terça-feira, janeiro 26, 2021

Tag: rappers

Dr. Dre (Foto: Jason Kempin/Getty Images)

Dr. Dre envia mensagem direto da UTI após sofrer aneurisma cerebral: “Estou indo muito bem”

Os fãs de Dr. Dre podem respirar aliviados, já que o ícone da música e gênio do rap em pessoa enviou uma mensagem dizendo que está bem após o grande susto ter sido internado por ter sofrido um aneurisma cerebral. Em post publicado no instagram, o megaprodutor compartilhou uma imagem dele defronte a uma imensa mesa de som em um estúdio e reiterou que está "ótimo" e que logo estará fora do hospital. O fato tornado público pelo site TMZ na noite de terça-feira assustou muitos fãs e gente da indústria musical, já que não é comum ter alguém sendo levado às pressas para o hospital e colocado na Unidade de Terapia Intensiva. Apesar da gravidade do problema, aparentemente os médicos conseguiram parar o sangramento cerebral, já que Dre, cujo nome real é Andre Young, teve condições de publicar o prognóstico positivo.   Ver essa foto no Instagram   Uma ...

Leia mais

Páginas negras: Léa Garcia, os rappers e as influências do movimento negro

No livro Damas Negras, de Sandra Almada, a atriz Léa Garcia fala sobre a força da mensagem do rap e do funk carioca. Reunindo entrevistas com quatro atrizes negras e militantes, a obra de Sandra Amada destaca os trabalhos e ideias de Chica Xavier, Léa Garcia, Ruth de Souza e Zezé Motta. Abaixo, leia parte da conversa entre Amada e Léa. A situação do povo das favelas, o preconceito e o machismo contra a mulher negra, a luta dos pioneiros do movimento negro e a continuidade na arte dos DJs e MCs são os principais temas. Texto: DJ Cortecertu para o Zona Suburbana / Edição de Imagem: Pedro Borges, no Alma Preta Contexto O ano é 1995. Em São Paulo, músicas de grupos como Racionais MCs, DMN, FNR, Face Negra, MT BRONKS, Comando DMC, entre outros, abordam o racismo e a violência policial. O rap, que começou como forma de diversão e se ...

Leia mais

Entidade pede investigação de ação da PM em reunião de rappers no ABC

Polícia usou bombas de gás para dispersar 'batalha de música'. SSP disse que PM interveio após pedirem que som fosse desligado. Do G1 O Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) pediu que a Ouvidoria investigue uma ação da Polícia Militar em um encontro de rappers em São Bernardo do Campo, no ABC. Há três anos este grupo se reúne toda terça-feira para a chamada "Batalha da Matrix". Na semana passada, a polícia usou bombas de gás para dispersar o grupo. Ariel de Castro Alves, coordenador do MNDH e da Comissão de Infância e Juventude da OAB de São Bernardo, afirma que a Prefeitura e o Governo do Estado deveriam apoiar o movimento ao invés de reprimi-lo. “Nós entendemos que é inaceitável que a Polícia Militar e a GCM pratiquem qualquer tipo de violência contra os jovens, que estão exercendo o direito de reunião, previsto na própria Constituição federal”, explica. Segundo ...

Leia mais
MC Soffia, 11, de São Paulo (SP)

Rappers de 11 anos rimam sobre escola e racismo

MCs mirins por Tiago Dias no UOL É final de tarde de uma terça-feira, e a ocupação da Frente de Luta por Moradia (FLM) na rua das Palmeiras, na região central de São Paulo, fervilha com os moradores que chegam do trabalho. Em um dos 170 quartos do antigo Hotel Lord Palace, conhecido em sua época áurea como "hotel dos artistas", João, 11 anos, pluga um pen drive no amplificador, equaliza o som e o balanço, e se apresenta -- seguindo a batida: "Sou o MC Tum Tum, faço rap de verdade, espalho a verdade pelas ruas da cidade / com criatividade buscando conhecimento, chego na humildade mostrando meu talento / conquistando respeito através da poesia das quebradas da periferia", canta. Dentro do quarto de 30 m², João explica o codinome. "Comecei a ouvir rap na barriga da minha mãe. Ficava batendo lá de dentro, tum tum, tum tum." De cabelo trançado, ...

