terça-feira, janeiro 19, 2021

Tag: Brasil

Foto: Ari Melo/ TV Gazeta

Extrema pobreza avança e atinge 14 milhões de famílias no Brasil

A quantidade de famílias na faixa de extrema pobreza no Brasil que se cadastraram no Cadastro Único (CadÚnico) ultrapassou a marca de 14 milhões, sendo o maior número desde o ano de 2014. De acordo com informações do Ministério da Cidadania, quase 40 milhões de indivíduos no país estão na miséria, que são famílias que possuem renda de até R$ 89 por pessoa. Já até o mês de outubro, 2,8 milhões de famílias ocupavam a faixa de pobreza, com renda entre R$ 90 e R$ 178 por morador. Até o mês de dezembro de 2018, o último do governo de Michel Temer, 12,7 milhões de famílias estavam cadastradas na faixa de extrema pobreza. Já sob a presidência de Jair Bolsonaro, a quantidade subiu em 1,3 milhão. Com o fim do auxílio emergencial e de outros programas colocados em ação por conta da pandemia do novo coronavírus, é esperado que os ...

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Praça dos Três Poderes, em Brasília Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

Brasil está entre os piores países da América Latina em relação à participação política das mulheres

Às vésperas das eleições, o Brasil é um dos piores países da América Latina em relação a direitos e participação política das mulheres. A informação é de um estudo realizado pela ONU Mulheres e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) que mostra que entre 11 países analisados, o Brasil ocupa a 9ª posição quando observadas questões relacionadas à paridade de gênero na política, representatividade feminina nos Poderes, entre outros pontos. O estudo emite 26 recomendações para melhorar o cenário no país. A publicação "Atenea" calcula o "Índice de Paridade Política" (IPP), que varia de 0 a 100, e verifica a igualdade de gênero na política a partir de oito eixos, que são medidos por meio de 40 indicadores. O Brasil atingiu 39,5 pontos no IPP, bem abaixo do México, que foi o primeiro colocado, e alcançou nota 66,2. Além desses dois países, outros nove foram avaliados: Bolívia ...

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Mais de 12 milhões de africanos foram transportados à força de um lado ao outro do Atlântico para trabalhar como escravos nas Américas (Imagem: Reuters)

Mapeamento genético revela novas origens de escravizados no Brasil

Com base em amostras de DNA de 50,2 mil pessoas nas Américas e na África, coletadas de um banco de dados de milhões de amostras de empresas e projetos genômicos, pesquisadores da companhia 23andMe e da Universidade de Leicester (Reino Unido) traçaram um paralelo entre o perfil genético de descendentes de escravizados e os documentos históricos disponíveis sobre a escravidão. Os resultados foram publicados no periódico American Journal of Human Genetics. Muitas das conclusões dos pesquisadores se aplicam à população afrodescendente do Brasil. A maioria das conclusões é consistente com o que historiadores já sabiam a partir dos registros históricos dos navios que transportavam os escravizados, mas a análise genética traz novidades. Ubuntu: o que significa filosofia africana e como pode nos ajudar nos desafios do hoje "O deslocamento forçado de mais de 12,5 milhões de homens, mulheres e crianças da África para as Américas entre 1515 e 1865 teve ...

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SILVIA IZQUIERDO / AP

Brasil atrasa 12 anos e lista ações antirracismo à ONU sem gestão Bolsonaro

Com um atraso de doze anos, o Brasil submeteu em julho à ONU (Organização das Nações Unidas) seu informe sobre o que tem feito para lidar com a discriminação racial no país. O documento, porém, não cita os acontecimentos, iniciativas e políticas do governo de Jair Bolsonaro e se limita a tratar da questão até o ano de 2017, destacando ações de administrações passadas. Pelas regras da ONU, o Brasil deveria ter entregado seu informe oficial ao Comitê para a Eliminação da Discriminação Racial em 2008. Trata-se de uma das obrigações da convenção sob o mesmo assunto, assinada e ratificada pelo Brasil. Mas nem os governos Lula, Dilma ou Temer cumpriram o que estipula o tratado. Com o informe oficial, as autoridades na ONU avaliarão a situação da discriminação racial no Brasil, o que neste caso deve ocorrer em 2021. Veja o documento completo aqui. De acordo com o governo, ...

