sexta-feira, outubro 30, 2020

    Tag: educação infantil

    Vinícius (Reprodução/Instagram)

    Por que o Covid-19 nos obriga a repensar nossa concepção de educação?

    Secretarias, conselhos, universidades, gestores, professores, educadores e especialistas em educação estão se debruçando para encontrarem alternativas pedagógicas com finalidade de dirimir os impactos do isolamento social na aprendizagem, na saúde mental e na alimentação. Todas as alternativas, documentos, propostas e ações são relevantes, necessárias e urgentes, diante do contexto que exige postura ativa e respostas ágeis. No entanto, propostas paliativas não equacionam os problemas estruturais que atravessam as vidas dos estudantes. Por isso, o coronavírus e sua imposição de isolamento social nos obriga ampliar nossa concepção de educação. Não é apenas um problema de conectividade e acesso aos recursos tecnológicos. O contexto apenas descortinou e intensificou o nosso abismo educacional. Como vivem as crianças longe dos olhos docentes? Fome, violência física e simbólica, abusos e outras tragédias reais, estão nos últimos 60 dias, como feridas ainda expostas, e não pode mais ser escamoteadas em planos de aulas, merendas sem valor ...

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    imagem Adobe Fotos

    Infâncias, Intersecção e Educação Infantil: Quem tem direito ao afeto?

    por Flávio Santiago para o Portal Geledés imagem Adobe Fotos O debate acerca das intersecções tem suscitado importantes debates no campo do feminismo e das relações raciais, dentro dessa debate trago um pouco do contexto da educação infantil, para pensar essas relações: As crianças pequenininhas estavam chegando à creche. Eu estava perto da estante de brinquedos enquanto as observava entrar na sala e começar a se organizar nos grupos de brincadeiras. Carolina se aproxima de mim com uma boneca negra nos braços e me entrega. Sem hesitar, pergunto para ela: – É a nenê? Vamos fazer ela dormir? Ela olha pra minha cara e diz: – Não é nenê, ela é preta, se vira sozinha! Um pouco atônico com as palavras que a menina negra pequenininha havia me falado, peguei uma boneca branca com formatos semelhantes àquela que Carolina havia me oferecido e ...

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    imagem: @TERRICKSNOAH - Napp

    Paridade Racial na educação infantil

    Este Texto ensaístico formalapresenta os resultados de pesquisa realizada em um Núcleo de Educação Infantil Municipal da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis/SC, intitulada: Branquitude na Educação Infantil: um estudo sobre a educação das relações étnico-raciais em uma unidade educativa do município de Florianópolis. por Cintia Cardoso enviado para o  Portal Geledés imagem: @TERRICKSNOAH - Napp Trata-se de uma investigação etnográfica, envolvendo crianças brancas de 4 a 5 anos e professoras brancas. O objetivo da pesquisa foi compreender a branquitude, como prática de poder e configuração de uma identidade branca, se expressava nas experiências educativo-pedagógicas da educação infantil.A Paridade Racial na Educação Infantil é fruto daquilo que a empiria me apresentou, já que o campo me apontava por diversos momentos essa questão, olhar a paridade racial entre professoras brancas e crianças brancas e negras de maneira relacional como uma das expressões da branquitude. Como pesquisadora, percebi as ...

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    Leon Willner e Jorge Pereira Filho

    A primeira infância como responsabilidade de toda a sociedade

    Lançamento de livro coloca no centro do debate a importância da creche como um direito das crianças e das mulheres e um espaço coletivo de construção de pedagogias emancipatórias. Por Christiane Gomes no Fundação Rosa de Luxemburgo Leon Willner e Jorge Pereira Filho A crise que atinge a democracia e os direitos humanos em diversos cantos do mundo tem, obviamente, características próprias em cada território. No Brasil, discursos e ações liberais e de direita se afirmam ao mesmo tempo em que resistências se concretizam e se fazem presentes. Nesta disputa de narrativas, os feminismos populares se mostram como força motriz. As mulheres estão na linha de frente de grande parte das lutas sociais no Brasil e em outros países. Mas falar em mulher é também falar de maternidade (ou o direito a negá-la), de crianças e de seu acolhimento. E quando se fala em crianças, é importante ...

