terça-feira, agosto 4, 2020

    Tag: imigrantes

    Foto: Daniel Rocha/Reirada do site: Público

    Racismo em Portugal e o mito colonial

    O racismo em Portugal não se faz sentir através de uma tumultuosa e até romantizada história de luta e reivindicação social. Não se figura através de negras estatísticas de encarceramento penal ou em lutas populares como em Charlottesville, nos EUA. O racismo português possui um toque de subtilidade pós-colonial, feito através de finas luvas, em cafés e casas de classe média, níveis de desistência e alienação nas escolas, condições de infra-estrutura em certos bairros das cidades portuguesas e até pela pura necessidade de quotas e prioridade de entrada em faculdades e cursos. É peculiar este aspecto da discriminação racial portuguesa. O acto de simplesmente referir o racismo institucional em Portugal levanta dúvidas nas mentes do público, desperta pequenas indagações sobre quem é realmente o injustiçado nesta história. No caso dos EUA, o racismo e discriminação são temas presentes e comuns no debate e discurso político e social. Toda uma complexa história ...

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    Imigrante com máscara caminhando no Centro de Santiago - (Foto: Natalia Espina)

    Pandemia produz aumento dos casos de racismo contra imigrantes negros no Chile

    Além da crise na saúde e dos efeitos econômicos gerados pela pandemia do novo coronavírus, também existem as consequências sociais que são claramente vistas nos noticiários, mas não necessariamente como um problema. Uma dessas consequências é o aumento da discriminação aos imigrantes. Embora o problema seja mais comum em países onde esse tema é mais politicamente explorado, como nos Estados Unidos, ele também está presente na América do Sul, e um dos exemplos é o Chile, que assim como os norte-americanos, também é governado por um mega empresário neoliberal: Sebastián Piñera. Com a chegada da pandemia ao Chile, a vida dos imigrantes nesse país andino, que já era muito difícil, passou a ser ainda pior, já que muitas comunidades começaram a ser estigmatizadas,  especialmente as de haitianos, colombianos e venezuelanos, que contam com muitas pessoas negras, as que mais costumam ser prejulgadas como potenciais contagiados. Em um episódio ocorrido na última semana, ...

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    Imigrantes que estavam a bordo do 'Open Arms'.LORENA PACHO LORENA PACHO

    “As pessoas se atiravam ao mar desesperadamente, sem saber nadar”, diz imigrante retido no mar

    Imigrantes do ‘Open Arms’ relatam sua odisseia após desembarcar em Lampedusa com autorização do Ministério Público Por LORENA PACHO, do El País  Imigrantes que estavam a bordo do 'Open Arms'. LORENA PACHO LORENA PACHO Nas noites do verão, a principal rua de Lampedusa, uma ilha de 20 quilômetros quadrados, mais perto da África que da Itália, ferve de turistas. Há shows ao ar livre quase a cada passo, e é praticamente impossível encontrar uma mesa livre nas calçadas em frente aos bares e restaurantes da Via Roma. A poucos metros dali, na praça Garibaldi, concentrou-se um pequeno grupo de náufragos do Open Arms. Alguns conversam entre si, e outros não separam as cabeças de seus celulares, sentados nas escadas da igreja de São Gerlando. O pároco oferece conexão aberta à Internet, e os imigrantes foram a pé do centro de acolhida, a uns três quilômetros dali, ...

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    “Coletes negros” ocupam Panteão em Paris

    Cerca de 700 migrantes sem documentos invadiram o Panteão em Paris, esta sexta-feira. Trabalham em França, dormem nas ruas e estão ilegais. Do  Euronews   Action et symbole très fort : le collectif des #GiletsNoirs vient d'investir le Panthéon. Occupation en cours ! @Bastamag est à l'intérieur. pic.twitter.com/OyzicubkcW — Thomas Clerget (@Thomas_Clerget) 12 de julho de 2019 Le déploiement policier s'est encore renforcé au sein du #Pantheon depuis quelques minutes. #GiletsNoirs pic.twitter.com/Znn7XRo5yR — Thomas Clerget (@Thomas_Clerget) 12 de julho de 2019 Em protesto, exigem os mesmos direitos que os franceses, querem a situação regularizada e pretendem falar com o primeiro-ministro francês, Édouard Philippe. Numa alusão aos manifestantes que protestam há meses em França por melhores condições de vida, autointitulam-se "coletes negros". Dizem que querem papéis porque "trabalham" e "alojamento, porque há 200 mil casas vazias em Paris". As forças policiais intervieram para por termo à manifestação e o Panteão foi ...

