Tag: UFRJ

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    Demorou 99 anos, mas UFRJ cria pós-graduação sobre autores negros

    Finalmente! Segundo a coluna de Lauro Jardim, de O Globo, a partir de março de 2020 a cadeira de literatura brasileira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vai, pela primeira vez em quase cem anos, oferecer um curso de pós-graduação stricto sensu exclusivamente sobre autores e autoras negros brasileiros Por Karol Gomes, Do Hypeness (Foto: Rafael Arbex/Estadão Conteúdo) Os estudantes poderão estudar obras clássicas de Lima Barreto (foto), Cruz e Sousa, Conceição Evaristo, Ana Maria Gonçalves e muitos outros. A UFRJ é a maior universidade federal do país e, com frequência, configura entre as 15 melhores universidades da América Latina nos rankings especializados. Logo, é um avanço ver uma instituição tão importante colaborando para valorizar e preservar a cultura afro brasileira. A literatura negra apresenta o outro lado da história do Brasil, ou mesmo de brasileiros de maneira individual, que costuma ser distorcida pelos ...

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    (Foto: Daigo Oliva/G1

    Redução de verbas já prejudica rotina das universidades federais

    Dos R$ 3,2 bilhões contingenciados do ensino superior, R$ 112 milhões foram tirados da UFRJ, que iniciou um plano de ajuste com várias medidas. Do G1 Foto: Daigo Oliva/G1 A redução de verbas feita pelo Ministério da Educação já está prejudicando o dia a dia das universidades federais em todo o país. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é a maior universidade federal do país e uma das mais inovadoras. Mas seus 67 mil alunos e quatro mil professores temem pelo futuro. “Se você corta aquilo que faz o Brasil crescer, como é que você quer um país melhor?”, pergunta uma estudante. “É dramático o que está ocorrendo”, diz, por sua vez, uma professora. Dos R$ 3,2 bilhões contingenciados do ensino superior no Brasil, R$ 112 milhões foram tirados da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que deu início a um plano de ajuste ...

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    foto- george wilson

    Debate sobre intelectuais negras na universidade abre o IX Artefatos da Cultura Negra

    Aconteceu na noite desta quarta-feira (19) no Salão de Atos do campus Pimenta da Universidade Regional do Cariri (URCA), às 19 horas, a abertura oficial do IX Artefatos da Cultura Negra. O evento contou com palestra da professora e historiadora Dra. Giovana Xavier, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). por George Wilson no Badalo foto- george wilson A solenidade contou com a presença da professora Valéria Carvalho, representando o Grupo de Valorização Negra do Cariri (GRUNEC), a professora Cícera Nunes, do Departamento de Educação da URCA, do coordenador de políticas culturais da Pró-Reitoria de Cultura da Universidade Federal do Cariri (UFCA), Gustavo Ramos, e da Pró-reitora de Extensão da URCA, professora Arlene Pessoa. “Você pode substituir mulheres negras como objeto de estudo por mulheres negras contando sua própria história”  Giovana Xavier foto- george wilson Com o tema “Intelectuais Negras: Escritas ...

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    Evento em Parque Tecnológico da UFRJ aborda participação das mulheres na inovação

    O Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o escritório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) no Brasil organizaram no fim de abril (24) a segunda edição do evento “Propriedade intelectual no parque”, que celebrou o Dia Mundial da Propriedade Intelectual. Da ONU  Da esquerda para a direita: Paulo Parente; Marcela Trigo; Tatiana Campello; Denise Nascimento; José Graça Aranha; Felipe Augusto Melo de Oliveira e José Carlos Pinto. Foto: Parque Tecnológico da UFRJ Na ocasião, especialistas discutiram a participação das mulheres na pesquisa e inovação, enfatizando as desigualdades ainda persistentes na academia brasileira. O Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o escritório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) no Brasil organizaram no fim de abril (24) a segunda edição do evento “Propriedade intelectual no parque”, que celebrou o Dia Mundial da Propriedade Intelectual. A pesquisadora de biomedicina e professora da ...