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    Reflexões de uma antropóloga e mãe: ‘O que aprendi com índios sobre educação infantil’

    "Eu e o Martim fomos para a beira do rio, de onde havia saído uma canoa com crianças bem pequenas - quatro, cinco, seis anos - lá para o fundo. (Mas) começou uma ventania muito grande, o rio começou a ondular. De repente, vimos a canoa virar no meio do rio. Não tinha um adulto, ninguém. Subi correndo para avisar os adultos. Quando voltei, já tinha saído uma outra canoa, com outra turma (de crianças), resgatado as outras. Elas nadaram, viraram a canoa e voltaram para a beira. Estava tudo bem. Você vê que domínio sobre esse ambiente? É demais. Foi na aldeia Deia Tuba-Tuba, do povo Yudjá. São conhecidos como exímios navegadores." Martim passou 20 dias em aldeia indígena quando tinha 3 anos | Foto: Camila Gauditano/Povo Yudjá Por Mônica Vasconcelos Do BBC A antropóloga brasileira Camila Gauditano de Cerqueira, de 37 anos, teve seu primeiro ...

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    Chimamanda: “Pai é verbo tanto quanto mãe” – dicas práticas para uma formação igualitária

    Escritora nigeriana lança livro 'Para educar crianças feministas' com dicas práticas para uma formação igualitária “Se o seu marido dorme com outra mulher e você o perdoa, será que a mesma coisa aconteceria se você dormisse com outro homem?”. Com esse questionamento, a escritora Chimamanda Ngozi Adichie (Nigéria, 1977) inicia seu mais recente livro. “Se a resposta for “sim”, então a sua decisão de perdoá-lo pode ser uma escolha feminista, já que não tem relação com o gênero”, concluiu a autora. no El País O novo livro da escritora feminista não é, no entanto, sobre relacionamentos. Ao menos não sobre relacionamentos entre casais. Para educar crianças feministas, um manifesto(Companhia das Letras, 14,90 reais) é praticamente um manual com questionamentos e respostas sobre a educação infantil atrelada ao feminismo. Feito de 15 lições, o manifesto pode ser lido em uma sentada só. Alguns questionamentos são mais complexos, como esse que abre ...

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    Getty Images/iStockphoto

    Pesquisa destaca boas práticas de articulação entre escolas e a rede de proteção à infância

    No ano em que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) comemora 25 anos e, ao mesmo tempo, o país enfrenta graves situações de violação de direitos, a Associação Cidade Escola Aprendiz, OSCIP que atua na promoção da Educação Integral e no desenvolvimento de Cidades Educadoras, lança o material “Escolas em Rede: Experiências de articulação e fortalecimento do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente”, com o apoio da CCR, da Demarest Advogados e do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD). Do Portal Aprendiz  Getty Images/iStockphoto Formado por uma publicação online e impressa* e um filme, o material apresenta práticas de 15 Escolas Municipais de São Paulo, que tiveram êxito na articulação com o Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA). O objetivo é que as estratégias para a plena garantia dos direitos da infância e da juventude sejam estabelecidas a partir de ...

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    Mães acusam creche de BH de racismo contra crianças

    Menino de dois anos chorou e pediu a mãe que cortasse seu cabelo crespo Por Miguel Arcanjo Prado Do R7 Uma denúncia de racismo contra uma criança de dois anos e de outras crianças na faixa de quatro anos mobilizou dezenas de alunos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e representantes do Grupo de Ações Afirmativas da Faculdade de Educação da universidade, do Coletivo dos Estudantes Negro (CEN) e do Centro Acadêmico do Curso de Ciências Sociais. Na última sexta (20), eles protestaram na porta da UMEI (Unidade Municipal de Educação Infantil) Alaíde Lisboa, no campus Pampulha, em Belo Horizonte, onde teria acontecido o fato que causou revolta. O motivo do protesto foi o mais recente caso de racismo acontecido na creche pública administrada pela Prefeitura de Belo Horizonte, onde estudantes da comunidade universitária deixam seus filhos. Segundo relato da estudante de ciências sociais Ana Gabriela Terena, seu filho, de ...

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    Professoras usam contos de fadas e cartazes para ensinar direitos sociais

    Conheça o trabalho de professoras em SP, RJ e RS sobre direitos humanos. Machismo, abuso infantil e racismo foram temas abordados nos projetos. Gabriela Gonçalves e Ana Carolina Moreno Do G1 Magna Torres, professora de educação infantil, criou projeto para desconstruir mitos sociais na sala de aula (Foto: Arquivo pessoal/Magna Domingues Torres) Em várias partes do Brasil, professoras de educação infantil e ensino fundamental têm usado a criatividade para abordar com os seus alunos questões como direitos das mulheres, racismo e exploração infantil. Para tratar dos temas, crianças de entre 5 e 14 anos foram estimuladas a, por exemplo, se expressar durante rodas de conversa e comparar histórias de contos de fadas com a vida real. Levando para a sala de aula livros e filmes, as professoras conseguiram ouvir a opinião das crianças sobre diversos temas. Os alunos questionaram o porquê de só os príncipes salvarem as ...

