quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: cabelo

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    Permita que eu escureça, não esclareça

    Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes Permita que eu escureça, não esclareça É um tema difícil. No momento que começo escrever sobre, minha garganta aperta e o peito inquieto e ansioso sinaliza o gatilho que é encarar de frente o assunto que têm me tomado crises de choro e da sensação permanente de des-pertencimento. Não-lugar. E eu começo pelo não-lugar. Numa das vezes em que uma pessoa se sentiu confortável pra questionar minha identidade racial, ela se incomodou pelo fato de eu compartilhar indignação nas redes sociais sobre o assassinato (genocídio) de jovens negros e periféricos no Rio de Janeiro. Pisando em ovos, mas nem tanto, ela me disse que eu estava roubando um lugar de fala que não era meu. Talvez porque eu coloquei como legenda na foto em que predominava jovens negros retintos, a frase "parem de nos matar". E eu não me pareço com aqueles ...

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    O problema não é o cacheado, é o crespo!

    o desgaste na relação desenvolvida consigo mesmo é tremendamente afetado pela pressão social negativa, tanto pela ausência de sua autoimagem como reforço positivo quanto insatisfação alimentada pela crença que assimilam das estratégias de grupos dominantes, de inferioridade e subalternidades “naturais” (Joice Berth)  Meus cachos nunca foram uma questão para mim e para os outros.  O problema era a textura do meu cabelo, crespo. Na minha família, os cachos sempre foram valorizados, o crespo nem tanto. Era preciso “domar” o meu cabelo volumoso, seco e esponjado. Fora do contexto familiar, escutava: “cabelo de espiga de milho”; “cabelo de cutia”; “nossa, que moita!”; “prende esse cabelo”; “até que o seu cabelo não é ruim, mas... tem que dar um jeito.” O “jeito” dado pela minha mãe, que também concordava com os outros, mesmo inconscientemente, foi a química. “Afinal, não vou permitir que a minha filha passe pelo que já passei”, pensava ...

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    (Foto: Reprodução/ Instagram @heslainevieira)

    Atriz Heslaine Vieira trança o cabelo e alerta sobre a alopecia de tração

    A atriz Heslaine Vieira, que está no ar como a Ellen na reprise de "Malhação - Viva a Diferença", na Globo, e gravando um spin-off das protagonistas da trama para o Globoplay, mudou o cabelo e agora está usando tranças. Na primeira foto com o penteado novo divulgada em seu Instagram, ela contou que fez o procedimento com a especialista Day Santos, que usou uma técnica "indolor, camuflada e maravilhosa", segundo a atriz. Na noite da última quarta, 16, Heslaine fez alguns Stories com a dermatologista Julia Rocha, especialista em laser e doenças do cabelo, alertando para os cuidados necessários para quem adota as tranças. O principal deles tem a ver com a alopecia de tração. Para Universa, a dermatologista explica: "A alopecia de tração é uma forma de queda de cabelo consequente ao hábito de tensionar prolongadamente ou de maneira repetitiva os fios. Acomete de maneira mais frequente as ...

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    (Foto: nappy/@sebastianlibuda)

    EUA: Negras de cabelo natural têm menos chance no mercado de trabalho 

    Mulheres negras com cabelo natural — crespo ou cacheado — ou tranças têm menos probabilidade de conseguir entrevistas de emprego em comparação com mulheres brancas ou mulheres negras com cabelo liso. As informações são de uma pesquisa da Fuqua School of Business, da Duke University, nos Estados Unidos. A percepção dos participantes do estudo considerava cabelos naturais de pessoas negras como menos profissionais, de forma geral. Esse efeito foi notado especialmente em setores onde uma aparência mais conservadora é comum. A pesquisa, que será publicada na revista Social Psychological and Personality Science na próxima semana, mostra como os preconceitos sociais perpetuam a discriminação racial no local de trabalho, de acordo com comunicado à imprensa. "Os preconceitos estão enraizados em um padrão de beleza de muitas sociedades ocidentais, baseado em mulheres brancas e cabelos alisados. Os recrutadores são então influenciados por esse modelo", disse a pesquisadora Ashleigh Shelby Rosette, professora de ...