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Brasil iStockphoto/Getty Images

As mudanças no Brasil virão das mulheres, dos negros e do Nordeste

Recolhidos os destroços, detritos e escombros da era Bolsonaro, tenho o pressentimento de que um novo, mais justo e solidário Brasil poderá renascer das cinzas no período pós-pandemia. Quem sobreviver, verá. Tive uns sonhos bons esta noite e acordei mais otimista, depois de completar 120 dias de total confinamento, cercado de notícias ruins por todo lado, amigos morrendo, desgraças mil acontecendo aqui e no mundo. Não sei se já está provado cientificamente, mas estou cada vez mais convencido de que a raiva gera tristeza, e a tristeza, mata. Fazer cara feia não melhora a vida de ninguém e ficar xingando as trevas não faz o dia amanhecer mais cedo. E de onde vem esse meu repentino otimismo, que pode até surpreender os leitores, já cansados de ler todo dia as mesmas coisas, na minha coluna e nas dos outros? Fui ligando alguns fatos nos últimos tempos, pequenos registros que ainda ...

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GILNATURE/GETTY IMAGES

Brasil: A pandemia e a virulência do sistema

​No seu início, tudo na pandemia parecia invertido: eram os países do Norte os mais afetados e, nos primeiros casos em solo latino-americano, as pessoas mais ricas e abastadas que trouxeram o coronavírus em suas bagagens transatlânticas de turismo e negócios. Todavia, o avanço da pandemia demonstrou que o mundo estava exatamente no mesmo lugar e que o poder letal e a rota do vírus se expandia no terreno de desigualdade, desproteção, insegurança social e devastação ambiental produzida pelo sistema capitalista-patriarcal e racista. A pandemia de Covid 19 escancarou as desigualdades que definem a vida e a morte dos grupos humanos. ​É a virulência capitalista, na sua etapa neoliberal, que se abate sobre o planeta. ​A pandemia revela as vidas que valem e as vidas que parecem não ter valor. Desvela a ameaça a todos os seres vivos que este sistema nos impõe e as desiguais condições de vida, de ...

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Pôster de Menino 23 - Infâncias Perdidas no Brasil (Divulgação)

Menino 23

Menino 23 é um documentário que retrata a investigação do historiador Sidney Aguilar, após descobrir que em uma fazenda, no interior de São Paulo, havia tijolos com a suástica encravada, os quais não eram muito antigos e, por isso, evidenciavam a existência de um local explícitamente nazista em um período recente da história do Brasil. No desenrolar do filme, descobre-se que, nos anos 1930, o dono dessa fazenda levou 50 órfãos negros para prestar serviços à família Rocha Miranda, sob o falso pretexto de que os jovens seriam levados para um local onde estudariam, brincariam, e aprenderiam sobre a importância do labor. Contudo, o sonho de um lugar que educa e permite o lazer dos jovens não durou mais do que um ano. Depois disso, as crianças foram apenas escravizadas para prestar trabalhos à família nazista. Falar sobre a história do Brasil e o desenvolvimento da sociedade brasileira sem falar ...

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Manifestantes fazem passeata em protesto conta o racismo e contra o governo Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Marlene Bergamoto/ Folhapress)

Votação na ONU poderá consagrar Brasil como pária na luta global antirracista

A repercussão do caso George Floyd —homem negro norte-americano morto sufocado por um policial branco— e os consequentes protestos que percorreram o mundo chegaram ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e serão o teste de fogo da diplomacia brasileira perante a comunidade internacional sobre como o país se posicionará daqui em diante na luta antirracista. Nesta quarta-feira (17) está prevista a votação na ONU de uma resolução que cria uma comissão internacional e independente para investigar o racismo e a violência policial contra negros nos EUA. Outros países afetados pela violência institucional contra pessoas negras, como o Brasil, também podem vir a ser analisados, mas a resolução tem o cenário atual dos Estados Unidos como foco. Manifestante segura retrato de George Floyd, cujo assassinato por um policial branco gerou uma onda de protestos nos EUA contra a violência policial e o racismo (Foto: Angela ...

