quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: tecnologia

    Vitorí Barreiros da Silva (Arquivo Pessoal)

    Eu, uma mulher negra da Geração Z, inventei a minha profissão

    Deixa eu me apresentar: sou Vitorí, mulher, negra, cis, do Sul do Brasil, que trabalha com inovação e tecnologia. Tenho 21 anos e sou uma das lideranças aceleradas pelo fundo Baobá através do Programa de Aceleração de Mulheres Negras Marielle Franco e trabalho com pesquisa de tendências futuristas. Muito prazer! Eu penso o futuro. Eu ativo futuros. Eu sinto uma facilidade maior em me relacionar online do que pessoalmente. E sim, é “culpa” da tecnologia (e também do racismo que colocou pedras no desenvolvimento das minhas relações presenciais).  Quando fui começar a escrever esse artigo, encontrei vários desafios e conflitos internos, até enfim, externalizar um tema que fosse de minha escolha. Enquanto dormia e acordava com a ansiedade de encontrar algum tema para escrever e aprender a estruturar um artigo, visitei blogs, parei para consumir textos longos (coisas que não tenho praticado muito) e aqui, enquanto escrevo, quero de peito ...

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    (Foto: Getty Images/iStockphoto)

    De novo: homem negro é preso nos EUA após falha de reconhecimento facial

    O departamento de polícia da cidade de Detroit foi processado por prender equivocadamente um homem negro identificado como responsável por um furto por meio de um software de reconhecimento facial. O erro policial foi o segundo do tipo noticiado neste ano, sendo que o anterior também ocorreu em Detroit. A polícia local deteve Michael Oliver, 26 anos, em julho de 2019 sob a acusação de um furto que ele não cometeu. Segundo o site Motherboard, Oliver entrou na Justiça contra a cidade de Detroit e o detetive apontado como responsável pelo equívoco, pedindo uma indenização de a partir de US$ 12 milhões (cerca de R$ 63,5 milhões). Oliver, que ficou preso por quase três dias, chamou o trabalho da polícia e o uso do algoritmo de reconhecimento facial de "grosseiramente negligente". "Perdi meu emprego e meu carro. Toda minha vida foi colocada em pausa", declarou ao Motherboard. "Essa tecnologia não ...

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    A estudante Nina da Hora (Foto: Lucas Borba)

    Conheça Nina da Hora, nome quente na luta pela equidade de gênero e raça na tecnologia

    Erê vive em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, num lar com sete cachorros, seis “salsichas” e um poodle. Em junho, estava aprendendo a andar: se locomovia bem em terrenos planos e desviava de obstáculos com precisão. Mas em chão acidentado, como o do quintal da casa, se atrapalhava um pouco mais. Erê, ao contrário do que possa parecer, não tem pernas, pois não é gente. Ele tem rodinhas, afinal é um robô — e ainda possui uma placa Julieta, plataforma Falcon e sensores ultrassônicos e de refletância analógica (apetrechos que estas páginas não dariam conta de explicar). É obra criada por umas das jovens mentes mais promissoras da ciência da computação no Brasil: Ana Carolina da Hora, de 25 anos, mais conhecida como Nina da Hora. Moradora de Caxias e estudante da PUC-Rio, a dona dos pets e do Erê têm feito sucesso com sua proposta de descomplicar e ...

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    Adobe

    Estudantes têm tempo. Por que não estudam?

    “Estar sendo é uma condição para ser”. Desta forma asseverava o mestre Paulo Freire sobre a necessidade do encontro entre o que se faz o que se diz. As características que devem caracterizar o caracterizado. Ou seja, a busca do óbvio. Assim sendo, para ser estudante precisa-se de estudar. Pode até haver pessoas que estudam e não são estudantes, mas, não cabe no arcabouço qualificador o estudante que não estuda. Este perde por insuficiência comprobatória o status que o nome lhe outorga. Vindo do latim a palavra estudante significa a pessoa dedicada, zelosa. Que ama o que faz e que aprende ao fazer também. Diferente de aluno, que hoje ambas possuem o mesmo status semântico, e significa ser sem luz, a palavra estudante está na dianteira do uso, inclusive no campo mais progressista de usuários da língua. Mas, não irei discorrer aqui sobre a função de estudante que, remete a ...