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    Sofrimento social: o caminho que imigrantes haitianos enfrentam em São Paulo Mariana Topfstedt/Sigmapress/Estadão Conteúdo

    Imigrantes haitianos em São Paulo revelam sofrimento social

    Tese foi defendida pelo professor José Ailton, da Faculdade de Saúde Pública da USP, e mostra exclusão e invisibilidade da comunidade caribenha na capital. Por Plínio Aguiar, do R7 Sofrimento social: o caminho que imigrantes haitianos enfrentam em São PauloMariana Topfstedt/Sigmapress/Estadão Conteúdo “Eu sofri muito preconceito, principalmente no início. As pessoas me xingavam, mandavam eu voltar para o meu país. Eu chorava todos os dias”, conta o haitiano Cameu Jeaneenis, de 40 anos, e morador de São Paulo desde 2014. Sua trajetória remete ao mesmo caminho que a maioria dos imigrantes no Estado mais rico do País. Jeaneenis nasceu na capital do Haiti, Porto Príncipe, com pouco mais de um milhão de habitantes. Sem escolaridade, era proprietário de uma loja que vendia material de construção. “Não ganhava muito, mas dava para sustentar a minha família”, conta ele. Na época, morava com os pais e o filho, hoje com 10 ...

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    Natalícia Tracy mudou-se para os EUA aos 19 anos para trabalhar como babá e doméstica de uma família brasileira

    ‘Não bastasse Trump, agora Bolsonaro nos cria dificuldades’, diz líder de associação de imigrantes brasileiros nos EUA

    A declaração do presidente Jair Bolsonaro de que "a grande maioria dos imigrantes em potencial não tem boas intenções nem quer fazer bem ao povo americano" amplia o estigma sobre centenas de milhares de brasileiros que vivem nos EUA e enfrentam dificuldades crescentes, diz à BBC News Brasil Natalícia Tracy, dirigente de uma das principais associações de imigrantes brasileiros no país. Por João Fellet, da BBC Natalícia Tracy mudou-se para os EUA aos 19 anos para trabalhar como babá e doméstica de uma família brasileira (Imagem retirada dos site BBC) "É muito frustrante que os imigrantes - 99% dos quais são pessoas de bem, que estão aqui há décadas com suas famílias, com crianças, que estudam e pagam seus impostos - sejam tratados como criminosos", diz Tracy, brasileira que se mudou para os EUA em 1989 e preside o Centro do Trabalhador Brasileiro, em Boston. O Palácio do Planalto ...

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    ‘Novos brasileiros’: os migrantes africanos que estão mudando a cara de São Paulo

    Habituado a caminhar pelo centro de São Paulo, o fotógrafo Diego Padgurschi viu a região se transformar na última década com a chegada de levas de imigrantes e refugiados africanos. Do BBC Família nigeriana após culto evangélico no centro de São Paulo/DIEGO PADGURSCHI Vindos de Angola, Nigéria, Senegal, Gana, Guiné-Bissau, Mali, Guiné e República Democrática do Congo, entre outras nações, muitos traziam na bagagem tecidos coloridos e máscaras tradicionais, que passaram a vender nas ruas que há um século fervilhavam com imigrantes italianos, espanhóis, libaneses e japoneses. Outros abriam restaurantes típicos, mercadinhos e salões de beleza. Mulher senegalesa em São Paulo; segundo a Secretaria Nacional de Justiça, 4.785 africanos pediram refúgio no Brasil em 2017 /DIEGO PADGURSCHI Não há dados precisos sobre a presença de africanos em São Paulo, pois nem todos estão no cadastro de estrangeiros da Polícia Federal. Segundo a corporação, 292.288 ...

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    Europa nega abrigo, mas comemora gols dos filhos de imigrantes

    Entre as equipes do continente ainda no Mundial, todas têm em seus elencos grande número de jogadores de ascendência não europeia Por Carol Castro, do Carta Capital  “Quando as coisas vão bem, eles me chamam de atacante belga. Quando não correm bem, sou o atacante belga descendente de congoleses", conta Romelu Lukaku, da seleção da Bélgica (Benjamin Cremel/AFP) A Bélgica deve muito a seus imigrantes a campanha do time na Copa do Mundo. Só o atacante Romelu Lukaku, um dos cinco jogadores da equipe com ascendência congolesa, colocou quatro gols na conta das vitórias belgas – e é o artilheiro da seleção até aqui. Maourane Fellaini marcou o gol de empate contra o Japão e Nacer Chadli, nos acréscimos, garantiu a passagem da seleção às quartas de final. Os dois são filhos de marroquinos. Dos 14 gols marcados até agora, 10 vieram de jogadores com origens estrangeiras (Marrocos, Congo, Mali, Martinica). Se há 20 ...