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Foto: Remus Kotsell/Getty Images

Trump proíbe entrada de estrangeiros nos EUA a partir do Brasil

Os Estados Unidos anunciaram, neste domingo (24/05), que vão barrar cidadãos não estadunidenses que estiveram no Brasil até 14 dias antes de tentarem entrar no país. A decisão, segundo a Casa Branca, tem o objetivo de proteger a população americana do novo coronavírus. A medida, que passa a valer na próxima sexta-feira (29/5), foi tomada por meio de decreto do presidente Donald Trump, dois dias depois de o Brasil ultrapassar a Rússia e se tornar o segundo país do mundo em número de casos de covid-19, atrás apenas dos EUA. "Hoje o presidente tomou a ação decisiva para proteger nosso país, ao suspender a entrada de estrangeiros que estiveram no país (Brasil) durante um período de 14 dias antes de buscar a admissão nos Estados Unidos", diz um comunicado da secretária de Imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany. "A ação de hoje vai garantir que estrangeiros que estiveram no Brasil ...

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O Brasil não conhece o Brasil

Mostra dedicada à arte negra, “Aquilombô” leva para o palco a diversidade cultural do país com várias apresentações Por RAPHAEL VIDIGAL, do O Tempo  Julia Dias (segunda da esq. para a dir.) apresenta-se com coletivo e cita Conceição Evaristo e Zezé Motta como referências “Quero ver o Brasil em cena, a gente precisa se reconhecer”. Com estas palavras o dramaturgo, ator, cantor e compositor Rodrigo Jerônimo, 34, define o principal objetivo da mostra de arte negra “Aquilombô”, cuja programação se estende deste quarta-feira (2) até 13 de agosto, com diversas apresentações. Aliás, diversidade é a palavra que rege o discurso do entrevistado. “A maioria da nossa população é autodeclarada negra e a gente não se vê no palco, como não vê índio, mulher, gay, transexual. Quando vamos nos espaços de cultura, reconhecemos a Europa e os países majoritariamente brancos. O grande público não tem acesso a toda essa diversidade brasileira”, ...

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Fornazieri: Brasil não tem alma, não tem caráter, não tem dignidade e não tem um povo

O presidente da República foi flagrado cometendo uma série de crimes e as provas foram transmitidas para todo o país. Por Aldo Fornazieri , do Viomundo Com exceção de um protesto aqui, outro ali, a vida seguiu em sua trágica normalidade. Em muitos outros países o presidente teria que renunciar imediatamente e, quiçá, estaria preso. Se resistisse, os palácios estariam cercados por milhares de pessoas e milhões se colocariam nas ruas até a saída de tal criminoso, pois as instituições políticas são sagradas, por expressarem a dignidade e a moralidade nacional. Aqui não. No Brasil tudo é possível. Grupos criminosos podem usar as instituições do poder ao seu bel prazer. Afinal de contas, no Brasil nunca tivemos república. Até mesmo a oposição, que ontem foi apeada do governo, dá de ombros e muitos chegam a suspeitar que a denúncia contra Temer é um golpe dentro do golpe. Que existem vários interesses ...

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Foto: Flávio Florido

“Não leva meus bagulho, não. Não tenho nada”: A banalidade do mal no Brasil

Causou comoção nas redes sociais o vídeo que mostra membros da Guarda Civil Metropolitana batendo em um homem em situação de rua, na manhã desta quarta (3), em São Paulo. Samir Sati, de 40 anos, tentava proteger um carrinho com seus únicos pertences e, chorando, pedia: ''Não leva meus bagulho não, caramba. Eu não tenho nada''. Foto: Flávio Florido Por Leonardo Sakamoto em seu blog  Ao final, foi levado para a delegacia. Por conta da agressão, teve um punho quebrado e terá que passar por cirurgia. Ele começaria a trabalhar como servente de pedreiro nesta quinta. As imagens foram gravadas por Marcos Hermanson, estudante de jornalismo, que passava pelo local. Entre os materiais confiscados, estavam cobertores e um colchão fino. A temperatura na madrugada entre terça e quarta chegou a 15o C na capital paulista. O prefeito João Doria condenou o ato, afirmou que o servidor da GCM ...

