segunda-feira, novembro 23, 2020

    Tag: Africanos e suas lutas

    Entrevista: Akon leva energia para 600 milhões de pessoas na África

    Entrevista com Akon sobre seus novos projetos  Do Auforria   Embora o público não tenha visto isso acontecer no BET Awards 2016, Akon foi sim aclamado com o primeiro prêmio “Bem Global” da história do BET. O artista foi prestigiado com o prêmio por ações humanitárias, o qual veio como um resultado de seu projeto que busca fornecer energia extraída do Sol para 600 milhões de pessoas na África.  O momento de entrega do prêmio entretanto foi cortado da transmissão ao vivo. Uma circunstância realmente infeliz, porém o magnata de 43 anos de idade, e de renomado nome no Hip Hop, filantropo e militante das causas raciais entre outras coisas, trabalha incansavelmente para a melhoria de vidas sem qualquer anseio de ganho pessoal, que é provavelmente o motivo de você não ter ouvido falar dele se gabando de seu projeto desde a sua criação em 2014. Já o Snoop Dogg de ...

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    Africanos prometem dominar provas de longas distâncias no atletismo do Rio-2016

    Nas provas de longa distância, etíopes e quenianos costumam bagunçar o mapa-múndi e colocar o continente africano no centro das atenções em Jogos Olímpicos. Na opinião do técnico Ricardo D’Angelo, do Clube de Atletismo BM&F Bovespa, fatores como a altitude de várias cidades, o potencial genético e a cultura esportiva explicam o bom desempenho dos africanos. Por Belo Horizonte Do Hoje em Dia A etíope Genzebe Dibaba é um dos nomes em evidência. Irmã de Tirunesh Dibaba, tricampeã olímpica, e de Ejegayehu Dibaba, prata em Atenas, ela é a atual recordista mundial dos 1.500 metros com 3min50s07, marca estabelecida no Mundial de Pequim-2015. Genzebe tentará escrever seu nome na história dos Jogos nos 5.000 metros no qual conquistou bronze em Pequim. Sobre sua trajetória recente, no entanto, paira uma dúvida. Seu técnico, o somali Jama Aden, foi preso no mês passado acusado de administrar substâncias dopantes a seus atletas. A também ...

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    Conheça Jordan Kunzika, angolano e co-fundador do “BAE” aplicativo para encontros de pessoas negras

    Aos 21 anos, Jordan Kunzika é um dos co-fundadores da BAE (Before Anyone Else), uma aplicação de encontros lançada nos EUA à medida do perfil de homens e mulheres negros. Em busca do par ideal para contar esta história. no Novo Jornal Elas têm menos 20% de probabilidades de serem escolhidas, enquanto a taxa de rejeição deles pode rondar os 27%. Num cada vez mais popularizado mundo dos encontros virtuais, negras e negros tendem a ser preteridos por brancas e brancos, revela um estudo do site de encontros OK Cupid, indissociável das inquietações que conduziram ao lançamento da aplicação de encontros BAE. Nascida em Abril de 2015 nos EUA, por iniciativa conjunta de Jordan Kunzika e dos irmãos Justin e Brian Gerrard, a ferramenta foi desenvolvida para promover a inclusão da comunidade negra no mundo dos encontros online. "Em apenas um ano entrámos para o top 50 de aplicações de ...

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    No Dia da África clamo por liberdade aos africanos

    O Brasil é o país que possui o maior numero de africanos e descendentes fora da África. Um pais da diáspora que mesmo diante deste cenário ainda não aprendeu a conviver e respeitar a diversidade. Por Sr. Ivan Lima via Guest Post para o Portal Geledés Mesmo como maioria da população vivemos à margem da sociedade. Podemos atribuir isso a nossa abolição inacabada que trouxe graves consequências para a sociedade brasileira. Apesar de trabalhar nesta terra há 500 anos os africanos e seus descendentes lutam até hoje por direitos básicos que lhes foram negados antes, durante e depois da tragédia da escravidão. Como disse o geógrafo e escrito Milton Santos: "A escravidão marcou o território, marcou os espíritos e marca ainda hoje as relações sociais deste país" Os números em relação a população negra só são expressivos em questões desfavoráveis. Os mais acometidos pela evasão escolar, os que recebem os ...

