terça-feira, agosto 4, 2020

    Tag: América Latina

    Casas de Paraisópolis e prédio de luxo no Morumbi: separados por um muro, com estatísticas bem diferentes (Foto: TUCA VIEIRA/BBC)

    Por que a América Latina é a ‘região mais desigual do planeta’

    A América Latina é tão desigual que uma mulher em um bairro pobre de Santiago, capital do Chile, nasce com uma expectativa de vida 18 anos menor que outra de uma área rica da mesma cidade, segundo um estudo. Por Gerardo Lissardy, da BBC Casas de Paraisópolis e prédio de luxo no Morumbi: separados por um muro, com estatísticas bem diferentes (Foto: TUCA VIEIRA/BBC) Em São Paulo, essa lógica também ocorre. Quem mora em Paraisópolis, uma das maiores favelas da cidade, vive em média 10 anos menos do que os moradores do Morumbi, bairro rico ao lado da comunidade, de acordo com o Mapa da Desigualdade, da ONG Rede Nossa São Paulo, que compila dados públicos. A grande disparidade latino-americana também envolve a cor da pele ou a etnia: em comparação com os brancos, os negros e indígenas têm mais possibilidades de ser pobres e menos ...

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    RAWPIXEL.COM/Nappy

    Brasil é segundo país da América Latina com menos mulheres no comando

    Mulheres ocupam apenas 12% dos cargos altos em empresas Por Mayara Santos, do COSMOPOLITAN  RAWPIXEL.COM/Nappy A desigualdade salarial entre homens e mulheres ainda é uma realidade triste que enfrentamos. De acordo com uma pesquisa da empresa Hayes Executive, os dados mostram que o Brasil está entre os países com menos mulheres em posições de liderança, perdendo apenas para o México. A pesquisa, que ouviu 480 executivos de empresas da América Latina, mostrou que apenas 15% deles são mulheres. No Brasil, o número cai para 12%, e no México 11%. O estudo verificou também que as mulheres demoram 10 anos a mais que os homens para subir na carreira. Segundo os resultados, eles chegam a chefia entre os 41 e 50 anos, enquanto elas entre os 51 e 60 anos.

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    As múltiplas faces da desigualdade na América Latina e Caribe

    Relatório da Christian Aid revela que a desigualdade na região se baseia em múltiplos aspectos, da situação econômica a questões de gênero e mudanças climáticas. Do Inesc O relatório “O Escândalo da Desigualdade: as múltiplas faces da desigualdade na América Latina e Caribe”, recém lançado pela Christian Aid, indica que a desigualdade na região baseada na identidade, gênero, situação econômica, mudanças climáticas continua sendo vergonhosa. As desigualdades se conectam e excluem as pessoas, impedindo um desenvolvimento sustentável. A mulher carrega boa parte do peso das desigualdades na região. São elas que mais sofrem com a violência e os injustos sistemas fiscais. Apesar de muitas terem conseguido sair da pobreza, a desigualdade social se mantém e a região continua sendo a mais desigual do mundo para as mulheres. Clique aqui para baixar o estudo em arquivo PDF. Para nós, a justiça social significa uma sociedade mais equitativa, não apenas em termos ...

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    Brasília - Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão para votar a Desvinculação das Receitas da União (DRU) até 2023 e reajustes salariais de servidores (Wilson Dias/Agência Brasil)

    Brasil tem terceiro pior índice da América Latina de participação de mulheres na Câmara dos Deputados

    Com 9,9% de deputadas, país só está melhor do que Belize, que tem 3,1% de mulheres no Legislativo Federal, e Haiti, que não tem nenhuma; média da região é de 28,7%, segundo CEPAL Do Opera Mundi Brasília - Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão para votar a Desvinculação das Receitas da União (DRU) até 2023 e reajustes salariais de servidores (Wilson Dias/Agência Brasil) O Brasil tem o terceiro pior índice de participação feminina na Câmara dos Deputados de toda a América Latina e Caribe. No país, somente 9,9% das cadeiras do organismo legislativo são ocupadas por mulheres — índice que fica à frente apenas dos registrados em Belize (3,1%) e no Haiti, onde nenhuma mulher é deputada. A proporção brasileira fica bem abaixo da média regional — 28,7%. Os números são do anuário estatístico de 2016 publicado na última semana pela CEPAL (Comissão Econômica para a ...

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    ‘Turquia não é um país da América Latina (…) que tenta derrubar o governo e voltar a seus quartéis’, diz ex-presidente turco

    O ex-presidente turco, Abdullah Gul, gerou polêmica ao declarar à “CNN” que “a Turquia não é um país da América Latina” para ter um golpe de Estado. No depoimento, Gul se refere a países do continente americano e da África, que "têm governos depostos da noite para o dia". Do Extra  "A Turquia não é um país da América Latina ... Eu estou me referindo àqueles que tentam derrubar o governo e voltar a seus quartéis", declarou o ex-presidente em alusão à tentativa de golpe no país, na última sexta-feira. A declaração repercutiu nas redes sociais brasileiras e de outros países da América do Sul. “Tambem pensei que os golpes de Estado eram exclusividade dos países da América Latina, mas com o que se passa na Turquia vejo que vivem isso”, escreveu um venezuelano. No Brasil, houve também quem associasse a declaração do ex-presidente ao cenário atual do país: “Ex-presidente ...

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    América Latina despertou para a violência contra mulher, diz organizadora de protesto argentino

    A mobilização de milhares de pessoas em protestos pelo continente mostra que a América Latina "despertou para a violência contra a mulher", afirma uma das organizadoras das manifestações conhecidas como Ni Una Menos (Nenhuma a menos), nascidas em Buenos Aires e replicadas em outros países da região. Por Marcia Carmo, do BBC "A América Latina despertou para esta violência que antes parecia normal, parecia ser parte do nosso cotidiano", diz à BBC Brasil a jornalista e escritora Hinde Pomeraniec, parte de um grupo de dez mulheres que convocou os protestos. "Recentemente, a marcha Ni Una Menos ocorreu em outros países. Foram realizadas manifestações no México e na Colômbia, por exemplo", acrescentou a ativista, que acompanhou os protestos ocorridos recentemente no Brasil após o estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos no Rio. Coincidentemente, a segunda edição do protesto argentino foi realizado no início deste mês, mesmo período em que o ...

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    KEVIN DIETSCH/EFE

    Temer, entre o silêncio dos EUA e o embate com a esquerda da região

    Impeachment de Dilma Rousseff gera críticas e silêncio entre países do continente José Serra, novo chanceler e com intenções eleitorais, dá guinada drástica de tom Por SILVIA AYUSO,  CARLOS E. CUÉ, RAQUEL SECO, do El Pais Ninguém esperava que um Governo interino fruto de um impeachment, cuja fase final ainda está por vir, fosse recebido calorosamente, mas em poucas horas Michel Temer(PMDB) teve dimensão do desafio diplomático que o espera no continente americano. Apenas a Argentina, o mais importante sócio do Cone Sul, expressou o seu “respeito”para com o substituto de Dilma Rousseff (PT), ainda que a Chancelaria argentina tenha falado abertamente sobre o desconforto com os questionamentos à "legitimidade" do processo. Os Governos da Venezuela, Cuba, Equador, Bolívia, Nicarágua e El Salvador, à esquerda e aliados de primeira hora da gestão alijada do Planalto, deram a resposta esperada: qualificaram a situação brasileira de um golpe de Estado, reproduzindo o discurso reiterado ...

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    Declaración de la CSW 59: Pronunciamiento da sociedade civil da America Latina

    DECLARACIÓN DE LA CSW59: UN DOCUMENTO DÉBIL FRENTE A LOS DESAFÍOS PARA LAS MUJERES Y LAS NIÑAS Posicionamiento de organizaciones de mujeres, feministas y otras de la sociedad civil de América Latina y el Caribe Las organizaciones firmantes vemos con preocupación la Declaración Política de los Estados aprobada el lunes 9 de marzo en Naciones Unidas, en el marco del 59 periodo de sesiones de la Comisión de la Condición Jurídica y Social de la Mujer (CSW); discutida sin la participación de la mayoría de organizaciones de mujeres, feministas y otras de la sociedad civil, atentando contra el principio de transparencia. Expresamos nuestro desacuerdo con el procedimiento de discusión de la Declaración, el cual constituye un cambio en la metodología de trabajo de la CSW, desconociendo que desde Beijing han sido las organizaciones feministas y de mujeres las que lograron la incorporación de nuestros derechos, dieron seguimiento a la Plataforma ...

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    O ódio que cresceu 550% na América Latina

    O ódio é proporcional ao feito de redução das desigualdades, mas também aos problemas da relação entre o Estado e o capitalismo nesses países Por Antonio Lassance (*), na Carta Maior Do sucesso aos riscos de derrota dos governos de esquerda O que há de comum entre Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia e Equador? Entre as inúmeras coincidências, a primeira é que eles são governados por partidos de esquerda. Segunda coincidência: seus governos têm demonstrado uma inédita longevidade, a maioria com mais de uma década. Terceira coincidência: seus governos são duramente  atacados e constantemente fustigados por oposições agressivas e tentativas golpistas. Em todas essas situações, a mídia tradicional releva-se o principal ou um dos principais partidos golpistas. Quarta intrigante coincidência: esses países estão entre os que mais reduziram a desigualdade na América Latina, diminuindo a proporção e o contingente de pobres e miseráveis. Na década de 1990, a América Latina permaneceu ...

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    unb

    CEPAL: 30,8% das mulheres da América Latina não têm renda própria

    Representantes da CEPAL e dos governos do Chile e Noruega participam de diálogo para garantir que a agenda de desenvolvimento pós-2015 leve em conta empoderamento econômico das mulheres. No ONUBR A agenda de desenvolvimento pós-2015 deve incluir a igualdade de gênero, não só como um objetivo específico, mas com uma perspectiva transversal que aumente a capacitação econômica das mulheres, destacaram os participantes de um encontro realizado na sede da Comissão Econômica para a America Latina e o Caribe (CEPAL) da ONU, em Santiago, no Chile, nesta segunda-feira (12). O diálogo “Desafios para a igualdade. O empoderamento econômico das mulheres na agenda de desenvolvimento pós-2015: a construção de novas respostas para a América Latina e a Europa” reuniu representantes dos governos do Chile e Noruega e da CEPAL para compartilhar ideias e experiências, bem como discutir propostas para a nova agenda que entra em vigor este ano. Segundo o diretor da ...

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    América Latina assina acordo contra trabalho infantil

    Em uma conferência regional, apoiada pelas Nações Unidas, 25 países da América Latina e do Caribe anunciaram uma iniciativa que reforça os esforços para combater o trabalho infantil e alcançar a meta de erradicação total até 2020. O documento foi assinado na terça-feira por ministros do Trabalho, representantes de governos e pelo diretor geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, na 18ª Reunião Regional Americana da OIT, em Lima, no Peru. O encontro de 400 integrantes de governos e organizações de empregadores e de trabalhadores de todo o continente começou na segunda-feira e vai até quinta-feira. Ryder afirmou que "a iniciativa é parte de um esforço global para restaurar os direitos de 168 milhões de crianças e adolescentes afetados pelo flagelo do trabalho infantil." De acordo com a OIT, se o progresso continuar no ritmo atual, serão necessários pelo menos 40 anos para atingir a meta de erradicação. ...

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    Os bilhões da Copa do Mundo: por que o pessoal do contra entendeu tudo errado

    por : Kiko Nogueira O jornalista Nathaniel Parish Flannery, colaborador de várias publicações americanas em áreas como crime organizado, política, cultura e economia, escreveu um bom artigo no site da Forbes sobre a Copa do Mundo. “Quando a seleção do Brasil entrar em campo, o mundo devia também aproveitar o momento para reconhecer o sucesso das políticas públicas progressivas do país”, escreve Flannery. “O Brasil destinou menos que 2 bilhões de dólares para a construção dos estádios. Em contraste, entre 2010, ano do início da construção dos estádios, e o início de 2014 o governo investiu 360 bilhões de dólares em programas de saúde e educação”. Eis os principais trechos de sua análise:    No Brasil, a Copa do Mundo deflagrou protestos de ativistas interessados em chamar atenção para os persistentes problemas de pobreza e desigualdade no país. Em 2013, os manifestantes empunhavam cartazes em inglês com mensagens como “Nós não precisamos ...

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    Pela 1ª vez América Latina tem 32% vivendo na classe média

    Pela 1ª vez América Latina tem 32% vivendo na classe média

    Cida Rezende* Pela primeira vez em dez anos, o percentual de integrantes da classe média na América Latina chegou a 32% da população que vive na região, cerca de 580 milhões; antes desse período, o total da população com ganhos acima de 50 dólares por dia na região era de menos de 20%; informações foram apresentadas nesta sexta (6) pelo vice-presidente do Banco Mundial para América Latina e o Caribe, Jorge Familiar (na foto); ele também defendeu investimentos em educação de alta qualidade, em especial na capacitação dos trabalhadores para garantir os empregos e postos de trabalho existentes Pela primeira vez em dez anos, o percentual de integrantes da classe média na América Latina chegou a 32% da população que vive na região, cerca de 580 milhões. Antes desse período, o total da população com ganhos acima de 50 dólares por dia na região era de menos de 20%. As informações ...