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Sharpeville é no Brasil!

Era o dia 21 de março de 1960 e a cidade de Johanesburgo, capital da África do Sul, havia sido tomada por milhares de pessoas, em sua maioria negras, que protestavam contra a chamada Lei do Passe. Tal lei obrigava a população negra a portar um cartão de identificação especificando os locais onde estavam autorizadas a circular. Eram os terríveis anos da sociedade do apartheid, regime de segregação racial que vigorou na África do Sul de 1944 até 1990. Por Luis Gustavo enviado para o Portal Geledés  Os manifestantes prosseguiam pacificamente até o bairro de Sharpeville, quando foram surpreendidos por rajadas de metralhadoras disparadas indiscriminadamente pelos soldados do exército. O saldo foi assustador: 69 pessoas mortas e 186 feridas. Esse episódio entrou para história como o “Massacre de Sharpeville” e, para que não caísse no esquecimento, a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu o dia 21 de março como o ...

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Foto: João Godinho

As causas do esgarçamento do tecido político no Brasil

Tenho indagado amiúde sobre as causas do esgarçamento do tecido político no Brasil, caracterizado, sobretudo, por atitudes intolerantes no cotidiano das redes sociais e na prática política. São posturas inegavelmente fascistas! Por Fátima Oliveira, do O Tempo  Chego à conclusão de que a falta de civilidade a que assistimos agora não é tão recente assim; no entanto, ela vivia mascarada. Isto é, muitas pessoas sentiam algum pudor em declarar que odeiam o povo e todo e qualquer progresso social destinado a combater as mazelas mais evidentes, tais como o machismo, o racismo, a homofobia e a pobreza. E hoje não há mais limites que as impeçam de verbalizar que adversário político é o inimigo a ser esculhambado, até porque o fascismo é terrorismo político! O esgarçamento do tecido político que vivenciamos é uma das muitas facetas da luta de classes, mais acirrado pelo ideário fascista, que é um componente de todos ...

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Foto: Flávio Florido

Nos EUA e no Brasil, o “mal” são sempre os outros. Nunca nós mesmos

''Nós devemos manter o 'mal' fora de nosso país!'' Foto: Flávio Florido Por Leonardo Sakamoto, do UOL Donald Trump respondeu dessa forma, em sua conta no Twitter, a uma decisão do Tribunal Federal de Seattle que suspendeu temporariamente o seu decreto que impede a entrada de pessoas de sete países de maioria islâmica nos Estados Unidos. A Casa Branca está recorrendo. A ideia de ''mal'' nessa frase tem significados que se desdobram. A princípio representa o terrorismo de algumas organizações que ele afirma tentar evitar – apesar de nenhuma pessoa dos sete países barrados ter cometido atentados nos EUA. Mas, a percepção do que seja o ''mal'' também se estende a elas metonimicamente. E a baixar a proibição indiscriminada a todos os cidadãos desses países, torna eles suspeitos simplesmente porque foram proibidos de entrar. É a tática do linchamento: se adoto uma punição contra você é porque você fez algo errado. Mesmo que isso esteja longe de corresponder à realidade. Como ...

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“O Brasil não resolve sua crise sem eleição direta e governo legítimo”

Em entrevista à TV247, o economista, ex-ministro de FHC e um dos fundadores do PSDB, Luiz Carlos Bresser Pereira, defende que "o Brasil precisa da renúncia de Temer e das diretas já", porque "o Brasil é uma democracia e o que está aí não é uma democracia"; um dos maiores críticos ao golpe que afastou Dilma Rousseff da presidência, Bresser Pereira comenta do papel assumido atualmente pelo Judiciário, com as crises no Executivo e no Legislativo; "Ganhou força, virou o poder perfeito", ironiza, "mas também tem suas corrupções"; para ele, "vazamentos fazem parte do jogo da Lava Jato" e o juiz Sérgio Moro "está imbuído de uma visão robesperriana, radical, que vai restabelecer a moral em um dia"; assista No Brasil247 O Brasil precisa de eleições diretas e um governo legítimo. Só assim conseguirá sair de suas crises política e econômica. As declarações são do economista, ex-ministro e um dos ...

