terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: classe média

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    O mundo fechado da classe média tradicional

    Classe média tradicional: reflexões e autocrítica de um indivíduo que pertence a esta classe social a partir de um fato do cotidiano Alexandre Tambelli, no Pragmatismo Politico  Nos anos 90 um fato cotidiano me marcou. Fui com jovens de classe média tradicional (minha classe social) jogar bola em um clube de campo. Para chegar ao clube precisamos passar por bairro periférico, onde a característica é a ocupação de morros com moradias simplórias visíveis do plano da estrada. De repente olhando para o lado esquerdo da estrada um desses jovens avista um galpão simplório no alto do morro com a seguinte placa escrita: – Aluga-se para casamentos e festas. No mesmo momento da leitura da placa deram-se duas situações com o jovem: – começou a gargalhar com escárnio. E de imediato saiu este comentário (+ ou – assim): – Que escroto! Festa de casamento nesse lugar. (começou a gargalhada coletiva). Imaginemos ...

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    Estudantes de classe média vão à escola pública por economia e para sair da “bolha” social

    Busca por ambiente mais diverso faz famílias de classe média desistirem da rede privada Em SP, o número de alunos que migrou para a rede pública aumentou em 25% em 5 anos Por HELOÍSA MENDONÇA e TALITA BEDINELLI, do El Pais Pedro Nakagawa, de 15 anos, sempre estudou em escolas particulares, mas mudou para um colégio público neste ano. Foto: FERNANDO CAVALCANTI "É preciso diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, até que num dado momento a tua fala seja a tua prática". Foi a frase do educador Paulo Freire que guiou a escolha da artista plástica Anne Rammi, de 37 anos, em meados do ano passado. Ativista, militante pela educação e defensora da democracia e da igualdade, como se define, ela se pegou vivendo uma incoerência: seus filhos viviam na "bolha da escola particular", onde não conviviam com qualquer diversidade, num ambiente completamente desigual ao da maioria das crianças brasileiras. "Como ...

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    Moradia: Governo acena à classe média e deixa os mais pobres ao relento

    Ninguém em sã consciência é contra ampliar crédito habitacional para a classe média poder adquirir sua casa própria. O problema é quando isso é feito em detrimento à execução de programas de habitação para os mais pobres, que são os que mais sofrem com a falta de moradias decentes. Por Leonardo Sakamoto Do Blog do Sakamoto Quando o Conselho Monetário Nacional decide aumentar, temporariamente até o final do ano, o teto do imóvel financiado com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para R$ 1,5 milhão e quando o Palácio do Planalto divulga que o financiamento do ''Minha Casa, Minha Vida'' passa a beneficiar quem ganha até R$ 9 mil mensais, não é apenas a construção civil que eles querem reativar, mas também conquistar a simpatia da classe média que anda enjoada com a quantidade de denúncias de corrupção de membros do governo federal. Hoje, o teto é entre ...

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    ‘Arte é uma alternativa a um mundo repleto de violência’, diz diretor de teatro alemão Thomas Ostermeier

    À frente do Teatro Schaubühne, encenador dá palestra no Rio nesta segunda RIO - Palco de nomes como Brecht, Frank Castorf e outros ícones teatrais, a Alemanha assistiu, duas décadas atrás, à chegada de um novo gigante, Thomas Ostermeier. Com seus mais de 1,90m, aos 28 anos ele começou a transformar o espaço Baracke, em Berlim, em um bunker de resistência e experimentação estética. Pouco tempo depois, em 1999, tornou-se o diretor artístico do importante Schaubühne, dando continuidade acima de qualquer expectativa ao trabalho do encenador Peter Stein, que consagrou aquele teatro nos anos 1970. Conhecido pela capacidade de transformar clássicos em radicais encenações contemporâneas, ele vê o teatro como um campo de observação e crítica social, e diz que busca se contrapor ao temor e ao terror que pesam o ar da capital alemã e os corpos de seus atores. Por Luiz Felipe Reis, para O GLOBO É no Schaubühne ...

