo), seguido de bate-papo. E no dia 26 de maio (quarta-feira), ...

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Divulgação

Jornada Internacional de Hip-Hop

O 12 de novembro é celebrado como "Dia Internacional do Hip-Hop”, data em que no ano de 1973 foi fundada a Zulu Nation, primeira e considerada a mais importante organização do hip-hop mundial. Para valorizar as contribuições deste movimento para as ciências humanas e sociais, UNICAMP e UEL realizarão a Jornada internacional de Hip-Hop. Confira a programação: 12/11/2020 Mesa 1 (10:00 às 12:00) - Hip-hop global como campo de estudos Convidadxs: Tanya Saunders - Prof. Dra. e pesquisadora da Universidade da Flórida e autora do livro “Cuban Underground Hip Hop: Black Thoughts, Black Revolution, Black Modernity” e de diversos artigos sobre Hip-hop, gênero, sexualidade e raça. Derek Pardue – Prof. Dr. e pesquisador de estudos brasileiros do departamento de Estudos Globais da Aarhus University e autor do livro “Ideologies of Marginality in Brazilian Hiphop”. Jaqueline Santos – Doutora em Antropologia Social pela UNICAMP e pesquisadora do CEMI-UNICAMP. Mediação: Mário Medeiros ...

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Foto: Renata De Oliveira Armelin/Sesc

Arte para não morrer sem sonhos

A propósito dos 70 anos de Itamar Assumpção  Por  Maria Nilda de Carvalho Mota, enviado para o Portal Geledés  Maria Nilda de Carvalho Mota (Foto: Renata De Oliveira Armelin/Sesc) O músico Itamar Assumpção (1949-2003) teria completado 70 anos em 2019. O documentário "Daquele instante em diante" (direção Rogério Velloso, 2013) retrata de forma lírica e assertiva um tanto da sua trajetória de artista: a inquietação profunda com a vida, a genialidade mal contida nos rótulos de "gênio marginal", homem negro e pai de família. Itamar Assumpção era diamante não polido, como a poesia que não é flor que se cheire e, por isso, os jornais sistematicamente a evitam. No documentário, sua filha Anelis Assumpção, também cantora, relata que,em muitos momentos da vida o pai só queria um pouco de paz, traduzida em reconhecimento artístico e estabilidade financeira. Mas essa "paz" não lhe deu o ar da ...

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Mais de 50 mil pessoas participaram do ato em Curitiba / Lia Bianchini

No Paraná, 65 mil pessoas dizem #elenão em mais de 20 cidades do estado

Com muita música e gritos de #elenão, #elenunca, a mulherada não tem medo de você e palavras de ordem contra o fascismo e em defesa de direitos, mais de vinte cidades do Paraná fizeram manifestações contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) no sábado, 29 de setembro. Em Curitiba, ocorreu um dos maiores atos do país. Com início às 16h na Boca Maldita, no centro da cidade, mais de 50 mil pessoas marcharam até a Praça Santos Andrade. Entre as palavras de ordem mais repetidas, estavam “Nem recatada e nem do lar, a mulherada tá na rua pra lutar”. E “Curitiba não é fascista”. As manifestações também lembraram a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, vítima de um assassinato ainda não esclarecido. O ato foi encerrado com a música Maria, Maria, de Milton Nascimento depois de 3h de manifestação. Foto: Giorgia Prates A assistente social ...

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Grupo Senzala Hi-tech se apresenta em Sorocaba — Foto: Divulgaçã / G1

Grupo Senzala Hi-tech apresenta hip hop percussivo e tecnológico em Sorocaba

Evento, que faz parte do projeto 'Experimentasom', também contará com instalações visuais e performances artísticas. Entrada é gratuita. no G1 Grupo Senzala Hi-tech se apresenta em Sorocaba — Foto: Divulgaçã / G1 O grupo Senzala Hi-Tech apresenta sua mistura de rap com ritmos afrolatinos enraizados na cultura brasileira no anfiteatro do Sesc Sorocaba (SP) nesta quinta-feira (13), às 20h, em mais uma edição do projeto "Experimentasom". Além da apresentação musical, o evento contará com instalações visuais do artista plástico e designer Discórdia e a performance Condenados, do Grupo Trança de Teatro. A atividade é gratuita e os interessados devem retirar os ingressos com uma hora de antecedência, na central de atendimento. A classificação etária é 12 anos. Confira a programação completa: Show: Senzala Hi-Tech Fortemente influenciado pela música e pelas artes visuais da África às Américas, o Senzala Hi-Tech mistura batidas de hip hop aos ritmos ...

