Tag: Juarez Tadeu de Paula Xavier

    #Geledés30anos: Educação –  atuações por ações afirmativas e pela educação como um direito humano – Video

    A partir de reflexão sobre o projeto Geração XXI, uma iniciativa de ação afirmativa na educação, abordará os desafios para a implementação de ações anti-racista e anti-sexistas, de valorização da presença negra, de sua história e cultura, além dos desafios atuais para a permanência de políticas públicas de redução das desigualdades e de enfrentamento das discriminações e preconceitos. Palestrantes: Cidinha da Silva Escritora. Doutoranda no Programa Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento /UFBA. Juarez Tadeu de Paula Xavier Doutor em Comunicação e Cultura; assessor da Pró Reitoria de Extensão – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP. Márcia Lima Professora do Departamento de Sociologia – FFLCH/USP; Pesquisadora Senior do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento associada ao Centro de Estudos da Metrópole (CEPID-FAPESP). Debatedoras:  Débora Silva Professora de matemática; educadora social de juventudes; integrante do Coletivo Sociocultural Macambira. Edilza Sotero  Doutora em Sociologia; professora da Faculdade de ...

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    Escravidão [388] + Abolição [130] = Desumanização Negra [518]

    Disputa do capital cultural na sociedade brasileira Por Juarez Tadeu de Paula Xavier¹ enviado para o Portal Geledés  Foto: Divulgação Fapesp A população afrodescendente (preta e parda) sobrevive no mesmo ambiente abrasivo de violências articuladas e interseccionais (étnico-racial, classe e gênero) que marcaram suas condições sociais no período de transição racial e demográfica, entre os anos de 1870 e 1930. Anos críticos para a população negra no país, quando a “eugenia e a pureza racial” tornaram-se “política de estado”. O preconceito (formas de menor valia das tradições de ascendências africanas), a discriminação racial (segregação conceitual, física e geográfica) e o racismo (fluxo ascendente da linha de mortalidade da população negra) consolidaram-se no imaginário social, e fundaram os obstáculos materiais à mobilidade vertical (ascensão) e horizontal (direito de ir e vir) de negras e negros na sociedade. Os dispositivos de coerção (violência física) e persuasão (organização das narrativas de ...

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    ‘Não quero ser o único negro em nenhum lugar’, diz professor alvo de mensagens racistas em SP

    Um mundo no qual um negro não tenha o peso de ser o primeiro e não precise ser o único. Assim o jornalista e professor universitário Juarez Tadeu de Paula Xavier, 57, descreve a sociedade na qual gostaria de viver. por Eduardo Schiavoni no UOL Alvo de mensagens racistas escritas por alunos da Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Bauru, no interior paulista, em julho de 2015, Xavier tenta não levar o racismo como algo pessoal. "Acho que não foi uma crítica a mim, mas sim ao coordenador do Nupe ." Xavier foi o único negro em sua sala durante a graduação, feita na PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, no início da década de 1980. Nos anos 1990, foi o único negro no mestrado e o único no doutorado, ambos feitos na USP (Universidade de São Paulo). Hoje, é o único professor negro no Departamento de ...

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    Professor Juarez Tadeu de Paula Xavier - Entrevista da Semana 22/1/2016 Fotos com a esposa Patrícia Alves de Matos Xavier e a filha Bolaji Alves Matos de Paula Xavier

    Resultados da pesquisa Exoesqueleto digital afrodescendente / parte 1

    Artigo discute importância do meio digital para a juventude negra; Juarez Xavier é coordenador do Núcleo Negro para Pesquisa e Extensão da UNESP, o NUPE Texto: Profº Drº Juarez Xavier , no Alma Preta  Os arranjos produtivos locais intensos de cultura (ApliC) arquitetados pelo movimento social de jovens afrodescendentes apropriaram-se do exoesqueleto digital, formado pelas redes virtuais, para o enfrentamento do preconceito, da discriminação e do racismo, neste início do século 21. Exoesquelo Digital é o termo usado como infraestrutura para a produção, veiculação e distribuição de conteúdos. Nas áreas de concentração tecnológica, as organizações acêntricas encontram as condições ambientais favorecedoras para essas iniciativas políticas. Os pontos de cultura disseminaram pelo território o chassi digital, que acelerou o fluxo de produção de conteúdo, agrupou agentes criativos hábeis na captação, edição e difusão de informações, e conectou os insumos tangíveis e intangíveis, necessários à ação ampliada para as intervenções políticas de oposição. As ...