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    Feira Preta 2013 (Foto: Natália de Sena Carneiro)

    As matemáticas das negras que ninguém vê: saberes emancipatórios tecidos por trancistas afro

    Debates em torno do uso das tranças afro tem sido cada vez mais frequentes nas redes sociais; quem pode, quem deve e quem não pode usar tranças? Temos vistos uma série de grupos, páginas, perfis e reportagens que abordam o uso dos cabelos trançados por pessoas negras e não-negras. De um modo geral, nota-se que os penteados têm sido bastante utilizados por personalidades, intelectuais e pela população. Neste fenômeno devemos reconhecer o protagonismo e ações dos movimentos negros para afirmação da corporeidade negra e sobretudo a forma pela qual os movimentos negros tornaram penteados trançados, bitôs, dreadlooks e black power, no contexto da diáspora, símbolos de identidade negra. Apesar dessas inegáveis vitórias chama atenção ainda a pouca visibilidade que tem as profissionais que trabalham com o serviço de estilizar cabelos crespos e não crespos com arranjos capilares trançados entre outros afro. Ou seja, quais são as visibilidades sociais e quais ...

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    Sobre a falta de coroas: A dificuldade de se reconhecer homem negro tendo cabelo liso

    Eu preciso confessar uma atitude que venho tendo, de maneira recorrente, já faz algum tempo: o ato de procurar por fotos de homens pretos de cabelo liso no Google. Desde criança qualquer pessoa de cor já passou pela experiência de não se encontrar em desenhos e seriados de TV. É quase um rito de passagem, notar que as percepções de beleza, o que deve ser visto, não repassa pela aparência de seus semelhantes. Eu passei por essa experiência e sem duvida alguma vibrei de alegria ao conhecer produções antigas e perceber novas criações que tensionavam os padrões estéticos ao que se estava acostumado. Mas de certa forma, para mim, ainda faltava algo. Vindo de avós e avôs tanto brancos quanto pretos retintos de cabelo 4b/4c, eu nasci sendo um preto de pele clara e de cabelo liso. Ao observar todos esses exemplos na TV, no cinema, na música, por mais ...

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    Legado vivo (Foto: Ilustração: Vanessa Ferreira - Preta Ilustra)

    Legado vivo: trançar o cabelo é mais do que um código estético

    Para a população negra, trançar o cabelo é mais do que um código estético, é herança de uma história de resistência, resiliência e ancestralidade, passada entre mulheres, geração após geração. Aqui, a repórter Priscilla Geremias conta de sua experiência com o penteado e de sua busca por saber mais sobre sua tradição Por Priscilla Geremias, da Marie Claire Legado vivo (Foto: Ilustração: Vanessa Ferreira - Preta Ilustra) Fiz tranças soltas pela primeira vez em 2017, quando estava no fim de um processo de transição capilar. Tinha medo de assumir os cachos de uma vez e mal lembrava a textura dos meus fios. Acompanho blogueiras negras no Instagram e You Tube e, por causa delas, fiquei sabendo de uma técnica para enfrentar essa fase: tranças. “Elas ajudam no crescimento e protegem o cabelo”, diziam. Convencida, pedi indicação de trancistas a uma amiga e fui ao encontro da ...

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    Reprodução/Youtube

    “Solte meu cabelo!”

    Leio notícia com deliberação do Ministério Público Federal da Bahia, que impede que autoridades possam decidir sobre corte de cabelos, maquiagem e cor das unhas de estudantes. O alvo, segundo o noticiário, seriam as chamadas escolas cívico-militares. De Edson Cardoso, enviado para o Portal Geledés  No ano passado, uma professora do Recôncavo comentava comigo o caso de uma garota que tinha procurado sua professora, colega de minha informante, para pedir-lhe que intercedesse junto à mãe para que esta permitisse que ela fosse com os cabelos soltos para a escola. A garota dizia que já se cansara de pedir, sem êxito, à mãe: “Solte meu cabelo!”. A criança insistia que queria ficar igual a suas colegas e amiguinhas e era grande a resistência da mãe, por isso queria a ajuda da professora. A liberdade com que se expressam os cabelos de nossa juventude neste momento vai bater de frente com uma concepção ...

