Tag: Policia Militar

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    Policial militar gay do RS será o primeiro a se casar de farda em 178 anos

    Miguel Martins, 29, será o primeiro soldado gay da Brigada Militar do Rio Grande do Sul a se casar usando a farda tradicional da instituição, que existe há 178 anos. As informações são da Folha de S.Paulo. Por Caio Delcolli Do Brasil Post Ele e seu noivo, o modelo Diego Souza, 21 – moradores do município de Uruguaiana –, decidiram se casar em uma cerimônia depois de terem recebido comentários homofóbicos nas redes sociais quando anunciaram o noivado. "Eu ia casar numa cerimônia simples, depois disso decidi lutar pelo meu direito", disse Miguel, à Folha. "Decidimos lutar contra o preconceito. Ele não é diferente de ninguém. Tentaram prejudicar, mas o efeito foi justamente o contrário", comentou Diego, na mesma reportagem. Segundo o jornal, Roberto Ortiz, tenente-coronel e comandante de Miguel no 1º Batalhão de Patrulhamento de Áreas de Fronteira (BPAF), encaminhou o pedido do soldado com mais agilidade após as ...

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    Coronel Helena dos Santos Reis: a PM que ela quer

    A coronel Helena dos Santos Reis, 45 anos, toma posse oficialmente hoje no comando da Polícia Militar da região de Rio Preto e já apresenta propostas de mudança no policiamento regional. Entre suas iniciativas, antecipadas com exclusividade ao Diário, estão a maior divulgação de um aplicativo para melhorar a comunicação entre a PM e a população, a reativação da mediação comunitária e a implantação de audiências públicas em todas as cidades do Comando de Policiamento do Interior (CPI-5). Por Marco Antônio dos Santos Do Diario da Regiao Helena é a quarta mulher a ocupar o posto mais alto na hierarquia da Polícia Militar paulista e primeira rio-pretense a ostentar o título de coronel, conquistado ano passado. Ela substituirá coronel Rogério de Oliveira Xavier que assumiu o Comando de Policiamento Ambiental do Estado de São Paulo. O aplicativo em questão é o “Polícia com Você”, que pode ser baixado no celular pelo Google ...

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    Policiais aprendem português para enfrentar criminalidade brasileira no Japão

    "Treta", "bagulho" e "mano" são algumas das gírias e expressões ensinadas a policiais japoneses que enfrentam a criminalidade brasileira no Japão. Por Ewerthon Tobace Do BBC Segundo dados da Agência Nacional de Polícia, os brasileiros foram responsáveis por 1.619 crimes cometidos em 2014, 806 caso a menos do que em 2013. As autoridades acreditam que esta queda esteja relacionada à redução do número de brasileiros no país. Mais de 150 mil decasséguis retornaram ao Brasil desde a crise de 2008. O crime mais cometido por brasileiros no Japão é arrombamentos de veículos; foram 686 casos em 2014. Por mais de uma década, os brasileiros ocuparam o segundo lugar no ranking de crimes cometidos por estrangeiros no Japão, atrás apenas dos chineses. Mas desde o ano passado, os vietnamitas passaram a ocupar a posição. Por causa desses números, a Academia Nacional de Polícia do Japão introduziu o ensino da língua portuguesa. "Durante ...

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    Por que é tão difícil investigar abusos de policiais?

    Entre as maiores dificuldades envolvidas no processo estão corporativismo das polícias e o medo das testemunhas Investigar e punir policiais que cometem crimes é um dos maiores desafios dos órgãos de segurança pública brasileiros, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil. Entre as maiores dificuldades envolvidas no processo estão enfrentar o corporativismo das polícias e convencer testemunhas a vencer o medo e prestar depoimentos contra agentes da lei responsáveis por crimes. "Investigar abusos e crimes cometidos por policiais é difícil porque predomina a cultura de autoproteção e imunidade quanto a esses crimes", diz Átila Roque diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil. Por todo o país, são relativamente comuns os casos em que policiais são flagrados recebendo propina, envolvidos em roubos e até atuando como "seguranças" de criminosos. Porém, o crime que mais preocupa organizações de defesa de direitos humanos e os policiais encarregados de investigar os próprios colegas são os ...

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    UPPs: uma estranha forma de mediar conflitos

    UPPs: uma estranha forma de mediar conflitos

    GABRIEL BAYARRI Polícia e Justiça tentam levar, às favelas “pacificadas”, técnicas de mediação. Naufragam por enxergarem comunidade como inferior e por visão ultra-hierárquica de mundo O Programa de Mediação em comunidades atendidas pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) é uma iniciativa destinada a capacitar os policiais integrantes dessas unidades para exercerem, com o uso de ferramentas próprias à técnica da mediação, o papel de mediadores dos conflitos de proximidade nas denominadas favelas cariocas. A iniciativa faz parte de um acordo de cooperação, celebrado em 2011, entre o Tribunal da Justiça e a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro. O propósito dos centros de mediação de conflitos diminuir a “judicialização” das controvérsias entre próximos, e diminuir o abismo que ainda separa, da sociedade, o Direito e os tribunais. Nos processos de mediação, as partes implicadas são as responsáveis por alcançar um acordo. O serviço que as UPPs oferecem tem sido constituído, em sua origem, sob as técnicas ...