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Childish Gambino representado em cartoon em seu novo clipeFoto: Reprodução/Internet

Em novo videoclipe, Childish Gambino transforma Beyoncé e Kanye West em cartoons

Childish Gambino lançou clipe em que outros artistas se transformam em personagens por Folhapress Childish Gambino representado em cartoon em seu novo clipeFoto: Reprodução/Internet O ator Donald Glover, 34, ataca novamente. Com o pseudônimo de Childish Gambino que ele usa em sua carreira musical, o artista lançou mais um videoclipe repleto de referências. Beyoncé, Nick Minaj, Kanye West e outros artistas viraram personagens de cartoon em vídeo que faz críticas à política e homenagens a artistas mortos. Em três dias, já são mais de 7 milhões de visualizações. Em uma das imagens deste novo videoclipe, o rapper Kanye West chora abraçado à ex-primeira dama norte-americana Michelle Obama, usando um boné com a frase "Faça a América grande novamente", slogan do presidente Donald Trump. Já Beyoncé aparece com uma camiseta em homenagem ao rapper Fredo Santana, que morreu aos 27 anos, em janeiro, tentando vencer o vício em ...

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Jackeline Stefanski

Felipe Antunes se junta ao rapper Xis e canta a tristeza da escravidão na nova “Modelo Guanabara”

Ultimamente nós temos falado bastante a respeito da banda brasileira Vitrola Sintética. no Tenho Mais discos que Amigos Jackeline Stefanski Desde lançamento de clipe até uma colaboração internacional iniciada no Grammy, o grupo tem feito bonito em trabalhos que chamam a atenção tanto aqui dentro quanto em outros cantos do globo. Foi justamente pensando nessa troca de ideias entre línguas, estilos e países que o vocalista Felipe Antunes convidou uma série de músicos estrangeiros para “Modelo Guanabara”, primeiro single do seu novo livro-álbum solo, CRU, a ser lançado no dia 18 de Agosto no SESC Avenida Paulista. Pois bem, hoje temos o prazer de promover a estreia da canção por aqui e ela conta com o violoncelista holandês Tjalle Rens (que aparece em quase todo álbum), a cantora moçambicana Lenna Bahule, o artista angolano Nastio Mosquito, o rapper Xis, a cantora Kika, o violonista brasileiro Fred Martins e a leitura de um ...

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Atração do Planeta Brasil, Mano Brown diz que o Brasil é refém do medo

Rapper critica a censura e o 'movimento orquestrado' dos haters, mas elogia a luta das mulheres contra o assédio sexual Por Ângela Faria Do Uai (foto: Klauss Mitteldorf/Divulgação) “Vai ser um showzaço. Música negra de ‘a’ a ‘z’”, avisa Mano Brown, ao comentar o projeto inédito dele e Criolo que estreará no Festival Planeta Brasil, em BH, no próximo sábado (27). Nomes emblemáticos de duas gerações do rap nacional, os dois preparam surpresas. “Só vai ver quem estiver lá”, diz Brown, brincando que o repertório é “quase segredo de Estado”. A dupla estará acompanhada de banda. Duas inéditas de Brown compostas com o soulman Lino Krizz – Rosa e Cego e só – estão garantidas. Os experientes produtores Daniel Ganjaman e Duani assinam a direção musical. Brown não entrega o jogo. Espera-se, inclusive, a primeira parceria dele com Criolo, embora o rapper negue essa dobradinha autoral. Porém, admite: se tudo der certo, há possibilidade de ...