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    O que aconteceu com a nova classe média: o adeus à carteira de trabalho

    O emprego como contramestre de solda num grande estaleiro deu lugar ao de auxiliar de lavanderia, sem carteira assinada. A renda familiar de mais de R$ 4 mil desabou para pouco mais de um salário mínimo (R$ 880). As consultas e os tratamentos médicos — antes feitos pelo plano de saúde — agora são precariamente supridos pelo SUS. Essas são algumas das perdas que Deyvid Silva, de 35 anos, sofreu desde que ficou desempregado, em novembro de 2015. Mas ele não está sozinho. Há 3,6 milhões de brasileiros que viram o sonho da ascensão econômica se transformar no pesadelo da queda na qualidade de vida conquistada com suor nos últimos anos. São essas histórias que o EXTRA começa a contar hoje, numa série de seis capítulos. Por Rafaella Barros, do Extra  Do período de ascensão de Deyvid à classe C, restou a casa própria, quitada com a rescisão Foto: Fábio Guimarães ...

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    Bresser: o Brasil perdeu a ideia de Nação

    Fundador do PSDB e ex-ministro de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, o economista Luiz Carlos Bresser-Pereira mostra que o ódio da classe média às medidas para diminuir as desigualdades, somadas a erros do governo, levaram ao impeachment. Ele critica a atual política econômica, que nada faz para conter os juros e desvalorizar o câmbio, mas prevê uma ruptura entre Temer e o PSDB Por  Mauricio Puls Do Brasil247 Coautor de um recém-lançado livro em que sistematiza a teoria do novo desenvolvimentismo, o ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira sustenta que a crise atual decorre de uma política econômica equivocada, baseada na conjugação de altas taxas de juros com o câmbio valorizado. Isso beneficia os investidores estrangeiros, os financistas e a classe média, mas deprime a taxa de lucro e os investimentos, e condena o Brasil ao baixo crescimento. Para superar a estagnação, Bresser propõe a adoção de medidas para ...

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    Classe média antipetista irá pagar em breve o preço de apoiar Temer

    O colunista Jânio de Freitas, em artigo publicado na Folha, escreveu “que o afastamento da presidente se faz em um estado de hipocrisia como jamais houve por aqui. (…) Uma hipocrisia política de dimensões gigantescas, que mantém o Brasil em regressão descomunal, com perdas só recompostas, se o forem, em muito tempo –as econômicas, porque as humanas, jamais.” Por Roberto Kuppe Do Mais Ro Os holofotes do jogo jogado do impeachment – desde o momento no qual um bandido, no comando da Câmara, com a conivência do Supremo, instalou o processo – estão todos voltados para o Congresso e, neste momento, no Senado, como se lá fosse o único palco dessa encenação ridícula. Mas, é preciso reconhecer que, não obstante o fato de termos um Parlamento majoritariamente ocupado por ratazanas, a falta de lideranças com credibilidade, respeito e reconhecimento nos campos político, econômico, social, religioso, artístico e intelectual impossibilitou uma saída ...

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    Onde andam os indignados de junho de 2013?

    Há três anos, de repente, não mais que de repente, milhares de brasileiros foram às ruas protestar contra tudo e todos: a corrupção, a má qualidade dos serviços públicos e o descontentamento com a classe política. “Vocês não nos representam”, diziam os cartazes. No dia 20 de junho de 2013 as manifestações assumiram seu caráter mais violento e político, com tentativa de invasão do Congresso e de incêndio contra o Itamaraty. O Brasil nunca mais foi o mesmo, mas hoje, com a presidente reeleita em 2014 afastada, o governo interino alvejado por denúncias de corrupção que derrubam ministros em série e alcançam o presidente interino, sem falar no derretimento moral do Congresso, com as políticas públicas, inclusive as de mobilidade urbana, sendo desmanchadas, por onde andam aqueles indignados? Do Brasil247 O estopim, dias antes, fora o aumento de R$ 0,20 no preço do transporte coletivo em São Paulo,  mas as ...

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    O desastre da classe média, dos “Maria vai com as outras” e de seus ídolos

    Queridíssima amiga Sara Regina Farias, Santa Maria, RS Por Dom Orvandil Do Brasil247 A emoção de nosso reencontro após mais de 34 anos se reveste dos significados das lembranças da luta contra a ditadura e da organização do povo, que se enraizaram em tua consciência e dos gestos de solidariedade entre nós, estes transformados em gratidão pela preservação da vida. Contaste-me do quanto tu e tua irmã são engajadas na mesma resistência de todas as pessoas de bem, que não aceitam o golpe dos assaltantes que tomaram o poder para destruir nossos direitos e vender o Brasil. Não esqueceste de listar nas reminiscências da nossa história o enorme compromisso sempre reafirmado na participação de teu pai Nelci, o primeiro presidente da União de Associação de Moradores de Santa Maria, fundada por nós na resistência ao terror da ditadura militar nem deixaste de mencionar o envolvimento de tua mãe Albertina. Que alegria ...

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    O Fascismo do Século XXI e o papel da Classe Média

    Há sinais claros de que uma parcela influente da sociedade brasileira está se aproximando cada vez mais dos valores totalitários específicos do fascismo. Do Opera mundi Quem algum dia teve estômago para assistir ao maravilhoso e grotesco “Salo, 120 dias de Sodoma”, de Pasolini, encontrou lá a definição mais aguda sobre o fascismo e suas peculiaridades ante outras formas de totalitarismo. No filme, Pasolini escancara ao público uma personagem absurdamente banal e monstruosa de Mussolini, que se enclausura com sua alta cúpula de governo em uma mansão de campo, levando com ele dezenas de jovens, homens e mulheres, com as quais praticaria os mais abomináveis atos possíveis e imagináveis pela mente humana. O que é que Salo tem que ajudaria a compreender a sociedade brasileira nos dias de hoje? Muito. Há sinais claros de que uma parcela influente da sociedade brasileira está se aproximando cada vez mais dos valores totalitários ...

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    Para Jessé de Souza, classe média é sadomasoquista ao apoiar elites

    “A classe média é sadomasoquista”, afirma o sociólogo Jessé Souza por José Carlos Fernandes, no GGN Os últimos seis meses foram de tormentas para o sociólogo potiguar Jessé Souza, 55 anos. Sua obra – até então festejada nos redutos acadêmicos – tem saído das estantes direto para as mãos daqueles que procuram uma explicação para o caos econômico e político em que se meteu o país. O que diz nem sempre agrada. Algumas polêmicas rendem réplicas e tréplicas nas páginas dos jornais, acrescidas de golpes baixos nas redes sociais e menções nas apaixonadas rinhas políticas da era Lava Jato. “Até agora, só me xingaram. Estou à espera de um debate de verdade”, provoca o autor de A tolice da inteligência brasileira, A ralé brasileira e de Os batalhadores brasileiros. Entre suas teses que mexem com o juízo dos detratores está a de que o maior problema do Brasil não é ...

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    Marcelo Carnaval/Ag. O Globo

    “A herança dos últimos 15 anos foi a ascensão dos excluídos”

    Presidente do Ipea critica os vícios do pensamento brasileiro por Miguel Martins, do Carta Capital  Atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o sociólogo Jessé de Souza é conhecido pelo pensamento agudo e a argumentação desassombrada. Seu novo livro, A Tolice da Inteligência Brasileira, confirma essas características. Ao analisar o desenvolvimento do pensamento no e sobre o País, Souza não poupa ninguém, nem mesmo Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda. Segundo ele, o pensamento culturalista brasileiro tornou-se um instrumento das elites para influenciar a classe média na demonização das instituições e da classe política, o que esconderia a verdadeira intenção da parcela mais rica do País: apropriar-se novamente do Estado brasileiro. Na entrevista a seguir, Souza também critica o conceito de nova classe média criado por seu antecessor no Ipea, Marcelo Neri. Os setores médios tradicionais, argumenta, possuem privilégios não materiais inacessíveis aos novos trabalhadores. Essa classe ...

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    Ódio aos mais pobres alimenta a direita no Brasil

    “Lula da Silva ainda é eleitoralmente muito forte. A memória do seu governo nas classes populares parece que continua presente (mas não sabemos por quanto tempo)”. Assim o professor e pesquisador Adriano Codato, que coordena o Observatório de Elites Politicas Sociais do Brasil, avalia a conjuntura política do país, em um momento grave da presidência de Dilma Rousseff. Por Marilza de Melo Foucher Do Correio do Brasil Adriano Codato é professor de Ciência Política na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pesquisador do CNPq. Atualmente está aqui, na capital francesa, como pesquisador-associado no Centre européen de sociologie et de science politique de la Sorbonne (CESSP-Paris) e coordena oObservatório de elites políticas e sociais do Brasil. Daria para você explicar o que representa hoje a direita no Brasil? Qual é o seu perfil? A direita no Brasil está em franca expansão. Essa expansão se dá em três esferas relacionadas entre si e, principalmente, que ...

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    E então Cunha falou o que a classe média queria ouvir. Por Mauro Donato

    "Muitos programas sociais vão ter que acabar, não tem outro jeito”. Por Mauro Donato, do DCM Finalmente Eduardo Cunha disse o que as classes média e alta tanto queriam ouvir. Pelo meu palpite, depois de um pronunciamento desses, se Cunha se candidatasse à presidência da república hoje seria barbada. “É preciso ter arrecadação de impostos para sustentar tudo isso. A sociedade vai ter que decidir se quer manter esses programas. Para isso, é preciso aumentar impostos, o que vai ser difícil de passar no Congresso. Será necessário, então, fazer uma opção”. É batata, quando se fala em impostos a classe média tem urticária. Ela, que se vê como independente do estado, afinal já paga tudo em regime de iniciativa privada (escola, plano de saúde, transporte – que é em forma de financiamento do carro – plano de previdência privada) engole facilmente esse discurso. Não quer nem 0,01% a mais de encargos, ...

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    Classe média é ingrata e não será leal a outros governos, diz Boaventura Souza Santos

    Fabio Braga/Folhapress  O sociólogo português Boaventura Souza Santos em 2013, durante entrevista A nova classe média, que foi integrada pelo consumo, é ingrata a quem lhe dá condições para ascender. Tende a se identificar com os que estão acima dela e não com os que estão abaixo. Também não será leal a outros governos. Para isso, terá que ser intimidada. no Folha de São Paulo O alerta é do sociólogo e economista português Boaventura Sousa Santos, 74. Segundo ele, se houver um ciclo político pós-PT, "ele será dominado pela inculcação do medo que leve à resignação das classes médias e populares". Na análise do professor da Universidade de Coimbra, há também "o interesse do 'big brother' em que desapareçam de cena governos nacionalistas que retiram ao mercado internacional recursos, como o Pré-Sal e a Petrobrás. Está em curso na região um novo intervencionismo 'soft'". Nesta entrevista à Folha, concedida por e-mail, ele ...

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    Neo fascismo ronda a classe média

    Como os fascistas chegam ao poder Por André Araújo no O Cafezinho  Renzo de Felice, professor de História da Universidade de Roma, falecido em 1997, é por unanimidade considerado o maior historiador do Fascismo italiano. Sua monumental biografia de Benito Mussolini, em 4 volumes e 6.000 páginas se alinha com mais 8 livros, do qual o mais importante é La Interpretazione del Fascismo. Para De Felice , o Fascismo é uma IDEOLOGIA REVOLUCIONÁRIA E MODERNIZADORA DA CLASSE MÉDIA COM ORIGEM NO ILUMINISMO. De Felice era comunista histórico, rompeu com o PCI e entrou para o Partido Socialista. Minha interpretação (não é a de De Felice) é alinhavada em certos princípios. Ao contrário do que muitos pensam, o Fascismo não chega ao poder pela força das armas. O roteiro do Fascismo: 1-Um pequeno núcleo DETERMINADO imbuído da ideia salvacionista e messiânica produz ações impactantes e surpreendentes para mostrar força perante a ...