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    Softwares de reconhecimento de fala de empresas entendem menos negros do que brancos

    Os sistemas de reconhecimento de fala estão se popularizando cada vez mais, seja em alto-falantes inteligentes ou no próprio celular. Se você utiliza com certa frequência, talvez já tenha passado pela frustração de ficar repetindo a mesma frase por que a tecnologia não foi capaz de entender. Acontece que esse tipo de situação parece ser mais comum com um grupo específico de pessoas. Por Erika Nishida, Do Gizmodo (Foto: Imagem retirada do site Blackpressusa) Pesquisadores da Universidade de Stanford analisaram uma extensa amostra de palavras ditas em entrevistas por diferentes grupos usando sistemas de reconhecimento de fala de cinco empresas (Apple, Amazon, Google, IBM e Microsoft). Posteriormente, foi feita uma comparação com os resultados compreendidos por humanos. Sobre os grupos envolvidos na pesquisa, havia amostras de grupos mistos de locais como Rochester, Nova York; Sacramento, Califórnia; e Washington, D.C., além de ter dois compostos majoritariamente por ...

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    Metamorworks // Getty Images

    Estudo da Stilingue aponta avanço na presença das mulheres no mercado de Tecnologia

    Levantamento realizado entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2020 abrangeu mais de 390 mil publicações coletadas; desafios enfrentados pelas mulheres negras e iniciativas corporativas também foram destaque Do Diário do Nordeste  Quando se fala em mulher e mercado de trabalho, muitas profissões são associadas à imagem feminina. Entre elas, professora, atendente de loja, enfermeira, aeromoça etc. Mas outros cenários, como o da Tecnologia, estão cada vez mais sendo ocupados por elas. Com o objetivo de identificar os pontos de destaque sobre as mulheres e o mercado de trabalho e os temas mais relacionados, especialmente nesta área, a Stilingue, plataforma nacional de Inteligência Artificial (IA) para o idioma Português (PT-BR) – com foco em Customer Intelligence & Responding em tempo real – realizou um levantamento que abrangeu o período de 1º de janeiro de 2019 a 29 de fevereiro de 2020, totalizando mais de 390 mil publicações coletadas (393.875) nas ...

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    Karen Santos, que lançou o projeto UX Para Minas Pretas Imagem: Edvan Oliveira/Divulgação

    Designer abre portas para mulheres negras no mercado de tecnologia

    Quando começou a frequentar o mundo do design de experiência do usuário (UX Design), a designer paulistana Karen Santos passou a se questionar por que ela era uma das poucas ou a única mulher negra presente. Por Roniel Felipe, do Universa Karen Santos, que lançou o projeto UX Para Minas Pretas (Imagem: Edvan Oliveira/Divulgação) "Ia a cursos, eventos e palestras na área, mas não me via em nenhum deles." Popularizado na década de 1990 pelos americanos Don Norman e Jakob Nielsen, o design de experiência do usuário (UX design) estuda a interação entre usuários e as tecnologias (produtos, sistemas ou serviços) e desenvolve formas de tornar essa interação mais fácil. "Me apaixonei pela ideia de pensar na experiência das pessoas, de criar produtos a partir de outras perspectivas. Porém, quando passei a vivenciar o universo do UX, notei que faltam mulheres negras nesse mercado", diz Karen. ...

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    ‘O futuro pode ser o que a gente quiser’, diz pesquisadora queniana que usa tecnologia para empoderar mulheres

    Muthoni Wanyoike está no Brasil para palestra no festival Futuros Possiveis, que acontece na Casa Firjan Por Constança Tatsch, Do O Globo Muthoni Wanyoike, especialista em inteligência artificial Foto: Paula Johas/Firjan A queniana Muthoni Wanyoike , 27 anos, é especialista em inteligência artificial e tem como missão trazer mais mulheres para o mercado de trabalho . A chave para isso é a flexibilidade que só a tecnologia pode oferecer. Organizadora da Women in Machine Learning and Data Science (WiML), em Nairóbi, Muthoni veio ao Brasil para ministrar a palestra “A inteligência artificial promoverá igualdade entre as nações”, no Festival Futuros Possíveis, que acontece neste sábado (7), na Casa Firjan, no Rio de Janeiro. Ela conversou com CELINA sobre tecnologia, machismo e projeos educacionais que abrem novas possibilidades para as mulheres no mercado de trabalho. Sobre o que é sua palestra no Festival Futuros Possíveis? Como podemos ...