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    Professores alegam que UFRJ não cumpriu cotas em concurso para professor do IFCS

    Cotas na UFRJ Um grupo de professores universitários (de USP, UnB, UFF, Uerj e outras) assinou carta aberta alegando o descumprimento da lei de cotas no concurso para professor do Departamento de Sociologia realizado pelo IFCS, da UFRJ. O resultado foi divulgado sexta passada. É que... Segundo os professores, pelo menos uma das três vagas deveria ter sido destinada a negros, o que não aconteceu. “Este caso evidencia os profundos entraves da sociedade brasileira para lidar com o racismo e a relutância na promoção e no cumprimento das medidas institucionais de promoção da igualdade racial”. Faz sentido. CARTA ABERTA É com profunda preocupação que os/as professores/as e pesquisadores/as abaixo assinados/as observam os desdobramentos do concurso público para carreira docente realizado pelo Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ), relativo ao edital 860 de 2017, cujo resultado foi divulgado pela ...

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    Foto: esquerda.net

    UFRJ investiga apologia ao nazismo dentro da universidade

    De acordo com Diretório Central Estudantil, casal tentou colocar na parede quadro com imagem de uma mulher negra, com sinais de mutilação e suásticas. A reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apura denúncia do Diretório Central Estudantil (DCE) Mário Prata de que manifestações de apologia ao nazismo teriam sido feitas na sede da entidade estudantil por pessoas que não integram o diretório.  Na última sexta-feira (26), a universidade informou, em sua página na internet, que pretende acionar a polícia para investigar o caso. "A reitoria abrirá procedimento interno para averiguar o caso e registros de pichações de cunho nazista no campus. Também acionará as polícias Civil e Federal para apuração da apologia ao nazismo que, destacamos, configura crime. Trata-se de uma ação isolada, de ultradireita, que se manifesta de forma apócrifa justamente por não encontrar qualquer respaldo no corpo social da universidade", diz nota da instituição. A ...

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    Professor acusado de racismo deixa disciplina do curso de Engenharia da UFRJ

    Após ser acusado por alunos de racismo, um professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) não dará mais aulas em disciplina da qual era o docente responsável no curso de Engenharia Eletrônica. Por Marcela Lemos, da UOL A substituição chegou a ser pedida pelo CaEng (Centro Acadêmico de Engenharia) à direção da Escola Politécnica. No entanto, segundo a direção da escola, o professor deixou a disciplina Rede de Computadores I por iniciativa própria. Ele continuará, entretanto, com seus projetos de pesquisa vinculados ao CNPq e também atuando na pós-graduação. Em reunião com diretores, os integrantes do CaEng também solicitaram a abertura de um processo administrativo contra o professor, mas a direção da Escola Politécnica não atendeu a reivindicação. Em entrevista ao UOL, o diretor João Carlos Basilio minimizou as declarações do professor. "Com o governo Lula houve abertura de acesso de pessoas à universidade que até então não tinham ...

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    “Na rua como você detecta ladrão? Primeiro olha a cor” diz professor da UFRJ

    O Centro Acadêmico de Engenharia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) encaminhou denúncia de racismo envolvendo um professor do curso de Engenharia Eletrônica à diretoria da Escola Politécnica e à ouvidoria da UFRJ. Segundo estudantes, o professor afirmou que se deve reconhecer um ladrão na rua por meio da cor da pele. De acordo com alunos, o docente teria dado as declarações durante uma aula no mês de março. no UOL "Na rua como você detecta um ladrão? Primeiro você olha a cor", disse o professor, segundo a denúncia, apontando para a pele. O docente ainda acrescentou, de acordo com testemunhas: "Se você tem um sistema de segurança onde só passa gente branca, quando passa um preto o sistema apita". Procurado pela reportagem, o CaEng (Centro Acadêmico de Engenharia) disse que 25 alunos do curso fizeram denúncias sobre o episódio de racismo em sala de aula. O CaEng publicou ...

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    Seminário Afro-Brasil: reflexões contemporâneas

    Um grupo de intelectuais se reúne no próximo dia 26 de outubro, às 18h, no Salão Nobre do IFCS da UFRJ, no Centro do Rio de Janeiro, para incitar as pessoas a refletirem sobre os não-ditos num país que ainda insiste na enxovalhada “democratura racial”. O chamamento à grande “roda de conversa” tem como mote o lançamento do livro Afro Brasil - Debates & Pensamentos, organizado por Jacques D'Adesky (PUC - RJ) e Marcos Teixeira de Souza (Estácio de Sá - Centro de Estudos Afro-Asiáticos – RJ). A obra é uma coletânea de artigos de diversos pesquisadores brasileiros, que pode ser tomada como uma agenda: com datas expressivas, tanto acadêmicas como de pautas de reflexões autônomas. Enviado para o Portal Geledés  Esta obra, segundo D’Adesky, perpassa questões étnico-identitárias locais, nacionais e globais, e emoldura um quadro em que a figura do afro-brasileiro está entrelaçada aos itinerários transatlânticos construídos em torno da diáspora, do ...

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    Fleury Johnson: Brasil X realidade

    Fleury, Togolês, 24 anos, estudante de medicina na Universadade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), karateca, tenista e nadador. Sou Fleury, estudante de medicina na UFRJ. Cheguei no Brasil em 2011 através de um programa de convênio entre o governo brasileiro e o governo do meu país. Fora do Brasil, temos a visão de um país onde os negros têm acesso a todos os patamares. Chegando aqui, a realidade é completamente outra. por Fleury Johnson no Blog do Fleury Johnson Eu me lembro que quando eu dizia que eu sou do Togo, as pessoas me perguntavam: o que é isso? Outros ainda perguntavam: fica em qual país da Angola? É o Congo? Eu dizia “não, é o Togo”, e tem infelizes que respondiam – “é tudo a mesma coisa”. A minha resposta era: então Argentina e Brasil é tudo a mesma coisa. O que mais me surpreendeu foi o dia ...

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    Foto: Getty Images

    UFRJ oferece cursos de línguas para a comunidade

    Valor praticado pelo curso é abaixo do encontrado no mercado Do Catraca Livre  Quem tem como meta de ano novo estudar mais e aprender uma nova língua, tem uma ótima oportunidade logo no início de 2016. Entre os dias 25 e 29 de janeiro, acontecem as inscrições no projeto de extensão da UFRJ, o Curso de Línguas aberto a Comunidade, o CLAC. A matrícula é feita pela internet e o aluno paga uma taxa única para o período, no valor de R$365, o que dividido em seis meses daria um pouco mais de R$60, valor bem abaixo do praticado em cursos convencionais. As aulas são ministradas por alunos em formação da Faculdade de Letras da Federal. Entre as opções de cursos estão Alemão, Alemão Conversação, Árabe, Árabe Conversação, Espanhol, Francês, Francês Conversação, Francês para Leitura, Grego, Hebraico, Inglês, Inglês Conversação, Inglês para Leitura, Italiano, Italiano Conversação, Japonês, Japonês Conversação, Latim, Libras, Oficina ...

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    UFRJ adiciona vagas ao concurso de Docentes Equivalentes

    A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicou a primeira retificação do concurso público 450/2014, pela qual acrescenta oito vagas ao certame, totalizando assim, 191 oportunidades. Do pciconcursos Divulgação/UFRJ   As novas vagas são para Professor da classe de Adjunto, nas áreas de: Enfermagem em Saúde Coletiva (1); Metodologia da Assistência e do Ensino de Enfermagem (1); Nutrição Clínica na Obstetrícia, Pediatria e Adulto/ Estágio Supervisionado (5); e de História da África (1). Esse certame é destinado ao cargo Professor Equivalente, nas as classes de Auxiliar, Assistente e Adjunto A, junto ao campus Macaé, assim como ao Polo Xerém, Fórum de Ciência e Cultura (FCC) e Centros de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE), Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), Ciências da Saúde (CCS), Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), Letras e Artes (CLA), de Tecnologia (CT) e de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH). Esses profissionais vão atuar ...

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    Dúvidas sobre a prisão da jovem negra no Ceará

    A repercussão ganha a forma de show, e com claras violações dos corretos procedimentos policiais; delegada que conduz o caso convoca coletiva e não apresenta nenhuma informação nova. Na semana que passou, todos puderam ver a história do garoto de 14 anos que, 70 anos depois de executado, foi julgado inocente por uma corte americana. Na foto viu-se uma criança desamparada, acuada, olhando com espanto para a lente da máquina fotográfica. Para os contemporâneos, alimentados com o cereal do preconceito yankee, esse rosto era a prova cabal do crime. George Stinney foi na verdade assassinado pelo estado racista americano da época. Por Bajonas Teixeira de Brito Junior* no Vermelho No Brasil agora, após o crime brutal e barbaramente covarde que vitimou a turista italiana Gaia Molinari, vemos uma jovem negra ser acusada pelo ato. Ninguém está, evidentemente, a salvo de uma acusação. E, em princípio, não se descarta que ela ...

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