quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: meninas

    O racismo sofrido pela população negra contribui para a objetificação e o aumento da vulnerabilidade dos corpos de meninas negras até os dias de hoje Foto: Arte de Ana Luiza Costa

    Infância: precisamos falar sobre a objetificação dos corpos de meninas negras

    De acordo com a plataforma “Violência contra a mulher em dados”, entre 2011 e 2017, mais de 45% dos casos de abusos sexual registrados no Brasil foram de meninas negras de 0 até 9 anos. No mesmo período, quando analisamos os números referentes às meninas brancas, este percentual cai mais de 7%. O racismo estrutural e a vulnerabilidade social e econômica ajudam a explicar esses dados, mas é preciso discutir também a hipersexualização dos corpos de mulheres negras, inclusive na infância. Deise Benedito, especialista em Relações Étnico-raciais e mestre em Direito e Criminologia pela Universidade de Brasília (UnB), afirma que o racismo sofrido pela população negra contribui para a objetificação e o aumento da vulnerabilidade desses corpos até os dias de hoje. — Esse processo é influenciado pelo racismo, a discriminação e pela permanente "coisificação" de meninas negras consideradas como mais fáceis, maliciosas e transgressoras, além de serem expostas de ...

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    Ilustração: Bruno Fonseca e Larissa Fernandes/Agência Pública

    São Mateus registra em média um parto de menina de até 14 anos a cada mês

    Não uma, mas seis apenas neste ano. Outras dez em 2019. Quatorze em 2018. Casos de meninas com até 14 anos que não conseguiram interromper a gestação no município de São Mateus, no Espírito Santo, onde vive a menina de 10 anos estuprada pelo tio que precisou ir a Pernambuco para realizar um aborto legal, são frequentes. Segundo apuração da Agência Pública, nos últimos dez anos 158 meninas com até 14 anos engravidaram e tiveram que levar a gestação até o fim na cidade. Segundo o artigo 217-A do Código Penal, “ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos” é crime com pena de 10 a 20 anos de reclusão, “independentemente do consentimento da vítima ou do fato de ela ter mantido relações sexuais anteriormente ao crime”. Em média, o município, com cerca de 130 mil habitantes, tem registrado quase um parto de meninas ...

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    (Foto: Silva, Luís/Universa)

    Casamento infantil: as meninas não podem ser deixadas para trás

    Ao redor do mundo meninas e mulheres sofrem abusos e discriminação simplesmente por serem meninas e mulheres. Elas têm, sistematicamente, negados o seu acesso a direitos e participação nas decisões que afetam sua vida e de sua família, comunidade, estado, país. A vivência de violações aumenta quando as questões de gênero são aliadas às de raça, classe social orientação sexual, deficiência. Segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) meninas e meninos com deficiência têm 3,7 mais possibilidades de sofrer violência do que as crianças sem deficiência, e adolescentes e jovens LGBTQIA+ vivenciam um profundo processo de discriminação relacionado a sua orientação sexual. Essa semana acompanhamos o caso da menina de 10 anos, grávida e abusada pelo tio no Espírito Santo. Um exemplo, infelizmente, da vivência de violações que meninas e mulheres passam todos os dias. Não abrir espaço para o debate e a implementação da educação sexual ...

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    Imagem retirada do site SESC

    Nós tantas outras: inscrições abertas para trabalhos de promoção e defesa dos direitos de meninas e mulheres

    Resistir à desigualdade social, à opressão, à injustiça e a coisas que não são boas na sua vida e deveriam ser diferentes. A estas lutas, a socióloga Patricia Hill Collins chama de política da esperança e faz um convite àquelas que participam de algum coletivo ou grupo de mulheres e atuam na promoção e defesa dos direitos de meninas e mulheres: participar do 2º Encontro Internacional Nós tantas outras - Mulheres e Novos Imaginários. Do SESC Imagem retirada do site SESC As inscrições para a segunda edição do Encontro, a ser realizado em 2020, podem ser feitas até o dia 20 de dezembro ou até que se esgote o limite de 150 trabalhos válidos. E é uma oportunidade de compartilhar com outras mulheres as práticas e conhecimentos gerados pelo seu grupo ou coletivo. Presente na edição de 2018, Patricia conta que o evento proporcionou um encontro com pessoas envolvidas em ações contra o ...