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Hip-hop destrona rock como gênero musical mais popular

Números mostram uma tendência de crescimento do gênero Da Rolling Stone  Divulgação A empresa de dados estatísticos Nielsen, que anualmente faz um relatório revelando quais artistas e gêneros musicais lideram as vendas e as reproduções (além de analisar várias outras informações sobre consumo), disponibilizou em seu site o relatório final relativo a 2017. O resultado, já previsto no documento parcial divulgado na metade do ano passado, indica o hip-hop como o gênero musical mais popular do ano nos Estados Unidos. É importante notar que o levantamento classifica como hip-hop produções de rap e de R&B. Esse resultado não chega a ser surpreendente, basta observar a extensa lista de álbuns de hip-hop lançados no ano, e a popularidade desses lançamentos. Para mencionar alguns: Tyler, the Creator com Flower Boy, Brockhampton com a trilogia Saturation, Kendrick Lamar com DAMN., Jay Z com 4:44, a estreia de Sza com Ctrl e Sampha com Process. O balanço, que leva em consideração ...

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Dono do melhor disco do ano, Rincon Sapiência lança a sensacional “Afro Rep”; assista

O rapper lançou seu primeiro álbum de estúdio, Galanga Livre, esse ano Por Matheus Anderle no Tenho mais Discos que Amigos Rincon Sapiência coroou um ano sensacional para a cena do rap no Brasil com Galanga Livre, seu — oficialmente — primeiro álbum de estúdio. Produzido e escrito inteiramente pelo próprio rapper, o disco brincou com as mais variadas influências e estilos da música brasileira, utilizando ritmos de carnaval, funk, rock e muito mais. Não é pra menos que o álbum acabou sendo escolhido pela nossa equipe como o melhor de 2017. Agora, Rincon faz a sua “volta olímpica” com uma nova música, “Afro Rep”. Contando com inúmeros versos sensacionais e um clipe lindíssimo, o rapper faz referências a polêmicas recentes, como a de William Wack, assim como problemas sociais sempre presentes em sua música, como o racismo.

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Filha de Mano Brown expõe racismo: “Ninguém passa a mão no seu cabelo”.

Nas úlitmas semana, o caso de racismo envolvendo Titi, de 4 anos, filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, ganhou os holofotes e trouxe à tona um fato rotineiro na vida de quem é negro. no Estilo UOL “No Brasil, a cor do meu filho faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam suas bolsas e blindem seus carros”, afirmou Taís Araújo durante uma palestra da TEDxSaoPaulo. O vídeo viralizou nas redes e seu nome foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter. Mas enquanto a agressão denunciada pelo casal branco chocou famosos e anônimos e provocou uma onda de indignação, a fala da atriz negra foi apontada como "vitimismo" e "mimimi" nas redes sociais. A atriz Domenica Dias, filha do rapper Mano Brown e da empresária e advogada Eliane Dias (também coordenadora do SOS Racismo, grupo dentro da Assembleia Legislativa de São Paulo), lamenta que as pessoas só estejam prestando atenção no ...

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O hip hop é de matriz africana, as batidas, a ideologia. As mesmas forças que regem nossos terreiros, regem o movimento.

O Brasil é um pais onde a maioria da população é negra, em 2015 dados apontam que 54% dos brasileiros se declaram pretos ou pardos. Por Anderson Hebreu, do Noticiário Periférico ANARKA foto por Thi Prado @sr.pradothi Apesar de oficialmente nossa republica federativa ser laica, na pratica não funciona. Somos um pais de maioria cristã, dentre estes cristãos, os evangélicos protestantes e pentecostais são maioria. Onde eu quero chegar? Com o aumento destas denominações nas quebradas, atos de intolerância tem aumentado drasticamente a ponto de acontecer atos de violência física e psicológica. Sabemos que isto tem um viés racista, pois as únicas religiões que sofrem com preconceito sãos as de matriz africana. Budistas, Hindus ou espiritas kardecista não passam por isto.   Nós do NP, nunca ficamos em cima do muro e nos posicionamos diante de fatos como este. Mas desta vez achamos importante pegar a opinião de pessoas do rap, pois estes ...

