Tag: tecnologia

Foto: Reprodução/Instagram @brunodombidau)

“Ei, Siri, tô tomando um enquadro” é a tecnologia trabalhando para você

Não raro, inovações tecnológicas surgem num dia e, de tão inúteis, caem num profundo abismo do esquecimento na semana seguinte. Esse parecia o destino dos Atalhos, um jeito que a Apple inventou para ensinarmos à Siri novas ações automáticas. Muita empresa fez alguma coisinha ou outra com isso, mas nada que seus apps já não fizessem. Esta semana, a dona do iPhone deveria agradecer a um engenheiro de software brasileiro. Ao criar um modo de solucionar (em partes) um problema corriqueiro que, infelizmente, atinge milhões de jovens brasileiros, ele afastou os Atalhos um pouco da beira do precipício. Após ler uma reportagem sobre como motoristas americanos estavam usando os Atalhos para registrar ocorrências de trânsito com a polícia, Bruno Dombidau pensou que podia fazer algo semelhante. Mas precisava ter algo com o Brasil. Foi então que ele fez o seguinte: Criou um jeito de o iPhone ligar a câmera para ...

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Taís Nascimento (Foto: Arquivo Pessoal)

Das escolas informais no período escravista às redes de apoio em TI

Em 2013, a chegada dos primeiros médicos e médicas cubanas do programa Mais Médicos foi acompanhada de vários episódios explícitos de racismo. Uma jornalista do Rio Grande do Norte na época publicou no Facebook: “essas médicas cubanas tem uma cara de empregada doméstica… Será que são médicas mesmo? Médico geralmente tem uma postura, tem cara de médico, se impõe a partir da aparência”. Esse caso em especial me chama atenção porque fala diretamente a nós mulheres negras e do espaço que a sociedade espera que nós ocupemos. O espaço destinado à mulher negra no imaginário social está sempre ligado ao servir, ao trabalho doméstico, às cozinhas, o que não é uma desonra, mas todos sabemos que só recentemente as empregadas domésticas conseguiram direitos já consagrados há décadas a todas as outras categorias profissionais, de modo que sempre foi uma classe muito ligada ao subemprego ou ao trabalho informal. A imagem ...

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@MetaLab/Nappy

Curso gratuito de Harvard é traduzido para o português

Gabriel Lima Guimarães traduziu para o português o curso CC50 (Ciência da Computação), da Universidade de Harvard, que apresenta a linguagem C e outras, como HTML, Java e SQL. Ele foi assistente de ensino do criador do projeto na renomada instituição norte-americana. Os interessados podem fazer a inscrição no portal Estudar Fora. O programa de estudo de 11 semanas é realizado por meio de plataforma digital e é gratuito. O objetivo é oferecer ao estudante fundamentos para trabalhar com webdesign, bancos de dados, sistemas eletrônicos, programação de software, entre outros. Guimarães, responsável pelo projeto em parceria com a organização, fez o CS50 em 2011, quando tinha 17 anos e era aluno de Eletrotécnica Integrada no IFES (Instituto Federal do Espírito Santo). Dois anos depois, já na graduação da instituição, foi convidado pelo professor David Malan, criador do curso, para ser assistente de ensino. Fonte: Catraca Livre 

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(Foto: Getty Images/iStockphoto)

Pesquisadores criam IA capaz de identificar sinais de racismo

Pesquisadores da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, desenvolveram um sistema de inteligência artificial (IA) que é capaz de identificar e quantificar sinais fisiológicos associados ao racismo, tecnologia apresentada em um estudo publicado recentemente no ArXiv. Na pesquisa, 76 voluntários passaram por um Teste de Associação Implícita, método no qual preconceitos raciais implícitos podem ser detectados com base nas reações das pessoas ao olhar para imagens e palavras que devem ser associadas a expressões como “pele escura”, “pele clara”, “má” e “boa”. Durante esse teste, foram usaram dispositivos vestíveis como um Apple Watch ou outro tipo de smartwatch, que tinham a função de medir as reações fisiológicas dos participantes ao se depararem com pessoas estranhas e possíveis ameaças, representadas pelas figuras mostradas a eles. Em seguida, foi a vez do algoritmo de IA entrar em ação, para analisar as respostas dos voluntários e os dados obtidos pelo relógio inteligente enquanto ...

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Getty Images

Algoritmos de plataformas e redes sociais ainda precisam de muita discussão para fugir de estereótipos

A inteligência artificial já domina várias atividades da nossa vida. Está no aplicativo do banco, no pedido online do mercado, em nossas redes sociais. Mas também pode ser racista, machista e discriminar pessoas por sua religião ou orientação sexual. Segundo alguns pesquisadores da área, isso acontece porque os algoritmos reproduzem as falhas do comportamento social vigente. Sistemas de reconhecimento facial já foram usados para justificar a prisão de homens negros que, mais tarde, comprovou-se que eram inocentes. Programas de celular e filtros de redes sociais estimulam mudanças em fotos que permitem afinar o nariz e clarear a pele, reforçando estereótipos discriminatórios de beleza. Um usuário do Google Fotos denunciou em 2015 que a plataforma havia rotulado a foto de um casal negro com a legenda "gorilas". A empresa afirmou na época que tomaria as medidas necessárias para evitar a repetição de erros como esse. Com o Flickr aconteceu um problema semelhante. No lugar de gorilas, a plataforma rotulou com a palavra "macacos" fotos de ...

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Vitorí Barreiros da Silva (Arquivo Pessoal)

Eu, uma mulher negra da Geração Z, inventei a minha profissão

Deixa eu me apresentar: sou Vitorí, mulher, negra, cis, do Sul do Brasil, que trabalha com inovação e tecnologia. Tenho 21 anos e sou uma das lideranças aceleradas pelo fundo Baobá através do Programa de Aceleração de Mulheres Negras Marielle Franco e trabalho com pesquisa de tendências futuristas. Muito prazer! Eu penso o futuro. Eu ativo futuros. Eu sinto uma facilidade maior em me relacionar online do que pessoalmente. E sim, é “culpa” da tecnologia (e também do racismo que colocou pedras no desenvolvimento das minhas relações presenciais).  Quando fui começar a escrever esse artigo, encontrei vários desafios e conflitos internos, até enfim, externalizar um tema que fosse de minha escolha. Enquanto dormia e acordava com a ansiedade de encontrar algum tema para escrever e aprender a estruturar um artigo, visitei blogs, parei para consumir textos longos (coisas que não tenho praticado muito) e aqui, enquanto escrevo, quero de peito ...

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(Foto: Getty Images/iStockphoto)

De novo: homem negro é preso nos EUA após falha de reconhecimento facial

O departamento de polícia da cidade de Detroit foi processado por prender equivocadamente um homem negro identificado como responsável por um furto por meio de um software de reconhecimento facial. O erro policial foi o segundo do tipo noticiado neste ano, sendo que o anterior também ocorreu em Detroit. A polícia local deteve Michael Oliver, 26 anos, em julho de 2019 sob a acusação de um furto que ele não cometeu. Segundo o site Motherboard, Oliver entrou na Justiça contra a cidade de Detroit e o detetive apontado como responsável pelo equívoco, pedindo uma indenização de a partir de US$ 12 milhões (cerca de R$ 63,5 milhões). Oliver, que ficou preso por quase três dias, chamou o trabalho da polícia e o uso do algoritmo de reconhecimento facial de "grosseiramente negligente". "Perdi meu emprego e meu carro. Toda minha vida foi colocada em pausa", declarou ao Motherboard. "Essa tecnologia não ...

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A estudante Nina da Hora (Foto: Lucas Borba)

Conheça Nina da Hora, nome quente na luta pela equidade de gênero e raça na tecnologia

Erê vive em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, num lar com sete cachorros, seis “salsichas” e um poodle. Em junho, estava aprendendo a andar: se locomovia bem em terrenos planos e desviava de obstáculos com precisão. Mas em chão acidentado, como o do quintal da casa, se atrapalhava um pouco mais. Erê, ao contrário do que possa parecer, não tem pernas, pois não é gente. Ele tem rodinhas, afinal é um robô — e ainda possui uma placa Julieta, plataforma Falcon e sensores ultrassônicos e de refletância analógica (apetrechos que estas páginas não dariam conta de explicar). É obra criada por umas das jovens mentes mais promissoras da ciência da computação no Brasil: Ana Carolina da Hora, de 25 anos, mais conhecida como Nina da Hora. Moradora de Caxias e estudante da PUC-Rio, a dona dos pets e do Erê têm feito sucesso com sua proposta de descomplicar e ...

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Adobe

Estudantes têm tempo. Por que não estudam?

“Estar sendo é uma condição para ser”. Desta forma asseverava o mestre Paulo Freire sobre a necessidade do encontro entre o que se faz o que se diz. As características que devem caracterizar o caracterizado. Ou seja, a busca do óbvio. Assim sendo, para ser estudante precisa-se de estudar. Pode até haver pessoas que estudam e não são estudantes, mas, não cabe no arcabouço qualificador o estudante que não estuda. Este perde por insuficiência comprobatória o status que o nome lhe outorga. Vindo do latim a palavra estudante significa a pessoa dedicada, zelosa. Que ama o que faz e que aprende ao fazer também. Diferente de aluno, que hoje ambas possuem o mesmo status semântico, e significa ser sem luz, a palavra estudante está na dianteira do uso, inclusive no campo mais progressista de usuários da língua. Mas, não irei discorrer aqui sobre a função de estudante que, remete a ...

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Softwares de reconhecimento de fala de empresas entendem menos negros do que brancos

Os sistemas de reconhecimento de fala estão se popularizando cada vez mais, seja em alto-falantes inteligentes ou no próprio celular. Se você utiliza com certa frequência, talvez já tenha passado pela frustração de ficar repetindo a mesma frase por que a tecnologia não foi capaz de entender. Acontece que esse tipo de situação parece ser mais comum com um grupo específico de pessoas. Por Erika Nishida, Do Gizmodo (Foto: Imagem retirada do site Blackpressusa) Pesquisadores da Universidade de Stanford analisaram uma extensa amostra de palavras ditas em entrevistas por diferentes grupos usando sistemas de reconhecimento de fala de cinco empresas (Apple, Amazon, Google, IBM e Microsoft). Posteriormente, foi feita uma comparação com os resultados compreendidos por humanos. Sobre os grupos envolvidos na pesquisa, havia amostras de grupos mistos de locais como Rochester, Nova York; Sacramento, Califórnia; e Washington, D.C., além de ter dois compostos majoritariamente por ...

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Metamorworks // Getty Images

Estudo da Stilingue aponta avanço na presença das mulheres no mercado de Tecnologia

Levantamento realizado entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2020 abrangeu mais de 390 mil publicações coletadas; desafios enfrentados pelas mulheres negras e iniciativas corporativas também foram destaque Do Diário do Nordeste  Quando se fala em mulher e mercado de trabalho, muitas profissões são associadas à imagem feminina. Entre elas, professora, atendente de loja, enfermeira, aeromoça etc. Mas outros cenários, como o da Tecnologia, estão cada vez mais sendo ocupados por elas. Com o objetivo de identificar os pontos de destaque sobre as mulheres e o mercado de trabalho e os temas mais relacionados, especialmente nesta área, a Stilingue, plataforma nacional de Inteligência Artificial (IA) para o idioma Português (PT-BR) – com foco em Customer Intelligence & Responding em tempo real – realizou um levantamento que abrangeu o período de 1º de janeiro de 2019 a 29 de fevereiro de 2020, totalizando mais de 390 mil publicações coletadas (393.875) nas ...

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Karen Santos, que lançou o projeto UX Para Minas Pretas Imagem: Edvan Oliveira/Divulgação

Designer abre portas para mulheres negras no mercado de tecnologia

Quando começou a frequentar o mundo do design de experiência do usuário (UX Design), a designer paulistana Karen Santos passou a se questionar por que ela era uma das poucas ou a única mulher negra presente. Por Roniel Felipe, do Universa Karen Santos, que lançou o projeto UX Para Minas Pretas (Imagem: Edvan Oliveira/Divulgação) "Ia a cursos, eventos e palestras na área, mas não me via em nenhum deles." Popularizado na década de 1990 pelos americanos Don Norman e Jakob Nielsen, o design de experiência do usuário (UX design) estuda a interação entre usuários e as tecnologias (produtos, sistemas ou serviços) e desenvolve formas de tornar essa interação mais fácil. "Me apaixonei pela ideia de pensar na experiência das pessoas, de criar produtos a partir de outras perspectivas. Porém, quando passei a vivenciar o universo do UX, notei que faltam mulheres negras nesse mercado", diz Karen. ...

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‘O futuro pode ser o que a gente quiser’, diz pesquisadora queniana que usa tecnologia para empoderar mulheres

Muthoni Wanyoike está no Brasil para palestra no festival Futuros Possiveis, que acontece na Casa Firjan Por Constança Tatsch, Do O Globo Muthoni Wanyoike, especialista em inteligência artificial Foto: Paula Johas/Firjan A queniana Muthoni Wanyoike , 27 anos, é especialista em inteligência artificial e tem como missão trazer mais mulheres para o mercado de trabalho . A chave para isso é a flexibilidade que só a tecnologia pode oferecer. Organizadora da Women in Machine Learning and Data Science (WiML), em Nairóbi, Muthoni veio ao Brasil para ministrar a palestra “A inteligência artificial promoverá igualdade entre as nações”, no Festival Futuros Possíveis, que acontece neste sábado (7), na Casa Firjan, no Rio de Janeiro. Ela conversou com CELINA sobre tecnologia, machismo e projeos educacionais que abrem novas possibilidades para as mulheres no mercado de trabalho. Sobre o que é sua palestra no Festival Futuros Possíveis? Como podemos ...

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Com PretaLab, ela une humanas e exatas e rompe preconceitos na tecnologia

"Não sei. Sou de humanas." Como jornalista, Silvana Bahia já havia se apoiado algumas vezes nessa afirmação que já é basicamente um bordão na internet. Mas tudo mudou quando ela decidiu fazer algo que pode ser considerado bem coisa do "pessoal de humanas": ouviu sua própria intuição. Por Karol Gomes, Da Universa Silvana Bahia, da PretaLab (Imagem: Inês Bonduki - 4.nov.2015/Folhapress) "Profissionalmente, eu estava sendo impactada pelas mudanças das tecnologias. A gente tinha jornal, revista, esses formatos mais offline e, de repente, tudo migrou para internet. Eu já tinha interesse em aprender o que tinha para além da tela do computador e essa mudança de cenário foi o incentivo que eu precisava", lembra. Ela, então, se inscreveu para uma oficina chamada "Rodada Hacker", que ensinava programação com metodologia desenhada para mulheres. Ali, mesmo sem saber, ela já caminhava para a criação da PretaLab, projeto que fomenta ...

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Geração Z: antes mentíamos aos pais para sair, agora mentem aos amigos para ficar em casa

Saídas para bares, festas e encontros mudam de acordo com o uso das tecnologias Por Manuela Sanoja, do El País Giuseppe Lombardo/EyeEm/Getty Images Muitos de nós já tivemos aquele amigo ou amiga que, durante a adolescência, mentia para os pais sobre onde estariam na sexta ou no sábado à noite. Em vez de estar “na casa da Maria assistindo a um filme”, iam tentar entrar em alguma boate para maiores de idade. As coisas parecem ter mudado: os jovens pertencentes às novas gerações preferem inventar desculpas aos amigos para passar as noites dos dias livres em casa. Aparentemente, trata-se de uma questão geracional: em geral, os mais jovens saem menos em noitadas. Algo que se reflete nos dados de atividades relacionadas à vida noturna. De acordo com uma pesquisa realizada pela Berenberg Research em 2018, as gerações mais jovens estão reduzindo os dados do consumo de ...

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“Ele não consegue segurar um lápis direito”: como novas tecnologias prejudicam a capacidade das crianças de escrever

Cada vez mais alunos apresentam dificuldades para escrever à mão. A constatação parece ser unânime entre professores e pais, seja na França ou no Brasil. O principal motivo: o uso excessivo de novas tecnologias, como tablets e smartphones, que acostumaram crianças e adolescentes à escrita digital. Em entrevista à RFI, especialistas alertam para os perigos deste fenômeno que tem graves consequências na capacidade da escrita. Por  Daniella Franco, do RFI Photo by FOX from Pexels “Ele não consegue segurar um lápis direito”, diz Luana, mãe de um menino de 6 anos que enfrenta dificuldades para aprender a escrever na escola. À RFI, a brasileira radicada na França contou que a criança se acostumou desde pequena a manipular o tablet e controles de videogames, o que acabou afetando sua coordenação motora. Segundo Luana, o garoto reconhece as letras, tem forte habilidade para cálculo, mas sua interação manual ...

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Andreu Navarra, professor e autor do livro 'Devaluación Continua'.LORENA RUIZ

“Estamos criando o ciberproletariado, uma geração sem dados, sem conhecimento e sem léxico”

Andreu Navarra, professor do ensino médio, denuncia a ausência de debate sobre o futuro a que esta sociedade quer conduzir seus jovens Por Berna Gonzáles Harbour, do El País Andreu Navarra, professor e autor do livro 'Devaluación Continua'.(Foto: LORENA RUIZ) O mundo da educação debate as horas de aulas, a avaliação dos professores e os maus resultados da Espanha nos testes do PISA, mas tudo isso é bastante secundário no universo de Andreu Navarra, um professor de língua e literatura no ensino médio que retrata desde as vísceras do ensino, da própria sala de aula, uma realidade de emergências mais prementes: da desnutrição de uma boa parte dos estudantes à incapacidade de se concentrar da nova geração do “ciberproletariado” ou a ausência de debate sobre o futuro a que esta sociedade quer conduzir seus jovens. Navarra não é um teórico, mas uma torrente de verdades que ...

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Pretahub: apoio e fomento ao empreendedorismo negro

No Terra Há 18 anos, a empreendedora Adriana Barbosa criou a Feira Preta para conectar e promover negócios da população negra. Desde então, sua iniciativa ganhou corpo e pôde se aprofundar em como oferecer incentivos - como mentorias e workshops - não só para o crescimento de empresas com fundadores que se autodeclararam negros, como também para empreendimentos que oferecem produtos e serviços focados nas especificidades e desafios dessa população. Foi com essa proposta que nasceu o Pretahub, um programa que acelera o desenvolvimento de empreendedores e seus projetos, sejam eles tecnológicos, como aplicativos e plataformas, ou tradicionais, como lojas de roupa, acessórios e cosméticos. Para entender melhor as frentes de trabalho da iniciativa, o Terra Inovação conversou com Adriana e debateu sobre o fomento às ideias e às soluções voltadas à comunidade negra. Não perca esse novo episódio!

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Ana Carolina da Hora, 24, aluna de ciência da computação de Duque de Caxias (RJ) - Ricardo Borges/Folhapress

É um problema ser a única negra, diz brasileira convidada para conferência da Apple

Ana Carolina da Hora, 24, de Duque de Caxias (RJ), viajou para fora do país pela 1ª vez para participar de evento Por Jefferson Barbosa, da Folha de S.Paulo  Ana Carolina da Hora, 24, aluna de ciência da computação de Duque de Caxias (RJ) - Ricardo Borges/Folhapress Sentada na primeira fila, Ana Carolina da Hora, 24, exibia o mesmo sorriso de todos os outros jovens na foto que registrava a realização de um sonho. Nina, como é chamada, era a única negra entre os 350 jovens de vários países selecionados pela Apple para participar da Conferência WWDC18, que dá a desenvolvedores a oportunidade de aprender a criar novas experiências em plataformas da empresa. “O maior problema é ser a única em muitos lugares”, resume a estudante de computação, que pela primeira vez viajava para fora do Brasil. Nina conta que tem cinco mães: a mãe biológica ...

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Mesmo com vagas atraentes, mulheres permanecem longe do mercado da tecnologia

Desemprego em alta e necessidade de profissionais qualificadas: o que falta para a avalanche das mulheres tec? Por Giovanna Galvani, Do CartaCapital (Foto: Imagem retirada do site Blackpressusa) Uma vaga com bom salário, possibilidades rápidas de ascensão e inserida no mercado mais promissor do mundo. No Brasil, quase um quarto dos jovens está atualmente sem estudar e trabalhar, e cerca de 30% desse total é composto por mulheres, segundo o IBGE. Em um cenário desanimador, a linguagem inicialmente incompreensível de códigos pode se transformar em uma alternativa para um futuro compensador, que tende a buscar cada vez mais trabalhadores do setor tecnológico. Parece perfeito, até elas esbarrarem no sexismo. Por mais que existam – e sobrem – vagas na área de tecnologia, as mulheres ainda são excluídas das oportunidades por não serem vistas com naturalidade como capacitadas para a área, diz Iana Chan, CEO da PrograMaria, ...

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