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    Com PretaLab, ela une humanas e exatas e rompe preconceitos na tecnologia

    "Não sei. Sou de humanas." Como jornalista, Silvana Bahia já havia se apoiado algumas vezes nessa afirmação que já é basicamente um bordão na internet. Mas tudo mudou quando ela decidiu fazer algo que pode ser considerado bem coisa do "pessoal de humanas": ouviu sua própria intuição. Por Karol Gomes, Da Universa Silvana Bahia, da PretaLab (Imagem: Inês Bonduki - 4.nov.2015/Folhapress) "Profissionalmente, eu estava sendo impactada pelas mudanças das tecnologias. A gente tinha jornal, revista, esses formatos mais offline e, de repente, tudo migrou para internet. Eu já tinha interesse em aprender o que tinha para além da tela do computador e essa mudança de cenário foi o incentivo que eu precisava", lembra. Ela, então, se inscreveu para uma oficina chamada "Rodada Hacker", que ensinava programação com metodologia desenhada para mulheres. Ali, mesmo sem saber, ela já caminhava para a criação da PretaLab, projeto que fomenta ...

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    Geração Z: antes mentíamos aos pais para sair, agora mentem aos amigos para ficar em casa

    Saídas para bares, festas e encontros mudam de acordo com o uso das tecnologias Por Manuela Sanoja, do El País Giuseppe Lombardo/EyeEm/Getty Images Muitos de nós já tivemos aquele amigo ou amiga que, durante a adolescência, mentia para os pais sobre onde estariam na sexta ou no sábado à noite. Em vez de estar “na casa da Maria assistindo a um filme”, iam tentar entrar em alguma boate para maiores de idade. As coisas parecem ter mudado: os jovens pertencentes às novas gerações preferem inventar desculpas aos amigos para passar as noites dos dias livres em casa. Aparentemente, trata-se de uma questão geracional: em geral, os mais jovens saem menos em noitadas. Algo que se reflete nos dados de atividades relacionadas à vida noturna. De acordo com uma pesquisa realizada pela Berenberg Research em 2018, as gerações mais jovens estão reduzindo os dados do consumo de ...

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    Photo by FOX from Pexels

    “Ele não consegue segurar um lápis direito”: como novas tecnologias prejudicam a capacidade das crianças de escrever

    Cada vez mais alunos apresentam dificuldades para escrever à mão. A constatação parece ser unânime entre professores e pais, seja na França ou no Brasil. O principal motivo: o uso excessivo de novas tecnologias, como tablets e smartphones, que acostumaram crianças e adolescentes à escrita digital. Em entrevista à RFI, especialistas alertam para os perigos deste fenômeno que tem graves consequências na capacidade da escrita. Por  Daniella Franco, do RFI Photo by FOX from Pexels “Ele não consegue segurar um lápis direito”, diz Luana, mãe de um menino de 6 anos que enfrenta dificuldades para aprender a escrever na escola. À RFI, a brasileira radicada na França contou que a criança se acostumou desde pequena a manipular o tablet e controles de videogames, o que acabou afetando sua coordenação motora. Segundo Luana, o garoto reconhece as letras, tem forte habilidade para cálculo, mas sua interação manual ...

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    Andreu Navarra, professor e autor do livro 'Devaluación Continua'.LORENA RUIZ

    “Estamos criando o ciberproletariado, uma geração sem dados, sem conhecimento e sem léxico”

    Andreu Navarra, professor do ensino médio, denuncia a ausência de debate sobre o futuro a que esta sociedade quer conduzir seus jovens Por Berna Gonzáles Harbour, do El País Andreu Navarra, professor e autor do livro 'Devaluación Continua'.(Foto: LORENA RUIZ) O mundo da educação debate as horas de aulas, a avaliação dos professores e os maus resultados da Espanha nos testes do PISA, mas tudo isso é bastante secundário no universo de Andreu Navarra, um professor de língua e literatura no ensino médio que retrata desde as vísceras do ensino, da própria sala de aula, uma realidade de emergências mais prementes: da desnutrição de uma boa parte dos estudantes à incapacidade de se concentrar da nova geração do “ciberproletariado” ou a ausência de debate sobre o futuro a que esta sociedade quer conduzir seus jovens. Navarra não é um teórico, mas uma torrente de verdades que ...