Leia mais

50 discos para entender o rap

"Me Against The World", de Tupac Shakur, completa 20 anos no sábado (14). O álbum mais introspectivo do rapper marcou época e é referência até hoje para novos nomes do hip hop, como The Weeknd e Drake. Relembre outros discos do gênero que fizeram história - de Afrika Bambaataa a Kendrick Lamar Do iG    

Leia mais

“O fervo é protesto” Conheça Rico Dalasam o rapper gay que está quebrando tabus

Rico Dalasam, paulista que surge como um dos primeiros rappers assumidamente gay do país, quebra os tabus de um gênero historicamente dominado por homens heterossexuais e propõe novas narrativas, com letras positivas e auto-afirmativas que passam longe de uma postura vitimista ou de revolta: “estamos no momento de avançar” Por Ivan Longo no SpressoSP “Boy, eu vim pra ser seu man”. Há alguns anos, dificilmente alguém imaginaria que essa frase pudesse ser um verso de rap. Mas é. Há 10 anos na estrada, o paulista de 25 anos de Taboão da Serra, Rico Dalasam, desponta agora como um dos primeiros rappers gays a ganhar espaço no cenário nacional. Prestes a lançar o seu primeiro álbum, “Modo Diverso”, Dalasam vem ganhando cada vez mais espaço em um universo historicamente dominado por homens heterossexuais e, muitas vezes, embasado pelo machismo. “Acho que a gente chegou num momento bem certo para colocar novas ideias”, enfatiza ...

Leia mais

Sobre apropriação cultural e 10 rappers negras que você provavelmente não conhece

A apropriação cultural está aí e não é de hoje. Vem lá do passado, com a preferência pelo Elvis Presley, a “simpatia” pelos Beastie Boys, Eminem, Iggy Azalea, Miley Cyrus, Macklemore, e por aí vai.  Digo simpatia entre aspas pra realmente problematizar a questão: as pessoas querem consumir a cultura negra, elas querem ouvir música negra, mas não na voz dos negros. Elas querem ouvir na voz dos brancos. Isso fica mais em evidência quando se analisa os fatos. Por exemplo, o favorito pelo público para ganhar o Grammy desse ano era Kendrick Lamar com o disco “Good Kid, M.A.A.D City”, porém quem acabou levando foi Macklemore com “The Heist”. E hoje a rapper que está mais em evidência é Iggy Azalea, uma branca loira. Por Maria Cláudia Reis, do Na Fumaça  Mas esse fenômeno não é tão recente assim. Em 2013 Miley Cyrus levou a situação a outro patamar com o ...

Leia mais
O presidiário Jeremy Meeks. (Foto: CORDON)

O presidiário bonitão assina um contrato como modelo

O retrato da ficha policial de Jeremy Meeks conseguiu o que nem ele pode fazer. Há um mês, seu rosto com penetrantes olhos azuis, lábios carnudos e a tatuagem de uma lágrima abaixo do olho esquerdo está dando a volta ao mundo graças às redes sociais. O mesmo mês em que este californiano de 30 anos permaneceu entre as grades à espera do julgamento pelos 11 crimes dos quais é acusado, entre eles porte de arma, fuga das autoridades e assalto à mão armada. A fotografia obteve 100.000 “curtidas”. Uma imagem que agora pode presenteá-lo com uma nova carreira como modelo. Segundo o portal TMZ, Meeks já tem um agente e um contrato para trocar o macacão laranja da prisão por algo maisfashion. Meeks assinou um contrato com a agência Blaze Modelz, com sede em Santa Monica (Califórnia, EUA), como confirmou sua representante Gina Rodríguez. Segundo Rodríguez, marcas como Versace se ...

Leia mais

Atletas internacionais e rappers brasileiros se unem contra o racismo

Música "Suor não tem cor" foi lançada nesta segunda-feira (09) Nos últimos anos o futebol mundial tem presenciado inúmeros casos de racismo e intolerância dentro dos campos. Às vésperas do maior evento de futebol do mundo, a PUMA, marca alemã global de artigos esportivos, e a Bagua Records se uniram para transmitir em forma de música uma mensagem de combate ao racismo. A parceria reuniu 21 músicos renomados do rap nacional que compuseram uma canção que exalta a causa e retrata as dificuldades encontras pelos atletas que sofrem esse tipo de preconceito. Atletas internacionais de destaque como o atacante da Seleção Italiana Mario Balotelli e Yaya Toure, volante da Costa do Marfim, também deixaram sua mensagem de apoio no videoclipe da canção. Ambos já foram vítimas de ofensas racistas em campos de futebol. Para o presidente da PUMA no Brasil, Roberto Goldminc, os constantes casos de racismo no futebol internacional ...