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    Ilustração: Vashti Harrison

    Animação fofa mostra um pai afro-americano aprendendo a pentear o cabelo da filha pela primeira vez

    A internet está cheia de vídeos emocionantes de pais que arrumam o cabelo da filha, pois é uma experiência emocional de união para ambas as partes. A Sony Pictures lançou um curta de animação adorável e emocional de seis minutos, escrito pelo ex-jogador da NFL Matthew A. Cherry, que fala sobre isso. Por Paula Muniz, do O Verso do Inverso   Ilustração: Vashti Harrison O filme chamado ‘Hair Love’ conta a doce história de um pai afro-americano aprendendo a modelar o cabelo de sua filha pela primeira vez. Ilustração: Vashti Harrison Neste verão, o ex-jogador disse à mídia: “Eu queria ver uma jovem família negra no mundo da animação”. Então, ele decidiu criar a animação ele mesmo. Ilustração: Vashti Harrison Vejam que fofo: Leia também Animação incentiva crianças negras a amarem seus cabelos naturais      

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    Seis frases que você jamais deve dizer para uma mulher de cabelos crespos

    Por muito tempo, nós, mulheres crespas, sofremos muito com as imposições de padrões a ponto de não nos aceitarmos. A grande maioria das mulheres de fios crespos alisava o cabelo em consequência disso. A falta de representatividade acontecia por conta do preconceito e racismo. Por Sah Oliveira, Da Universa Sah Oliveira (Foto: Imagem retirada do site Universa) Nos últimos tempos isso vem mudando. Eu, você e as mulheres de cabelos crespos fomos entendendo que o nosso cabelo é lindo, que não tem nada de errado com a nossa cor. Essa pauta tem sido cada vez mais presente entre nós, não é? Percebi que o meu cabelo é maravilhoso, aprendi a me aceitar, a me ver como uma negra poderosa que sou. O preconceito sempre existiu, e continuará existindo, mas não é por conta dele que deixarei de ser quem realmente sou. "O que muitos não sabem ...

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    nappy.co

    Cabelos Crespos: identidade cultural, aceitação e empoderamento foi um dos subtemas da Feira de Ciências do CEPES 2019

    Durante a Feira de Ciências 2019 do Colégio Estadual Professor Edgard Santos – CEPES, localizado na cidade de Governador Mangabeira (BA), a turma do 1º AM do Ensino Médio, escolheu como seu subtema – Cabelos Crespos: identidade cultural, aceitação e empoderamento, sendo a coordenação do professor de História – Luís Carlos Borges da Silva. Por Luís Carlos Borges da Silva, no Blog do Professor Borges nappy.co A Feira foi realizada no dia 20 de setembro, com a temática: Criar, Inovar e Empreender: ações que otimizam nosso cotidiano, contando coordenação das áreas de Ciências da Natureza e Matemática. O evento foi visitado por diversas escolas do município, além de pessoas da comunidade mangabeirense. A seguir consta a forma como a turma do 1º AM estruturou sua apresentação acerca do subtema Cabelos Crespos. 1. INTRODUÇÃO Cabelo não é só moda, é aceitação e identidade. Desde os anos 70, ...

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    Wendie Renard é uma das melhores jogadoras da seleção francesa atualmente Foto- Arte de Ana Luiza Costa sobre foto de divulgação

    Os ataques racistas sobre cabelo de francesa que tirou Brasil da Copa

    Campeã da Champions League, Wendie Renard foi criticada por ter 'cabelo ruim' e 'duro'. Segundo especialista, o belo segue, ainda em 2019, um padrão que não inclui a etnia negra por Clarissa Pains no O Globo Uma das melhores jogadoras de futebol da França, Wendie Renard, de 28 anos, foi alvo de uma série de ataques racistas durante a após a partida que levou à saída da seleção brasileira da Copa do Mundo de 2019. A "gigante" de 1,87m de altura é artilheira entre as francesas neste Mundial e é internacionalmente reconhecida pela qualidade de seu jogo aéreo. Seis vezes campeã da Champions League feminina, ela é a terceira jogadora de futebol mais bem paga do mundo — à frente, por exemplo, de Marta, que é a quinta no ranking. Mas o que muitos brasileiros decidiram destacar ao ver Renard jogar foi... o seu cabelo. A francesa foi chamada de ...

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    Serena Williams ensina importante tradição africana à filha

    Seguida por mais de 11 milhões de pessoas nas redes sociais, a famosa tenista partilhou, este fim de semana, mais uma fotografia com a filha de um ano, que vai muito além de um simples momento de cumplicidade. Do Delas  © Instagram @serenawilliams A imagem mostra Serena Williams a entrançar o cabelo da pequena Alexis Olympia Ohanian Jr., que sorri para a fotografia. Uma tradição que a afro-americana faz questão de passar para a próxima geração da sua família e que tem um poderoso significado. “A arte de fazer tranças começou em África com o povo Himba da Namíbia e tem sido repetida por muitos durante séculos (…). Devido ao tempo que estes penteados demoravam a ser feitos, as pessoas aproveitavam para socializar”, escreveu a atleta na sua publicação do Instagram. “Esta tradição começou com os mais velhos a pentear os cabelos aos mais novos e ...

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    ‘No Brasil de hoje, a trança é um símbolo de resistência’

    Trancista Gabriela Azevedo perdeu a conta de quantas vezes perguntaram se ela lava o cabelo: 'Preconceito só acaba com informação' Por Marcia Disitzer, Do O Globo  Grabriela Azevedo: trança twist Foto: Reprodução Gabriela Azevedo, de 32 anos, é trancista desde os 16 anos. Natural de Brasília, ela se jogou cedo na vida. Aos 18, já trabalhava num salão afro no Distrito Federal; aos 20, abriu o seu próprio espaço e se casou. Um ano depois, foi mãe do primeiro filho, Luther. Depois vieram Malcom e Mateus. Morando e trabalhando no Rio desde 2012, está grávida novamente, mas ainda não sabe o sexo do bebê. — Se for menina, vai se chamar Marielle —  diz. Foi por causa de uma depressão pós-parto, que teve depois do nascimento de Mateus, que Gabriela  decidiu compartilhar seu conhecimento criando o projeto TrançAção, braço social do Centro Técnico Trança Terapia, também ...

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    Felipe é negro e tem cabelos crespos. Pais dizem que a diretora da Escola Profª Augusta Maria Costa Melo impediu a matrícula por ele ser afrodescendente. — Foto: Reprodução/TV Mirante

    Diretora impede criança com cabelo afro de ser matriculado em escola do Maranhão

    Caso aconteceu em São José de Ribamar. Pais levaram o caso à polícia por racismo. Por Rafael Cardoso e Laís Rocha, G1 Pais de uma criança de oito anos denunciaram a Escola Profª Augusta Maria Costa Melo, em São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís, por impedir a matrícula do filho por racismo. A diretora teria dito que só matricularia se ele cortasse o cabelo. "Olhando para ele , ela disse que não pode, passou a mão no cabelo dele e disse 'mãe, tem que cortar. A escola tem um padrão, corte social. Para que você matricule o filho ele tem que cortar o cabelo para que a matrícula seja efetivada'. Eu disse pra ela que sinto muito, mas o cabelo do meu filho eu não corto. Ela disse 'mãe, é você quem sabe. Você matricula o filho de cabelo cortado ou você não matricula o Felipe ...

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    ‘Direito ao cabelo’: NY vai banir discriminação de penteados, texturas e estilos dos fios

    Novas diretrizes vetam constrangimentos no trabalho, na escola e nos espaços públicos; principal objetivo é remediar tratamento desigual da população negra por Stacey Stowe, do New York Times no O Globo Mulher caminha pelas ruas de Manhattan Foto- ANDRE D. WAGNER 19-01-2018 : NYT Novas diretrizes a serem divulgadas nesta semana pela Comissão de Direitos Humanos de Nova York estabelecem que impor críticas e constrangimentos a pessoas com base em seus cabelos ou seu — no trabalho, na escola ou em espaços públicos — passará a ser considerado discriminação racial. A mudança na lei se aplica a qualquer pessoa em Nova York, mas é direcionada para remediar o tratamento desigual de negros na cidade. As diretrizes mencionaram especificamente o direito dos nova-iorquinos de manterem seu "cabelo natural, em estilos de dreadlocks, trancinhas, torções, Bantu knots, raspado, afro" e/ou o direito de deixar os fios "em estado ...