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Cultura Hip-Hop como ferramenta de afirmação e resistência

Ações comunitárias como o Baile Pelo Certo desempenham um importante papel no contexto da resistência negra e periférica no Recôncavo. Por Jamile da Silva Novaes para o Portal Geledés  Em 2011 foi criado o Cineclube Comunitário do Povo – o Cine do Povo – como uma ação permanente do Núcleo de Negras e Negros Estudantes da UFRB (Núcleo Akofena) na comunidade do Viradouro. Assim como outros bairros periféricos da cidade de Cachoeira, o Viradouro é conhecido por ser uma região marginalizada, marcada pelos conflitos gerados política de “guerra às drogas”. Dessa forma, o Cine do Povo se instala estrategicamente, trazendo exibições de cinema e promovendo atividades de formação voltadas para a educação comunitária, Cultura Hip-Hop e cinema. Após uma pausa de um ano, em 2014 o Cine do Povo retorna às suas atividades por uma demanda da comunidade do Viradouro, e acaba se expandindo, tornando-se uma rede de autodefesa comunitária. ...

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Foto: Imagem retirada do site Trip

Oshun em busca de ancestralidade

As nova-iorquinas do duo de hip-hop Oshun querem entender de onde vieram para decidir para onde vão. Em 2013, Niambi Sala e Thandiwe pleiteavam uma bolsa de estudos na New York University quando descobriram as afinidades musicais e espirituais que compartilhavam. “Além de jazz e hip-hop, nós duas nos interessamos por nossas raízes africanas e queremos defender o direito de negros se reconectarem com sua espiritualidade”, conta Niambi. O nome da dupla foi inspirado em Oxum, orixá feminina da água, beleza e fertilidade. “Nos Estados Unidos existe uma desconexão enorme entre o povo negro e suas raízes, inclusive as espirituais. Além de sermos alvo de violência. Quem pratica alguma religião de matriz africana precisa sempre se proteger, ficar atento para não estar no lugar errado na hora errada”, diz Thandiwe. Foto: Imagem retirada do site Trip Integrantes da cena alternativa do Brooklyn, em Nova York, Niambi ...

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“ All Eyez on Me”: Mano Brown, 2PAC e os ensinamentos da década de 1990

Esse texto é dedicado “a toda comunidade pobre da Zona Sul” Por  Jefferson Belarmino de Freitas para o Portal Geledés Cresci em Taboão da Serra, São Paulo, na década de 1990. Naquela década, os Racionais sacudiram tudo. A ascensão começou com Raio X do Brasil, lançado em 1993, e se concretizou com “Sobrevivendo no Inferno”, que saiu em 1997. Depois que lançou este último álbum, o grupo “atravessou a ponte” de vez. Isso aconteceu, mais marcadamente, quando ganharam a cena nacional pelas vias da extinta MTV Brasil, recebendo o melhor vídeo de rap do VMB (Vídeo Music Brasil), em 1998. Até hoje assisto o vídeo daquela premiação no youtube, e ainda me emociono bastante com ele. Primeiro, porque nunca tinha visto negros brasileiros com tanto poder falando na televisão (sendo que dois desses negros eram das minhas imediações, e mencionavam lugares em que eu volta e meia batia uma bola); ...

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As religiōes de matriz africana no Hip-Hop

Laroiye, Esù Onà! O Candomblé surgiu em meados do século XVI, a partir da junção de elementos de várias religiões existentes no continente Africano. Por Marcola. do Rap em Movimento Os povos do Império Yorubá (África Ocidental), Angola-Bantu (África Sunsariana ) e Jejé (África Ocidental) cultuavam deuses conhecidos como Orixás, Nkisis e Voduns. Da junção destas crenças, nasceu o candomblé brasileiro, como conhecemos. Essa junção ocorreu no Brasil, devido a necessidade dos negros de manterem suas tradições religiosas na terra onde foram escravizados. Assim como no Brasil, muitos países dá América Latina foram destinos de escravos Africanos. Devido a isso, encontramos em Cuba a Santeria e no Haiti o Voodu Haitiano, outras formas de cultos africanos, além de outros países como EUA, etc. Um dos símbolos mais conhecidos dessas religiões são os atabaques, ou tambores, dependendo dá localidade de origem. Os atabaques são instrumentos de uso ritualístico/religioso, utilizados para invocar as ...