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Oligarquia paulista, o atraso do Brasil

Dos barões do café aos banqueiros e a movimentos com o MBL, a elite de SP que constitui a Oligarquia Paulista afirma-se há mais de cem anos como grande entrave à democratização do país Por João Telésforo | Imagem: mural anônimo na Avenida Paes e Barros, São Paulo-SP No Outras Palavras Até mesmo nos meios “progressistas”, nunca faltam aqueles que consideram a sociedade e a política do Nordeste como mais “atrasadas” com relação às do centro-sul, em especial paulistas. Segundo representação predominante, em São Paulo estaria a “modernidade” das práticas econômicas e políticas, enquanto os velhos coronéis e regimes mais exploradores e clientelistas estariam concentrados entre a “baianada” ou os “paraíbas” lá de cima (termos que paulistas e cariocas utilizam pejorativamente para se referirem a nós, nordestinos). Além de uma visão bastante seletiva – cega para nomes como Paulo Maluf, trensalão do tucanato paulista, trabalho escravo em pleno centro de ...

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Sesc-SP oferece curso sobre musicalidades do atlântico negro e cultura africana

Estão abertas as inscrições para o curso Diásporas musicais centro-africanas e a formação das musicalidades do Atlântico, que será ministrado no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc-SP, pelo historiador Rafael Galante. Tendo como eixo central uma discussão acerca da história social das musicalidades negras no espaço Atlântico, o curso tem por objetivo dar visibilidade a alguns elementos históricos das diásporas musicais centro-africanas, tendo em vista principalmente a importância central de seu legado cultural, artístico e filosófico para a formação das culturas musicais afro-americanas no amplo contexto histórico das afro-américas e especialmente no tocante aos processos de formação da maior parte das musicalidades afro-brasileiras do passado e do presente. no  GIRASP  O programa aborda as musicalidades e aspectos culturais de vários países entre eles Cuba, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Brasil e Estados Unidos. Uma excelente oportunidade para músicos, artistas, educadores e todos que desejam ampliar seu repertório a respeito das diferentes culturas africanas, afro-brasileira ...

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África e Brasil: unidos pela história e pela cultura

Acosta oeste africana e o litoral brasileiro já estiveram conectados. Há 200 milhões de anos, os dois territórios começaram a se separar e assumiram as atuais posições, afastados milhares de quilômetros pelo Oceano Atlântico. O mar que os separa é também o responsável pela ligação entre eles nos tempos modernos: 4,4 milhões de africanos o cruzaram contra a vontade entre os séculos 16 e 19 em direção ao Brasil. Essas pessoas tiveram um papel importante na construção do nosso país. “A África está em nós, em nossa cultura, em nossa vida, independentemente de nossa origem pessoal”, defende Mônica Lima e Sousa, coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Leáfrica/UFRJ), no artigo História da África, publicado na Revista do Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Por isso, as tradições, a cultura e a trajetória dos descendentes dos africanos escravizados ...

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O Brasil está irremediavelmente perdido

Não em termos econômicos, porque por um lado a crise mundial, como qualquer crise do capitalismo, é efêmera porque os ciclos econômicos são perenes, e, por outro lado, porque nosso país, no conjunto, é a nação mais bem dotada no mundo quanto a recursos naturais. Por Reinaldo Del Dotore Do Brasil247 Não em termos culturais, porque a riqueza do Brasil nesse campo talvez também não encontre paralelo no mundo. Não em termos ambientais, porque ainda que haja desafios o Brasil os tem enfrentado e tem obtido vitórias que podem se intensificar. Não. O Brasil está irremediavelmente perdido em termos de Civilização. Nosso país regrediu a tal ponto no tocante à convivência social que esse verdadeiro estado de barbárie é irreversível. Diuturnamente tenho observado agir o rolo compressor da irracionalidade, da ignorância, da agressividade, da absoluta negação do "outro", do completo ódio pela opinião alheia, da violência verbal (e, muitas vezes, física) ...

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