terça-feira, janeiro 26, 2021

Tag: cotas raciais

Geração Negra e medo Branco na Universidade

A Universidade está ao alcance de todos? De acordo com a cartilha da meritocracia, sim. Essa resposta afirmativa parte de duas ideias que não encontram base na experiência concreta. Primeira, de que a Universidade comporta todos que tem pretensão de ingressar nela. A verdade é que não há vagas para todos os jovens que estão na faixa etária mais requisitada pelo ensino superior (isso ainda sem considerar aqueles cuja idade está fora do que se convencionou a chamar de “juventude”). Segunda, uma vez que o funil desse déficit de vagas se coloca, que todo esse universo de candidatos os quais concorrem a uma vaga nesse espaço o fazem em igualdade de condições. A primeira ideia é desmanchada sem maiores dificuldades. A segunda, por outro lado, continua sendo reproduzida pelo senso comum a todo tempo, para defender o crivo racista e elitista desses processos seletivos. Por  Marcell Machado / Ilustração: Moska Santana, no Alma ...

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Movimento negro denuncia fraude nas cotas raciais

De acordo com a nota, estudantes brancos se autodeclararam negros para obter vantagens no vestibular da UFES Por Pedro Borges Do Alma Preta O Coletivo Negrada, grupo de estudantes negros da Universidade Federal do Espírito Santo, UFES, apresentou denúncia ao Ministério Público Federal e ao Ministério Público do Espírito Santo com relação a estudantes que teriam fraudado o sistema de cotas para o vestibular de 2016. Mirtes Santos, militante do movimento negro, estudante de posgraduação da UFES e integrante do Negrada explica a acusação. “Tendo em vista os casos recorrentes de racismo na UFES, o Negrada criou um Centro de Apoio para Denúncias de Racismo, que funciona no NPJ – Núcleo de Práticas Jurídicas, e que desde o ano passado vem recebendo denúncias de fraudes nas cotas raciais, porém, nesse ano com a divulgação do resultado final do vestibular 2016, chegaram muitas denúncias, principalmente entre os cursos mais concorridos e resolvemos ...

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Procuradorias impedem que aluno branco ingresse em universidade pelo sistema de cotas

A Advocacia-Geral da União (AGU) demonstrou a validade de ato da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que cancelou a matrícula de um estudante branco que havia se autodeclarado pardo para ingressar na instituição de ensino pelo sistema de cotas raciais. Do Jornal Dia a Dia  Aprovado no processo seletivo da universidade por meio do programa de cotas, o aluno acionou a Justiça para obrigar a UFSM a matriculá-lo no curso de Sistema de Informação após uma comissão de acompanhamento das ações afirmativas da instituição identificar que ele não possuía os requisitos físicos que declarou ter. Formado por professores e representantes de entidades de defesa dos direitos de afrodescendentes que participaram da implantação das cotas na universidade, o colegiado recomendou que o estudante fosse impedido de ingressar na UFSM. A Advocacia-Geral alertou que, sem a análise da comissão, “qualquer pessoa, ainda que não afrodescendente, poderia preencher a auto declaração” de ...

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Quem são os novos cotistas “negros” da UFES?

O COLETIVO NEGRADA – Organização de Estudantes Negros da UFES, vem por meio desta NOTA informar que ofereceu DENUNCIAS DE FRAUDES NAS COTAS RACIAIS DO VESTIBULAR DA UFES 2016, ao MPF e MPES. Enviado por Mayara Santiago via Guest Post para o Portal Geledés  Recebemos após a divulgação do resultado final do vestibular da UFES inúmeras reclamações de que as vagas dos cursos de graduação do Vestibular 2016 da UFES estão sendo ocupadas por candidatos não beneficiários legais das Cotas Raciais, vagas estas determinadas para candidatos PPI – Pretos, Pardos ou Indígenas. As denúncias são de que há candidatos brancos que fraudaram a autodeclaração etnicorracial afim de obter vantagens ao usufruir ilegalmente da subjetividade do termo “pardo” do PPI para concorrer as vagas das Cotas Raciais para Negros e Indígenas nos cursos mais privilegiados como Medicina, Enfermagem, Odontologia, Arquitetura, Direito, Psicologia, Engenharias, entre outros cursos. Segundo os dados do IBGE são ...