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    Como Bali se tornou um reduto de traficantes brasileiros

    Nevando em Bali, livro que expõe em detalhes o submundo das drogas na mais famosa ilha do arquipélago que forma a Indonésia, chama a atenção não apenas pela descrição da mistura de crime e hedonismo no paraíso turístico que recebe mais de 2 milhões de visitantes por ano. Do DCM Muitos dos traficantes entrevistados pela escritora e jornalista australiana Kathryn Bonella para o livro eram brasileiros. Entre eles, Marco Archer, que no último sábado se tornou o primeiro brasileiro executado no exterior. Para Bonella, no entanto, o mais significativo foi o fato de Archer ter sido também o primeiro ocidental a receber a pena de morte na Indonésia. Para a australiana, a morte estourou o que ela chama de “bolha da fantasia” para os brasileiros envolvidos com o tráfico no país. “A morte de Marco foi decididamente o que se pode chamar do fim de uma fase. Sempre se soube ...

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    Uma breve reflexão sobre as pessoas que “desistiram do Brasil” e estão indo para Miami

    A designer Malu Guerra e seu marido, o consultor José Arnaldo Navarro, desistiram do Brasil. Por: Paulo Nogueira Do: DCM Vão morar em Miami, decepcionados com a derrota de Aécio. Tenho um certo problema com textos como o de Mônica, que não quantificam as coisas e apontam tendências com base em nada. Um recurso clássico de jornalistas sem estatísticas é este: “Cresce o número de”. Se entendi bem a coluna, “cresce o número” de pessoas de classe média alta que estão indo embora do Brasil, rumo ao “paraíso” americano. Como a crise econômica nos Estados Unidos se arrasta desde 2008, sem dar mostras de que vá arrefecer, tenho dúvidas sobre as oportunidades que brasileiros desiludidos encontrarão lá. Miami, por exemplo. Num levantamento recente feiro pelo site 24/7 Wall St, Miami apareceu como a quarta cidade americana mais malgovernada. A taxa de desemprego, de 10,3%, é uma das maiores dos Estados ...

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    Banco Africano para o Desenvolvimento Um em cada três africanos ascendeu à classe média

    Um em cada três africanos ascendeu à classe média em África durante a última década e o crescimento económico dos países tem tendência a aumentar, indica um estudo hoje divulgado do Banco Africano para o Desenvolvimento. Pelo menos 370 milhões de pessoas, 34 por cento de toda a população do continente africano, atingiram a classe média, indica o relatório do Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD) divulgado hoje em Joanesburgo, África do Sul. De acordo com o mesmo documento, a classe média emergente está a ajudar ao crescimento e desenvolvimento das economias dos países de África. Em 2060, este grupo social pode vir a representar 42 por cento da população, segundo o estudo que começou a ser elaborado há 20 anos. "Existe uma classe média estável e está em crescimento", disse Mthuile Ncube, economista chefe e investigador do BAD e professor na Universidade de Oxford. "Esta é uma grande plataforma ...

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    Classe C se consolida no setor de microfranquia no Brasil

    Por: Alana Gandra O empreendedorismo por meio de microfranquias é uma realidade que vem se consolidando ano a ano no Brasil, disse à Agência Brasil o presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF Rio), Beto Filho. O grande consumidor brasileiro pertence atualmente à classe C, que responde por cerca de 57% da população consumidora e é também compradora de franquias, acrescentou. Ele explicou que o comportamento hoje da classe C não está só no consumo, mas também no empreendedorismo, porque, com o apoio dos bancos oficiais e das agências de fomento dos estados, além dos bancos privados, há sustentação financeira  para a categoria também virar empreendedora, empresária. Os investimentos nas franquias vão de R$ 5 mil a R$ 8 milhões. São 2,7 mil marcas franqueadoras em vários segmentos de negócios, que incluem, entre outras, as áreas de serviços, alimentação, higiene, limpeza. A  microfranquia responde por 5,11% ...

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