Tag: literatura negra

    Reprodução/Facebook

    Assista: Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de SP-Narrativas para a emancipação

    FELLIN - Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de São Paulo. O evento será destinado a valorização dos saberes da população africana e afrodiaspórica. Acontecerá a partir dos dias 13 até o dia 17 de julho de 2020. Em 2020 será online, via transmissão YouTube.   Festival Literário de Literatura Negra da Zona Norte de SP-Narrativas para a emancipação Informações: Apresentação 19h - Performance: Sarau Alcova 20h - Mesa 4 - Narrativas para a emancipação Convidadas: Cidinha da Silva e Vilma Piedade - Moderadora: Ingrid Soares 

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    Eliana Alves Cruz (Foto de Marta Azevedo)

    Eliana Alves Cruz lança romance em live com Luiz Antonio Simas nesta sexta, dia 10

    Uma cidade com milícia, racismo, fake news, delação premiada, conservadorismo, fanatismo religioso e ruas sujas. Parece 2020, mas esse é o Rio de Janeiro de 1732, ano no qual está ambientado o romance histórico “Nada digo de ti, que em ti não veja”, terceiro de Eliana Alves Cruz e o primeiro da autora premiada pela Pallas Editora. Nesta sexta, 10 de julho, às 17h, Eliana faz uma live de lançamento com o historiador Luiz Antonio Simas, mediada por Paulo Werneck, no perfil da revista 451 no Instagram: @quatrocincoum A narrativa é eletrizante. Entre as temáticas, salta aos olhos a transexualidade, raras vezes presente em uma trama de época, e as fake news tão em voga, através de cartas anônimas que ameaçam revelar alguns dos segredos mais bem guardados dos integrantes das duas famílias ricas que se cruzam nas 200 páginas do título. “Nada digo de ti, que em ti não veja” é também, ...

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    Ana Maria Gonçalves e Fernanda Miranda são as primeiras convidadas do Projeto Autoria Negra na Literatura Contemporânea, com curadoria de Cidinha da Silva e Daniel Ramos. Imagem retirada do site SESC

    Sesc Pinheiros realiza o encontro “Autoria Negra na Literatura Contemporânea”

    Debate com curadoria e condução de Cidinha da Silva convida as escritoras Ana Maria Gonçalves e Fernanda Miranda O encontro virtual acontece quinta-feira, 2 de julho, às 20h, ao vivo no YouTube do Sesc Pinheiros (youtube/sescpinheiros) O Sesc Pinheiros apresenta o projeto “Autoria Negra na Literatura Contemporânea”, uma série de encontros mensais ao vivo com escritoras negras da atualidade. Com curadoria de Daniel Ramos (técnico de literatura do Sesc Pinheiros) em parceria com Cidinha da Silva, o projeto abre um panorama da literatura de autoria de mulheres negras no Brasil. Os encontros abrangem escritoras de diversas localidades, sempre compostos por duas autoras e com mediação da curadora Cidinha da Silva. Nessa quinta-feira, 2 de julho, às 20h, temos a autora Ana Maria Gonçalves (Minas Gerais) e a pesquisadora Fernanda Miranda (São Paulo). “Autoria Negra na Literatura Contemporânea” busca debater a produção contemporânea de literatura feita no Brasil a partir da diversidade de vozes, gêneros e sobre questões ...

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    Reprodução/Instagram@literaturanegrafeminina

    Escrita de Mulheres Negras em quarentena: autocuidado e sobre(vivência)

    Reconhecemos a existência de um vasto campo literário produzido por mulheres negras escritoras, que na maioria das vezes, não conseguem se perceber nesse espaço por conta de toda a invisibilidade, machismo e racismo que temos dentro e fora da categoria. E no campo virtual, isso não seria diferente. Neste ensaio, vamos refletir sobre a produção de 40 autoras negras brasileiras de diversas regiões do país, a partir de uma convocação feita pelo instagram Literatura Negra Feminina, idealizado pelo Coletivo Mjiba em maio de 2020, para que as seguidoras enviassem seus poemas sobre autocuidado e sobre(vivência), neste período de pandemia no qual estamos em isolamento social para combater a disseminação da Covid-19. Coincidentemente recebemos 40 textos, que estão sendo publicados um por dia, a maioria inéditos e produzidos para participar dessa ação. Entendemos como autocuidado, a busca por cuidar de si mesma, contemplando todas as necessidades que o corpo e a ...

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    Djamila Ribeiro (foto: MAURO PIMENTEL)

    Festival ‘Na janela: Jornadas antirracistas’ reúne escritores e ativistas

    Entre sexta (26/6) e domingo (28/6), a Companhia das Letras realiza a terceira edição do festival Na janela. Com o tema Jornadas antirracistas, o evento vai discutir assuntos como educação antirracista, interseccionalidade (raça e gênero), racismo estrutural, democracia e empreendedorismo. A série de conversas on-line contará com a participação de nomes como Djamila Ribeiro, Silvio Almeida, Thiago Amparo, Sueli Carneiro e Jarid Arraes, entre outros. O Festival Na Janela: Jornadas Antirracistas será exibido no canal do YouTube da Companhia das Letras. Sexta-feira – 26/6, às 18h Performance de lançamento do livro Não pararei de gritar Carlos de Assumpção Sábado - 27/6, às 15h Educação e Infâncias Negras Bel Santos, Kiusam de Oliveira e Otávio Jr. Mediação: Juê Oliveira Sábado - 27/6, às 17h Racismo Estrutural e Institucional Cida Bento, Jurema Werneck e Silvio Almeida. Mediação: Ronilso Pacheco Sábado - 27/6, às 19h Feminismos Negros - Homenagem aos 70 anos de ...

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    O poeta Carlos de Assumpção: 'Só faço poemas com tema negro. Não me aventuro a outras coisas, porque já tem outras pessoas para fazer isso' (Foto: Ricardo Benichio)

    Um poeta que o Brasil precisa conhecer

    É tempo de protesto. Punhos ao ar, ruas em chamas, símbolos dessacralizados e monumentos supremacistas desprezados e depredados. Em plena pandemia do Covid-19, do epicentro da América Negra do Norte, explode mais um protesto negro. Aos gritos de “vidas negras importam”, a juventude assume o protagonismo no enfrentamento real ao racismo. Meio a essa turbulência necessária, nos chega o potente manifesto poético do sempre jovem Carlos de Assumpção. Aos 93 anos, vigoroso na escrita e na récita, o decano da literatura negra brasileira frequenta saraus e navega nas redes sociais com a desenvoltura de um menino. Nesta sexta (26), por exemplo, participa do sarau virtual de lançamento do festejado Não Pararei de Gritar (Companhia das Letras), que reúne suas poesia completas. O evento será às 18h, com transmisssão no canal de YouTube da editora. O título da obra refere-se aos versos “Mesmo que voltem as costas / Às minhas palavras ...

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    Leitura infantil: quarentena pode ser uma boa hora para conscientizar a criançada (Imagem: Getty)

    Oito livros infantis para engajar a família contra a discriminação racial

    Num momento em que a luta contra o racismo ganha o mundo, é importante que as crianças tenham acesso a conteúdos que combatam a discriminação racial e incentivem a igualdade. Há diversos livros infantojuvenis com interessantes abordagens sobre o preconceito e a representatividade negra. O momento de isolamento social é propício para que as famílias leiam juntas e possam combater o preconceito. Veja sugestões de leitura sobre a diversidade racial: O Pequeno Príncipe Preto – Rodrigo França. O Pequeno Príncipe Preto: livro de Rodrigo França, que virou peça, questiona padrões Divulgação/Divulgação O livro do ator, escritor e ativista já virou peça de teatro. Em um minúsculo planeta, vive o Pequeno Príncipe Preto. Além dele, existe apenas uma árvore Baobá, sua única companheira. Quando chegam as ventanias, o menino viaja por diferentes planetas, espalhando amor e empatia. Editora: Nova Fronteira. Mzungu – Meja Mwangi. [caption id="attachment_153288" align="aligncenter" ...

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    Nos últimos anos, campanhas que se destacaram na internet resgataram a origem negra de Machado de Assis — Foto: Reprodução/ TV Globo

    ‘Memórias póstumas de Brás Cubas’ é relançado nos Estados Unidos, e livros esgotam em um dia

    "Memórias póstumas de Brás Cubas", uma das obras-primas de Machado de Assis, teve sua nova tradução para o inglês esgotada em um dia nos Estados Unidos em duas das maiores cadeias de livros no país: a Amazon e a livraria Barnes and Noble. O clássico romance do autor brasileiro foi relançado pelo selo Penguin Classics na terça-feira (2). A versão física do livro segue esgotada nas duas redes até esta sexta-feira (5), mas está disponível em livrarias menores e independentes, segundo a tradutora Flora Thomson-DeVeaux, responsável pelo lançamento. A nova tradução foi recebida com elogios pela crítica norte-americana. Em crítica publicada na terça e assinada pelo escritor Dave Eggers, a revista "The New Yorker" classificou a obra de Machado como "uma das mais espirituosas, divertidas e, portanto, mais vivas e atemporais de todos os tempos". O livro, que narra os amores e fracassos do protagonista, se tornou o mais vendido ...

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    “A cor púrpura” e “Quarto de Despejo”

    Uma nota sobre a arte de arranhar a vida entre os dentes

    “A noite está tépida. O céu já está salpicado de estrelas. Eu que sou exotica gostaria de recortar um pedaço do céu para fazer um vestido.” (Quarto de Despejo, pg. 32). Há muito o que se dizer e muito que até aqui já foi dito sobre a solidão de Carolina Maria de Jesus, conquistada ao seu posto de escritora, mãe de três filhos e que denominava-se despejada do mundo, herdeira do amarelo da fome. Da mesma forma, há muito o que se traduzir nas linhas do livro de Alice Walker que conta a história de Celie, violentada durante a infância, apartada dos seus filhos (frutos de tais abusos) e confinada a uma vida em que chama o próprio marido de Sinhô, esquecendo-lhe o nome. “A Cor Púrpura”, de Alice Walker foi publicado originalmente em 1982 e conta a história de uma mulher negra a partir de cartas que ela escreve ...

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    Carolina Maria de Jesus autografa seu sucesso "Quarto de Despejo", durante participação no I Festival do Rio Foto: Agência O Globo

    Nos 60 anos de ‘Quarto de despejo’, autoras da Flup escrevem à Carolina de Jesus

    Quando a escritora Conceição Evaristo leu pela primeira vez “Quarto de despejo” (1960), livro de Carolina Maria de Jesus (1914-1977), sentiu o impacto de uma novidade que mudaria sua vida: “Era como ler o cotidiano de minha família”. Se pudesse escrever hoje para a autora, talvez contasse que sua mãe, após também ser tocada pela obra sobre a rotina na favela, escreveu um diário, semelhante ao de Carolina, que a escritora mineira guarda em casa. — Nós conhecíamos os lixos de Belo Horizonte, e ele significava sobrevivência, assim como o lixo de São Paulo para Carolina — conta Conceição. — Ela inaugurou uma nova vertente na literatura brasileira em que o ato literário se dá como inscrição de vida, não somente uma vida particular, mas uma vida coletiva. No caso dela, trata-se de vivência de uma mulher negra e pobre que entende que sua vida merece e precisa ser escrita ...

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    (Foto: Rafael Arbex/Estadão Conteúdo)

    “Está explícito um medo no ar”

    Aos 73 anos, a poeta, romancista, contista e ensaísta brasileira Conceição Evaristo reflete sobre o momento contemporâneo de isolamento social e incertezas: “Não estou atravessando esse momento e sim esse momento está me atravessando”. Você parece ser uma mulher forte. Do que tem medo? As pessoas fortes podem ter muitos medos. O medo tanto pode nos fortalecer, como nos enfraquecer. Há um medo que nos paralisa e há o medo que nos encoraja, nos impulsiona. No meu caso, tenho medo de adoecer, de morrer antes da hora (quero viver muito, ficar bem velhinha). Quando viajo de avião muitas vezes, em pleno voo, sou tomada por um medo profundo. Gosto da imensidão das águas, mar, rios, lagoas. As águas me atraem, mas tenho medo dos mistérios das águas. Você nasceu em uma família pobre e afrodescendente em um país racista e desigual como o Brasil. Já teve medo de não conseguir ...

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    (Foto: Divulgação/CLAUDIA)

    Jarid Arraes fala da importância de Conceição Evaristo em sua trajetória

    Em 1º de maio comemora-se o Dia da Literatura Brasileira. Em homenagem à data, CLAUDIA convidou Jarid Arraes para falar sobre mulheres que a inspiram. Nascida em Juazeiro do Norte, no Ceará, ela é escritora, poeta e cordelista. Seu quarto livro, “Redemoinho em Dia Quente”, venceu o Troféu APCA de Literatura na categoria Contos, em 2019. Ela também é autora dos livros “Um Buraco Com Meu Nome”, “As lendas de Dandara” e “Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis”. Aos 29 anos, Jarid é uma das principais vozes contemporâneas da literatura de cordel, com mais de 70 obras publicadas nesse segmento. Uma jovem escritora em franca ascensão que, por muito tempo, acreditou ser impossível chegar a esse patamar. Foi na obra de Conceição Evaristo – vencedora do Prêmio CLAUDIA em 2017, na categoria Cultura – que ela encontrou inspiração para correr atrás do sonho de publicar livros. A seguir você confere ...