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    O idioma é um dos principais problemas para a integração das crianças estrangeiras nas escolas (DIVULGAÇÃO/CDHIC)

    Escolas de São Paulo carecem de política pública para acolher crianças imigrantes

    “Muitos dos projetos que dão certo são autônomos de cada escola. Não tem a presença efetiva do poder público", diz Bruna Peneluppi, educadora do projeto Tendas de Cidadania por Luciano Velleda, da RBA    O idioma é um dos principais problemas para a integração das crianças estrangeiras nas escolas (DIVULGAÇÃO/CDHIC) São Paulo – A denúncia de que estudantes bolivianos estariam sofrendo ameaças caso não pagassem o lanche de alunos brasileiros foi noticiada na imprensa em 2010. O caso aconteceu na Escola Estadual Padre Anchieta, localizada no bairro paulistano do Brás. Fundado um ano antes, o fato inspirou o Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (Cdhic) a desenvolver o projeto "Tendas de Cidadania para Crianças e Adolescentes Imigrantes". O objetivo era desconstruir a xenofobia presente na sala de aula, por meio de atividades pedagógicas e lúdicas que valorizassem a cultura e combatessem o preconceito e a discriminação contra ...

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    O senegalês Cheikh-Gueye-Seck tem uma loja de roupas e acessórios - André Porto/Metro

    Roupas e acessórios típicos de imigrantes conquistam moradores de São Paulo

    Essa paleta tem se expandido com a crescente chegada de imigrantes e refugiados, muitos dos quais encontram na moda uma fonte de renda e uma maneira de se apegar às raízes. Do  Metro Jornal São Paulo O senegalês Cheikh-Gueye-Seck tem uma loja de roupas e acessórios - André Porto/Metro Há mais de quatro anos no Brasil, o imigrante senegalês Cheikh-Gueye-Seck, 30 anos, afirma: “Eu milito por minha cultura”. Sentindo-se desvalorizado ao chegar aqui e ver muitas pessoas vindas da África em trabalhos braçais, ele decidiu continuar a ser comerciante, como era em Dacar. Depois de um tempo vendendo roupas e acessórios africanos na rua e em eventos, Cheikh abriu a própria loja, há um ano. Chamado “Coração d’África”, o estabelecimento fica na avenida São João, uma das principais ruas do centro, traz no logotipo o mapa de seu continente natal e chama a atenção pelos tecidos estampados, ...

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    Imigrantes africanos são vendidos em mercados de escravos na Líbia, diz agência da ONU

    Africanos que tentam chegar à Europa estão sendo vendidos por seus pelos seus raptores em um "mercado de escravos" na Líbia, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), órgão da ONU. Do BBC As vítimas disseram à OIM que, depois de serem detidas por contrabandistas ou grupos de milícias, foram levadas para praças ou estacionamentos para serem vendidas. Migrantes qualificados como pintores ou instaladores de pisos são procurados por preços mais elevados, diz o chefe da OIM na Líbia à BBC. A Líbia está em estado de caos desde a expulsão do ex-líder Muammar Khadafi em 2011. Centenas de jovens africanos subsaarianos foram encontrados nos chamados mercados de escravos, segundo o relatório da OIM. Um migrante senegalês, que não terá seu nome divulgado para proteger sua identidade, disse que havia sido vendido em um desses mercados na cidade libía de Sabha antes mesmo de ser levado a uma prisão ...

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    ‘Arte é uma alternativa a um mundo repleto de violência’, diz diretor de teatro alemão Thomas Ostermeier

    À frente do Teatro Schaubühne, encenador dá palestra no Rio nesta segunda RIO - Palco de nomes como Brecht, Frank Castorf e outros ícones teatrais, a Alemanha assistiu, duas décadas atrás, à chegada de um novo gigante, Thomas Ostermeier. Com seus mais de 1,90m, aos 28 anos ele começou a transformar o espaço Baracke, em Berlim, em um bunker de resistência e experimentação estética. Pouco tempo depois, em 1999, tornou-se o diretor artístico do importante Schaubühne, dando continuidade acima de qualquer expectativa ao trabalho do encenador Peter Stein, que consagrou aquele teatro nos anos 1970. Conhecido pela capacidade de transformar clássicos em radicais encenações contemporâneas, ele vê o teatro como um campo de observação e crítica social, e diz que busca se contrapor ao temor e ao terror que pesam o ar da capital alemã e os corpos de seus atores. Por Luiz Felipe Reis, para O GLOBO É no Schaubühne ...