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    Meu cabelo não é duro, meu cabelo não é crespo

    Estou atrasada pelo menos 2-3 anos para escrever esta reflexão. Naquele momento, nas prateleiras das lojas de estética e farmácias ainda não encontrava produtos com o termo “cabelo crespo”. Havia alguns poucos indicados como “afro”. Lembro da minha sensação quando ouvi a primeira vez a frase: “o cabelo do negro não é duro, é crespo”. Pensei: “Hein ?! Como assim?”, mas deixei pra lá aquela que pra mim era só uma pontual má expressão. Um tempo depois, creio que em 2016, o termo me cruzou de novo, agora em uma embalagem de produto. A sensação foi a mesma, soou mal, passou arranhando, arranhou como a aspereza de uma superfície…crrrrrrrrespa. Por Ana Carolina Oliveira dos Santos para o Portal Geledés  Fui procurar nos dicionários, não achei referência da palavra relacionando-a a cabelos, busquei também online e nada. Compreensível, afinal quem ia perder tempo definindo o cabelo de negros em uma sociedade ...

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    FOTO: SEBASTIAN LIBUDA

    Empoderamento étnico-racial feminino através da apropriação do cabelo crespo

    Empowerment racialfemale through the appropriation of the curly hair. Introdução Respeitem meus cabelos, brancos! por Ludimila Jardim para o Portal Geledés FOTO: SEBASTIAN LIBUDA Casos de funcionárias que são obrigadas a alisarem o cabelo para manter uma “boa aparência” são muito recorrentes em nosso país. O pré-requisito da “boa aparência” cobrado pelo mercado de trabalho segue um padrão eurocêntrico que é interiorizado na nossa sociedade. Onde prioritariamente pessoas brancas, ou de pele negra mais clara e cabelo liso exclusivamente se elegem em vagas desse tipo, excluindo assim, uma grande parcela de pessoas negras deste mercado. No ano de 2011, em São Paulo a estagiaria de um colégio, Elisa da Silva Cesário acusou os seus superiores de perseguição e racismo. Ela teria sido forçada a alisar o cabelo para “preservar a aparência”. À época, a estagiaria afirmou ter sido chamada para uma conversa em particular com a ...

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    Série fotográfica registra a beleza dos penteados da cultura nigeriana

    A fotografia documental geralmente apresenta poucas cores e a criatividade está sempre no olhar do fotógrafo e não no obejto fotografado. Entretanto, Medina Dugger busca repensar esses conceitos com seu trabalho em uma série que mostra toda a riqueza dos penteados típicos da cultura nigeriana. Antes de lançar um olhar sobre o trabalho de Medina, no entanto, é importante entender a sua importância. Segundo a fotógrafa conta em seu site, métodos africanos de trançado de cabelos existem há milhares de anos e a cultura nigeriana é rica nesse sentido. Os penteados são aprendidos ainda na infância e podem ser apenas decorativos ou mesmo transmitir significados mais simbólicos, como idade, status e tradições familiares. Durante o período de colonização britânica, ocorrido entre o final do século 19 e início do século 20, estes penteados foram sendo substituídos por outras tradições… Segundo o Follow The Colours, perucas e técnicas de alisamento se tornaram populares na ...

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    Kami Marques Jacoub, a cabeleireira que não se encaixa em nenhum padrão

    Para ela, cortar cabelo é um ato político e uma forma de oferecer reconhecimento. “Quero mostrar pras pessoas que elas podem gostar dos seus cabelos do jeito que eles são." Por Tatiana Sabadini Do Huffpost Brasil TATIANA REIS/ESPECIAL PARA O HUFFPOST BRASIL Kami Marques Jacoub é a 201ª entrevistada do "Todo Dia Delas", um projeto editorial do HuffPost Brasil. Amor próprio escrito no peito, cabelos cacheados coloridos de roxo e sorriso largo no rosto, Kami Marques Jacoub, 28 anos, é puro acolhimento e energia de quem luta pela sistema, especialmente contra padrões de beleza que as mulheres carregam. Especialista em cachos, ela corta cabelos seja ao ar livre na sombra de ipês na Universidade de Brasília (UnB), seja na sala da casa dela no Guará, no Distrito Federal, na casa dos clientes ou em algum evento da capital. Quem a procura está em busca de alguém fora da ...

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