quinta-feira, outubro 22, 2020

    Tag: racismo na universidade

    Bianca Santana - Foto: João Benz

    Racismo na universidade: “Preto é feio. Quem gosta é polícia e ponto final”

    — Nossa, que gatinho! — Eu prefiro meu pretinho. — Amiga, quem gosta de preto é a polícia. Gabriela Nunes estava com 24 anos de idade, no intervalo entre aulas da universidade, comprando um milho cozido, quando uma colega começou o diálogo. Algumas frases depois, tinha voltado aos 7 anos de idade, quando o padrinho jogava sinuca em um bar na esquina de casa, em Embu das Artes, e foi assassinado por policiais. O mesmo tipo de terror que sentira aos 4 anos de idade, quando um amigo da mãe foi alvejado na porta de sua casa. — Amiga, não fala assim, por favor. Meu padrinho era um homem preto e foi assassinado pela polícia quando tinha 25 anos de idade. Enquanto argumentava, esperando uma retratação da colega, Gabriela via o corpo do padrinho durante o velório, repleto de algodões. A atualização de um trauma, característica do racismo cotidiano, que ...

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    (Foto: Imagem retirada do site UNISC)

    Representatividade negra na universidade: uma ferramenta na luta antirracista

    Júlia Severo, acadêmica de direito na Unisc, acredita que a representação é essencial para quebrar a estrutura racista da sociedade O racismo estrutural presente na sociedade brasileira não é novidade. O país foi construído com bases na escravidão negra que perdurou, em torno de, 350 anos. Depois, a abolição assinada em 1888 decretou uma liberdade ilusória, já que pessoas negras passaram a sobreviver às margens de uma sociedade que nunca deixou de ser escravocrata. Sem dinheiro, terras ou bens, a população negra começou a lutar mais uma batalha, cujas lutas se estendem até hoje, por visibilidade, direitos e justiça. Para reforçar a importância da representatividade negra em espaços comumente ocupados pela branquitude, a acadêmica do curso de Direito da Unisc, Júlia dos Santos Severo, explica sobre o racismo estrutural, transmitindo suas percepções e conhecimentos, em uma conversa que tem muito para ensinar. Afinal, o racismo também está na invisibilidade e ...

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    Estudante dá queixa por prática de racismo

    Em menos de um mês, um novo episódio de suposto racismo volta a envolver estudantes de Direito da PUC-Campinas Por Alenita Ramirez, Do Correio Imagem Geledés Em menos de um mês, um novo episódio de suposto racismo volta a envolver estudantes de Direito da PUC-Campinas. Nesta semana, um aluno de 23 anos da Unicamp registrou Boletim de Ocorrência (BO) contra um grupo de universitários torcedores do time Direito PUC-Campinas que assistiam uma partida pela Liga Campineira de Universitários (LCU), em um clube recreativo no Jardim São Carlos, em Campinas. Segundo relatos da vítima para a polícia, houve xingamentos raciais e que em razão das ofensas o jogo foi paralisado e seu time se retirou do campo. O caso foi registrado como injúria e será investigado pelo 13º Distrito Policial (DP). O fato teria acontecido no dia 30 de setembro. O aluno integra a Liga das Humanas ...

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    Divulgação / Folha de São Paulo

    ‘Única força legitimada para invadir universidades é a das ideias’, diz Cármen no STF

    A ministra é relatora de ação sobre entrada de policiais e da Justiça Eleitoral nas universidades por Reynaldo Turollo Jr. no Folha de São Paulo Divulgação / Folha de São Paulo Relatora de uma ação que discute a entrada de policiais e outros agentes públicos em universidades para apreender materiais, retirar faixas e proibir debates, a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia disse nesta quarta (31) que a única força legitimada para invadir essas instituições é a força das ideias. “Impor-se a unanimidade impedindo-se ou dificultando-se a manifestação plural de pensamento é trancar a universidade, silenciar estudantes e amordaçar professores. A única força legitimada para invadir as universidades é a das ideais livres e plurais. Qualquer outra que ali ingresse é tirana, e tirania é o exato contrário da democracia”, afirmou. O plenário do Supremo julga nesta tarde um pedido de liminar em uma ...

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    Foto- Renan Mattos (Diário)

    Ato em repúdio a racismo na UFN reuniu mais de 200 pessoas

    Atividade foi realizada no final da tarde desta terça-feira por Camila Gonçalves no DiárioSM Foto- Renan Mattos (Diário) Depois de mais um caso de racismo dentro de uma universidade ter sido registrado em Santa Maria, nesta segunda-feira, um protesto em repúdio ao racismo foi realizado no hall do Conjunto III da Universidade Franciscana (UFN). Cerca de 200 pessoas, entre alunos de diferentes instituições de Ensino Superior, servidores e outras pessoas solidárias à causa, se reuniram no final da tarde. Durante o ato, os alunos gritaram o nome da vereadora e ativista do Movimento Negro, Marielle Franco, assassinada a tiros no Rio de Janeiro, em março deste ano. A coordenadora do curso de Jornalismo da UFN, Sione Gomes, reforçou o posicionamento da instituição e reprovou a conduta do autor da frase deixada no quadro. - Este espaço deve primar pelo diálogo, pela construção do conhecimento. Como já foi ...

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    Diretor da Medicina da USP pede investigação sobre racismo em competição

    O diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), José Otavio Costa Auler Junior, repudiou o episódio de racismo relatado por um estudante da instituição na última semana, durante a competição esportiva Intermed, em Barretos, entre alunos da medicina. no Folha Go A instituição pediu uma investigação sobre o caso. "A direção da Faculdade de Medicina da USP vem a público manifestar indignação pelo ato de racismo sofrido por um estudante do 4º ano desta instituição que participava como atleta da Intermed 2017, competição que reuniu alunos de 11 escolas de medicina do estado de São Paulo, entre os dias 02 e 09 de setembro, na cidade de Barretos, SP. Diante dos lamentáveis fatos ocorridos, a FMUSP apoia e se solidariza com o estudante e solicita às autoridades pronta investigação. Ao mesmo tempo, a instituição reforça a necessidade da promoção de respeito aos direitos humanos no ambiente ...

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    Professor da UFG é expulso de prédio sob gritos de ‘racista’

    Um vídeo compartilhado na internet mostra quando um professor é expulso do prédio da Universidade Federal de Goiás (UFG) por alunos do primeiro período de Psicologia sob vaias e gritos de “racista”. no O Popular As imagens foram divulgadas pelo Centro Acadêmico de Psicologia e já teve mais de 200 compartilhamentos. No post, o CAPsi afirma que o ato ocorreu após o discente ter falado em sala de aula que o nível acadêmico dos recém-ingressos na universidade estaria “ruim” e que era contra a política de cotas raciais. O professor seria mestre em Estatística e o episódio ocorreu na noite desta quinta-feira (14), no prédio da Faculdade de Educação (FE), no Setor Leste Universitário, em Goiânia. A UFG ainda não fez nenhum comentário sobre o caso. Assista o momento: NOTA DE REPÚDIO No dia 14 de abril de 2016, estudantes do primeiro período do curso de Psicologia da Faculdade de ...

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    LEAMESP lamenta e repudia ato contra cotas de alunos durante a Pré-Intermed

    No último dia 20, durante uma partida de tênis de mesa válida pela “Pré-Intermed”, na cidade de Lins, interior de São Paulo, um pequeno grupo de alunos com as faces pintadas ergueram suas camisetas e exibiram um jogral que formava a palavra “cotas”. enviado para o Portal Geledés Sobre esse fato, a Liga Esportiva das Atléticas de Medicina do Estado de São Paulo (LEAMESP) vem por meio desta registrar seu total repúdio e indignação. A LEAMESP esclarece que trata-se de um ato isolado praticado por um pequeno grupo de alunos, que em nada condiz com o objetivo maior do evento: integrar os futuros doutores e doutoras, estudantes das 11 faculdades de Medicina do estado de São Paulo participantes da competição. A “Pré-Intermed” já faz parte do calendário de eventos dos estudantes de Medicina de São Paulo. Está em sua 42ª edição, sempre com foco na promoção da integração entre os ...

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    Pichações racistas dentro do banheiro masculino da UNESP. 24/07/2015

    Inscrições racistas são encontradas na Unesp

    Frases com ofensas de conotação ao racismo são avistadas no banheiro Marcele Tonelli no JCNet “Unesp cheia de macacos fedidos”, “Negras fedem” e “Juarez Macaco”. Essas foram algumas das frases lamentáveis que surgiram entre a manhã e tarde dessa sexta-feira (24) em dois banheiros da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru. O caso chocou alunos e professores do câmpus pelo conteúdo racista e de ódio que estava grafado em paredes e portas do banheiro masculino e feminino, localizados próximos ao departamento de Comunicação Social da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac). As mensagens seriam destinadas aos alunos negros e a um professor do curso de jornalismo do câmpus. A diretoria da instituição repudiou o ocorrido e informou que instalará, na próxima segunda-feira, uma Comissão de Averiguação para apurar o fato. O trabalho será acompanhado pelo Observatório de Direitos Humanos da Unesp, que também funciona em Bauru, e já foi ...

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    Racismo na universidade

    Universidades de São Paulo ainda registram dezenas de casos de racismo

    Universidades de São Paulo e os casos de racismo Depois de 126 anos do fim da escravidão no Brasil, abolida no dia 13 de maio de 1888, o racismo contra negros ainda se faz presente em muitos espaços do País. As universidades não são uma exceção. Do início do ano até agora, diversos casos de racismo contra estudantes negros que estudam em universidades de São Paulo foram denunciados nas redes sociais e ganharam o noticiário. Mônica Gonçalves No dia 30 de abril, Mônica Gonçalves, aluna da Faculdade de Saúde Pública da USP, foi impedida de entrar no prédio da FMUSP (Faculdade de Medicina). De acordo com seu depoimento ao site Blogueiras Negras, os guardas da universidade deixaram pessoas brancas entrar, mas ela, que é negra, foi barrada. Mesmo apresentando a carteirinha da faculdade, Mônica não pode ter acesso à unidade sob a justificativa de que não ...

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    “Já falei 10.639 vezes: Racismo é crime” – Protesto contra o racismo na UFSC

    Estudantes protestam contra "atos de racismo" em campus da UFSC Imagem: http://dc.clicrbs.com.br/sc/ Estudantes protestaram na manhã desta quarta-feira contra o que descreveram como atos de racismo praticados no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Coordenado por oito grupos sociais, o ato repudia a postagem de um aluno realizada em redes sociais. Na imagem, um homem negro, aparece de joelhos entregando um cacho de bananas a uma mulher, também negra. O grupo tenta uma audiência com a reitoria da universidade. Em nota oficial, os manifestantes criticam “estudantes conservadores e racistas”. “Há relatos que no primeiro ano no qual a política de ações afirmativas foi implementada nessa universidade, ano de 2008, estudantes negros ao chegarem em suas classes, na sala de aula, encontravam bananas deixadas por outros estudantes, com o intuito de os associarem a macacos”, consta na nota assinada pelos oito grupos sociais.  Protesto contra o ...

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