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Reitor da Unicamp rebate, com dados, argumentos conservadores sobre queda de qualidade do ensino

Objetivo da Unicamp é a excelência e a inclusão social, diz reitor da universidade

Instituição terá neste ano mais de 50% dos alunos oriundos de escolas públicas Por Eduardo Miranda, do Jornal do Brasil  A comunidade acadêmica comemorou nesta sexta-feira (12) um resultado de grande impacto social, alcançado pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), uma das universidades de maior prestígio no Brasil. Mais de 50% dos alunos aprovados no último vestibular da instituição e que iniciarão seus estudos neste ano cursaram o Ensino Médio em escolas públicas. Em entrevista ao Jornal do Brasil, o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, explica que a instituição implantou em 2004 o Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (PAAIS), que é diferente das cotas já existentes em universidades públicas, e que a expectativa do Conselho Universitário da Unicamp era alcançar a meta de superar os 50% apenas em 2017. "Em 2004, a Unicamp discutiu algumas metodologias de inclusão social nos cursos de graduação que não adotassem a ...

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Vestibular da Unicamp tem 51,9% dos aprovados de escola pública e 21,5% negros

A lista dos aprovados na primeira chamada do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) tem 51,9% de alunos que cursaram o ensino médio em escolas públicas. Desses, 43% são pretos, pardos ou indígenas, o que representa 21,5% do total de selecionados. Do Jornal do Brasil  O índice de alunos vindos de escola pública é o maior dahistória da instituição, que nunca havia superado o índice de 34% de egressos do sistema público de ensino. “São resultados muito expressivos e que vão contribuir para que muita gente tenha uma ascensão social significativa no país, uma vez que nós temos alunos do Brasil inteiro”, disse o reitor da Unicamp, José Jorge Tadeu. Os resultados obtidos no vestibular de 2016 representam, de acordo com Tadeu, uma antecipação das metas de inclusão estabelecidas pelo conselho universitário. O objetivo da universidade era que, até 2017, 50% dos ingressantes viessem de escolas públicas, sendo que ...

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Falsidade Ideológica: Médico se declara negro e passa em 1º lugar em concurso público

Profissional trabalha há seis meses no Centro de Medula Óssea do Instituto Nacional do Câncer (Inca). O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro vai investigar o caso no Último Segundo Cardiologista formado pela Universidade Federal Fluminense, com cursos de especialização em Harvard e na Fundação Getúlio Vargas (FGV), Bruno Feijó Ouriques será investigado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro. O Cremerj irá apurar se houve irregularidade na aprovação do médico em primeiro lugar por meio de cota para negros no concurso público para intensivista do Centro de Medula Óssea do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio. Ele trabalha no Inca desde agosto de 2015. O Diário Oficial mostra a classificação na cota reservada para negros. Seu tom de pele é claro. Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Estado (Cremerj) analisa a possibilidade da irregularidade. “O Conselho entende que deve haver uma maior ...

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Número de professores negros em universidades públicas gera debate

Campanha institucional da UFJF questiona a quantidade de docentes ao longo do retrospecto escolar das pessoas  por Márcia Maria Cruz no Diário de Natal Uma campanha institucional da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que questiona a quantidade de professores negros no ensino superior, ganhou adesão nas redes sociais em todo o Brasil. Idealizados pelo Departamento de Ações Afirmativas, banners com a pergunta “quantos professores negros você tem?” e a hashtag #nãoécoincidência, foram colocados em todos o câmpus da cidade na Zona da Mata. Na internet, muitos usuários responderam a pergunta, apresentando o retrospecto da vida escolar. A campanha foi criada em novembro passado, mês da consciência negra. Os professores negros da instituição, com as respectivas informações do departamento em que atuam, foram fotografados para os cartazes. Algumas das peças publicitárias viralizaram depois que reproduzidas nas redes sociais. Um dos postes foi feito pelo estudante da Universidade Federal de Minas Gerais ...

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23/01/2016. Credito: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press. Brasil. Belo Horizonte - MG. Livia Teodoro, estudante, foi aprovada em Historia, na UFMG, por meio das cotas raciais.

