quinta-feira, setembro 24, 2020

    Tag: Angola

    Imagem retirada do site DW

    Kimpa Vita: A profetisa da unidade

    Nascimento: Kimpa Vita nasceu por volta de 1684, no Monte Kibangu, no reino do Congo, hoje parte do território angolano. Diz-se que Kimpa Vita se voltou para a vida espiritual após dois casamentos fracassados. No entanto, há também quem diga que ela começou a ter visões desde muito cedo. Descendente de uma família nobre, Kimpa Vita foi treinada como "naganga marinda", ou seja, uma pessoa capaz de se comunicar com os antepassados. Era uma espécie de intermediária entre a vida e a morte. Reconhecida por: ter mostrado o seu potencial para unificar o reino do Congo, embora por pouco tempo. Também é lembrada por ter sido a fundadora do movimento Antonianista. Em que consistia o movimento criado por Kimpa Vita?  O Antonianismo era um movimento religioso de natureza sincrética: misturava elementos do cristianismo com práticas religiosas africanas. Kimpa Vita dizia ser uma reencarnação de Santo António de Pádua e que tinha sido ...

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    @picture-alliance/AP/NIAID-RML

    Coronavírus: Angola decreta medidas de quarentena

    Angola anunciou quarentena obrigatória, a vigorar a partir de terça-feira, para todos os cidadãos que tenham estado na China, Coreia do Sul, Irão e Itália, países com "casos autóctones" do surto de coronavírus. Por Agência Lusa, tms, do DW Imagem: @picture-alliance/AP/NIAID-RML Em comunicado divulgado este sábado (29.02), o Ministério da Saúde de Angola explica que a quarentena é obrigatória também para os cidadãos que tenham viajado para a Nigéria, o Egito e a Argélia ou que tenham tido "contacto com doentes afetados por coronavírus". A quarentena, que entra em vigor no dia 3 de março, será por um período mínimo de 14 dias, durante o qual os cidadãos ficam impedidos de receber qualquer visita. Segundo informação da agência de notícias estatal angolana ANGOP, o Governo de Angola criou dois centros de quarentena, sendo um na Barra do Kwanza e um em Calumbo, para onde serão enviados ...

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    ‘As Cores da Serpente’, um documentário muito além do grafite

    Com direção de Juca Badaró, o filme ''As Cores da Serpente'', mostra que o grafite é também, uma reverência à ancestralidade Por Natália Sena Geledés Instituto da mulher negra, conversou com o cineasta Juca Badaró e com o jornalista e idealizador do projeto Murais da Leba, Vladimir Prata sobre a produção e concepção do filme. Filmado em 2015, o documentário teve a participação de 27 artistas angolanos que pintaram 6.000 M2 de muro na Serra da Leba, em Angola “O filme não é só sobre grafite, é sobre sonhos, sobre identidade e reconhecimento” comenta Juca Badaró Rafa Invencible (Foto: Natália Sena) O grafiteiro angolano Rafa Invencible, que participou de As Cores da Serpente, deixou de presente na rua Augusta em São Paulo, a figura da rainha Nzinga, por ser uma referência de mulher forte e guerreira: “sabendo que o Brasil em nível histórico se assemelha muito ...

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    Angolanos e brasileiros pintam “resistência negra”

    Artistas de Angola e  do Brasil  participam de 28 deste mês a 2 de Agosto, na criação de no-vas pinturas na Serra da Leba, a iniciativa visa promover o intercâmbio cultural entre os dois povos. Do Jornal de Angola Projecto por objectivo criar espaços de trocas de experiências entre nacionais e estrangeiros Fotografia: Edições Novembro A actividade faz parte do projecto “África e a Diáspora - Novas Conexões”, lançado no Brasil, conta com a presença de grafiteiros do estado da Bahia, Annie Ganzala, Ananda Santana e Eder Muniz, e dos angolanos Thó Simões, Nunes Simões e Manuel Rafa. O projecto “Murais da Leba” visa relançar o turismo cultural na região sul do país, através de artes plásticas, conta com a participação de dois artistas do Namibe e da Huíla. Durante cinco dias, os grafiteiros do Estado da Bahia e os angolanos envolvidos no projecto Murais da Leba ...