Leia mais
KL Jay (Foto: © MARCELO PRETTO)

KL Jay festeja 25 anos de Racionais e fala sobre racismo, mídia e ostentação

KL Jay é o DJ do grupo Racionais MC’s, uma das maiores referências do rap nacional. No vigésimo quinto ano de carreira ao lado de Mano Brown, Ice Blue e Edi Rock, Kléber Geraldo Lelis Simões já não é exatamente o mesmo jovem que começou a carreira em 1987 tocando em bailes nas madrugadas da zona norte de São Paulo. Hoje, aos 44 anos, é conhecido do centro às periferias. Mas nem por isso é possível dizer que sua revolução acabou. Longe disso. Não é a quarta década de vida que fez KL Jay perder seu brilho. No comando do som do Sintonia Dj Club, casa nos Jardins em que apresenta um eclético repertório às quintas-feiras e onde recebeu a Revista Vaidapé, ele mostra a mesma disposição com que faz um discurso forte e politizado. A idade o faz refletir. Perguntado sobre os filhos, ele respondeu: “Meu filho mais novo tem ...

Leia mais
A presença de Amílcar Cabral na música RAP na Guiné-Bissau e em Cabo-Verde - Por: Redy Wilson Lima e Miguel de Barros

A presença de Amílcar Cabral na música RAP na Guiné-Bissau e em Cabo-Verde – Por: Redy Wilson Lima e Miguel de Barros

 Nos anos de 1990, com a vaga de democratização na Guiné-Bissau e em Cabo-Verde, quer o PAIGC quer o PAICV, partidos tidos como “força, luz e guia do povo”, perdem esse estatuto, pondo fim simultaneamente à cadeia de domesticação dos espíritos, precipitando assim uma descoletivização social das organizações juvenis sob o prisma comunista. Isto fez com que os jovens reinventassem formas de sociabilidades no seio dos grupos de pares, num contexto marcado pela globalização e afro-americanização do mundo, em que a cultura hip-hop, através do seu elemento oral, o rap, aparece como veículo da liberdade de expressão e de protesto dos grupos urbanos em situação de maior precariedade. Este artigo pretende analisar de que forma os jovens guineenses e cabo-verdianos recontextualizaram através do rap, na nova conjuntura dos dois países, o discurso pan-africanista e nacionalista de Amílcar Cabral, tendo em conta o risco de branqueamento da memória coletiva e histórica; a ...

Leia mais
Wanessa (Foto: Divulgação/Alexandre Pio)

Com rappers americanos, Wanessa e Negra Li buscam R’n’B à brasileira

Cantora sexy de voz delicada vira parceira musical de rapper encrenqueiro e deixa sua baladinha pop com uma levada mais "hip hop". A fórmula usada à exaustão por musas do R'n'B como Jennifer Lopez, Beyoncé e Mariah Carey, demorou, mas finalmente ganhou versão brasileira. Com o toque de Midas de produtores que entendem de mercado, Wanessa Camargo, Negra Li e, ainda no forno, Karin Hils, seguem os passos das colegas americanas e se aventuram em uma cena pouco explorada por aqui. Ja Rule, rapper desbocado que já rimou em faixas de J.Lo, Mariah e Mary J. Blige, é o mais novo amigo de infância de Wanessa Camargo. O americano e a "neta de Francisco" cantam "Fly", faixa em inglês que fará parte do próximo álbum da cantora, "Meu momento", com lançamento previsto para este mês. A parceria pretende marcar uma virada na carreira de Wanessa. Em entrevistas recentes, a moça ...

Leia mais
Projeto Rappers

Projeto Rappers – Memória Institucional de Geledés

Desenvolvemos de 1992 a 1998 um projeto específico para a juventude negra chamado Projeto Rappers. Não foi um projeto que decorreu de uma definição institucional; ele foi provocado por demanda de jovens negros pertencentes a bandas de rap da cidade de São Paulo. Esses jovens chegaram ao Geledés trazendo-nos questões muito complexas que nos questionaram institucionalmente nos impulsionando a assumir responsabilidades e protagonismo em relação às diferentes facetas da violência que se abate sobre os jovens negros na cidade de São Paulo. O que ocorria naquele momento? Bandas de rap formadas por esses jovens que se exibiam nas periferias de São Paulo para um público semelhantes a eles, com músicas com denúncias contundentes sobre as condições de marginalização social, racismo, preconceitos e violência a que estão expostos os jovens negros eram sistematicamente vítimas da violência policial que, via de regra, os tiravam dos palcos em que se apresentavam com agressão ...

Leia mais

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Create New Account!

Fill the forms bellow to register

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist