terça-feira, janeiro 19, 2021

Tag: Chile

(Foto: Cristiano Gomes/CB/D.A Press)

Mais de 40% das mulheres afirmam ter sofrido violência no Chile, segundo pesquisa

Mais de 40% das mulheres chilenas afirmam ter sido vítimas de algum tipo de violência, principalmente de natureza psicológica, embora as denúncias formais tenham caído no país, revelou uma pesquisa semestral encomendada pelo governo e divulgada nesta terça-feira (8). A quarta edição da pesquisa Violência contra a Mulher no Âmbito Familiar e Outros Espaços, realizada entre dezembro de 2019 e março de 2020 com 6.775 mulheres entre 15 e 65 anos, indicou que 41,4% das entrevistadas afirmaram ter sofrido algum tipo de violência, um aumento em relação aos 38,2% registrados na avaliação anterior, de 2017. “Hoje duas em cada cinco mulheres reconhecem ter sido vítimas de violência na vida (...) Isso se relaciona ao fato de que as mulheres de hoje também entendem os tipos de violência que existem e, por entendê-la, também estão dispostas a reconhecer, a dizer e tomar medidas a respeito", disse Katherine Martorell, subsecretária de Prevenção ...

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Imigrante com máscara caminhando no Centro de Santiago - (Foto: Natalia Espina)

Pandemia produz aumento dos casos de racismo contra imigrantes negros no Chile

Além da crise na saúde e dos efeitos econômicos gerados pela pandemia do novo coronavírus, também existem as consequências sociais que são claramente vistas nos noticiários, mas não necessariamente como um problema. Uma dessas consequências é o aumento da discriminação aos imigrantes. Embora o problema seja mais comum em países onde esse tema é mais politicamente explorado, como nos Estados Unidos, ele também está presente na América do Sul, e um dos exemplos é o Chile, que assim como os norte-americanos, também é governado por um mega empresário neoliberal: Sebastián Piñera. Com a chegada da pandemia ao Chile, a vida dos imigrantes nesse país andino, que já era muito difícil, passou a ser ainda pior, já que muitas comunidades começaram a ser estigmatizadas,  especialmente as de haitianos, colombianos e venezuelanos, que contam com muitas pessoas negras, as que mais costumam ser prejulgadas como potenciais contagiados. Em um episódio ocorrido na última semana, ...

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Bandeira do Chile é vista em frente a barricada montada em Santiago durante protesto na segunda-feira (28) — Foto: Matias Delacroix/AP Photo

Ministro do Chile admite possível violação de direitos humanos na repressão aos protestos

Missão da ONU vai avaliar denúncias de abusos cometidos durante as manifestações. Autoridades confirmam 20 mortos desde o início da onda de protestos no Chile. No G1 Bandeira do Chile é vista em frente a barricada montada em Santiago durante protesto na segunda-feira (28) — Foto: Matias Delacroix/AP Photo O ministro da Justiça chileno, Hernán Larraín, admitiu nesta terça-feira (29) possíveis violações de direitos humanos por parte de forças de segurança que atuaram nos protestos no Chile. Ao menos 20 pessoas morreram desde o início da onda de manifestações no país. Larraín participou de reunião com integrantes do Instituto Nacional de Direitos Humanos (INDH), que acusam policiais de cometerem abusos durante os protestos. "Produziram-se situações que aparentemente parecem ser violações de direitos humanos", reconheceu o ministro. "Não queremos que o Chile tenha nenhum atentado ao necessário respeito aos direitos das pessoas. Entendemos a urgência de manter ...

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Menina de 14 anos pede autorização para morrer

Chilena de 14 anos com doença grave faz apelo a Michelle Bachelet para deixá-la morrer. Valentina Maureira tem 35 kg e um desejo: que a presidente do Chile autorize a aplicação de injeção letal. Eutanásia ou suicídio assistido são proibidos no país Do Pragmatismo Politico Valentina Maureira tem 14 anos, cerca de 35 kg e um desejo: que a deixem morrer. A adolescente sofre de fibrose cística, uma doença hereditária e degenerativa que afeta seus pulmões, fígado e pâncreas. Ela pediu à presidente do Chile, Michelle Bachelet, que autorize a aplicação de uma injeção letal. “Peço com urgência para falar com a presidente, porque estou cansada de viver com esta doença e ela pode autorizar a injeção para que eu durma para sempre”, disse ela Valentina em vídeo publicado em seu perfil no Facebook na noite de domingo. A mensagem recebeu milhares de curtidas. O irmão de Valentina morreu por ...

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Racismo leva árbitro a suspender partida

Rentería, atacante do San Marcos, comemorou gol, e os torcedores do Iquique começaram a xingá-lo   No Planeta Esporte    Sede da Copa América de 2015, o Chile registrou neste domingo (23) mais um caso de racismo no continente, quando ofensas contra o venezuelano Emilio Rentería levaram o árbitro a suspender o duelo entre San Marcos de Arica e Iquique. Rentería, atacante do San Marcos, acabava de comemorar um gol marcado aos dois minutos do segundo tempo, quando os torcedores do Iquique começaram a gritar insultos racistas. Visivelmente afetado, o atleta começou a chorar no meio do gramado, enquanto companheiros de equipes e jogadores do time adversário tentavam confortá-lo. Apesar disso, a partida continuou até os 26 minutos, quando a torcida rival voltou a ofender o atleta, o que motivou a decisão do juiz Julio Bascuñán de suspender o jogo. O venezuelano já havia sido vítima de racismo há duas ...

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Pela primeira vez no Chile, militar desafia homofobia e se declara publicamente gay

Mauricio Ruiz procurou ajuda do Movilh (Movimento de Integração e Libertação Homossexual) antes de assumir homossexualidade em frente às câmeras Victor Farinelli Visivelmente nervoso, Mauricio Ruiz caminhou entre uma multidão de jornalistas concentrados em uma pequena sala para romper um tabu no Chile. Com apenas 24 anos, ele assumiu em frente às câmeras sua homossexualidade – feito inédito no país. Ruiz tomou a decisão em abril, enquanto trabalhava ao lado dos companheiros na ajuda aos afetados pelo incêndio que abalou Valparaíso. Antes de procurar seus superiores, foi até a sede do Movilh (Movimento de Integração e Libertação Homossexual), onde recebeu apoio. “Precisava de ajuda, porque meu namorado não quis me apoiar, pois tinha medo das consequências. Mas acabou saindo tudo bem, e eu vou poder continuar na instituição”, contou.Segundo os dirigentes do Movilh, a Marinha chilena não colocou nenhuma barreira para a permanência de Ruiz em suas fileiras. Apenas pediu que ...

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Foto: Flávio Florido

Vaia ao Hino do Chile: a torcida brasileira que nos envergonha para o mundo, por Leonardo Sakamoto

Foto: Flávio Florido Blog do Sakamoto O que leva uma pessoa a vaiar o hino de outro país enquanto ele é executado em um jogo de Copa do Mundo? Entendo que, em bando, os seres humanos não raro ficam mais idiotas. Isso é facilmente comprovável, por exemplo, por algumas torcidas organizadas que compensam suas frustrações cotidianas e reafirmam identidades de forma tosca através da violência. Contudo, não são as torcidas organizadas que preenchem as arquibancadas dos estádios de futebol nestes jogos da seleção (aliás, se fossem, ao menos empurrariam o time o tempo inteiro ao invés de ficarem em silêncio, com cara de susto e medo, diante de momentos tensos), mas grupos com maior poder aquisitivo, dado o preço de boa parte dos ingressos. Renda pode até estar diretamente relacionada à obtenção de escolaridade de melhor qualidade. Mas escolaridade definitivamente não está relacionada com educação. Ou respeito. Ou bom ...

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Sonia Salgado

Sonia Salgado

Presidente da Fundação Oro Negro-chileno "Oro Negro" (Black Gold) é a primeira Fundação afrodescendentes no Chile. Seu centro operacional está localizada na cidade de Arica, basicamente porque esta cidade tem a maior concentração de descendente africano no país. "Oro Negro" realiza cursos culturais e oficinas (música, dança, artes, esportes, etc ..) e conta com uma equipe de profissionais responsáveis ​​que trabalham para resolver os problemas sociais de afrodescendentes do Chile. Sonia Salgado, presidente da fundação, diz que os objetivos Oro Negros incluem o reconhecimento político e social dos afro-chilenos, e o resgate e promoção das suas raízes culturais, bem como ajudá-los a participar em diversas áreas da sociedade. Segundo Sonia, os afrodescendentes do Chile aprenderam a enfrentar a discriminação racial com sabedoria.

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