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    (Foto: André Porto/Metro)

    Contestação ao regime angolano inspiram Agualusa em ‘A Sociedade dos Sonhadores Involuntários’

    Em seu 14º romance, José Eduardo Agualusa cruza as histórias de um jornalista angolano, uma artista plástica moçambicana, um neurocientista brasileiro e um hoteleiro com passado obscuro conectados, de alguma forma, pelos sonhos. “A Sociedade dos Sonhadores Involuntários” surgiu do interesse do escritor pelo onírico e pela Primavera Árabe, que repercutiu em Angola, em 2011, na forma de um movimento de contestação ao regime que lutava por uma maior abertura democrática. O livro foi lançado quando esse movimento angolano não foi tão adiante… Eu estava convencido de que ele poderia culminar em um movimento mais amplo de contestação, e isso realmente não aconteceu. Mas ele continua, talvez não com a dimensão que eu gostaria. Qual sua relação com o Sidarta Ribeiro, que está no livro na forma do personagem Hélio de Castro? Quando comecei a escrever o livro, encontrei uma entrevista do Sidarta falando do trabalho dele com os ...

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    Mel Duarte representa literatura brasileira em festival de Angola

    Poeta participa de sarau e bate-papo sobre literatura lusófona em país africano Por Jéssica Balbino Do Catraca Livre Representando a literatura brasileira contemporânea, a poeta Mel Duarte, de 28 anos, se apresenta entre os dias 26 e 28 de maio em Luanda, em Angola, no Festival de Literatura Luso-Afro-Brasileira  (Festilab Taag), promovido pelo Centro Cultural Brasil-Angola que ocorre na capital do país com entrada gratuita. O festival celebra a literatura lusófona e a poesia feita em língua portuguesa em diferentes países. Durante o evento, Mel Duarte participa, no dia 26 de maio, ás 19h30, de um sarau literário ao lado dos poetas Alice Sant’Anna, Antonio Carlos Secchin, José Luís Mendonça,  Paulo José Miranda e Thomaz Ramalho. O cerimonial fica por conta de Etelvina “Ngonguita” Diogo. Em seguida há a abertura da Feira do Livro, com performance da atriz angolana Renata Torres e texto da brasileira Carolina Maria de Jesus, a primeira moradora ...

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    Angola celebra 56 anos da independência e início da disputa eleitoral

    Angola comemorou no último fim de semana o início da luta pela independência, em 4 de fevereiro de 1961, com o olhar posto na luta contra a pobreza e pelo desenvolvimento. O ataque com machados aos quartéis da polícia política portuguesa, há 56 anos, desencadeou a luta contra o colonialismo, que se viu coroada em 11 de novembro de 1975. Do Vermelho   Os preparativos para recordar a data patriótica colocaram ênfase na formação das novas gerações, as que por lei da vida deverão levar adiante o processo que iniciaram os nacionalistas há quase seis décadas. O Buró Político do Comitê Central do partido que está no governo, Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), pediu que se aproveite a data para impulsionar a construção de um futuro de paz, de harmonia e de progresso econômico e social no país. Angola deve promover o desenvolvimento sustentável, garantindo a inclusão econômica ...

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    Francisca Van Dunem: “O meu presente é o mais imprevisível de todos os futuros”

    Há coisas mais importantes do que o sucesso na carreira: como é que se faz as pazes com o país que nos matou o irmão? Como é que se conta a um miúdo de três anos que os pais foram assassinados? Neste fim de semana em que nos despedimos de um ano e nos preparamos para outro, o Expresso republica histórias, reportagens, conversas, narrativas, dúvidas, considerações, certezas e revelações que fizeram de 2016 um ano preenchido. Todos estes artigos são publicados tal como saíram inicialmente Fonte: Expresso por, Luís Barra Chama-se “O Lobo na Pele de Cordeiro” e é um pequeno quadro da artista irlandesa Susan Norris, que tem nos animais e na vida selvagem o principal tema da sua obra. Está pendurado no gabinete que Francisca Van Dunem ocupa no Ministério da Justiça e é o único objeto pessoal à vista. “Anda comigo para todo o lado”, conta a ...

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    Sesc-SP oferece curso sobre musicalidades do atlântico negro e cultura africana

    Estão abertas as inscrições para o curso Diásporas musicais centro-africanas e a formação das musicalidades do Atlântico, que será ministrado no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc-SP, pelo historiador Rafael Galante. Tendo como eixo central uma discussão acerca da história social das musicalidades negras no espaço Atlântico, o curso tem por objetivo dar visibilidade a alguns elementos históricos das diásporas musicais centro-africanas, tendo em vista principalmente a importância central de seu legado cultural, artístico e filosófico para a formação das culturas musicais afro-americanas no amplo contexto histórico das afro-américas e especialmente no tocante aos processos de formação da maior parte das musicalidades afro-brasileiras do passado e do presente. no  GIRASP  O programa aborda as musicalidades e aspectos culturais de vários países entre eles Cuba, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Brasil e Estados Unidos. Uma excelente oportunidade para músicos, artistas, educadores e todos que desejam ampliar seu repertório a respeito das diferentes culturas africanas, afro-brasileira ...

