Tag: Lélia Gonzalez

    Foto Gabo Morales – TRÉMA

    “Sueli Carneiro contribuiu para a restituição de nossa humanidade”, diz a filósofa Djamila Ribeiro

    Djamila Ribeiro é uma das maiores feministas negras da contemporaneidade no país. Mestre em Filosofia Política e autora de dois best sellers, Quem tem medo do feminismo negro? (2018) e O que é lugar de fala? (2017), agora Djamila faz um tributo a Sueli Carneiro, uma das diretoras do Geledés – Instituto da Mulher Negra e ícone da luta contra o racismo e sexismo, ao lançar um selo com seu nome. O primeiro livro deste selo é Sueli Carneiro: Escritos de uma obra, com lançamento previsto no SESC Pompeia, em São Paulo, na próxima terça-feira 4, às 19h30. Com prefácio da ilustre escritora Conceição Evaristo, o livro reúne uma série de artigos escritos anteriormente por Sueli – um resgate essencial da pensadora e de suas posições sobre temas relevantes à população negra, em especial às mulheres negras. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Djamila contou que conheceu Sueli na Casa da Cultura da Mulher Negra, uma organização não governamental santista, onde ...

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    Coletivo Nuvem Negra da PUC-Rio lança jornal preto

    É tempo de reconhecer e assumir as contribuições do conhecimento negro-africano nas universidades brasileiras Enviado para o Portal Geledés No dia 14 de setembro, o Coletivo Nuvem Negra (CNN), coletivo de estudantes negras e negros da PUC-Rio, lançará um jornal pensado e produzido por eles. O Jornal Nuvem Negra (JNN) será mais um veículo de denúncia contra o apagamento do conhecimento negro-africano nas instituições educacionais e de afirmação na importância da luta antirracista nestes espaços. O Jornal, trimestral e impresso, será uma ferramenta de luta, resistência, fortalecimento e afirmação do negro no espaço acadêmico. O JNN nasceu da necessidade de expressar as vozes das/os poucas/os alunas/os negras/os da PUC. São estudantes negros pautando e narrando suas próprias questões e histórias. Na primeira edição, o coletivo já inicia a campanha de mapeamento racial dos professores da PUC-Rio. ‘‘Quantas/os professoras/es negras/os a PUC-Rio tem?’’ Saber a quantidade de professoras/es negras/os e brancas/os da ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Curso online sobre Lélia Gonzalez e Beatriz Nascimento

    O Coletivo Cultural Dijejê apresenta o curso de formação sobre o pensamento das intelectuais brasileiras Lélia Gonzales e Beatriz Nascimento. As inscrições podem ser feitas até 17 de agosto e o início das atividades está marcado para o dia 19 do mês. As aulas podem ser vistas pelos participantes na plataforma e-learning Moodle, ferramenta aberta, gratuita e de simples manejo. A formação está divida em três módulos que ao todo contabilizam 20 horas. O primeiro momento aborda o feminismo afrolatino e os demais tratam sobre os quilombos e a liderança feminina. No terceiro módulo, as participantes serão convidadas a produzir um artigo sobre as reflexões estimuladas pelos encontros virtuais. Lélia Gonzalez criou o conceito de feminismo afrolatino. Para ela, é necessário que haja um dialogo entre mulheres negras e latinas do continente de maneira pautada pelo panafricanismo, como saída possível para a luta da diáspora negra na região. Beatriz Nascimento pesquisou sobre ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Casa da Cultura recebe exposição em homenagem ao Dia da Mulher Negra

    Exposição e debate tratam sobre o feminismo negro no Brasil  Do Portal AZ Como parte das comemorações pelo Dia Internacional da Mulher Negra, celebrado no dia 25 de julho, a Casa da Cultura recebe a exposição "Lélia Gonzalez - o feminismo negro no Palco da História", de autoria de Antônia Ceva, além da roda de conversa “Empoderamento e Resistência”. A exposição está aberta ao público, de 8h às 18h, e fica disponível para visitação até o dia 25, no Centro de Teresina. Lélia Gonzalez foi historiadora, filósofa, geógrafa e professora acadêmica. Tornou-se pioneira do feminismo negro no Brasil e uma das primeiras mulheres a denunciar o racismo e o sexismo como uma estrutura de inferiorização das mulheres negras na sociedade. A exposição conta essa história de luta através de imagens, textos e frases de Lélia Gonzalez. Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia “A Casa da Cultura abre ...