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    “Por que julgamos que a diferença seja um problema?” Achille Mbembe

    Em entrevista, o filósofo camaronês fala sobre xenofobia, nacionalismo, o lugar do estrangeiro, os perigos de “culturas únicas” e espaços de articulação para a diferença. Fonte: Goethe Institut por: Katharina von Ruckteschell-Katte Minha primeira observação tem a ver com a questão da diferença. A questão é: O que queremos dizer com a palavra diferença? Por que ela está tão naturalizada? E o que devemos fazer com a diferença? A premissa aqui é de que a diferença tem que ser reconhecida, aceita e ao mesmo tempo transcendida. Pois a suposição – não apenas no mundo em que vivemos hoje, mas também em períodos anteriores da história humana – é de que a diferença é um problema com o qual se precisa lidar. Então o primeiro movimento que poderíamos desejar fazer é questionar tal suposição. Por que é que achamos que a diferença é um problema? Por que ela não é simplesmente ...

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    Mas há racismo no Brasil?

    Apesar da herança africana no Brasil, escritor brasileiro Luiz Ruffato, que já definiu o país como “paradoxal”, diz que no país o racismo vincula-se ao preconceito de classe. Por Tainã Mansani Do DW Quando, em 2013, o escritor brasileiro Luiz Ruffato definiu o Brasil como "ora exótico e paradisíaco, ora execrável e violento", causou polêmica na abertura da famosa Feira do Livro de Frankfurt na Alemanha. O escritor falava sobre a desigualdade social em seu país que, segundo ele, também é vinculada ao racismo. Apesar do legado africano estar na cultura, na música e na cor da população brasileira, o preconceito da cor de pele ainda é vinculado à origem social. Isso também explica porque os refugiados africanos são discriminados por sua cor num país onde acredita-se haver "democracia racial". A africanista alemã Karin Sekora, curadora da exposição "Afrikas Erbe in Brasilien" (O Legado da África no Brasil), atualmente aberta ao público na emissora Deutsche Welle, em Bona, na Alemanha, explica que conceito de "democracia racial" - ...

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    Campanha #MaisQueImigrante visa desconstruir xenofobia dos brasileiros

    Até o fim do mês, projeto reunirá relatos, fotos e vídeos sobre a ascendência enviados pelas redes sociais Por Júlia Dolce Do Brasil de Fato A pergunta "Qual é a sua mistura?" vem sendo respondida por dezenas de brasileiros que estão aderindo a campanha #MaisQueImigrantes no Facebook. Ela foi idealizada pelas estudantes do primeiro ano de publicidade da Faculdade Cásper Líbero Brenda Louise Monaro e Mariana de Almeida Francisco, em parceria com o coletivo por empoderamento de mulheres imigrantes "Equipe de Base Warmis - Convergência de Culturas", com o objetivo de desconstruir a xenofobia dos brasileiros. A pergunta inicial leva as pessoas a questionarem suas próprias origens e ascendência, uma forma de conscientização sobre a identidade brasileira, resultado de múltiplos processos migratórios. Com o crescente fluxo de imigrantes e refugiados para o Brasil (que, segundo o último relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), aumentou 127% desde 2010), os casos de ataques xenofóbicos e ...

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    O Brasil pelos olhos de nove crianças refugiadas que vivem em São Paulo

    Quando viviam em seus países - Haiti, Síria, Arábia Saudita e Congo -, o cotidiano deles era bem diferente. Mas hoje, esses meninos e meninas que são refugiados em São Paulo têm muito em comum: comem arroz e feijão, gostam da liberdade que têm no Brasil e jogam futebol (ou queimada) na escola. Por Gabriela Di Bella e Gui Christ Do BBC "No Brasil é melhor porque não tem guerra", resume a síria Ritag Youssef, de 8 anos, refugiada há quase três anos. Ela foi uma desses novos brasileiros que conversaram com a reportagem da BBC Brasil em bairros de São Paulo, onde vivem. Eles fazem parte de uma estatística que não para de crescer. Segundo a ONU, em 2015, o número de refugiados no mundo ultrapassou os 60 milhões, um recorde histórico desde a Segunda Guerra Mundial. Desse número, quase metade são crianças - cerca de 28 milhões conforme dados ...

