Tag: abolição da escravidão

    Abolição da escravatura no Brasil

    Professor explica processo que culminou com a abolição no Brasil

    Paulo Chaves contou reflexos da abolição tardia nos dias atuais. Lei Áurea foi assinada no dia 13 de maio de 1888. Todo o processo que levou à abolição da escravatura no Brasil e os reflexos do ato até os dias de hoje foram o tema da reportagem de história do Projeto Educação desta terça-feira (3). O professor Paulo Chaves explicou o longo processo que fez com que o Brasil fosse o último país das Américas a não ter mais escravos em sua organização social. Na entrada da cidade de Olinda, uma praça possui três nomes: do Carmo; da Preguiça; e da Abolição, em celebração ao dia 13 de maio de 1888, quando a princesa Isabel assinou a Lei Áurea e tornou os escravos livres no Brasil. “Oficialmente, é a Praça da Abolição, porque, no dia 13 de maio, os escravos que habitavam essa região, onde muitos senhores de engenho moravam ...

    Leia mais
    escravidão antiga

    Pastor metodista escreve artigo sobre os 125 anos da abolição da escravatura

    13 de Maio - O que vamos fazer com essa tal liberdade, se estamos na periferia e continuamos a sofrer? “Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo? Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;”. Isaías 58.6 e Mateus 5:6 É 13 de Maio, data que assinala 125 anos da abolição da escravatura negra no Brasil. Assinala a abolição da escravidão e a instalação da desigualdade social. Pois, a partir de 13 de Maio, com base nas linhas abaixo 370 anos de escravidão tinha fim: Declara extinta a escravidão no Brasil: A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador, o Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembleia Geral decretou e ...

    Leia mais
    Senador Roberto Requião

    Senador Roberto Requião: O preconceito e a discriminação contra os negros são ainda de tal ordem que o Brasil só tem a se envergonhar, e não festejar

    O senador Roberto Requião (PMDB-PR) lembrou nesta segunda-feira (13), no plenário do Senado, os 125 anos da abolição da escravatura dos negros no país. Para ele, o preconceito e a discriminação contra os negros são ainda de tal ordem que o Brasil só tem a se envergonhar, e não festejar. Requião citou vários fatos históricos nos últimos 125 anos para, pontuando o que ele chamou de história brasileira da infâmia, mostrar que a abolição pouco representou para os negros e descendentes. A seguir, a íntegra do discurso do senador Roberto Requião: Segundo informa o Google, o homem mais velho do mundo chama-se José, mora no interior da Amazonia e tem 128 anos; e há duas mulheres mais velhas do mundo, a senhora Luo, chinesa e a senhora Candúlia, cubana, ambas com 127 anos. Pois bem, senhoras e senhores senadores, José já estava com três anos e Luo e Candúlia com ...

    Leia mais
    Abolicao-da-Escravatura

    Parte dos negros não comemora o Dia da Abolição da Escravatura

    A estudante de ciências políticas do 8º semestre da Universidade de Brasília (UnB) Vanessa Machado entrou na instituição pelo sistema de cotas raciais, mesmo com nota suficiente para ser aprovada sem o sistema. Vanessa está na contramão das estatísticas, estudou em escola particular e seus pais são formados, mas ainda assim engrossa a voz do movimento negro ao não comemorar o dia de assinatura da abolição da escravatura, em 13 de maio, há 125 anos. "O 13 de Maio é um marco histórico legal, representa mais do que a assinatura da princesa Isabel. Representa o grito sufocado dos negros. Mas ainda há muitos desafios, estamos longe do ideal. Pobreza tem cor e não é por acaso", analisa a estudante. O pensamento é compartilhado por frei David, presidente da Educafro, uma organização não governamental que tem a missão de promover a inclusão da população negra e pobre nas universidades públicas e ...

    Leia mais
    abolição no parlamento

    Abolição no Parlamento, 1823/1888 – 65 anos de lutas

    “Abolição no Parlamento, 1823/1888 – 65 anos de lutas” é relançado com rigorosa revisão através de acordo entre a SEPPIR e o Senado Documentos do Arquivo do Senado mostram como Parlamento atuou na questão da escravidão O 13 de maio de 1888 ficou marcado na História do Brasil como o dia em que foi abolida a escravidão no país. Simplificado assim, o processo que culminou nesta data leva a ignorar as lutas populares e toda uma movimentação na sociedade brasileira, entre prós e contra o fim da escravatura, inclusive no Parlamento. O livro Abolição no Parlamento, 1823/1888 – 65 anos de lutas resgata, através de volumosa documentação histórica, os embates ocorridos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal até a assinatura da Lei Áurea pela princesa Isabel. Sua leitura é mais do que oportuna para situar os temas que, após 125 anos, ainda mobilizam o Congresso Nacional. A regulamentação da chamada ...

    Leia mais
    blank

    Abolição da escravatura completa 125 anos

    Sob intenso debate, o projeto que põe fim à escravidão passa na Câmara dos Deputados. Texto segue para o Senado. Nas ruas do Rio, 5 mil manifestantes acompanharam votação por Renata Mariz e Ivan Iunes Exatos 125 anos atrás, na Abolição da escravatura o Brasil Império, sob o comando de uma princesa interina, passava por uma ebulição social nunca vista nos mais de três séculos de história documentada desde o descobrimento, em 1500. No início de 1888, começavam a se desenhar os acontecimentos que culminariam em um dos mais importantes marcos legais do país: a Lei Áurea. Para recontar esse momento emblemático, o Estado de Minas convida você, caro leitor, a uma viagem no tempo. Até terça-feira, a série de reportagens Abolição, 125 anos volta ao Rio de Janeiro da segunda metade do século 19, província que abrigava o poder político da época, para contar como se deu a extinção da escravidão no ...

    Leia mais
    Manuel Querino (Foto: Imagem retirada do site Gazeta do Povo)

    Manuel Querino

    Manuel Raimundo Querino nasceu no 28 de julho de 1851, em Santo Amaro, BA. A sua infância foi atribulada, como aliás toda a sua vida. A epidemia de 1855, em Santo Amaro, levara-lhe os pais. Foi confiado aos cuidados de um tutor, o professor Manoel Correia Garcia, que o iniciou nas primeiras letras. Tendo apenas o curso primário, Manuel Querino, aos 17 anos (1868), alistou-se como recruta, viajando pelos sertões de Pernambuco e Piauí, e aí unindo-se a um contingente que se destinava ao Paraguai. Não fui mandado para o Paraguai por motivos de saúde. Foi para o Rio de Janeiro no mesmo ano, ficou empregado no escritório do quartel. Em 1870, foi promovido a cabo de esquadra, e logo depois teve baixa no serviço militar. Voltando a Bahia, começou a trabalhar nas fainas modestas de pintor e decorador. Sobrava-lhe tempo, porém, para estudar francês e português, no Colégio 25 ...

    Leia mais
    Censo 1872

    População negra escravizada no Brasil é detalhada em Censo de 1872

    Marcado por um cenário de conflitos e protestos pelo fim da escravidão, o século XIX no Brasil foi o único do período colonial a ter um censo completo da população de escravizados. Os dados deste censo foram disponibilizados pelo Núcleo de Pesquisa em História Econômica e Demográfica da Universidade Federal de Minas Gerais (NPHED/UFMG) e pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado (Fapemig).  O Censo de 1872, foi realizado com sucesso como parte das políticas inovadoras de D. Pedro II. O resultado foi o registro de 10 milhões de habitantes, onde a população escrava correspondia a 15,24% desse total. Os 10 milhões de pessoas estavam distribuídos em 21 províncias, sendo cada uma subdividida em municípios que, por sua vez, eram divididos em paróquias. Ao todo, eram 1.440 paróquias, as unidades mínimas de informação, que serviram de base para o mapa disponibilizado. O recenseamento é considerado bastante completo por trazer o único ...

    Leia mais
    blank

    Abolição no Brasil: Uma alegoria do descaso

    Abolição no Brasil Prof. André Araújo Durante muito tempo a historia oficial tratou da questão escravista no Brasil e sua consequente derrocada como algo que foi fruto das idéias iluministas que ganharam repercussão em todo mundo, aliadas às pressões inglesas para que o Brasil utilizasse mão-de-obra livre, de modo que se criasse um mercado interno assalariado e consumidor que pudesse disputar mercados internacionais de forma justa. Para tal, o Brasil teria de forma lenta, gradual e sem maiores agitações criado as leis abolicionistas para extinção da escravidão. A abolição teria acontecido, para a historiografia tradicional, através das leis que culminaram no evento do 13 de maio de 1888. Dentre elas: Lei Feijó proibindo o tráfico e considerando os africanos introduzidos no Brasil a partir desta data como livres (esta lei ficou conhecida popularmente com a "lei para Inglês ver", pois havia um acordo desde 1826 em que o Brasil se ...

    Leia mais
    a Lei do Ventre Livre

    A Lei do Ventre Livre

    A Lei do Ventre Livre determinava que os filhos de mulheres escravas nasceriam livres, mas permaneceriam sob custódia do dono até completarem 21 anos. No dia 28 de setembro comemora-se o Dia da Lei do Ventre Livre. Esta data é muito importante para o contexto histórico e social do Brasil, afinal, garantiu a liberdade dos filhos das mulheres negras que nasceram a partir de 1871. A medida foi um dos primeiros passos dados no país para que acontecesse a abolição dos escravos, com a assinatura da Lei Áurea no país em 1988. Todos os anos, o dia 28 de setembro é lembrado como uma data transformadora para os negros brasileiros. Embora a lei do ventre livre não garantisse a liberdade de todos aqueles que sofriam de escravidão, ela evitava a continuidade desta prática oportunista e exploração do trabalho humano. Como surgiu a Lei do Ventre Livre? A Lei do Ventre ...

    Leia mais
    Guerras dos Farrapos

    Juremir Machado da Silva: ‘muitos comemoram Revolução sem conhecer a história’

    Samir Oliveira Por Ramiro Furquim O jornalista e historiador Juremir Machado da Silva publicou em 2010 o livro “História Regional da Infâmia”, no qual relata, através de documentos, uma série de fatos pouco divulgados sobre a Revolução Farroupilha. Dentre eles, o de que ela foi financiada com a venda de negros. Nesta entrevista ao Sul21, Juremir fala sobre as constatações do livro e o processo de mitificação que se deu em cima da história da revolução. “Os republicanos positivistas tinham noção de que uma identidade se constrói a partir de um mito fundador. Era preciso uma mitologia época para construir essa unidade”, explica. Bastante criticado por expor visões “pouco gloriosas” sobre a Revolução Farroupilha – um dos principais elementos na construção da imagem do gaúcho brasileiro -, o jornalista conta que muitos historiadores deixam de pesquisar o tema por causa da repercussão negativa e hostil de seus ...

    Leia mais
    O destino dos negros após a Abolição

    O destino dos negros após a Abolição, por Gilberto Maringoni

    Morro da Favela (atual Providência), em 1927. Após a Lei Áurea, os negros libertos foram buscar moradia em regiões precárias e afastadas dos bairros centrais das cidades. Uma grande reforma urbana no Rio de Janeiro, em 1904, expulsou as populações pobres para os morros Gilberto Maringoni - de São Paulo A campanha abolicionista, em fins do século XIX, mobilizou vastos setores da sociedade brasileira. No entanto, passado o 13 de maio de 1888, os negros foram abandonados à própria sorte, sem a realização de reformas que os integrassem socialmente. Por trás disso, havia um projeto de modernização conservadora que não tocou no regime do latifúndio e exacerbou o racismo como forma de discriminação A campanha que culminou com a abolição da escravidão, em 13 de maio de 1888, foi a primeira manifestação coletiva a mobilizar pessoas e a encontrar adeptos em todas as camadas sociais brasileiras. No entanto, após a ...

    Leia mais
    blank

    A abolição do tráfico de escravos para o Brasil: A filosofia política iluminista e pensamento religioso nos debates parlamentares de 1827

    A abolição do tráfico de escravos para o Brasil Rafael Cupello Peixoto* Resumo: O presente trabalho visa compreender as linguagens políticas utilizadas pelos parlamentares brasileiros nos debates acerca da abolição do tráfico de escravos para o Brasil, ocorrida na Câmara Imperial no ano de 1827. Procuraremos destacar a presença de uma filosofia política ilustrada nos argumentos, contra ou a favor do trato negreiro, apresentados pelos deputados envolvidos nas discussões, como também a presença do pensamento religioso nessas discussões. Palavras-chave: Ilustração - Tráfico de Escravos - Câmara Imperial Abstract: The present paper aims to understand the political languages employed by Brazilian parliamentarians in debates about the abolition of the slave trade to Brazil, held in the Imperial Chamber in 1827. We'll seek to highlight the presence of a illuminist political philosophy in arguments for or against slave tract, submitted by deputies involved in the discussions, as well as the presence of ...

    Leia mais
    A Carta da Princesa

    O 13 de maio e a escola: A Escravidão no Brasil

    Por Noé Gomes A Carta da Princesa No dia 13 de maio de 1888 oficialmente é mencionado no calendário oficial, como marco final da escravidão no Brasil, que desde o período colonial, em 1500, os seus colonizadores (os portugueses) adotaram o escravismo como mão-de-obra para a extração de nossas riquezas. O processo de escravidão no Brasil, começou com os indígenas, quando nos 30 primeiros anos de ocupação portuguesa em solo brasileiro viveu o ciclo da extração do pau-brasil para a Europa, onde os indígenas eram usados neste momento, tendo os portugueses valendo-se do escambo para a concretização deste processo. Nos anos posteriores, teve inicio o Ciclo do Açucar, onde os colonizadores tentaram cooptar a mão-de-obra escrava indígena, mas sem sucesso. Ainda no século XVI, em substituição a mão-de-obra nativa, vieram os primeiros negros que até o século XIX, que foram subjugados ao poder dos colonizadores portugueses. ...

    Leia mais
    elio-gaspari3

    Elio Gaspari: As cotas desmentiram as urucubacas

    Quem acompanhasse os debates na Câmara dos Deputados em 1884 poderia ouvir a leitura de uma moção de fazendeiros do Rio de Janeiro: "Ninguém no Brasil sustenta a escravidão pela escravidão, mas não há um só brasileiro que não se oponha aos perigos da desorganização do atual sistema de trabalho." Livres os negros, as cidades seriam invadidas por "turbas ignaras", "gente refratária ao trabalho e ávida de ociosidade". A produção seria destruída e a segurança das famílias estaria ameaçada. Veio a Abolição, o Apocalipse ficou para depois e o Brasil melhorou (ou será que alguém duvida?). Passados dez anos do início do debate em torno das ações afirmativas e do recurso às cotas para facilitar o acesso dos negros às universidades públicas brasileiras, felizmente é possível conferir a consistência dos argumentos apresentados contra essa iniciativa. De saída, veio a advertência de que as cotas exacerbariam a questão racial. Essa ameaça ...

    Leia mais
    Plano de Aula - A Abolição dos Escravos no Brasil - material de suporte

    Plano de Aula – A Abolição dos Escravos no Brasil

    Introdução Plano de Aula - A Abolição dos Escravos no Brasil -(material de suporte). Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil. Processo de abolição da escravatura no Brasil Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que ...

    Leia mais
    Castro Alves

    A segunda Morte de Castro Alves

    por: Mário Maestri* Antônio de Castro Alves não vai bem de saúde. Sobre ele, em forma lenta, estendeu-se uma cortina de silêncio, uma espécie de véu do esquecimento. Atualmente, afirma-se que a poesia do nosso mais conhecido vate ressente a usura dos tempos, tornando-se, na forma e no conteúdo, um discurso estranho aos nossos dias. Avança-se que ela registra apenas sentimentos de uma época que, de tão distante de nós, torna-se uma desconhecida. Diz-se que a sua leitura da escravidão teria expressado o olhar temeroso dos escravizadores, e não dos escravizados. Em 1997, quando do sesquicentenário de seu nascimento, pouco se fez, pouco se falou, pouco se discutiu sobre o mais dileto filho da Bahia. O insosso transcurso da celebração não deixaria lugar a dúvidas. Castro Alves ¾ junto com o espartilho, o rapé e a polca ¾ faria parte das antigualhas de um passado longínquo que nos causam apenas difusos ...

    Leia mais
    Abolição e Racialização

    “A vala comum da ‘raça emancipada’”: abolição e racialização no Brasil, breve comentário

    O objetivo do presente artigo é atentar para as especificidades do desmantelamento do escravismo no Brasil, assim como para a dinâmica da sociedade recém-republicana, tentando compreender a redefinição de lugares e hierarquias, fundadas em critérios raciais, naquele ambiente de falência das seculares formas de diferenciação social. A partir desta chave, é analisada a trajetória política e jornalística de Rui Barbosa, persistente abolicionista e político que ocupou cargos importantes nas duas primeiras décadas da república. Dessa maneira, é possível abordar a importância política que a construção das memórias do processo emancipacionista e da abolição tinham naquele contexto, além dos projetos gestados para o pós-abolição, os lugares sociais reservados aos emancipados, e as condições de cidadania previstas para o pós-abolição. Baixe o PDF Abolição e Racialização no Brasil Wlamyra Albuquerque * Professora do Departamento de História da Universidade Federal da Bahia. Este texto é parte de pesquisa ainda em andamento apoiada pelo CNPq.

    Leia mais
    pena usada na assinatura da lei aurea

    13 de Maio: Alexandre Braga – A segunda abolição

    A segunda abolição O Brasil não foi o último país a abolir a escravidão. Depois dele o fizeram a Coreia do Norte, em 1894, a China, em 1910, o Nepal, em 1921; em 1928 aboliram a escravidão o Irã e Serra Leoa, e em 1963 foi a vez dos Emirados Árabes acabarem com o regime de servidão em seu solo. por Alexandre Braga O Brasil, lindo por natureza, já teve pelo menos quatro presidentes de descendência africana: Campos Sales, 1898-1902; Nilo Peçanha, 1909; Rodrigues Alves, 1902-1906; e Washington Luis, 1926-1930. A Bahia, terra de todos os santos, não é o estado brasileiro que possui a maior população negra nacional conforme dados do último censo do IBGE, de 2010. Essa posição é ocupada pelo estado de São Paulo. Mas proporcionalmente, o município de Nossa Senhora das Dores, em Sergipe, é a cidade mais negra do Brasil, com 98,7% de afrodescendentes, um ...

    Leia mais
    simao_souindoula

    “O tráfico de escravos não tinha futuro”

    O Dia Internacional da Abolição do Tráfico de Escravos, assinalado no dia 23, foi instituído, em 1997, pelo Fundo das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).  O historiador e perito da UNESCO, Simão Souindoula, que proferiu uma palestra em Luanda, na União dos Escritores Angolanos, sobre a presença de angolanos no Peru, falou, ao Jornal de Angola, das vantagens de debater o assunto, pois a presença de africanos nas Américas já é do domínio público. Historiador destacou os traços culturais angolanos que permanecem na América Latina Fotografia: Dombele Bernardo Jornal de Angola – Por que os Estados africanos devem dar importância à presença de afro descendentes nas sociedades da América Latina? Simão Souindoula – A abordagem destas questões são fundamentais por razões estratégicas, por um lado, e por outro, porque se pretende, desse modo, consolidar a cooperação com aqueles países, incluindo os Estados Unidos, porque entre os primeiros habitantes que ...

    Leia mais
    Página 2 de 3 1 2 3

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist