quinta-feira, junho 4, 2020

    Tag: economia

    As medidas que os conservadores querem para o Brasil fracassaram na Europa: um artigo do Nobel de Economia Stiglitz

    As medidas que os conservadores querem para o Brasil fracassaram na Europa: um artigo do Nobel de Economia Stiglitz

    “Se os fatos não se encaixam na teoria, mude a teoria”, diz o velho ditado. Mas muito comumente é mais fácil manter a teoria e mudar os fatos. É o que a chanceler alemã Angela Merkel e outros líderes europeus pró-austeridade parecem pensar. Mesmo com os fatos a um palmo do nariz, eles continuam negando a realidade. A austeridade falhou. Mas seus defensores estão prontos a declarar vitória com base na evidência mais fraca de todas. A economia não está mais em colapso; logo, as medidas de austeridade só podem estar funcionando! Mas se essa for a referência, poderíamos dizer que pular de um penhasco é a melhor forma de descer uma montanha. Toda crise chega a um fim. O sucesso não deve ser medido pelo fato de a recuperação em algum momento acontecer — mas pelo tempo que se demora para chegar a ela e por quão extensos são ...

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    Economistas lançam manifesto pelo desenvolvimento e inclusão social

    Texto critica difusão da ideia de que austeridade fiscal e monetária seria única solução No Jornal do Brasil Nomes como Maria da Conceição Tavares, Luiz Gonzaga Belluzzo, João Sicsú e Marcio Pochmann assinam manifesto, publicado na plataforma Avaaz, contra o pensamento único que estaria sendo veiculado pela imprensa tradicional, de que a austeridade fiscal e monetária seria a única solução para o país. Eles dissertam sobre os perigos de um reforço da austeridade, e a necessidade de manter as taxas de juros reais em níveis baixos e de apresentar um regime fiscal comprometido com a retomada do crescimento. Iniciativas contracionistas, apontam, se necessárias, poderiam ser adotadas quando a economia voltar a crescer. Intitulado "Economistas pelo desenvolvimento e pela inclusão social", o documento contava com 458 assinaturas por volta das 20h desta quinta-feira (6). "Sem o contraponto propiciado pela campanha e pelo horário eleitoral gratuito, os meios de comunicação propagaram quase exclusivamente a opinião que a austeridade fiscal ...

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    Pedras no caminho

    A desigualdade ainda alarmante e a estagnação da produtividade obstruem a evolução no Brasil rumo a um modelo mais justo e avançado de sociedade   por Thomaz Wood Jr / Foto: Lucas Augusto Perufo - Flickr Em 1931, pouco mais de uma década após o fim da Primeira Guerra Mundial e sob o impacto da Grande Depressão, o economista britânico John Maynard Keynes publicou o ensaioEconomic Possibilities for Our Grandchildren. Diante do momento econômico adverso, o autor demonstrava corajoso otimismo sobre o futuro: imaginava que em cem anos o padrão de vida aumentaria dramaticamente e as pessoas não trabalhariam mais do que 15 horas por semana, podendo dedicar o restante do tempo às atividades mais nobres da existência. No mesmo ano, o cineasta francês René Clair lançou À Nous la Liberté, um manifesto contra a opressão do trabalho industrial, cuja história se passa em uma fábrica de gramofones. A película tem final feliz. A ...

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    Moradores de favelas do Rio movimentam R$ 12,3 bilhões por ano

    Moradores da Favela do Metrô-Mangueira, localizada a menos de um quilômetro do MaracanãTânia Rêgo/Agência Brasil Pesquisa inédita do Instituto Data Favela revela que os 2 milhões de pessoas que moram em comunidades no Rio de Janeiro movimentam R$ 12,3 bilhões por ano - equivalente a 19% da renda de todos os moradores de favelas do país. O Brasil soma 12 milhões morando em favelas, que movimentam anualmente R$ 64,5 bilhões. O presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, fundador do Data Favela, destacou em entrevista à Agência Brasil, que se as favelas da capital fluminense formassem uma cidade, esta seria a sétima maior do país, mais populosa que municípios como Manaus, Porto Alegre, Curitiba e Recife. O Rio de Janeiro concentra 17% dos moradores de favelas do Brasil, indica a pesquisa. “A gente sabe que o Rio de Janeiro é o único estado da Região Sudeste em que mais de 10% ...

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    Seminário reúne mulheres para discutir economia e política no Rio de Janeiro

    Quando o sol nasce, a mulher negra desce morro abaixo puxando a carrocinha. Com o corpo curvado, percorre ruas e avenidas do asfalto e retorna quando já não há sol. De volta ao encontro dos/as demais catadores/as de materiais recicláveis, faz uma primeira seleção do que poderá ser reaproveitado e virar fonte de renda e do que não serve a esse propósito. Ao retornar pra casa, a família, a roupa, a louça, ainda exigem atenção. O corpo estafado tem mais uma jornada a vencer. Por Iara Moura Maria de Nazaré, moradora de Volta Redonda, catadora de resíduos sólidos, não compreendia de maneira tão clara como as dimensões do capitalismo e do machismo se relacionavam com o cansaço que diariamente lhe oprime corpo e alma. Sentada na mesma roda que Graciete Santos, militante feminista da Casa da Mulher do Nordeste, fez que sim com a cabeça ao ouvir a fala provocadora ...

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    Quem está pior, a economia ou o jornalismo?

    Quem acompanha a situação da economia pelos jornais vê um país. Quem acompanha a opinião pública vê outro. Um dos lados pode estar errado por Fábio Jammal Makhul  Não é improvável um espectador do telejornal noturno ter o sono perturbado com vozes soturnas de apresentadores e analistas. Pelo que se vê e se ouve, não se sabe o que aquele apresentador sério quer dizer com “boa noite”. Afinal, a economia do Brasil pode estar à beira da bancarrota. Tampouco se perdoa o “bom dia” do apresentador da manhã, pois os jornais do dia também trarão o apocalipse. Não é para menos. A preocupação com a economia move o dia a dia das pessoas, inclusive as que dormem mais cedo que os jornais noturnos. Ninguém passa um único e escasso dia sem fazer contas. Foi entendendo a importância dessa ciência, nem sempre exata, que o estrategista James Carville, do Partido Democrata, eternizou ...

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    Data Popular avalia que empreendedorismo é próximo motor da economia

    Presidente de instituto de pesquisa acredita que micro e pequenos negócios promoverão crescimento econômico nas favelas Presidente do instituto Data Popular, pioneiro em pesquisas junto aos consumidores das classes C, D e E, Renato Meirelles aponta a abertura de micro e pequenos negócios como o fator que levará ao próximo salto em crescimento econômico nas favelas brasileiras. “É o empreendedorismo que vai levar a favela adiante. O crédito dentro das comunidades é fundamental para a estratégia de crescimento sustentável dentro das favelas. (…) Detalhe interessante é que, além disso, não querem sair da Favela, seja para ter seu negócio, seja para morar. É como se o ecossistema econômico da Favela fizesse com que a renda de todos crescesse”, afirma Renato, que é coautor do livro “Um País Chamado Favela”. A obra, com lançamento previsto para o próximo mês, apresentará resultados de pesquisa realizada em 2013 que revela, entre outros temas, o perfil empreendedor presente nas comunidades. Um dos motores para o desenvolvimento do empreendedorismo nas comunidades pode ser o acesso ao crédito com programas de estímulo ao microcrédito. Com isso, mais de 10 milhões de operações ...

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    Tá ruim, mas tá bom

    Autor: Mauricio Pestana Dias atrás, convidado por Manoel Henriques Garcia, presidente do conselho regional de economia para a reunião daquele órgão, não tutibiei em aceitar. O encontro teria como palestrante Gustavo Loyola, ex- presidente do Banco Central do FHC, economista mais dos mais prestigiado. O almoço concorridíssimo com economistas para todo lado aconteceu no terraço Itália, Loyola bem humorado traçou um panorama um tanto sombrio da economia brasileira com alta de inflação, queda significativa de avaliação do governo, mercado de trabalho refratário, taxa do dólar pressionada, enfim, um início indigesto para o almoço. Na mesma fala reconheceu pontos positivos, ressaltando que apesar do rebaixamento do rating, nossa economia passa por um quadro de acomodação do nervosismo excessivo dos investidores neste ano, que os fluxos cambiais têm melhorado refletindo no estancamento da desvalorização do real e que o quadro geral da economia segue moderadamente positivo. Com um economês bastante compreensivo para ...

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    Os Negros, a Cidadania, a Economia e a Escravidão. Para não esquecer

    por Davis Sena Filho Tem um pensamento que eu gosto muito. Mais do que gostar, eu acredito neste pensamento, porque, para mim, ele significa a verdade. "Raça não existe; o que existe é a espécie humana". Quando o homem, ou melhor, a humanidade se organizou em sociedades. Quando ela passou a dominar a agricultura e, conseqüentemente, construir cidades para alojar milhares ou milhões de pessoas, a luta pelo controle político e pela hegemonia econômica recrudesceu. Desta luta deriva todo tipo de preconceito, inclusive o pior deles: o racismo. O preconceito do racismo é a forma mais infame e cruel de intolerância moral que o ser humano pôde expressar, porque se trata da negação da vida, da negação de Deus. O racista nega a vida e reafirma a indiferença, a desigualdade social e a violência. A pobreza material de grande parte dos povos da África negra e do povo brasileiro é ...

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    Parada Gay movimenta economia paulistana

    Parada Gay movimenta economia paulistana

    No ano passado, evento injetou R$ 3,2 milhões na economia – ao longo do ano, segmento gerou R$ 60 milhões para a economia de São Paulo (SP) Marcada para o domingo (4), a 18ª edição da Parada LGTB de São Paulo deverá reunir milhares de pessoas na avenida Paulista. Conhecido como um dos maiores eventos da capital paulista, a Parada Gay, como é conhecida, vem crescendo em média 20% ao ano. No ano passado, o evento movimento R$ 3,2 milhões na cidade – durante todo o ano, o segmento gay injetou R$ 60 milhões na economia, segundo a estimativa da SPTuris. O Observatório de Turismo de São Paulo aponta que há 80 estabelecimentos voltados para o público LGTB, entre bares, restaurantes e casa noturna. Às vésperas do evento, o número de pessoas nestes estabelecimentos chega a dobrar, chegando a 95 mil pessoas. Segundo a SPTuris, quase 40% do público participante ...

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