Nota de alunos que ingressam na UFMG pela cota já supera a dos não cotistas

Cotistas que garantiram uma vaga na UFMG neste ano obtiveram notas superiores às de não cotistas que fizeram o vestibular em 2013. Exceção foi apenas um curso Por  Márcia Maria Cruz, no Correio Braziliense  Co­tis­tas que che­gam à Uni­ver­si­da­de Fe­de­ral de Mi­nas Ge­rais (UFMG) ob­ti­ve­ram no­tas su­pe­rio­res às dos não co­tis­tas in­gres­san­tes em 2013, úl­ti­mo ano em que o ves­ti­bu­lar foi a por­ta de en­tra­da pa­ra uma das maio­res ins­ti­tui­ções pú­bli­cas do Bra­sil, se­gun­do le­van­ta­men­to das no­tas de cor­tes dos úl­ti­mos qua­tro anos a que o Es­ta­do de Mi­nas te­ve aces­so, em pra­ti­ca­men­te to­dos os cur­sos. A úni­ca ex­ce­ção foi en­ge­nha­ria de pro­du­ção, ain­da as­sim, com di­fe­ren­ça de me­nos de um pon­to. Em um dos cur­sos mais con­cor­ri­dos da Fe­de­ral, os co­tis­tas ti­ve­ram que al­can­çar a no­ta mí­ni­ma de 750,02 pon­tos pa­ra ga­ran­tir uma va­ga em me­di­ci­na, pon­tua­ção su­pe­rior à que a am­pla con­cor­rên­cia con­quis­tou em 2013, de 685,3 pon­tos ...

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Alunos negros, professores negros

Por Janaína Penalva Professora de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília/UnB, membro da Coordenação do Centro de Estudos em Desigualdade e Discriminação/UnB. Ex- Diretora -Executiva do Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ e do Centro de Estudos Judiciários do CJF Por Evandro Piza Duarte Professor de Direito Processual Penal e Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília, membro da Coordenação do Centro de Estudos em Desigualdade e Discriminação/UnB Por Gianmarco Loures Ferreira Mestrando em Direito, Estado e Constituição pela UnB. Pesquisador do Centro de Estudos em Desigualdade e Discriminação/UnB Por Marcos Vinicius Lustosa Queiroz Mestrando em Direito, Estado e Constituição pela UnB. Pesquisador do Centro de Estudos em Desigualdade e Discriminação/UnB via Guest Post para o Portal Geledés Em vigor desde 9 de junho de 2014, a Lei Federal nº 12.990, que reserva aos negros 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos do Poder Executivo Federal, tem tido um desempenho muito aquém do esperado. Dados ...

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Cotas são uma conquista do povo brasileiro

É preciso que fique claro, que as cotas atuais são antes de mais nada uma conquista das mães e pais negros e indígenas da maioria de todos que estão ainda discutindo seu valor. Por Marcos Romão Do Mama Press Luta iniciada no anos 70, é sequência da lei dos 2/3 de Getúlio Vargas, que garantiu a 2/3 dos brasileiros ocuparem empregos, pois até então a maioria negra só fazia biscates, pois empregos só eram dados a migrantes europeus. Nesta época, década de 30, a maioria dos negros que tinham um emprego com salário mensal, eram as mulheres negras que trabalhavam como empregadas domésticas. Os homens negros se arrastavam de biscate em biscate. Essas mulheres negras empregadas domésticas, foram quem sustentaram a Frente Negra, partido negro, com cerca de 200 mil filiados, extinto pela ditadura de Vargas. Uma das grandes ações da Frente Negra, foi alfabetizar as mulheres negras que a sustentavam, ...

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“CARTA- MANIFESTO: Não Aceitaremos Brancos em Nossas Vagas!

Como é sabido, todos os concursos públicos de âmbito Federal precisam se submeter a lei 12.990/2014 que estabelece reserva de vagas para negros em seus certames. No dia 17 de dezembro de 2014 foi publicada a portaria nº 456 que autorizou a realização de concurso público para o provimento de 556 cargos do quadro de pessoal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), no qual pelo menos 111 vagas eram destinadas para candidatos negros, conforme prever a lei de ações afirmativas já mencionada. do Geledés Instituto da Mulher Negra No entanto, no dia 18 de Dezembro de 2015 o MPF encaminhou uma recomendação ao MPOG denunciando no mínimo 17 falsários ocupando indevidamente as vagas que por lei são destinadas ao grupo negro, como é possível verificar no nº 132/2014 – MPF/PRDF/1OFCID. Em outras palavras, no mínimo 17 brancos fraudaram sua auto-declaração ...

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“Professora gritou que eu seria empregada doméstica para limpar o chão das filhas dela” diz aluna cotista da UFMG

(foto: Reprodução/ Facebook) Lorena Cristina de Oliveira Barbosa, de 20 anos, que estudou a vida inteira em escolas públicas na periferia da região Norte de BH, passou em 15º lugar no curso de Letras com nota 920 na redação do Enem no EM Postado no Facebook, o comentário preconceituoso foi feito por candidata que tentou uma vaga na universidade, mas não conseguiu. Discussão ganhou as redes sociais. Quando a estudante B.T. usou uma mensagem pública no Facebook para mostrar indignação com o sistema de cotas – diante da não aprovação para uma vaga no curso de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) –, talvez não esperasse a resposta convicta de uma outra candidata – essa, aprovada justamente por meio da reserva de vagas. "Sou uma preta lacradora, inteligente e cotista que entrou em Letras no seu lugar", respondeu Lorena Cristina de Oliveira Barbosa, de 20 anos. A explosão ...

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Juiz diz que lei de cotas para negros em concursos públicos é inconstitucional

A aplicação da lei de cotas raciais em concursos públicos (Lei 12.990), que reserva 20% das vagas a candidatos que se autodefinem pretos ou pardos, foi declarada inconstitucional pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da Paraíba, no julgamento de um caso de nomeação postergada pelo Banco do Brasil. De acordo com a sentença do juiz Adriano Mesquita Dantas, a legislação viola três artigos da Constituição Federal (3º, IV; 5º, caput; e 37, caput e II), além de contrariar os princípios da razoabilidade e proporcionalidade. Segundo o advogado da causa, essa é a primeira vez que um juiz declara a inconstitucionalidade da legislação, em vigor desde 2014. Por Lorena Pacheco, do Correio Braziliense  De acordo com a sentença, proferida nesta segunda-feira (18/1), a cota no serviço público envolve valores e aspectos que não foram debatidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), quando tratou da constitucionalidade da reserva de vagas nas universidades públicas. Segundo ...

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Cotas raciais são um avanço, e não um retrocesso

O assunto das cotas volta a ser polêmica na sociedade brasileira após jornalista da Rede Globo do DF, Alexandre Garcia, afirmar que os cotistas que entraram na Universidade de Brasília (UnB) não possuem méritos e estão lá por "pistolão". As frágeis argumentações não convencem porque os dados mostram que os cotistas vêm tendo desempenho melhor do que os não cotistas em diversas universidades do país, contrariando a narrativa apresentada pelo jornalista. no Jornal do Brasil por Walmyr Junior * Não podemos esquecer que o debate da meritocracia medíocre e hipócrita é uma camuflagem da discriminação racial em argumentos legalistas, revelando diversos preceitos étnico-raciais e sociais. saiba sobre o caso: Racismo na Globo revolta alunos e professoras Com a legalidade das políticas de ações afirmativas, reconhecemos que a dívida histórica do estado brasileiro com o povo negro precisa ser paga. O racismo, ainda presente no país, coloca em xeque a autonomia e empoderamento do povo ...

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Racismo na Globo revolta alunos e professoras

Um comentário do jornalista Alexandre Garcia, ex-porta-voz da ditadura militar, na Globo do Distrito Federal, provoca imensa revolta em alunos e professores de escolas públicas, bem como na comunidade acadêmica; Garcia afirmou que os cotistas que entram na Universidade de Brasília (UnB) não possuem méritos e estão lá por "pistolão", muito embora estudos comprovem que os cotistas vêm tendo desempenho melhor do que os não cotistas; "Quem ascendeu na carreira com favores e migalhas dos plutocratas só pode enxergar nos outros os vícios que carrega", diz o estudante João Marcelo; a professora Flávia Helen, que atua na rede pública do Distrito Federal, avisa: "É só o começo. Nós vamos invadir sua praia e você será atendido por médicas e advogados negros" no Brasil 247 Um comentário do jornalista Alexandre Garcia, ex-porta-voz da ditadura militar, num noticiário local da Globo em Brasília provoca imensa revolta entre alunos e professores da rede pública, ...

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Como cotista eu repilo as afirmações de Alexandre Garcia

Quando o Alexandre Garcia abre a boca, quem fala por ele é o Figueiredo. Contra as cotas, o jornalista da TV Globo disse que passar assim é “humilhação”. Por Mailson Ramos via Guest Post para o Portal Geledés Alexandre Garcia vive no passado da ditadura de onde converge a base de todos os seus comentários, na TV Globo. E só mesmo quem foi assessor de comunicação de um ditador pode reagir contra a política de cotas. Não que as cotas não possam ser questionadas, mas há, no comentário deste jornalista um peremptório cunho elitista e conservador. O que significa mérito? É vergonhoso entrar numa universidade através das cotas? Um estudante aprovado em regime de cotas não será um bom profissional ou não saberáconcorrer no mercado? Não estará preparado por não ter mérito? E onde está o mérito do não acesso à universidade? Que critérios o Alexandre Garcia utilizou para tecer a análise de que as políticas de cotas são uma “humilhação”? ...

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Professora se revolta com comentário do global Alexandre Garcia e vídeo explode nas redes sociais

Um comentário do jornalista Alexandre Garcia, em um noticiário da Globo em Brasília provocou uma revolta entre alunos e professores da rede pública e também na comunidade acadêmica Do Diário do Brasil O jornalista afirmou que os alunos cotistas da Universidade de Brasília entrariam pelas costas na universidade pública, sem ter mérito para estudar nas instituições federais de ensino superior. De acordo com Garcia, eles estariam lá por “pistolão”. “Temos que pensar na qualidade do ensino. Aqui no Brasil ele é todo assim por pistolão, empurrãozinho, ajuda. A tradução disso é cota. Aí põe lá um monte de gente… só 67%, você viu aí, passaram por mérito. Estão aprendendo como é a vida, a concorrência, sem nenhuma humilhação de receber empurrãozinho. O mérito é a base”, disse o jornalista. A interpretação de Alexandre Garcia gerou indignação e revolta na professora da rede pública Flávia Helen, que fez um vídeo que está bombando nas redes sociais. Confira, ...

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UnB realiza concurso para professor com cota para negros

Pela primeira vez, a Universidade de Brasília abre concurso para professor com vaga específica para candidatos negros. A seleção para docente de Direito Público e Privado para a Cidadania, da Faculdade de Direito (FD), cumpre lei do governo federal e destina uma das três oportunidades para o sistema de cotas raciais. O cargo para professor adjunto, com regime de dedicação exclusiva, exige doutorado e a remuneração total prevista no edital é de R$ 8.639,50. As inscrições podem ser feitas pela internet, até o dia 19 de fevereiro. A seleção conta com provas discursiva, oral, didática e de títulos. “A novidade resulta de uma adaptação à lei”, explica a decana de Gestão de Pessoas, Maria Ângela Feitosa. “O que fizemos foi atualizar as condições gerais do edital”. “Fico satisfeito. É a evolução das coisas. As cotas podem promover a integração”, diz o diretor da FD, George Galindo. A Universidade foi a ...

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Vagas para negros em concurso para juiz do TJ do Rio tem 448 inscritos

Serão três vagas, como determinou órgão especial em agosto de 2014. A primeira prova ocorre no dia 21 de fevereiro e vai durar cinco horas. no G1 Estarão concorrendo às três vagas reservadas para candidatos negros do próximo concurso para juiz do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) 448 pessoas. O sistema de cota no concurso foi aprovado em agosto do ano passado pelos desembargadores do órgão especial. A relação dos selecionados para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros foi publicada na edição desta terça-feira (12), do Diário da Justiça Eletrônico. Os candidatos inscritos que não constem na relação para vagas da cota tiveram a solicitação para concorrer à vaga negada. Caso queiram recorrer, os candidatos podem entrar com recurso na próxima quinta-feira (14) ou sexta-feira (15). O Diário da Justiça Eletrônico traz ainda a lista dos candidatos inscritos como pessoas com deficiência. De novo, aqueles que ...

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