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    O embraquecimento histórico do Egito Antigo

    O poder e construção de memória coletiva dos veículos de massa é incalculável. Os textos, falas e sobretudo as imagens produzidas pela máquina midiática capitalista ocidental literalmente construíram toda a percepção de mundo do sujeito contemporâneo. Por isso países como os Estados Unidos da América dão tanta importância e poder aos grupos midiáticos. A imprensa e a indústria do entretenimento (não que hoje em dia ainda haja algum tipo de diferença entre as duas) é conhecida como o terceiro poder. Mas que essa ordem não seja entendida como de grandeza ou influência. Não raro o poder da mídia extrapola a legalidade dos poderes democráticos. Por  Pedro Alvarenga e Thayná Trindade Do História das Artes Visuais O problema que intentamos em tratar passa por um dos pontos mais sensíveis da historiografia: A percepção história como uma construção contemporânea. O trabalho de um historiador é, entre tantas outras funções, criar narrativas que representem ...

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    Fotografia: Jaimagens

    Africanos devem escrever História dos países

    Iva Cabral, filha de Amílcar Cabral, disse, na sexta-feira, em Luanda, que a publicação de livros sobre a História de África deve ser uma preocupação dos académicos africanos com o intuito de melhor relatarem a cultura dos seus respectivos países. Por Manuel Albano, Jornal de Alagoas Historiadora de formação, Iva Cabral fez estas declarações durante a cerimónia de lançamento do livro “Cartas de Amílcar Cabral a Maria Helena-A outra face do homem”, que decorreu no Memorial António Agostinho Neto. Iva Cabral incentivou os historiadores a publicarem mais livros sobre a cultura dos seus povos, no sentido de deixar um legado às novas gerações. Na sua óptica, o facto de o ensino estar muito especializado “permite-nos deixar aos mais novos mais conhecimento”, ao contrário de se preparar uma geração com muito pouco conhecimento sobre o seu passado. Iva Cabral disse que os jovens devem ser incentivados a pesquisar, de maneira a terem ...

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    Africanos postam imagens positivas sobre o continente Para combater o estereótipo mostrado pela mídia

    Abra o jornal. Vá até a seção Internacional. Procure pela África. Você provavelmente vai encontrar matérias falando sobre guerra, fome, doenças, entre outras tragédias. por Nara Rúbia Ribeiro do Portal Raízes Inconformados com essa exposição negativa de seu continente, um grupo de jovens lançou a campanha  #TheAfricaTheMediaNeverShowsYou no Twitter (em tradução literal, a África que a mídia nunca mostra para você). A ideia é que todos possam compartilhar imagens poderosas e positivas desse continente e mostrar suas belezas, quebrar estereótipos e, nós, quanto brasileiros, entendemos bem isso. De grandes estádios, arquitetura contemporânea até a alta moda, a campanha já ganhou milhares de tweets e ganha mais a cada segundo. Diana Salah, que ajudou a organizar a campanha, disse: “Eu me envolvi porque cresci me sentindo envergonhada de minha terra natal, com imagens negativas que pintaram da África como um continente desolado.” Ela então acrescentou: “É tão importante mostrar a diversidade e a beleza da África que a grande ...

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    (Foto: Imagem retirada do site Oganpazan)

    Curso Negro: Movimentos de libertação na África

    De segunda-feira a sexta-feira  (18 a 22 de janeiro de 2016) Horário: 19h30 às 22h00 Coordenação e organização: Danilo Ramos – Curador do Espaço Cultural Dona Leonor (CCDL) e Deivison Nkosi (Grupo Kilombagem). O curso tem a finalidade de apresentar os debates teóricos e políticos presentes nas lutas de libertação dos países africanos a partir da segunda metade do século XX e, sobretudo, refletir sobre  a validade desse debate para o entendimento do racismo contemporâneo.  No curso serão apresentadas as biografias de algumas das principais lideranças e correntes que disputaram o interior do movimento pan-africanista, tais como o marxismo, o nacionalismo “africano”, a negritude cultural e científica, entre outros. Serão problematizados ainda os dilemas e escolhas tomadas diante da chamada Guerra Fria, em especial as barganhas e intervenções dos países imperialistas como a Inglaterra e os Estados Unidos da América na contrarrevolução e para o desmantelamento dos movimentos de libertação ...

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    Personagens são jovens bem-sucedidas criadas no exterior que voltam para trabalhar em Gana (Foto: Imagem retirada do site BBC)

    ‘Sex and the City africana’ retrata lado glamouroso do continente

    A câmera passeia por um sofisticado restaurante, no qual um grupo de amigas bonitas e bem vestidas bebem coquetéis e conversam sobre namorados e sexo. A cena parece tirada do famoso seriado Sex and the City, não é? Mas essas mulheres, na verdade, brincam sobre a dificuldade de encontrar vibradores na África. A série An African City conta, com glamour, a vida de NanaYaa (vivida pela atriz MaameYaa Boafo), uma jornalista ganense recém-chegada de Nova York, e suas quatro melhores amigas. A polêmica combinação de sexo, luxo e duras verdades sobre a vida na África já está chamando a atenção em todo o mundo. “É a história de cinco africanas criadas no exterior que voltam para o continente em busca de romance”, conta Nicole Amarteifio, criadora da série, disponível no YouTube. “Um dia estava assistindo a uma reprise de Sex and the City e fiquei pensando como seria ter uma ...

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    Documentário emocionante questiona qual é o significado da vida humana

    O cineasta Yann Arthus-Bertrand passou três anos viajando o mundo e conversando com pessoas para entender qual é a essência e o significado da vida humana. Esses anos foram transformados em um documentário emocionante chamado “HUMAN”. Por Márcia Garbin, do Virgula Yann percorreu 60 países diferentes e conseguiu registrar histórias de vida de 2 mil mulheres e homens. O curta é do tipo que te faz refletir e repensar a vida umas mil vezes. “Eu sonhei com um filme em que a força das palavras ampliasse a beleza do mundo. As pessoas me falaram de tudo; das dificuldades de crescer, do amor e da felicidade. Toda essa riqueza é o centro do filme HUMAN”, afirma o cineasta no site do projeto. “Esse filme representa todos os homens e mulheres que me confiaram suas histórias. O filme se tornou um mensageiro de todos eles”, completa. O doc já tá disponível no Youtube, ...

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    Africanos quebram barreiras, mudam cenário e já somam mais de 2 mil no Ceará

    Entre desafios, superações e conquistas, os imigrantes da “Mama África”, mostram que vieram para contribuir com o desenvolvimento do Brasil Por Marianna Gomes Do Tribuna do Ceara Com roupas de cores vibrantes, penteados cheios de estilo e um sotaque de timbre forte, os africanos já somam mais de 2 mil com residência registrada no Ceará, segundo dados da Polícia Federal. Entre desafios, superações e conquistas, os imigrantes da “Mama África” mostram que vieram para contribuir com o desenvolvimento e cultura do Brasil, e contam como tem sido viver em terras cearenses. Escolha certa Eveline Amado, de 21 anos, é natural de Cabo Verde, país a oeste da África, e já está no Estado há dois anos e meio. A jovem veio para o Brasil por intermédio do Programa de Convênio de Graduação (PEC-G), acordo que oferece bolsas de estudos a alunos estrangeiros. A jovem cursa Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal do Ceará ...

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    Africana choca público em maratona na França

    São Paulo - Não são poucas as campanhas de cunho social, temos acompanhado que boa parte delas tratam de problemas relacionados a água, um assunto que realmente merece nossa atenção. No Exame  A escassez de água potável para consumo é uma situação bastante distante para a maioria das pessoas, mas ainda assim é a realidade de muitas outras. A Ogilvy Paris resolveu levar a questão até o público de uma forma mais real, para além de filmes ou banners emocionantes como estamos acostumados a ver nesse tipo de campanha, de modo que um problema distante da realidade dos franceses fosse visto de perto e ao vivo. Na Maratona de Paris, que aconteceu em abril deste ano, uma mulher africana percorreu o mesmo trajeto que os atletas, carregando um balde de água na cabeça. A ideia era mostrar que o desafio que para alguns ocorre apenas uma vez por ano, é ...

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    HADLEIGH, UNITED KINGDOM - AUGUST 12: Adrien Niyonshuti of Rwanda in action during the Men's Mountain Bike race on Day 16 of the 2012 Olympic Games at Hadleigh Farm on August 12, 2012 in Hadleigh, Essex. (Photo by Bryn Lennon/Getty Images)

    Leonardo DiCaprio vai produzir filme sobre equipe de ciclismo de Ruanda

    Ruanda é um pequeno país na região central da África que na década de 1990 passou por uma sangrenta guerra civil, na qual morreram cerca de 800 mil pessoas. Até hoje o país se recupera das feridas deste conflito. Agora, Leonardo DiCaprio vai abordar uma faceta inesperada da superação da guerra civil, contando a história de uma equipe de ciclismo profissional do país. no Brasil Post por Pedro Sibahi Em 2007, o atleta norte americano Jacques Boyer se mudou para Ruanda e passou a treinar ciclistas locais que sofreram durante a guerra. Boyer foi o primeiro ciclista dos Estados Unidos a participar da principal competição do esporte, o Tour de France, em 1981. O norte americano ajudou a criar o Team Africa Rising, que inclui Ruanda, Eritreia e Etiópia, e ainda ajuda moradores locais por meio de uma ONG que doa bicicletas e mantimentos. Foi graças ao trabalho de Boyer que o ...

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    Aluno nigeriano resolve equação que estava há 30 anos sem solução no Japão

    Um estudante nigeriano alcançou as maiores notas em uma universidade japonesa desde 1965. Mas esse não foi o único recorde quebrado por Ufot Ekong. Em seu primeiro semestre na universidade, o estudante conseguiu resolver uma equação matemática que estava há 30 anos sem solução. do UOL Ekong estuda engenharia elétrica na Universidade de Tokai, em Tóquio. As informações são da jornal britânico "The Independent". Ao longo da sua carreira acadêmica, ele já recebeu seis prêmios de excelência acadêmica. O aluno também fala inglês, francês, japonês e iorubá (idioma falado em parte da Nigéria) e ganhou um prêmio de língua japonesa para estrangeiros. Leia Tabém: Estudantes africanos criam sabonete capaz de evitar a malária Para pagar as mensalidades da faculdade, ele já teve que trabalhar em dois empregos. Atualmente, Ekong trabalha na Nissan e já tem duas patentes de carros registradas em seu nome. Ele deve concluir a faculdade em 2016. A ...

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    Akon cria projeto para ajudar africanos que não têm eletricidade

    Projeto de cantor senegalês-americano irá alcançar mais 600 milhões de pessoas e permitirá desenvolvimento de energia solar Por Mirian Lopez Do Ango Russia O cantor senegalês-americano, Akon, criou o projeto Akon Lighting African, que tem como objetivo levar eletricidade para cerca de 600 milhões de africanos, também anunciou o lançamento de uma nova “Academia Solar” para a revista O Continente. O projeto, que será inaugurado em Bamako, capital do Mali, vai capacitar engenheiros e empresários africanos para o desenvolvimento de energia solar. Especialistas europeus ajudarão com equipamentos de treinamento e programas. A academia terá o objetivo de ensinar pessoas como instalar e manter sistemas elétricos movidos a energia solar, assim como pequenos painéis solares, “que estão decolando na África rural”, informou a iniciativa. O continente possui 320 dias de sol por ano, divulgou a organização em nota, o que faz do uso da energia solar uma ideia pratica para os que não possuem energia eléctrica. Temos o ...

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    Livro reúne produção artística de 13 povos da África

    No recém-lançado 'África em Artes', o estudioso Renato Araújo analisa 15 das cem obras do acervo do Museu Afro Brasil, a maioria adquiridas após o fim do período colonial, representativas de 13 povos por Ana Ferraz Do Carta Capital Da esquerda para a direita: Máscara Mwana Pwo, Povo Tchokwe da Angola; Cachimbo, Povo Bamileque dos Camarões; Estatueta, Povo Attie da Costa do Marfim; Máscara Egungun, Povo Iorubá da Nigéria Quando o antropólogo alemão Leo Frobenius (1873-1938), há mais de 110 anos, descobriu na África cabeças de bronze que representavam os reis de Ifé – reinado que teria florescido entre os séculos XII e XV -, ficou emocionado e atônito. Tamanha era a sofisticação das esculturas, a rivalizar em beleza e perfeição com o que de melhor os gregos e romanos produziram, que o explorador teve certeza de estar diante de obras da mítica Atlântida. Depois de mais de cem anos ...

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    África: o agronegócio é a nova versão do colonialismo

    Os países do G-8 querem assumir a terra do continente africano, exportando suas tecnologias e ignorando qualquer conhecimento agroecológico. Por Najar Tubino, da Carta Maior, no Revista Fórum  Os 53 países da África tem uma população de 1,111 bilhão de habitantes, sendo que 863 milhões moram na África Subsaariana – 34 países -, e 539 milhões continuam vivendo no campo. Mais de 90% são agricultores familiares, que as instituições internacionais insistem em qualificar de pequenos agricultores sem recursos. Além disso, 75% dos que trabalham e vivem da agricultura são mulheres, outro dado negligenciado pelas agências internacionais, como a USAID dos EUA, que está envolvida na maioria dos projetos de cooperação no continente africano. O próprio G-8 definiu há dois anos uma estratégia até 2022, para retirar 50 milhões de pessoas da situação de fome. Uma hipocrisia que de tempos em tempos os governantes ricos do planeta transformam em anúncios pomposos ...

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    Anistia Internacional critica redução de ajuda a imigrantes africanos

    A Anistia Internacional criticou hoje (23) a resposta “lamentavelmente inadequada e vergonhosa” da União Europeia à crise no Mar Mediterrâneo, porque não vai “parar a espiral de mortes” de imigrantes e refugiados. Do Agencia brasil Clandestinamente, africanos atravessam o Mediterrâneo com destino à Europa em busca de melhores condições de vida. Embarcações precárias e superlotação são os principais motivos de desastres no mar. De acordo com o projeto de declaração, ao qual a organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional teve acesso, os líderes da União Europeia deverão rejeitar a ampliação das operações de busca e socorro no Mediterrâneo e duplicar a Operação Triton, de vigilância das fronteiras europeias. Se a União Europeia aprovar a proposta em Bruxelas, a operação será inferior, em termos financeiros, humanos e operacionais, à italiana Mare Nostrum, em 2013/14. A Operação Triton vigia uma área de 30 milhas ao longo da costa da Itália ...

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    Carta aberta de Mia Couto ao Presidente da África do Sul sobre o genocídio de moçambicanos naquele país

    Carta aberta do Presidente da “Fundação Fernando Leite Couto”, Mia Couto Contra o genocídio de moçambicanos na África do Sul Exmo. Senhor Presidente Jacob Zuma Lembramo-nos de si em Maputo, nos anos oitenta, nesse tempo que passou como refugiado político em Moçambique. Frequentes vezes nos cruzámos na Avenida Julius Nyerere e saudávamo-nos com casual simpatia de vizinhos. Imaginei muitas vezes os temores que o senhor deveria sentir, na sua condição de perseguido pelo regime do apartheid. Imaginei os pesadelos que atravessaram as suas noites ao pensar nas emboscadas que congeminavam contra si e contra os seus companheiros de luta. Não me recordo, porém, de o ter visto com guarda costas. Na verdade, éramos nós, os moçambicanos, que servíamos de seu guarda costas. Durante anos, demos-lhe mais do que um refúgio. Oferecemos-lhe uma casa e demos-lhe segurança à custa da nossa própria segurança. É impossível que se tenha esquecido desta generosidade. Nós ...

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    Maratonista ‘exausta’ engatinha os últimos 400 m e chega em 3º

    Concluir uma maratona já não é fácil, imagine fazer isso engatinhando. Foi o que a atleta queniana Hyvon Ngetich fez no fim de semana. Do BBC A corredora de 29 anos estava liderando a prova quando foi acometida pelo cansaço, na altura dos 37 quilômetros; a prova tem 42. Incapaz de seguir correndo, ela seguiu adiante como pode - recusando a oferta de uma cadeira de rodas. Quando entrou nos últimos 400 m da maratona, ela se viu obrigada a engatinhar, e, mesmo assim, chegou em terceiro lugar. Em entrevista à BBC, ela disse não se lembrar de ter engatinhado. "Não me lembro do que aconteceu no final. E eu não vi a linha de chegada. Eu acordei em um centro médico e eles me contaram que eu terminei a prova". "Eu perguntei: 'Eu terminei a prova?'. Eles disseram 'Sim, aqui está sua medalha'. Aí eu disse: 'Não pode ser, ...

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