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Sapiência se firma no rap afro de ‘Galanga livre’ para conferir

Nome em ascensão no universo do hip hop brasileiro, Rincon Sapiência – nome artístico do cantor e compositor paulistano Danilo Albert Ambrosio, criado na periférica Zona Leste de Sampa – cai até no samba no primeiro álbum, Galanga livre (Boia Fria Produções), já disponível nas plataformas digitais e com edição em CD prevista para chegar ao mercado fonográfico neste mês de junho de 2017. Mas o baticum de Meu bloco (Rincon Sapiência) embasa discurso afiado, mote de Galanga livre, álbum cujo título se refere ao monarca africano que, escravizado no Brasil, conquistou a liberdade na raça e se tornou Chico Rei, símbolo da afirmação do povo negro. por Mauro Ferreira, do G1 Com scratches de DJ A.S.M.A., Sapiência narra com liberdade ficcional o enredo do nobre escravo em Crime bárbaro (Rincon Sapiência, Tom Zé e Valdez), uma das 13 músicas do disco autoral encerrado com a já conhecida Ponta de ...

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Crítica: Kendrick Lamar mira alto e acerta nos alvos em ‘DAMN.’

Rapper critica racismo e fama em seu disco mais ambicioso, lançado em plena Sexta-Feira Santa Do O Globo Disputar com a Paixão de Cristo as atenções nesta sexta-feira pode ter sido uma grande petulância da parte do americano Kendrick Lamar — o mais importante artista de hip-hop da atualidade — no lançamento de seu quarto álbum, “DAMN.” (e ainda maior caso se confirmem as desconfianças de que ele soltará um outro álbum, inteiro, no domingo de Páscoa). Mas o muito aguardado sucessor de “To pimp a butterfly” (2015), disco que pôs o MC nascido há 29 anos em Compton, violenta cidade no condado de Los Angeles, entre os grandes nomes do rap de todos os tempos, é uma inspirada coleção de 14 canções interligadas, que podem ser ouvidas como se lê os melhores romances: na expectativa por emoções, mistérios e reflexões que só a arte pode proporcionar. Referências à Bíblia ...

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38 Horas de Playlists que Traçam a Trajetória da Evolução do Hip-Hop

A série ilustra desde a explosão do hip-hop, no fim dos anos 80, passando pelo núcleo da explosão do rap gangsta comercial até a aurora da era de ouro do old school. Por Joe Zadeh, do Noisey Cansado de ouvir os cabeções da era de ouro dizerem que você não pode curtir a nova faixa do Rich Gang sem antes compreender como o The Chronic popularizou o G-Funk? Bom, um usuário da rádio online 8tracks.com – cujo pseudônimo ambicioso é MCAforPresident – gastou um bom tempo traçando sua jornada pessoal através do gênero para apreciamento público, desde 1988 até o ano 2000. O resultado é 38 horas de beats divididos em pequenas e gerenciáveis playlists. A série ilustra desde a explosão do hip-hop, no fim dos anos 80, passando pelo núcleo da explosão do rap gangsta comercial até a aurora da era de ouro do old school. Basicamente: : NWA, A Tribe ...

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Batalhas de beatbox tomam conta do Largo da Batata

O Largo da Batata, um dos locais mais queridos para realizar eventos ao ar livre em São Paulo, recebe uma proposta diferente de batalhas de beatbox em dois sábados de fevereiro. no Catraca Livre No dia 4, às 14h, acontece o Beatgame Talento das Ruas - Batalha das Goelas na altura do número 860, bem próximo ao Mercado de Pinheiros. Já no dia 11, no mesmo horário, a batalha acontece em frente à igreja. A entrada é Catraca Livre. A dinâmica do jogo é a seguinte: os participantes escolhem pelas redes sociais o tema de som para o jogador e torcem por ele, ao vivo, no dia da batalha. Diferente da dinâmica da batalha de beatbox tradicional, nesse formato os competidores ficam sabendo na hora qual som devem incluir em sua performance. O beatboxer Borracha é o mestre de cerimônia do evento. As primeiras batalhas neste formato aconteceram em dezembro, na Praça Elis Regina (Butantã) ...

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