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    Pretahub: apoio e fomento ao empreendedorismo negro

    No Terra Há 18 anos, a empreendedora Adriana Barbosa criou a Feira Preta para conectar e promover negócios da população negra. Desde então, sua iniciativa ganhou corpo e pôde se aprofundar em como oferecer incentivos - como mentorias e workshops - não só para o crescimento de empresas com fundadores que se autodeclararam negros, como também para empreendimentos que oferecem produtos e serviços focados nas especificidades e desafios dessa população. Foi com essa proposta que nasceu o Pretahub, um programa que acelera o desenvolvimento de empreendedores e seus projetos, sejam eles tecnológicos, como aplicativos e plataformas, ou tradicionais, como lojas de roupa, acessórios e cosméticos. Para entender melhor as frentes de trabalho da iniciativa, o Terra Inovação conversou com Adriana e debateu sobre o fomento às ideias e às soluções voltadas à comunidade negra. Não perca esse novo episódio!

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    Ana Carolina da Hora, 24, aluna de ciência da computação de Duque de Caxias (RJ) - Ricardo Borges/Folhapress

    É um problema ser a única negra, diz brasileira convidada para conferência da Apple

    Ana Carolina da Hora, 24, de Duque de Caxias (RJ), viajou para fora do país pela 1ª vez para participar de evento Por Jefferson Barbosa, da Folha de S.Paulo  Ana Carolina da Hora, 24, aluna de ciência da computação de Duque de Caxias (RJ) - Ricardo Borges/Folhapress Sentada na primeira fila, Ana Carolina da Hora, 24, exibia o mesmo sorriso de todos os outros jovens na foto que registrava a realização de um sonho. Nina, como é chamada, era a única negra entre os 350 jovens de vários países selecionados pela Apple para participar da Conferência WWDC18, que dá a desenvolvedores a oportunidade de aprender a criar novas experiências em plataformas da empresa. “O maior problema é ser a única em muitos lugares”, resume a estudante de computação, que pela primeira vez viajava para fora do Brasil. Nina conta que tem cinco mães: a mãe biológica ...

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    Mesmo com vagas atraentes, mulheres permanecem longe do mercado da tecnologia

    Desemprego em alta e necessidade de profissionais qualificadas: o que falta para a avalanche das mulheres tec? Por Giovanna Galvani, Do CartaCapital (Foto: Imagem retirada do site Blackpressusa) Uma vaga com bom salário, possibilidades rápidas de ascensão e inserida no mercado mais promissor do mundo. No Brasil, quase um quarto dos jovens está atualmente sem estudar e trabalhar, e cerca de 30% desse total é composto por mulheres, segundo o IBGE. Em um cenário desanimador, a linguagem inicialmente incompreensível de códigos pode se transformar em uma alternativa para um futuro compensador, que tende a buscar cada vez mais trabalhadores do setor tecnológico. Parece perfeito, até elas esbarrarem no sexismo. Por mais que existam – e sobrem – vagas na área de tecnologia, as mulheres ainda são excluídas das oportunidades por não serem vistas com naturalidade como capacitadas para a área, diz Iana Chan, CEO da PrograMaria, ...

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    (Foto: Getty Images)

    A radiação da tecnologia 5G faz mal à saúde?

    A quinta geração de internet móvel, 5G, que entrou em operação recentemente em algumas cidades do Reino Unido, tem gerado questionamentos sobre eventuais riscos da radiação à saúde. Por Reality Check team, da BBC A tecnologia 5G ainda está em fase de testes no Brasil (Foto: Getty Images) A nova tecnologia - que funciona desde abril na Coreia do Sul e em algumas partes dos Estados Unidos - ainda está em fase de testes no Brasil, onde deve estar disponível por volta de 2023. Mas será que essas preocupações em relação à saúde têm fundamento? O que tem de diferente no 5G? Assim como as tecnologias móveis anteriores, as redes 5G dependem de sinais transportados por ondas de rádio - parte do espectro eletromagnético - transmitidas entre uma antena e o seu telefone celular. Estamos cercados o tempo todo de radiação eletromagnética - provenientes de sinais de ...