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    Escola infantil envolve comunidade para debater racismo e gênero na educação

    Quando pequenas, é comum as crianças se divertirem imaginando o que serão quando “grandes”. Brincam de médicas enquanto examinam uma boneca. Com as mãos no volante imaginário, pensam ser motoristas pelas cidades. Segurando um lápis e com uma parede à frente, as crianças podem se transformar em professoras diante dos alunos-ursos de pelúcia. Por Juliana Sada, do Centro de Referências em Educação Integral  Imagem retirada do site: educacaointegral.org.br Os sonhos são dos mais diversos e podem vir do mundo da imaginação ou das vivências de seu cotidiano – às vezes revelando a crueldade da realidade. Enquanto duas crianças brincavam em uma escola de educação infantil na zona sul de São Paulo, no bairro Jardim Maria Luiza, uma professora acompanhava de perto e escutava o que diziam. Surpresa, a educadora ouviu uma garota de três anos dizer: “quando crescer, eu quero ser branca”. A surpresa da professora logo se tornou questionamento e ...

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    Crédito: Getty Images/iStockphoto

    Por que investir na primeira infância pode mudar o Brasil

    Estudos mostram como o investimento nos primeiros cinco anos de vida das crianças pode garantir incremento de até 60% à renda da população e reduzir problemas de baixa escolaridade, violência e mortalidade infantil Por: Bianca Bibiano  no, Veja Crédito: Getty Images/iStockphoto Por volta dos dois anos de idade, o cérebro do ser humano atinge o pico de sua atividade. Nessa fase, é possível estabelecer até 700 novas conexões neuronais por segundo — praticamente o dobro de sinapses executadas aos dez anos de idade, de acordo com estudos feitos pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. É nessa fase que se formam as bases de aprendizado que serão utilizadas ao longo de toda a vida. Entretanto, mais de 200 milhões de crianças ao redor do mundo nessa faixa etária não conseguem atingir seu pleno potencial cognitivo por estarem expostas a fatores como subnutrição, pobreza, violência e aprendizagem inadequada. No Brasil, a ...

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    Tamires: a menina que queria ser negra

    Por: Luana TolentinoPara quem acredita em destino, o meu se mostrou cedo demais. Aos dez anos alfabetizei a pequena Bárbara, que na época tinha cinco. É bem verdade que tentei fugir, trapacear o que a vida havia reservado para mim. Até prestar o vestibular, jamais admiti que me tornaria professora. Por outro lado, nunca consegui pensar em qualquer outra profissão. O resultado não poderia ter sido outro: há cinco anos dou aulas de História para turmas do ensino fundamental e médio.Acho que tenho mais habilidade com os maiores. Lidar com os conflitos típicos de alunos e alunas na faixa etária entre 11 e 13 anos, demanda muita energia. Em 2012, depois de ministrar aulas somente para estudantes do ensino médio, assumi algumas turmas da 6ª série, já no último bimestre. Durante esse período, levei para sala de aula um projeto sobre Gênero e Raça, fruto do meu desejo “pela criação de um mundo de conhecimentos recíprocos”, além ...

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    A menina linda

    por Cidinha da Silva* Era daquelas meninas bonitas até no berçário de recém-nascidos. À medida em que foi crescendo tornou-se uma bebê linda, menina linda, mulher linda. Todo mundo pasmava, reconhecia e elogiava. Pode-se dizer que ela se acostumara a ser bonita desde pequena e acolhia os elogios com naturalidade e simpatia. Um dia formou-se professora de artes e foi estagiar em escola pública. No primeiro dia de aulas não cabia em si de alegria. Teria uma professora negra muito boa de diálogo como orientadora e um montão de crianças negras e mestiças, mais umas tantas crianças brancas, sorriam para as atividades desenvolvidas pela nova professora nova. Ao final do turno, as mais afetivas foram beijá-la e ela retribuía o carinho pensando consigo que se empenharia para que todos os dias fossem únicos e mágicos como aquele. A última criança da fila, uma menina vivaz, penteada como bailarina russa, perguntou baixinho: ...