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    Exposição “Mãe Preta” integra Circuito Cultural Rio

    As conhecidas imagens das amas-de-leite negras, registradas desde meados do século XIX ao início do século XX, são o ponto de partida da pesquisa das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa para a exposição “Mãe Preta”, com a curadoria de Marco Antonio Teobaldo, na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea, do Instituto de Pesquisa e Memória dos Pretos Novos (IPN), na Gamboa. Do Sopa Cultural  A exposição integra o Circuito Cultural Rio, idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio, para a programação cultural dos períodos Olímpico e Paraolímpico, que vai de maio a setembro de 2016. A mostra, que também faz parte da programação oficial do FotoRio 2016, busca traçar os elos e ressonâncias entre a condição social da maternidade durante a escravidão e as vozes de mulheres e mães negras na contemporaneidade. A mostra reúne obras em fotografia, gravuras, vídeo e instalações criadas especialmente para o IPN, onde está ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Exposição reforça a luta pelo direitos da mulher negra no Brasil

    Mostra pode ser visitada até o dia 21 de março. A ativista Lélia Gonzalez é homenageada na mostra. Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia Do G1 A exposição itinerante “O Feminismo negro no palco da história”, sobre a vida da ativista Lélia Gonzalez, pode ser visitada no auditório da Casa Civil da Governadoria até o dia 21 de março. A programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher começou na última quinta-feira (11) e faz homenagens à ativista, como um símbolo de todas as mulheres que vivem a margem da sociedade. Maria Luiza Nunes, técnica do Núcleo de Apoio aos Povos Indígenas, Comunidades Negras e Remanescentes de Quilombo, vinculado à Casa Civil, explicou a importância de trazer a história de Lélia Gonzalez para a discussão. “Lélia, uma importante intelectual brasileira, reconhecida internacionalmente, vive na invisibilidade. Eu quero ressaltar que várias outras mulheres negras, intelectuais, no Brasil de hoje estão ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Clube dos Diários recebe exposição em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

    A abertura da exposição "Lélia Gonzalez - o feminismo negro no Palco da História" será no dia 1º de março. Por Gleyca Lima Do Piaui Como parte das comemorações pelo Dia Internacional da Mulher, a Galeria de Artes do Clube dos Diários recebe, a partir do dia 1º de março, a exposição "Lélia Gonzalez - o feminismo negro no Palco da História", de autoria de Antônia Ceva. A exposição será aberta às 19h do dia 1º e ficará disponível para visitação até 8 de março. Para a abertura do evento, Antonia Ceva, que é coordenadora de Pesquisa da Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh), estará em Teresina e apresentará um painel, no palco do Teatro Torquato Neto, sobre o projeto da exposição que retrata a intelectual e ativista brasileira Lélia Gonzalez. Além disso, os visitantes serão recebidos com manifestações artísticas e culturais. Lélia Gonzalez foi professora acadêmica, historiadora e geógrafa. Denunciou o ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Livros e textos de Lélia Gonzalez

    A historiografia brasileira tem sido marcada pela invisibilidade dos afro-descendentes. A imposição dessa qualidade, exercida de forma orquestrada e sistemática, fez com que, nos anos 1970, em vários estados brasileiros, grupos formados por diversos setores da comunidade afro-descendente desenvolvessem uma reflexão abrangente sobre a situação social, política, econômica e cultural do país, e em especial sobre o processo de exclusão dos afro-descendentes nesse contexto. Foram muitos os grandes pensadores/articulares que contribuíram para essa reflexão. Mas, dentre todos, destacou-se uma figura feminina: Lélia de Almeida Gonzalez, ou Lélia Gonzalez, como ficou conhecida. Sua atuação sempre foi caracterizada pela capacidade de articular, com extrema propriedade, sobre a questão do povo negro, em geral, e da mulher negra, em particular. Militante negra e feminista, atuou como desencadeadora das mais importantes propostas de atuação do Movimento Negro Brasileiro. Participou da criação do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN-RJ), do Movimento Negro Unificado (MNU), ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Novo prédio da ONU em Brasília homenageia ativista Lélia Gonzalez

     Ícone do movimento negro e de mulheres negras, homenagem se insere no marco da Década Internacional de Afrodescendentes, dos 20 anos da 4ª Conferência Internacional das Mulheres e dos 70 anos de criação da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1945 Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia Do ONU Mulheres Para saber mais sobre a vida e a obra de Lélia Gonzalez, acesse: http://www.projetomemoria.art.br/leliaGonzalez/ A Casa da ONU no Brasil inaugura oficialmente nesta quarta-feira, 30, o segundo módulo do Complexo Sérgio Vieira de Mello, em Brasília. O novo espaço reunirá os escritórios de representação dos seguintes organismos: Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Os cerca de 80 funcionários e colaboradores destes organismos se somam ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Projeto mamória Lélia Gonzalez

    SAIBA MAIS sobre a mostra A Fundação Banco do Brasil em parceria com a organização Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh) e a Brasilcap traz a Belo Horizonte a exposição itinerante Lélia Gonzalez: O feminismo negro no palco da história com 16 paineis em homenagem à historiadora, antropóloga, filósofa e ativista do movimento negro. Além da exposição, foram desenvolvidos para o projeto um kit para biblioteca, composto por livro e documentário sobre Lélia Gonzalez, um kit pedagógico com dois almanaques históricos e um website. Todos os materiais estão disponíveis gratuitamente para download no site: http://www.projetomemoria.art.br/leliaGonzalez/index.jsp.O Projeto Memória da Fundação Banco do Brasil tem como objetivo resgatar, difundir e preservar a memória cultural brasileira por meio de homenagens a personalidades que contribuíram para a transformação social.Local: Pátio  Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia     CCBB BHcomo chegar Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte Praça da Liberdade, 450 – FuncionáriosCEP: ...

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    (Foto: Ayalla Salvador)

    Memória Lélia Gonzalez: tributo que reativa o combate ao racismo e ao sexismo

    “Um dia como esse tira qualquer mágoa do coração” Jê Ernesto Este artigo é um texto-relato sobre o lançamento do projeto Memória “Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da História”, realizado ontem, 15 de julho, em São Paulo. Descrevendo os acontecimentos do evento, o protagonismo de algumas mulheres em sua organização e no seu desenrolar, procura apresentar a magnitude de dois monumentos, Lélia Gonzalez e Sueli Carneiro, para a ação política que se quer renovada e apta para os tempos que estão por vir.   Os lugares que se bifurcam, o acontecimento que se amplifica Centro de São Paulo. 15 de julho de 2015. Quase 19h. Pessoas de diferentes faixas etárias, procedências e filiações políticas aglomeram-se, escrevente inclusa, no térreo do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) que transborda e transborda. O objetivo era um só: todas as atrasadas queriam ter a oportunidade de adentrar a sala onde estava sendo ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Projeto Memória Lélia Gonzalez tem lançamento no CCBB de São Paulo, dia 15, às 17h30

    Em iniciativa da Fundação Banco do Brasil e parceiros, tributo, documentário e livro autobiográfico relembram a importância da ativista do movimento negro e feminista; materiais estão disponíveis em site do projeto Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia Portal Geledés O CCBB de São Paulo será o local de lançamento no Estado de São Paulo do Projeto Memória "Lélia Gonzalez: O Feminismo Negro no Palco da História", no dia 15, às 17h30. O projeto é uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil, em parceria com a Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh) e Brasilcap. O evento do CCBB é realizado em conjunto com o Geledés – Instituto da Mulher Negra. O lançamento nacional do Projeto Memória ocorreu em fevereiro, no CCBB Rio. Educadora, ativista e intelectual de destaque, Lélia Gonzalez contribuiu para a formação de uma consciência crítica em relação aos preconceitos que mantêm mulheres negras em desvantagem na sociedade. Uma das pioneiras do feminismo negro no Brasil, marcou presença ...