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    Uma reflexão sobre a identidade africana através da prosa e da poesia

    Chama-se Djidiu – Herança de ouvido, e é uma iniciativa em Lisboa para os negros afro-descendentes mostrarem a sua produção literária e partilharem experiência. Por Amarílis Borges Do Rede Angola O exercício começa com uma reflexão sobre si mesmo, passa-se a experiência para o papel e divulga-se o resultado num pequeno grupo em vez de fechá-lo em si. Em poesia ou em prosa, este é o desafio lançado pelo Djidiu – Herança de ouvido, uma iniciativa da Afrolis – Associação Cultural de afro-descendentes em Lisboa. A segunda fase é discutir essas ideias, melhorá-las, reescrevê-las e centrá-las num universo negro e afro-descendente. No crioulo da Guiné-Bissau “Djidiu” significa “contador de histórias”. Não de qualquer história, o Djidiu é o responsável por passar as histórias de uma geração para outra, é um músico, um artista que só pode dizer a verdade. Em vários espaços de Lisboa – onde mensalmente se abre ao público ...

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    Angola usa métodos que “fazem lembrar o apartheid”, diz Rafael Marques

    Rafael Marques, um dos mais relevantes ativistas que lutam pelos direitos humanos, foi este ano condenado a seis meses de prisão com pena suspensa por "difamação e denúncia caluniosa" Por HELENA BENTO, do Expresso Rafael Marques, opositor do Governo angolano, acusou o país de utilizar métodos de repressão que "fazem lembrar os do apartheid" e as "táticas do regime colonial e fascista português", numa entrevista concedida à AFP, em Joanesburgo, África do Sul. "Alguns métodos do regime angolano fazem lembrar aqueles que foram usados durante o apartheid contra a maioria da população aqui na África do Sul e as velhas táticas que o regime colonial e fascista usou contra os povos colonizados", disse o ativista. Rafael Marques, de 43 anos, é considerado um dos mais relevantes ativistas que lutam pelos direitos humanos. Foi este ano condenado a seis meses de prisão com pena suspensa por "difamação e denúncia caluniosa", depois de ...

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    A lixeira começa com um pedaço de papel! [PARTE I]

    Tenho acompanhado com muita preocupação as letras das músicas de vários artistas angolanos, se considerarmos que a primeira bofetada ou o feminicídio (assassinato de mulheres) é precedido de várias sessões de tortura e ofensa psicológicas, então, concluo que a lixeira começa com um pedaço de papel, isto é, pequenas ações corriqueiras, porém carregadas de preconceitos que fomentam as desigualdades entre homens e mulheres, precisam ser denunciadas e banidas do contexto social. por Florita Cuhanga António Telo via Guest Post para o Portal Geledés Defini um “top desigualdade” para as músicas que irei analisar, a partir da avaliação dos seguintes itens: i) Simplicidade na linguagem (de compreensão fácil até para uma criança); ii) A notoriedade ou o sucesso que a música teve quando foi lançada. Na abordagem das músicas selecionadas, apresentarei primeiramente com o nome dos interpretes ou do grupo e o título da música, farei somente referência às passagens mais polêmicas, deixando o desafio ...

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    Escritor Gabriel Ambrósio em entrevista ao Jet7 Angola

    Jet7 Angola - Quem é o Gabriel Ambrósio? R- Um jovem angolano, responsável e humilde, mas sem vergonha de ser ele mesmo, apesar de respeitar todos. Do Jet7 Angola Jet7 Angola - Quando é que começou a sentir interesse pela escrita? R-O meu interesse pela escrita começou exatamente quando estudava no ensino médio no Soyo/ Zaire. Escrevia frases reflexivas, líricas e inquietações sobre as emoções socioculturais. Jet7 Angola - Quas são os temas que o Gabriel gosta de abordar nos seus livros? R- Os temas que mais abordos são sobre valores culturais, com cunho filosófico, antropológico, simbólico artístico e sociopolítico. E também reflito bastante sobre o nosso comportamento como jovens angolanos e africanos no geral. Jet7 Angola - Muitos escritores e personalidades ligadas à cultura reclamam da falta de apoios do ministério da cultura. A literatura, ainda é o parente pobre das artes em Angola? R-Bem, eu penso que o ministério ...