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    Direito das Meninas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    O Seminário, organizado pela Rede Meninas e Igualdade de Gênero, tem como objetivo mobilizar a discussão em torno dos direitos das meninas e da Agenda de Desenvolvimento Sustentável. A meta é promover o reconhecimento desta agenda como importante plataforma dos direitos para a redução de desigualdades de gênero e geracional, a partir do diálogo entre governos, setor corporativo e terceiro setor. Do Facebook Data: 03/10/2019 horário: 09h às 13h Local: Auditório da OAB, Rua Dona Maria Paula, 35 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SPRealização: RMIG, Geledés Instituto da Mulher Negra, OAB SP, Luderê Afro Lúdico

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    Participe do seminário “Direito das Meninas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Interseccionalidades e Inovação Social”

    A Rede Meninas e Igualdade de Gênero-RMIG, A Ordem dos Advogados do Brasil-SP, Geledés Instituto da Mulher Negra e Luderê, com o apoio da Rede Estratégia ODS e da União Europeia, realizarão no 03/10/2019 (5ª feira), das 09h00 às 13h00, no Auditório Maria Paula (OAB-SP) – Rua Maria Paula ,35 – Centro, São Paulo – SP o Seminário “Direito das Meninas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Interseccionalidades e Inovação Social”. O seminário terá como objetivo sensibilizar os participantes sobre a importância da promoção dos direitos das meninas, engajar a sociedade no enfrentamento às violações de direitos as quais são submetidas as meninas no Brasil, promover de um olhar interseccional para a implantação da agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável e especialmente do ODS. por Mariana Resegue, do Estratégia ODS O evento reunirá organizações da sociedade civil, representantes de secretarias educação, saúde e desenvolvimento social, representantes da OAB-SP, empresas amigas da ...

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    Foto: @ANDREMELCHER/Nappy

    Os estereótipos de gênero afetam o que as meninas e os meninos escolhem como profissão no futuro

    Impor clichês de gênero na sociedade limita o desenvolvimento das habilidades e capacidades. Das garotas que chegam à universidade, só um terço opta por ciências Por ALEJANDRA AGUDO, do El Pais  Menina Negra (Foto: @ANDREMELCHER/Nappy) Elas querem ser atrizes, estilistas ou professoras quando crescerem. Embora haja exceções, perguntadas sobre o que gostariam de ser quando forem adultas, a maioria das meninas escolhe profissões estereotipadas. Mas, e se elas fossem meninos? Foi isso que a ONG Liga da Educação perguntou a um grupo de crianças em Fuenlabrada, Madri. Muitas mudaram sua resposta inicial, como você pode ver no vídeo experimental de sua campanha contra a violência de gênero. Astronauta, policial, médica ... seriam suas opções de vida se tivessem nascido homem. "Os meninos gostam mais da lua", explica uma das entrevistadas. Os meninos não estão isentos de estereótipos de gênero. Eles imaginam um futuro como jogadores de futebol, bombeiros ou ...

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    Samara Felippo: “Não sou negra, mas tenho filhas e luto por elas”

    Samara Felippo, branca e de cabelos lisos, é mãe duas meninas com ascendência negra e com cabelos crespos. Os questionamentos das garotas fizeram a atriz se indagar e levantar o debate sobre representatividade negra, empoderamento infantil e feminismo surpreendendo seus mais de 520 mil seguidores no Instagram. E vem mais por aí! Samara vai lançar em breve um canal no Youtube para discutir esses temas acompanhada da filha Alícia, de 8 anos. por Amanda Serra no Estilo UOL “Realmente não sou negra, não tenho cachos, mas tenho filhas e luto por elas. E vou fazer isso até que elas possam assumir seus lugares de fala na sociedade. Podem criticar (o fato de eu ser branca), mas vou falar e massificar o quanto eu puder essa questão que se faz necessária. Enquanto puder falar por elas, falarei”, afirmou a atriz em entrevista ao UOL. No bate-papo, ela ainda falou sobre as mudanças pelas ...

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    Circuncisão feminina, o pesadelo das meninas na Indonésia

    Condenada pela ONU, mutilação genital feminina é praticada há várias gerações na Indonésia, e para muitas famílias é um ritual obrigatório. Por France Presse Do G1 Apequena Salsa Djafar usa uma coroa dourada e um vestido violeta para uma festa bem particular: a celebração de sua circuncisão em uma região isolada da Indonésia. Para esta menina de um ano e meio, assim como para muitas outras, é um pesadelo. Em uma casa modesta na província de Gorontalo (centro), uma circuncisadora tradicional cobre a criança com um lençol branco e coloca a cabeça embaixo, segurando uma pequena faca. De repente, corta o capuz clitoriano e os pequenos lábios da bebê, fazendo-a gritar de dor. Então, pega os pedaços cortados e os crava em um limão com sua faca. Este gesto marca o final de um ritual que supostamente deve livrar a pequena Salsa do pecado e mostrar que ela é oficialmente muçulmana. ...

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    Meninas começam a duvidar de sua própria capacidade aos 6 anos. Mas não pensam assim sobre os meninos (PESQUISA)

    Meninas de apenas 7 anos já se sentem pressionadas a ter aparência perfeita. Professores dão notas melhores para garotas quando não sabem que elas são garotas. Estes dados foram comprovados por estudos científicos realizados recentemente. por  Andréa Martinelli no HuffPost Photo by rawpixel.com from Pexels   Mas uma nova pesquisa publicada na revista Science traz mais um dado que impressiona: já aos 6 anos de idade, as meninas têm dificuldade de acreditar que são "brilhantes". Mas acham isso dos meninos. O estudo foi feito por pesquisadores das universidades de Nova York, Illinois e Princeton, e comandado pela médica Lin Bian, da Universidade de Illinois. A pesquisa, que colocou seu foco em estereótipos de gênero, investigou o comportamento em relação a habilidades intelectuais e sugeriu que os estereótipos surgem muito cedo e têm capacidade de influenciar. Cerca de 400 crianças de 5, 6, e 7 anos (sendo todas americanas de classe média, em sua maioria brancas) participaram do experimento ...

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    ‘Há meninas com pênis e meninos com vaginas’: a polêmica campanha sobre transexuais na Espanha

    Campanha faz parte de iniciativas de conscientização da população sobre a transexualidade Durante seis dias, de 10 a 16 de janeiro, 150 cartazes com o desenho de quatro crianças nuas e sorrindo foram colocados em ônibus e estações de metrô nas comunidades autônomas (Estados) de País Basco e Navarra, no norte da Espanha. Neles, lia-se: "Há meninas com pênis e meninos com vagina. É simples assim. A maioria deles sofre diariamente, porque a sociedade não conhece essa realidade". O objetivo da organização por trás deles, a Chrysallis, uma associação de famílias de menores transexuais, é dar visibilidade à situação em que vivem crianças transexuais e combater o preconceito contra elas. Mas a campanha causou polêmica. De acordo com Beatriz Sever, porta-voz da Chrysallis, um dos cartazes foi rasgado, uma cruz foi colocada sobre outro, e, em um terceiro, foi desenhado um pênis e uma vagina. "Mas isso só aconteceu com ...

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    Male equals female concept with businessman hand holding against blackboard background.

    O que você pode fazer pela igualdade de gênero na infância?

    Há exatamente um ano, o mundo tinha seus olhos voltados para Nova York onde foram definidos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs). Eles pautarão os esforços para a construção de um mundo sustentável até 2030 e, para isso, estabelecem 17 objetivos e 169 metas que devem ser alcançados no menor tempo possível. Neste sentido, foi definido um objetivo específico para a igualdade de gênero, uma mostra clara de que todos - homens e mulheres, meninos e meninas, devem ser considerados dentro dos objetivos. Do Brasil Post O mundo reconheceu que, independente de gênero, todos têm os mesmos direitos, mas na prática isso não acontece - meninas e mulheres estão em desvantagem. Falamos muito sobre objetivos para 2030, mas em pleno século 21, meninos e meninas ainda são tratados de forma desigual. Essa realidade só será mudada quando a sociedade começar a questionar seus hábitos, mudar o comportamento e a forma ...