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    Número de mortos pela PM paulista cresceu 111% no primeiro semestre

    De janeiro a junho deste ano, 317 pessoas foram mortas por policiais militares que estavam em serviço no estado de São Paulo; no mesmo período do ano passado, 150 pessoas foram mortas; dado divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria de Segurança Pública é o maior registrado desde 2003 Por:Elaine Patricia Cruz De janeiro a junho deste ano, 317 pessoas foram mortas por policiais militares que estavam em serviço no estado de São Paulo, o que representa aumento de 111,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando 150 pessoas foram mortas. É o maior número registrado desde 2003, quando 399 civis foram mortos por policiais militares em serviço. Os dados constam de balanço trimestral que foi divulgado pela Secretaria de Segurança Pública. Já o número de policiais militares mortos em serviço no estado caiu, passando de 7 casos no ano passado para 6 no primeiro semestre este ano. Segundo ...

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    Preso por “caminhar de forma apressada”

    Jovem Everton Rodrigues, ativista do movimento Software Livre, foi algemado e arbitrariamente detido após fotografar um carro de polícia estacionado em cima da calçada No seu horário de almoço, Everton Rodrigues caminhava na avenida Heitor Penteado, zona Oeste de São Paulo, quando viu um automóvel da Polícia Militar estacionado em cima da calçada. Sacou o celular e tirou uma foto da infração de trânsito cometida. Na volta do restaurante, foi seguido por um policial, algemado e levado para a delegacia, sob acusação de “desobediência”. No boletim de ocorrência, consta: “o averiguado, que ao perceber a presença da polícia, se portou de maneira suspeita, caminhando de forma apressada, razão pela qual resolveram abordá-lo”.“O que senti e sinto agora é que o Estado de Direito e a sociedade brasileira são reféns da Polícia Militar. Não é possível que descumpram a lei a todo momento e tenham certeza de que estão fazendo tudo ...

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    PM de SP: Segurança para brancos

    PM de SP: Segurança para brancos

    Por Douglas Belchior Como eu leio esse cartaz sobre as “dicas de segurança” da Polícia Militar: uma mulher branca, bem vestida e indefesa prestes a ser atacada por um preto. Teimo afirmar: o procedimento mais antigo, tradicional e permanente do Estado brasileiro é a prática do racismo ou o exercício cotidiano de tratar grupos étnicos de maneira diferenciada. Essa campanha infeliz promovida pela PM demonstra mais uma vez a prática do racismo institucional. O conceito de racismo institucional identifica o racismo que se estabelece nas estruturas de organização das sociedades e das instituições, traduzindo os interesses, ações e e mecanismos de expulsão e a promoção de violência perpetrados pelos grupos racialmente dominantes. Esse tipo de “gafe” demonstra mais uma vez o pensamento enraizado na sociedade: cuidado com os negros! A seguir, um artigo do Geledes sobre a mesma questão: O material de uma campanha de prevenção a roubos da Polícia Militar (PM) revoltou entidades que lutam pela igualdade ...

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    as duas faces do militarismo

    Heroísmo e discriminação: No passado, as duas faces do militarismo

    Embora a história ao longo dos tempos nos tenha mostrado a importância das organizações militares como fonte de segurança para os inúmeros países existentes em todo o mundo, ela, por outro lado, também evidenciou-nos situações constrangedoras por parte dessas instituições. Nesse sentido, abordaremos dois episódios em específico, a Guerra do Paraguai e a Segunda Guerra Mundial. Estima-se que no século 19, a guerra contra Solano López tenha dizimado cerca de 30% da população negra do Brasil, isso porque a grande maioria dos nossos militares era formada basicamente por escravos. Realidade esta vivenciada pelos integrantes do 9º batalhão, unidade pertencente à Marinha Brasileira durante o episódio do Riachuelo. Nesse conflito, esse efetivo (todos negros) sagrou-se vitorioso ao afundar um navio inimigo. Tal feito fez com que o cadete Antônio Francisco Mello fosse promovido à patente de capitão. Por ele ser negro, e sendo branca a maioria dos oficiais do militarismo brasileiro ...

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    Vice Presidente

    Sônia Nascimento – Programa Promotoras Legais Populares

    Sônia Nascimento  [email protected] Sônia Nascimento é advogada, fundadora, do Geledés- Instituto da Mulher Negra sendo sua presidenta, por duas gestões, no período de 30 de abril de 1994 a 30 de abril de 2000. No Programa de Direitos Humanos de Geledés coordenou os seguintes Projetos: SOS - Racismo de Assessoria Jurídica às Vítimas de Discriminação Racial de 1994 a 1998 e o projeto Atendimento Psicossocial às Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Sexual. É a atual vice-presidenta de Geledés e coordena também o projeto PLP - Promotoras Legais Populares. - Foi integrante da Comissão do Negro e Assuntos Antidiscriminatórios – CONAD da OAB/SP; - da Coordenação Região Sudeste do Movimento Nacional de Direitos Humanos; - da Executiva da Comissão da Mulher Advogada da OAB/SP, na gestão 2000 a 2003; - da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, na Sub-Comissão do Negro da OAB/SP - da Comissão de Defesa do ...

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