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    Nzinga, a rainha negra que combateu os traficantes portugueses

    No século XVII, o lucrativo comércio de escravos praticado pelos portugueses sofreu um duro revés. A oposição mais forte que enfrentaram veio da rainha Nzinga, uma obstinada líder política e militar que, por quarenta anos, impediu que os portugueses penetrassem no continente africano. Conheça a história dessa mulher africana extraordinária. Por Joelza, do Ensinar História Seu nome é grafado de diferentes maneiras: Nzinga, Ginga, Jinga, Singa, Zhinga e outros nomes da família linguística Banto (ou Bantu). É também conhecida pelos nomes portugueses de Ana de Souza, rainha Dona Ana e pelas formas híbridas como rainha Ana Nzinga. Nzinga Mbandi Ngola Kiluanji, nasceu em 1582, no Ndongo, filha do ngola com uma escrava ambundo. Ainda criança, começou a ser treinada para o combate e o uso de armas. Com oito anos de idade, acompanhou o séquito do pai, em uma batalha, como parte dos exercícios de guerra. Com a morte do ...

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    Escritor angolano promove “novas línguas portuguesas” em Pequim

    Uma nova geração de autores lusófonos africanos usa "bué" palavras do tipo "desconseguir", "bazar" e "à toa", desenvolvendo à sua maneira a identidade expressa pelo romancista moçambicano Mia Couto: "A minha pátria é a minha língua portuguesa". Do RTP É uma frase de Fernando Pessoa a que Mia Couto acrescentou um segundo "minha", mas neste pronome possessivo cabe toda a liberdade: "É a minha língua portuguesa", reafirmou o escritor angolano Ondjaki em Pequim. "Eu tenho pelo menos duas línguas portuguesas: a que aprendi na escola e a que adquiri quando comecei a escrever", disse Ondjaki na 9.ª edição do Bookworm Literary Festival, concluída hoje. Ondjaki, 38 anos, galardoado em 2013 com Prémio José Saramago pelo romance "Os transparentes", foi o único escritor de língua portuguesa presente no certame. (O brasileiro Cristóvão Tezza participou na edição do ano passado). Durante duas semanas, o festival reuniu em Pequim uma centena de autores ...

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    Oportunidades atraem brasileiros para Angola

    Apesar das dificuldades, muitos brasileiros veem o país como um lugar acolhedor e que oferece boas oportunidades. Hoje, aproximadamente 30 mil brasileiros vivem no país africano, segundo a embaixada do Brasil em Luanda, capital angolana. O fator que mais atrai brasileiros é o trabalho Michèlle Canes – Repórter da Agência Brasil no Brasil 247 Localizada na região ocidental da África, Angola tem uma população de 18 milhões de habitantes, de acordo com a embaixada do país no Brasil. Com a história marcada por uma longa guerra civil, os angolanos conheceram a paz em 2002 e precisaram reconstruir o país. Apesar das dificuldades, muitos brasileiros veem o país como um lugar acolhedor e que oferece boas oportunidades. Hoje, aproximadamente 30 mil brasileiros vivem no país africano, segundo a embaixada do Brasil em Luanda, capital angolana. O fator que mais atrai brasileiros é o trabalho. “Hoje a gente tem pessoas em todas ...

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    Influência de Angola é vista em vários traços culturais do brasileiro

    A influência africana no Brasil aparece em uma série de traços culturais e pode ser vista no idioma, na comida, na música, nas manifestações religiosas e no próprio jeito de se comportar do brasileiro. De tradição bantu, Angola foi um dos países que mais contribuíram para essas influências; reportagem especial de Marcelo Brandão, da Agência Brasil Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil no Brasil 247 A influência africana no Brasil aparece em uma série de traços culturais e pode ser vista no idioma, na comida, na música, nas manifestações religiosas e no próprio jeito de se comportar do brasileiro. De tradição bantu, Angola foi um dos países que mais contribuíram para essas influências. O povo bantu é originário de várias regiões do Continente Africano, como o Sul da África e a África Central, na qual se encontra Angola. As várias etnias desse povo se misturaram nos navios negreiros a ...

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    A força do kuduro em Angola e o funk no Brasil

    O Kuduro, nascido nos musseques de Angola – similares às favelas brasileiras –, é dança, música e estilo de vida da juventude angolana, e representa um movimento cultural urbano que mostra ao mundo um país contemporâneo que, apesar dos problemas sociais, cresce e se moderniza. Assim como o funk carioca, o kuduro mistura ritmos tradicionais com música eletrônica. Como no funk, as letras falam sobre o dia a dia das periferias, das relações de amizade, das festas, e são marcadas pelas batidas eletrônicas rápidas e pela sensualidade da dança. Muitos dos movimentos do passinho vêm do kuduro, que significa literalmente "bunda dura", já que os quadris são muito exigidos nessa dança Do: Brasil247 Nascido nos anos 1990 nos musseques de Angola (territórios populares similares às favelas brasileiras), o kuduro é uma mistura de música eletrônica com ritmos tradicionais angolanos, e hoje é referência da cultura de Angola e se espalhou por outras classes sociais e ...

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