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    Cristiano Ronaldo dedica o título europeu a todos os imigrantes

    Cristiano Ronaldo não é craque apenas dentro do campo. Em meio a uma onda de intolerância que toma conta da Europa com o referendo que aprovou a saída do Reino Unido da União Europeia e a rejeição a imigrantes que saem de zonas de guerra em busca de uma vida melhor no Velho Continente, o atacante português dedicou o primeiro título da história de Portugal na Eurocopa a todos os imigrantes. Do Jornal do Comércio  "É um troféu para todos os portugueses, para todos os imigrantes, todas as pessoas que acreditaram em nós. Estou muito feliz e muito orgulhoso", disse o atacante de 31 anos. Portugal foi campeão graças a um gol decisivo de Éder, jogador nascido em Guiné-Bissau, na África, e que entrou no segundo tempo para balançar as redes do goleiro LLoris na prorrogação. Dos 23 campeões portugueses, nove nasceram em outros países. Além de Guiné-Bissau, há atletas ...

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    Ataques levam Finlândia a oferecer aulas a imigrantes sobre como tratar mulheres

    Preocupado com o aumento de abusos, o governo finlandês quer garantir que refugiados de países mais conservadores saibam como agir e quando estão violando as leis locais Do Ultimo Segundo Imigrantes que chegam à Finlândia estão recebendo aulas sobre valores morais finlandeses e sobre como se comportar em relação a mulheres. Preocupado com um aumento nos ataques sexuais, o governo quer garantir que pessoas oriundas de culturas mais conservadoras saibam o que esperar na nova casa. Johanna é uma dessas professoras animadas e cheias de energia que atraem até o aluno mais entediado. Ela usa as mãos para enfatizar suas mensagens e ameniza temas difíceis com sorrisos. "Na Finlândia", ela diz suavemente, "você não pode comprar uma esposa". "Uma mulher só será sua se ela quiser – porque aqui as mulheres são iguais aos homens." "Na Finlândia você não pode comprar uma esposa", diz a docente na aula de cultura a imigrantes ...

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    haitiano

    Haitiano fica paraplégico após levar tiro na frente de casa em Cuiabá

    O haitiano Elveus Chisner, de 38 anos, atingido com um disparo de arma de fogo há duas semanas no Bairro Nova Esperança, em Cuiabá, perdeu o movimento das pernas e de uma das mãos. Ele está internado no Pronto Socorro Municipal da cidade sem previsão de alta. Ele estava com um grupo de amigos, também haitianos, em frente à quitinete onde eles moram quando um motoqueiro passou efetuando disparos contra a residência e, depois, contra os estrangeiros, na noite do dia 22 de novembro. Elveus havia sido liberado pelos médicos na segunda-feira (30) e estava se recuperando na Pastoral do Migrante, em Cuiabá. Ainda durante o período da manhã ele passou mal e teve que ser levado de volta ao Pronto Socorro. De acordo com o primo da vítima, o também haitiano Alcene Amado, Elveus perdeu, de maneira irreversível, os movimentos da cintura para baixo. “Ele não está mexendo as pernas ...

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    Imigrantes negros que chegam ao Brasil deparam-se com ‘racismo à brasileira’, diz sociólogo

    Para Alex André Vargem, africanos e haitianos são tratados de forma diferente em relação aos imigrantes de outras nacionalidades que chegam ao Brasil; mito de país acolhedor impede autocrítica, avalia Por Paulo Hebmüller Do Opera Mundi A ideia de que o brasileiro é acolhedor e recebe bem todos os imigrantes não corresponde à realidade no caso de haitianos e africanos, vítimas de racismo em território brasileiro. É o que afirma o sociólogo Alex André Vargem, 35 anos, membro do IDDAB (Instituto do Desenvolvimento da Diáspora Africana no Brasil). Para Vargem, em seus países de origem esses imigrantes enfrentam questões étnicas diferentes das surgidas pelo “racismo à brasileira”, e é aqui que conhecem experiências concretas de discriminação. “Acredito que ainda haja resistência de fazer uma autocrítica, e por isso a sociedade se apega àquela imagem de que acolhemos bem todos”, diz. O sociólogo enumera alguns dos casos de violência que vem coletando ...

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