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    O Eu não tecnológico

    O que há de definido ou imutável no ser humano? Por Kleber Marin, do Justificando  Foto: Pixabay Somos algo de determinado e algo de indeterminado, mas não sabemos das coisas do mundo ao nascer, como o mundo é da forma que enxergamos. Por determinado podemos atribuir algo como definido ou imutável, que de certa maneira não muda durante a nossa vida, enquanto o nosso corpo existir, um Eu Natural. E, deste modo, a questão que se coloca é: o que há de definido ou imutável no ser humano? Ora, o que pertence a natureza humana, conhecida por sua característica comum e as suas características singulares (particulares). Da sua característica comum encontramos a razão. Isto é, todo ser humano que apresenta uma aptidão para as diversas atividades do cotidiano, é dotado de razão. Como assinala o filósofo Descartes, “Quanto à razão ou ao senso, principalmente por ser ela a única coisa ...

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    Solidão em rede: nunca estivemos tão conectados, nem tão solitários

    Para os nascidos a partir dos anos 80, o celular é o principal meio de interação com o mundo – e com os outros. Por isso, os millennials saem menos de casa, namoram menos, casam menos, engravidam menos e morrem menos em decorrência da violência urbana do que jovens de outras décadas. O resultado emocional desta nova equação social é também uma geração muito mais sozinha, mas não necessariamente deprimida Por Maria Clara Drummond, Do Marie Claire Solidão em rede (Foto: Ilustração Carolina Teixeira (ITZÁ))   Robinson Crusoé, o náufrago mais famoso da ficção literária, foi obrigado a ficar sozinho em uma ilha por 28 anos. Primeiro, ficou assustado, depois deprimido, até encontrar as benesses advindas do isolamento total. O personagem de Daniel Defoe é citado pela escritora inglesa Sara Maitland, autora do livro Como ficar sozinho (Objetiva, 192 págs., R$ 32,90), publicado no Brasil pelo selo The ...

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    mãos no computador, teclado, foto Michael Melo/Metrópoles

    Startup lança curso de programação para mulheres de baixa renda

    Curso de formação, em São Paulo, é destinado para quem tem mais de 18 anos. Inscrições vão até 30 de novembro Por Vitor Fuzeira, no Metrópoles   Foto: Michael Melo/Metrópoles   Com a meta de promover maior inclusão feminina na área de programação front-end, a startup Laboratória oferece uma oportunidade de formação única para as entusiastas desse assunto. Ao todo, a organização disponibilizará 60 vagas em curso de formação no setor para mulheres. Esta será a segunda turma do curso de formação, sediado em São Paulo. As interessadas devem ter cursado o ensino médio em instituições públicas ou privadas com bolsa por critério de renda e ter idade superior a 18 anos. Com a meta de promover maior inclusão feminina na área de programação front-end, a startup Laboratória oferece uma oportunidade de formação única para as entusiastas desse assunto. Ao todo, a organização disponibilizará 60 vagas em curso de formação no setor para mulheres. Esta será a segunda turma ...

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    A tecnologia tem que ser para todas as pessoas”, diz Nina Silva, fundadora do Movimento Black Money

    A empresária especialista em TI foi considerada uma das 100 pessoas afrodescendentes mais influentes do mundo Por Rennan A. Julio, do Pequenas Empresas Grandes Negócios Nina Silva, fundadora do Movimento Black Money (Foto: Divulgação) Não há dúvidas de que o mundo passa por uma revolução digital. O que nem todos se perguntam, entretanto, é se essas mudanças realmente abrangem a população como um todo. Para Nina Silva, especialista em tecnologia e fundadora do Movimento Black Money, a disparidade no meio digital ainda é grande – e ainda há muito a se fazer. Foi para falar sobre isso que Nina subiu aos palcos do RD Summit 2018, evento que acontece em Florianópolis e chega ao seu último dia nesta sexta-feira (9/11). Com a palestra “Tecnologia para quem?”, a executiva falou sobre a importância da diversidade dentro das empresas. “As companhias não podem ignorar esse assunto. Elas estão perdendo dinheiro.” Nina é dona de uma história ...

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