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    Quando uma menina ergue a própria voz

    Escrevo ainda sob o impacto da notícia de que um juiz de Brasília autorizou expressamente o uso de técnicas de tortura contra estudantes que estão ocupando escolas públicas. E que isto que foi chamado pelo juiz de “técnica de convencimento” é o que a CIA usa contra supostos terroristas, violando pactos e acordos internacionais de direitos humanos. Por Cristiane Brasileiro Do Catarinas Neste contexto, me lembro também: poucos dias antes dessa decisão assombrosa, um vídeo muito especial havia viralizado na internet. Nele, uma menina chamada Ana Júlia, de 16 anos, ergueu a própria voz na Assembleia Legislativa do Paraná para dar seu testemunho a respeito das ocupações das escolas públicas. Estava claro que não era fácil pra ela fazer aquilo, já que os meios de comunicação e o governo vinham tentando criminalizar os estudantes por se manifestarem politicamente.  Uma menina franzina, com olhos meio insones, quase tremendo, quase chorando. E mesmo ...

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    Super Girl

    11 coisas que toda menina deveria saber, mas que a ‘Escola de Princesas’ não ensina

    Uma instituição de ensino ~peculiar~ tem chamado a atenção da internet. Por Ana Beatriz Rosa Do Brasil Post A "Escola de Princesas", como foi nomeada, é um empreendimento que foi fundado em 2013 pela psicopedagoga Nathalia de Mesquita, em Uberlândia (MG). O negócio cresceu e ganhou franquias em outros estados. No final de outubro, a escola vai inaugurar uma filial em São Paulo que será comandada por Silvia Abravanel, a filha de Silvio Santos. Em entrevista ao Estadão, ela conta que a ideia partiu de um sonho, literalmente: "Numa noite eu tive um sonho que eu trabalhava numa escola de princesas, e eu achei aquilo maravilhoso, achei um lugar diferente, eu pensava: 'se eu tivesse uma filha, era isso que eu gostaria de ensinar para ela." O sonho de toda menina é tornar-se uma princesa. Com esse slogan, a "escola" tem em sua grade curricular do curso de três meses aulas ...

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    Ação contra desigualdade salarial leva meninas a entrevistas

    Para receber o mesmo que os homens, as mulheres precisariam começar a trabalhar pelo menos 11 anos antes. Do Exame  Esse é só mais um dos muitos dados que denunciam a desigualdade salarial motivada por gênero como uma realidade em pleno século XXI. Mas e ele fosse aplicado na prática? Como seria se meninas de 10 ou 15 anos entrassem uma entrevista de emprego para, quem sabe, atingirem um salário igual ao dos homens mais de uma década depois? Essa foi a provocação proposta pelos argentinos da escola de criativos Brother, em uma ação desenvolvida para a Avon. Na campanha "GiveMeBackMy11" ("Me devolva meus 11", em tradução livre do inglês), entrevistadores são surpreendidos por meninas que chegam para participar da seleção para cargos de secretárias e advogadas. A justificativa das garotas quando questionadas sobre o motivo pelo qual elas estão ali mesmo sendo tão novas é o que revela o ...

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    Baixo desempenho do Brasil em teste da OCDE revela também desigualdade de gênero na educação

    Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) detectou disparidades no desempenho escolar de meninos e meninas no Brasil. Do BBC O estudo da OCDE revelou que 34% das estudantes brasileiras "ficam nervosas" com a matemática. (Imagem: THINKSTOCK) Com base nos resultados de seu Programa Internacional de Avaliação de Desempenho Escolar (Pisa), que mede o desempenho de adolescentes de 15 anos em leitura, matemática e ciências, a entidade mostra que o percentual de meninos com baixa pontuação nos testes é de mais de 45% no Brasil, enquanto meninas ficam abaixo de 40%. Os dados são relacionados ao ano de 2012. Em ambos os casos, o país ficou bem distante da média dos países-membros da OCDE, que é de cerca de 15% para meninos e 9% para meninas. Sub-representação Mas na avaliação da resolução de problemas de matemática e de ciências, a relação de gênero ...

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    (Foto: Charles Dharapak/AP)

    Barack e Michelle Obama anunciam programa de incentivo à educação para meninas de todo o mundo

    Alguns problemas ainda afastam meninas de todos os lugares do planeta da educação. Casamentos na infância, países que vivem em zonas de guerra e até questões religiosas impedem garotas de estudarem. Este mês, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, lançou, ao lado da primeira-dama, Michelle, o programa "Let Girls Learn", medida que visa expandir a educação primária no mundo todo, com o foco principal nas mulheres. Por Stephanelie Bevilaqua Do Mde Mulher Foto: Charles Dharapak/AP De acordo com anúncio feito pela Casa Branca, 62 milhões de meninas - metade delas adolescentes - não estão na escola. E o reflexo desse número é que muitas estão mais propensas à dependência financeira, ao casamento precoce (e forçado) e a outras formas de violência. O programa quer alcançar educação de qualidade, aumento feminino no mercado de trabalho e maior qualidade de vida da mulher e de seus respectivos países. ...

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    Foto: Jessica Rinaldi/AP

    Malala apela por libertação de estudantes nigerianas

    Malala propôs que os candidatos à próximas eleições na Nigéria deem prioridade à libertação das estudantes nos primeiros 100 dias de legislatura. “Essas jovens arriscaram tudo para obter uma educação que a maioria de nós tem garantida. Não podemos esquecê-las”, afirmou a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz No Portal Fórum Foto: Jessica Rinaldi/AP A jovem paquistanesa Malala Yousafzai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz no ano passado, pediu no domingo (8) mais esforços para a libertação das estudantes nigerianas sequestradas em abril do ano passado por militantes do grupo Boko Haram. Em sua página na internet, Malala criticou a “pobre” resposta à situação, acrescentando que, se os pais das meninas fossem influentes política ou economicamente, “muito mais teria sido feito para libertá-las”. Segundo Malala, como são originárias de uma área pobre do Noroeste da Nigéria, pouco mudou desde que foram sequestradas”, lamentou a jovem opositora do ...

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    Malala 'é guerreira', diz brasileira que dublou discurso da paquistanesa

    Malala ‘é guerreira’, diz brasileira que dublou discurso da paquistanesa

    Yolanda, de 15 anos, vive no Capão Redondo, em SP, com a família. Ela é a única brasileira de vídeo em homenagem a Malala que virou hit. Por Ana Carolina Moreno, do G1 Yolanda Barbosa, de 15 anos, participou de vídeo feito em 12 países em homenagem a Malala(Foto: Reprodução/Plan International) A estudante Yolanda Barbosa, de 15 anos, já tinha ouvido falar de Malala Yousafzai em novembro, quando foi convidada a participar de uma homenagem mundial à jovem paquistanesa que, neste mês, recebeu o Prêmio Nobel da Paz por sua defesa da educação para todas as meninas do mundo. "Mas eu não conhecia a história dela", disse ao G1 a adolescente do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, única brasileira entre as 40 estudantes de 12 países que participaram do vídeo. Desde que ele foi publicado, as versões em inglês e com tradução para o português já ...

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    A verdade sobre o casamento da menina norueguesa de 12 anos

    A verdade sobre o casamento da menina norueguesa de 12 anos

    O polêmico blog de Thea, em que narra seus planos nupciais com um homem de 37 anos, provoca indignação no país No próximo sábado, dia 11 de outubro, Thea, uma menina norueguesa de 12 anos, caminhará para o altar para dizer Sim a Geir, um homem de 37 anos. Pela primeira vez, uma menina de 12 anos se casará com um adulto na Noruega. Toda a preparação para o enlace está sendo narrada há um mês pela a própria Thea neste blog, no qual combina selfies pueris tirados no seu quarto com posts sobre alianças, provas de vestidos de noiva ou bolos. Toda a engrenagem e as sensações envolvidas na preparação de um casamento são mostrados através dos olhos de uma menina de 12 anos. Em um post ela se atreve a falar de sexo e da chegada de bebês: "Creio que a minha mãe quer que eu tenha meus ...

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