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    Lula ganha estátua em Bronze ao lado da Casa Branca

    Estátua em bronze de Lula foi instalada no National Mall, parque ao lado da Casa Branca, em Washington. Junto ao ex-presidente estão figuras ilustres como Abraham Lincoln, Simon Bolívar o recém-falecido Gabriel García Márquez Uma estátua em bronze de Lula foi instalada no National Mall, parque ao lado da Casa Branca, em Washington. Junto ao ex-presidente estão figuras ilustres como Abraham Lincoln, o general Simon Bolívar e até o recém-falecido Gabriel García Márquez. O escultor chinês Yuan Xikun diz que suas criações “homenageiam quem extraordinariamente contribuiu para os povos das Américas”. Lula é o primeiro presidente brasileiro a ter uma estátua na capital dos EUA. Lula é o primeiro presidente brasileiro a ter uma estátua na capital dos EUA.     Fonte: Isto É

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    Só descolonização da subjetividade trará mudança à América Latina, diz Walter Mignolo

    Para o pesquisador argentino, a criação de Estados nacionais após os movimentos de independência apenas abalou a ordem mundial moderna/colonial, mas só a descolonização do ser e do saber levará a uma mudança. Deutsche Welle: Os movimentos de independência na América Latina completam 200 anos. Mas até que ponto é historicamente correto falar em independência? Seria possível unificar os movimentos de independência na América Latina em uma única corrente ou foram eles causados por fenômenos históricos distintos? Walter Mignolo: Seria equivocado limitar a análise dos "movimentos de independência" apenas à América Latina. Pois a "América Latina" não existia no momento em que ocorreu a assim chamada independência. O que houve foi o desmembramento dos vice-reinados espanhóis nas Índias Ocidentais sob o ponto de vista dos espanhóis e da população crioula que buscava a independência da Espanha. Acho que é hora de deixar para trás o imaginário nacional e ver o que aconteceu ...

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    mulheres

    Mulheres que fazem seus países avançarem

    São líderes defensoras dos direitos das mulheres e outros grupos discriminados em seus países. Saíram da Nicarágua, Colômbia, Brasil, Peru e Equador para trocar seus progressos e principalmente seus desafios, em um encontro organizado pela ONG Oxfam Intermón em Madri. Estas são suas histórias. Assim fazem a América Latina avançar para a equidade. por Alejandra Agudo De advogada a impulsora de leis Juana Antonia Jiménez Martinez Juana Antonia Jiménez Martinez, de 46 anos, prefere que ser chamada de Juanita. "Minha avó quis assim", ri. É advogada e leva mais de duas décadas defendendo as vítimas de violência de gênero e de agressões sexuais na Nicarágua, seu país. A partir de sua experiência nos tribunais, deu-se conta de que queria e devia participar do processo de elaboração das leis que reconhecessem os direitos das mulheres. Isso a levou a fundar três organizações feministas. Hoje é consultora das Nações ...

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    iStockphoto

    “Agora, você me fez sentir saudades da rua”: o direito à educação e as mulheres negras na maior penitenciária feminina da América Latina

    Esse foi um dos comentários de Tereza (nome fictício), ao buscar a resposta a uma das questões do questionário que lhe fazia. Muitas lembranças de uma história dos tempos de liberdade eram revisitadas, quando ainda era artesã nas ruas da Zona Norte, perto daquela que seria sua morada pelos próximos 30 anos em que cumpre sua pena por latrocínio. Juliane Cintra iStockphoto “Na cadeia, perdemos a nossa história, garota. Eu era artista, artesã. Quando você me perguntou sobre a aula de educação artística, me lembrei do quanto gostava de fazer meus artesanatos. Mas aqui, não importa muito o que você sabe fazer”, desabafa Tereza. Diante das revelações desta mulher negra, forte e sorridente (muito parecida com outras mulheres de minha vida), procurava afastar do meu rosto qualquer expressão de julgamento, abaixava a cabeça a cada pergunta respondida, buscando assinalar a opção correta no papel. Ao mesmo ...

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    Reflexiones afrodescendientes para la Cumbre del ALBA – Por: Jesús Chucho García

    En nuestra América, o para ser más explícitos, en América Latina y el Caribe se vienen ensayando procesos de integración que rompieron definitivamente con el paradigma de ser "el patio trasero" del imperialismo norteamericano en conexión con la Europa intervencionista y recalcitrante. Todos sabemos que el proyecto Área Libre de Comercio (ALCA) ideado por el gobierno estadounidense de Bill Clinton y proseguido por el de George W. Bush, como modelo de integración, fue derrotado y cuestionado a raíz del concepto de soberanía impulsado por el proceso bolivariano, liderado por el presidente Hugo Chávez. El ALCA, que había nacido en el año 1994, una década después, en diciembre del año 2004, Fidel y Chávez comenzaron a cavar la fosa de ese proyecto neocolonial, proponiendo la creación de la Alianza Bolivariana de Nuestra America (ALBA), iniciada por Cuba y Venezuela. Posteriormente se fueron sumando otros países que estaban sometidos a la dependencia ...

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