terça-feira, agosto 4, 2020

    Tag: sul-africanos e suas lutas

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    A menina sul-africana de apenas 7 anos que está fazendo história como escritora

    Aos 7 anos, Michelle Nkamankeng se tornou a mais jovem autora do continente africano a entrar na lista dos 10 melhores escritores infantis do mundo. No Terra Seu primeiro livro, Waiting for the Waves ("Aguardando as Ondas", em tradução livre) foi publicado este mês e fez com que rapidamente ela entrasse para a lista de honra que reúne os melhores escritores jovens do mundo. O livro é baseado na experiência da própria Michelle ao entrar pela primeira vez no mar e encarar o medo das ondas. "Fomos à praia, vimos as ondas e eu e meu pai entramos no mar. Quando a segunda onda estava vindo eu perguntei para onde as pessoas estavam olhando. Ele me disse que elas estavam aguardando as ondas e eu respondi que ele havia me dado uma ótima ideia, que eu ia escrever um livro chamado Aguardando as Ondas ", disse Michelle à BBC. O ...

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    Estudantes exibem faixa durante protesto por educação gratuita em Durbam, na África do Sul (Foto: Matt Kay/AFP)

    Sul-africanos protestam contra desigualdade na educação

    Os protestos se multiplicam nos campi sul-africanos e assumem um caráter cada vez mais político porque os estudantes negros denunciam a persistência das desigualdades raciais 22 anos após o fim do"apartheid". "Queremos uma educação gratuita e descolonizada. Estamos ávidos por restabelecer a dignidade dos jovens negros. Não somos iguais na universidade", denuncia, entre aplausos, Mcebo Dlamini, um dos líderes dos protestos na Universidade de Witwatersrand (Wits), em Johannesburgo. Dlamini fala a centenas de estudantes, entre os quais apenas um punhado de brancos. Há três semanas, a respeitada Universidade de Wits, assim como outras das grandes cidades do país, vivem sob tensão. Os confrontos violentos entre alunos e forças de segurança levaram as autoridades a suspender as aulas. Nesta segunda (10), outros centros foram tomados pelos alunos e houve registro de confrontos. Os protestos começaram com a decisão do governo de autorizar em 2017 uma elevação de 8% no preço das ...

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    Caster Semenya deixa preconceito e rivais para trás e conquista ouro nos 800m

    Depois de ter de passar por testes para comprovar ser mulher em 2009, sul-africana coroa carreira com primeiro título olímpico, com tempo de 1m55s28 e recorde Por Edgard Maciel de Sá, Fabrício Marques, Helena Rebello e Marcos Guerra no O Globo Caster Semenya se destaca no pelotão da final dos 800m rasos. Não por causa do seu corpo musculoso, e sim por ser inalcançável. Neste sábado, a sul-africana, que sofreu com acusações de ser homem, virou de vez a página dos questionamentos e conquistou o ouro na Olimpíada do Rio de Janeiro. Com o tempo de 1m55s28, ela quebrou o recorde de seu país e superou com sobras Francine Niyonsaba, de Burundi (1m56s49). A queniana Margaret Wambui completou o pódio (1m56s89). - O sonho se tornou realidade. Eu dediquei minha vida a isso. Sabia o que eu queria. Depois de trabalhar duro, você ganha a medalha. É tudo foco e saber ...

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    Chester Williams, campeão mundial de rugby na África do Sul esteve em Curitiba para o tour da tocha

    Campeão mundial de rugby na África do Sul, Chester Williams é exemplo contra o apartheid e sua história virou filme. Ele esteve em Curitiba para o tour da tocha Por Fernando Araújo no Globo Esporte O ex-jogador de rugby, Chester Williams, está acostumado a grandes emoções. Em sua trajetória tem um título mundial pela seleção da África do Sul vencendo barreiras internas que vão além do esporte e que foram inspiração para o então presidente Nelson Mandela. A saga do jogador e do presidente se transformaram no filme Invictus, de Clint Eastwood, ampliando sua importância como um dos destaques na luta contra o racismo. Nesta semana, Chester Williams esteve em Curitiba para participar do revezamento da tocha olímpica, que foi outra grande emoção. Ele conta ter sentido felicidade próxima à quando foi o primeiro negro a levantar uma taça de campeão por um time de rugby da África do Sul. - ...

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    Hoje na História, há 40 anos, no dia 16 de junho de 1976 acontecia o “Levante de Soweto”

    Há 40 anos, no dia 16 de junho de 1976, a África do Sul assistiu perplexa a um massacre: centenas de jovens – a maioria negra – foram mortos no episódio conhecido como “Levante de Soweto”, hoje símbolo da luta contra o racismo no mundo. no Super Interessante Na época, vigorava no país o regime de apartheid: uma minora branca governava, segregando a população negra. Essa política racial durou mais de quatro décadas, de 1948 até 1994, quando Nelson Mandela foi eleito presidente da África do Sul. Mas voltemos a 1976. As escolas para os negros estavam superlotadas e os professores eram desqualificados. Além disso, era necessário pagar pelos estudos, o que contrastava com a educação destinada à população branca, gratuita e de qualidade. Para piorar, o governo sul-africano proibiu os alunos do bairro de Soweto, localizado no subúrbio de Joanesburgo, de estudarem em sua língua “bantu”. Obrigatoriamente, deveria ser ensinado ...

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