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    Convite – Tributo à Lelia Gonzalez no Centro Cultural Banco do Brasil/São Paulo – 15 de julho de 2015

    O Geledés - Instituto da Mulher Negra e a Rede de Desenvolvimento Humano (REDEH) em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB) e o Comitê Impulsor de SP da Marcha de Mulheres Negras convidam para o lançamento do  Projeto Memória Lélia Gonzalez – o feminismo negro no palco da História. O evento será no dia 15 de julho de 2015, das 17H30 às 21H30, no Centro Cultural Banco do Brasil/São Paulo, Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. Neste dia exibiremos o vídeo documentário e a exposição Lelia Gonzalez – o feminismo negro no palco da História, e o evento contará com a presença de Rubens Rufino, filho de Lélia Gonzalez; Schuma Schumaher, coordenadora do Projeto; Sueli Carneiro, autora do texto e de representantes da Fundação Banco do Brasil. Durante o evento faremos um Tributo à Lélia Gonzalez (com pequenos depoimentos de amiga/os sobre Lélia Gonzalez), que já tem as presenças confirmadas de Hélio Santos, Dulce Pereira, Albertina ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    UnB inaugura espaço dedicado à Lélia Gonzalez

    O Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB) inaugurou nesta sexta-feira (12) a sala Lélia Gonzalez. O espaço homenageia a socióloga e antropóloga que influenciou o pensamento político contemporâneo brasileiro a partir de seus artigos, ensaios e livros sobre as temáticas racial e de gênero. No Palmares A proposta em homenagear Lélia partiu dos alunos do Programa de Iniciação à Docência que terão a partir de agora, o desafio e a missão de produzir pesquisas que sejam base à materiais didáticos e para-didáticos, em consonância com o papel intelectual, político e pedagógico relacionados com as questões etnicorraciais e feministas. Coordenadora da Licenciatura em Ciências Sociais, a professora Haydée Caruso afirmou que a ideia é articular a proposta do laboratório com outras áreas da Universidade, com os movimentos sociais e com as instituições governamentais que trabalham as duas temáticas. “O nome de Lélia Gonzalez vai nos abrir várias possibilidades de diálogos. ...

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    Sueli Carneiro (Foto: Caroline Lima)

    Intelectuais negros estão fora da bibliografia, criticam especialistas

    Abdias Nascimento, Clóvis Moura, Lélia Gonzalez, Beatriz Nascimento, Jurema Werneck e Sueli Carneiro são apenas alguns nomes da extensa lista de intelectuais negros brasileiros. Não é incomum, entretanto, que um estudante deixe o ensino superior sem conhecer e sem ter lido nada desses pensadores. Para pesquisadores, falta à academia e à educação de forma geral um conhecimento maior sobre a intelectualidade negra, não apenas brasileira. É preciso também ter acesso a obras de pensadores negros traduzidas. A busca pelo protagonismo negro foi o que motivou a pesquisa do professor de história Carlos Machado. No livro Ciência, Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente, ele compilou algumas histórias e legados de pesquisadores negros para a humanidade. Ele explica que essas pessoas são responsáveis por invenções que fazem parte do nosso cotidiano. "Mas o eurocentrismo escondeu ou apagou essa história como se ela não existisse e aí essas informações, uma parcela delas, ficou ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Projeto Memória homenageia ativista do movimento negro Lélia Gonzalez

    A historiadora, antropóloga e filósofa, Lélia Gonzalez, foi homenageada hoje (24) com o lançamento de mais uma edição do Projeto Memória da Fundação Banco do Brasil. Lélia foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU). Como ativista, foi uma das pioneiras do feminismo negro no Brasil e trabalhou para a análise dos preconceitos contra mulheres negras e as desvantagens delas na sociedade. A cerimônia ocorreu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no centro do Rio de Janeiro. Por Cristina Indio do Brasil, da Agência Brasil O Projeto Memória inclui 20 réplicas da exposição Lélia Gonzalez que ocupará o salão de entrada do CCBB. As réplicas serão entregues pela Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh) a organizações do movimento negro, universidades e bibliotecas, que poderão promover exposições em todo o país. As instituições receberão 4 mil kits biblioteca com um livro foto biográfico e DVD do documentário sobre a ativista. ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Hoje 24/02 – Ativista feminista Negra Lélia Gonzalez é a homenageada do Projeto Memória

    “Lélia Gonzalez: O feminismo negro no palco da história”, a nova edição do Projeto Memória da Fundação Banco do Brasil, será lançada no CCBB do RJ No Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), hoje, 24/02, acontecerá o lançamento da nova edição do Projeto Memória da Fundação Banco do Brasil que, em parceria com a Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh) e Brasilcap, homenageará à feminista negra Lélia Gonzalez, que viveu no período de 1935 a 1994. Historiadora, antropóloga e filósofa, autora de livros e diversos artigos, Lélia Gonzalez foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU). Educadora, ativista e intelectual de destaque seu pensamento contribuiu para a formação de uma consciência crítica em relação aos preconceitos que mantêm mulheres negras em desvantagem na sociedade. Para José Caetano de Andrade Minchillo, presidente da Fundação BB, a iniciativa contribui para a preservação da memória cultural brasileira. “Com esta edição do Projeto ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    “O processo de participação das mulheres negras em Pequim foi liderado por Lélia Gonzalez”, diz a feminista negra Dulce Pereira

    Em ato de projeto de memória Lélia Gonzalez, é recuperado o envolvimento da ativista na 4ª Conferência Mundial sobre as Mulheres, ocorrida em 1995 Os 20 anos sem Lélia Gonzalez, feminista negra e fundadora do movimento de mulheres negras brasileiras, estão marcando o ano de 2014. Em maio, ocorreu seminário e entrega de premiações para organizações de mulheres negras. No último 10 de julho, aniversário de falecimento da ativista e professora universitária, ela foi lembrada nas redes sociais por militantes do movimento de mulheres negras e do movimento negro. Na última terça-feira (22/7), em ato de lançamento do livrofotobiográfico em sua homenagem, a trajetória de Lélia Gonzalez foi recuperada por familiares, feministas negras, acadêmicas e sacerdotes de terreiro.   Na redescoberta de Lélia Gonzalez, a atuação dela no processo de organização da 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Pequim, foi resgatada por Dulce Pereira, professora universitária da Universidade ...

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Lélia Gonzalez é referência na luta contra a discriminação da mulher negra

    Viva Maria começa hoje (21) as comemorações do Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, celebrado no próximo dia 25 de julho. A subsecretária da Secretaria de Desenvolvimento Social do município do Rio de Janeiro, Jurema Batista - mais conhecida como Jurema Black - lembra da importância de personalidades como a ativista brasileira Lélia Gonzalez e a escritora Carolina de Jesus na luta pelo reconhecimento do valor das mulheres negras. Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia Viva Maria : Programete que aborda assuntos ligados aos direitos das mulheres e outros aspectos da questão de gênero. É publicado de segunda a sexta-feira. Fonte: Radio Agência 

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    Lélia Gonzales (Foto: Acervo JG/Foto Januário Garcia)

    Hoje na História, 10 de Julho de 1994, a 20 anos, Lélia Gonzalez entrava no Orun

    Ana Maria Felippe* Texto postado no Portal Geledés em 14.09.11 A guerreira Lélia Gonzalez passou à condição de "ancestral". A atualidade da luta que travou; sobre a qual refletiu e ensinou nos faz reviver um pouco de sua trajetória. Que seu exemplo seja guia nessa luta que, a cada caminhada, constatamos mais a fazer: a luta contra o racismo. Lélia Gonzalez nasceu "de Almeida", em Belo Horizonte-MG, em 1º de fevereiro de 1935. Tinha 59 anos quando faleceu, em 10 de julho de 1994, no bairro de Santa Teresa, na cidade do Rio de Janeiro. Quando Lélia era criança, sua família instalou-se no Rio, na favela do Pinto, bairro do Leblon, ao lado do Clube de Regatas do Flamengo, onde jogava (e depois foi técnico) seu irmão, Jaime de Almeida (nascido em 1920), por quem nutria enorme admiração e nos passos de quem seguiu torcendo pelo Flamengo e gostando muito de ...

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