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    Crédito: Ellen Faria

    Amor e cura em contos de Elizandra Souza

    Filha do Fogo é o primeiro volume em prosa assinado por Elizandra Souza – escritora, jornalista, editora e ativista cultural, a quem já dedicamos um dos episódios do programa de rádio LetrasPretas; de sua produção, já resenhamos aqui o livro de poemas Águas da Cabaça e a antologia Pretextos de Mulheres Negras, organizada pela autora em parceria com Carmen Faustino. Como as outras obras editadas por Elizandra, Filha do Fogo se materializa em um belíssimo volume, com capa assinada por Vanessa Ferreira e projeto gráfico de Silvana Martins que expressam com precisão o temário abordado no livro. Capa do livro (Arte: Vanessa Ferreira) Perante o volume de textos reunidos em Águas da Cabaça, Filha do Fogo pode parecer uma obra tímida: se lá havia mais de uma centena de poemas, em Filha do Fogo reúne apenas uma dúzia de narrativas. Para além das implicações simbólicas – a alusão aos ministros de ...

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    tanyabosyk

    Quantas autoras negras você já leu?

    Em tempos de quarentena, por que não aproveitar para pensar nas nossas escolhas literárias? Quem tem a possibilidade de se isolar em casa, deve estar se dividindo entre Netflix, Big Brother, encontros por skypes, lives, redes sociais e leituras. Sim, há também os que não resistem a uma boa leitura. Apesar de todas as outras distrações, o livro ainda resiste firme e forte nas nossas preferências. Ele ainda não saiu de moda, não é mesmo?  Por Juliane Sousa, enviado para o Portal Geledés tanyabosyk/Adobe Então, caro/a leitor/a, vamos aproveitar este momento para falar de literatura feita por autoras negras. Você já parou para pensar em quantas autoras negras você já leu em todo a sua vida de leitor/a? Já sei, você não escolhe o livro pela capa, também não acha que isso é relevante, porque o que importa é a literatura. Sinto te informar, mas esse argumento ...

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    Mais 12 e-books gratuitos da Companhia das Letras para ler na quarentena

    Títulos ficarão disponíveis em diferentes aplicativos de leitura até 21 de abril. Do HuffPost (Foto: iStock) Depois de oferecer por tempo determinado o download gratuito de 10 e-books em diferentes aplicativos de leitura, o grupo Companhia das Letras liberou nesta semana novos e livros para você ler aí na sua casa sem gastar nada. Entre os títulos ofertados estão novamente clássicos da literatura, títulos com apelo popular, romances brasileiros celebrados pela crítica e obras infantis. Os arquivos ficarão disponíveis para download até o próximo dia 21 de abril. A iniciativa faz parte da campanha #LeiaEmCasa, focada no público que está em isolamento domiciliar por conta da pandemia do novo coronavírus (veja outras iniciativas aqui). Veja, a seguir, a lista os e-books oferecidos pela editora e um breve resumo de cada obra 1. O Amor como Revolução, de Pastor Ricardo Vieira (Foto: Divulgação/ ...

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    “Fome, uma autobiografia do (meu) corpo”, livro de Roxane Gay

    “Fome” não é um livro para gostar ou desgostar, é obra para conhecer uma realidade acachapante e torturante para várias mulheres, mas ignorada por muitas de nós . Roxane Gay, uma mulher negra caribenha, de 1,90 e que já chegou a ter mais de 250 quilos nos conta de maneira brutal as brutalidades sofridas por seu corpo, toda a violência de, quando menina, ter sido estuprada por um grupo de garotos, liderado por seu namorado. Ela nos entrega a autobiografia de seu corpo definido por todas as dores, recalques, cicatrizes e dezenas de quilos subsequentes, buscados e acolhidos como uma proteção do próprio corpo às violências do mundo. Por Cidinha da Silva, Do Medium (Foto: Reprodução/ Globo Livros) Um corpo silenciado cujo grito acontecia pela ingestão de comida: “No antes da minha vida, eu era bem jovem e protegida. Não sabia nada sobre nada. Não sabia ...

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    Winnieteca usa leitura como ferramenta de combate ao racismo

    A casa de Winnie Bueno, de 31 anos, em Porto Alegre, sempre foi repleta de livros. Ela cresceu vendo a avó, que não chegou a completar o ensino fundamental, se jogar nos livros como forma de preencher a lacuna por não ter estudado. Por Vanessa Fajardo, do Ecoa Winnie Bueno, criadora da WinnietecaImagem: Marília Dias/Divulgação Na transição para adolescência, os livros viraram refúgio. "Na escola que eu estudava havia pouquíssimas crianças negras, me sentia isolada e ia para os livros. Passava muito tempo na biblioteca, tanto que minha festa de 15 anos foi dentro de uma. Tenho uma relação afetiva com os livros." A história da Winnieteca, chamada inicialmente de Tinder dos Livros, teve início em novembro de 2018 quando Winnie, vendo a repercussão no Twitter por conta do Dia da Consciência Negra, sugeriu em um post que as pessoas brancas que diziam ser antirracistas, fizessem ...

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    Kiusam de Oliveira. Foto: YoungClover.com

    “A literatura tem permitido que crianças negras se valorizem como tal”

    Autora de livros infantis sobre racismo e direitos humanos, Kiusam de Oliveira é também professora e se inspirou em sua própria experiência com o preconceito para escrever histórias Por Marília Marasciulo, da Revista Galileu Kiusam de Oliveira. (Foto: YoungClover.com) A autora de livros infantis Kiusam de Oliveira, 54 anos, abraçou uma causa nada simples: tratar de temas espinhosos como racismo e direitos humanos de uma forma que crianças compreendam, se identifiquem e, o mais importante, se encantem. Para isso, buscou na sua própria experiência e vivência como estudante e professora negra a inspiração para histórias que hoje são tidas como referência na educação infantil. Nascida em Santo André, na Grande São Paulo, Oliveira é filha de uma tricoteira que sempre priorizou a educação. “Minha mãe, mesmo muito pobre, primava pelos estudos e dizia: ‘nós vamos dividir um ovo em quatro partes, mas você vai ter uma ...

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    (foto: Juliana Barbosa Pereira/Editora Nova Fronteira/Divulgação)

    ‘O pequeno príncipe preto’ traz menino negro ao protagonismo da narrativa

    Obra literária infantil, de Rodrigo França, coloca a criança negra no papel de protagonista do clássico Por Adriana Izel, do Correio Braziliense  (foto: Juliana Barbosa Pereira/Editora Nova Fronteira/Divulgação) Um dos livros mais lidos e conhecidos do mundo, o clássico O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, foi o ponto de partida para a obra O pequeno príncipe preto, que ganhou uma versão literária em 2020 pela Editora Nova Fronteira após dois anos em cartaz nos palcos de teatro e ter sido assistido por 60 mil pessoas. Escrito pelo ator, diretor, dramaturgo, artista plástico e articulador cultural Rodrigo França, o livro nasceu da necessidade de colocar uma criança negra no papel de protagonista. “É difícil encontrar personagens na literatura infantil de meninos e meninas negros. É uma provocação, porque não há príncipes e princesas negros”, conta em entrevista ao Correio. O pequeno príncipe preto tem três pontos ...

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    Foto: Adeloya Magnoni

    Carla Akotirene lança “Ó Pa Í, Prezada” nessa terça em Salvador

    Lançamento acontece em Salvador no dia 17 de março Enviado para o Portal Geledés Capa do livro “Ó Pa Í, Prezada – Racismo e sexismo tomando bonde nas penitenciárias femininas”, de Carla Akotirene. (Divulgação/Pólen Livros) A Pólen Livros e o Selo Sueli Carneiro, coordenado por Djamila Ribeiro, lançam em Salvador no dia 17 de março o livro “Ó Pa Í, Prezada – Racismo e sexismo tomando bonde nas penitenciárias femininas”, de Carla Akotirene. O lançamento acontece na Casa Respeita as Mina e está de acordo com as normas sanitárias impostas pelo Município em face da epidemia de Coronavírus. O livro é resultado da dissertação de mestrado da autora, apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Estudos de Gênero, Mulheres e Feminismos da Universidade Federal da Bahia, e levanta uma discussão interseccional da situação prisional de mulheres no Brasil, a partir de uma pesquisa de campo realizada no ...

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