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    Professor Juarez Tadeu de Paula Xavier - Entrevista da Semana 22/1/2016 Fotos com a esposa Patrícia Alves de Matos Xavier e a filha Bolaji Alves Matos de Paula Xavier

    Juarez Tadeu de Paula Xavier

    Ele quer ampliar o debate da diversidade na universidade, aproximá-la da comunidade e pensar Bauru como um polo avançado de produção independente de audiovisual Por Ana Paula Pessoto, do JC Net Ele pesquisa e atua contra o racismo e em prol da diversidade na universidade, inclusive com a participação e coordenação de eventos que debatem e discutem os temas no Brasil e exterior. Em Bauru, já foi alvo de racismo e trabalha contra a segregação. O personagem desta edição é Juarez Tadeu de Paula Xavier, professor doutor do Departamento de Comunicação Social da Unesp de Bauru. Filho de uma infância pobre e sofrida em São Paulo, mas muito digna, como ele faz questão de dizer, Juarez chegou em Bauru com a esposa Patrícia e a filha Bolají em 2011, onde tem se envolvido cada vez mais com os debates culturais e políticos. Projetos profissionais para 2016? “Há três pensados com ...

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    Superada a tese da superioridade branca, restou a desigualdade

    A ciência já desconstruiu teses que atribuíam a uma suposta inferioridade genética a origem da discriminação racial. As estruturas da sociedade, porém, ainda estão em débito com o senso de igualdade por Letícia Vidor no Rede Brasil Atual “Juarez Macaco.” “Unesp cheia de macacos fedidos.” “Negras fedem.” As frases nas paredes de um banheiro no campus Bauru da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), no final de julho, escancaram o racismo crônico brasileiro. O desprezo não poupa ninguém com raízes africanas. Mesmo alguém que tenha vencido a discriminação e alcançado título de docente numa universidade estadual. Aos 55 anos, Juarez Tadeu de Paula Xavier, professsor do curso de Jornalismo, cravou, em entrevista à TV Unesp: “Os banheiros sempre serão porta para esses comportamentos. Mas de forma tão orquestrada assim é a primeira vez que eu vejo”. O preconceito de raça tem raízes profundas, do tempo em que o homem ...

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    Desapropriação cultural preta nos espaços negros

    Encerramento das atividades do Neocriativa  “neste semestre” (1º de 2015, em razão da greve de 2014). Confraternização no bar “U Baiano”. O clima da reunião manteve-se aquecido, horas depois. Estudos, pesquisas e reflexões sobre o surrealismo . Por Juarez Xavier Do Alma Preta Inevitável: a obra do Aimé Césaire (1913-2008), militante, político, escritor e poeta martiniquense, considerado por André Breton (1896-1966) como um dos melhores poetas do movimento. Nesse cenário, a pedagoga freiriana Patrícia Alves formulou uma teoria. Elegante. Sofistica. Simples. Sintética, como devem ser os melhores conceitos: “há em curso um processo de desapropriação cultural dos pretos nos espaços negros; querem as culturas negras, sem pretas e pretos!” Segundo ela, não é uma mera apropriação – “eu tomo e pronto; é meu!” Ou um processo de universalização do acesso à cultura negra, “porque somos uma cultura mestiça”. Nada disso! É o desalojamento do negro de ...

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    ‘É uma cicatriz que incomoda’, diz docente alvo de racismo na Unesp

    (...) depoimento a ESTÊVÃO BERTONI Da Folha de S.Paulo  Professor do curso de jornalismo da Unesp de Bauru (a 329 km de SP) e militante do movimento negro, Juarez Tadeu de Paula Xavier, 55, foi um dos alvos das ofensas racistas escritas num banheiro masculino da universidade. As inscrições diziam: "Unesp cheia de macacos fedidos", "Juarez macaco" e "Negras fedem". A instituição investiga a ação e lançará campanha em sua rádio contra a discriminação racial. A seguir, o depoimento dele à Folha: Sou militante do movimento negro, por isso não me coloco como vítima. Nos espaços políticos, sempre enfrentei a questão racial, mas é a primeira vez que vejo "Juarez macaco" escrito na parede. Duas coisas me marcaram nesse episódio: a reação da minha filha e de uma faxineira da Unesp, uma mulher negra que teve de limpar as pichações. É triste ver uma senhora numa condição subalterna limpando uma ...

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