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    História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil – livro do professor

    “A educação é a arma mais forte que você pode usar para mudar o mundo.” Nelson Mandela Fonte: Unesco Reprodução/http://unesdoc.unesco.org O Ministério da Educação (MEC), a Representação da UNESCO no Brasil e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), têm a satisfação de apresentar o livro “História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil”. A publicação objetiva contribuir com os sistemas de ensino para a inserção de conteúdos que relacionem a história e a cultura da África e dos afro-brasileiros no currículo da educação básica, para reforçar o compromisso com o fortalecimento dos laços existentes entre o Brasil e a África. O livro faz parte das ações realizadas no escopo do Programa Brasil- África: Histórias Cruzadas, desenvolvido por meio da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) ...

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    O estigma da raça: crianças negras, educação básica e racismo

    Resumo Resumo: Este artigo apresenta um fragmento do trabalho de pesquisa que abrange a Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais, no biênio 2011/2012, na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Trata-se de um estudo etnográfico que investiga o significado da cultura negra no contexto escolar da Escola Montezuma, localizada em Cachoeira, Estado da Bahia, ou, como os estudantes representam a cultura negra nesse contexto e suas relações com o mundo negro e africano. A compreensão das determinações materiais e históricas da desigualdade racial, em nosso País, e as possibilidades de superação das mesmas tomará corpo nessa comunicação ao se entrelaçarem com as temáticas raça e educação. Discutem-se estudos sobre relações raciais, identidade negra e representação de raça a partir de narrativas etnográficas elaboradas na interlocução com os grupos pesquisados. Esses extratos etnográficos referem aspectos do trabalho de campo em tal contexto, a partir da escolha metodológica de seguir os fluxos da prática da observação ...

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    79 mil crianças de 6 anos são reprovadas

    MEC quer vetar a reprovação de crianças nessa faixa etária, pois teme prejudicar aluno tão jovem por toda a vida escolar Até 2005, antigo primário começava aos 7 anos; prefeituras alegam que crianças chegam à escola sem passar por creche ou pré   Por: ANTÔNIO GOIS e FÁBIO TAKAHASHI, da Folha Online   Crianças de seis anos têm sido reprovadas no país, depois que essa faixa etária passou a integrar o ensino fundamental. Em 2008, 79,3 mil alunos do novo primeiro ano da educação fundamental não passaram de ano, conforme dados inéditos do MEC, obtidos pela Folha. O número representa 3,5% das matrículas dessa série. Até 2005, o antigo primário começava aos sete anos. Uma lei daquele ano antecipou o início para os seis anos, para garantir mais anos de estudo para alunos pobres, que não tinham acesso à pré-escola. A transição terminou agora em 2010. O Ministério da Educação quer ...

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    Menos de 20% das crianças brasileiras de até 3 anos têm vaga em creches

    Período decisivo para o desenvolvimento cognitivo e o futuro escolar, os primeiros anos de vida estão longe de ser uma prioridade na rede de ensino brasileira, mostra Demétrio Weber em reportagem publicada pelo GLOBO neste domingo. Em 2008, apenas 18,1% das crianças de até 3 anos eram atendidas em creches, o equivalente a 1,9 milhão de matrículas. Embora a década não tenha terminado, é consenso entre gestores e especialistas que o país não atingirá a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) de oferecer vagas para 50% da população nessa faixa etária. Segundo o IBGE, o Brasil tinha 10,7 milhões de crianças em 2008. Ou seja, seria preciso matricular ainda 3,4 milhões para alcançar a meta do PNE - conjunto de diretrizes definidas pelo Congresso para esta década, na área de ensino. Há mais de um ano tentando matricular o filho Juan Marcos, de 1 ano e nove meses, numa ...

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    Plataforma Freire: Mato Grosso do Sul – Especialização para professores tem inscrições prorrogadas até 8 de fevereiro

    Prosseguem abertas até dia 8 de fevereiro as inscrições para cursos de especialização para professores da educação infantil, oferecidos pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com as universidades federais. O período de inscrições terminaria no sábado (30), porém foram prorrogadas pelo MEC, visto que ainda há vagas em todos os estados onde será oferecida a capacitação. De acordo com o MEC, até o início de janeiro, 206 profissionais haviam efetuado a pré-inscrição em Mato Grosso do Sul. Em todo o Estado estão sendo disponibilizadas 480 vagas para professores de dez cidades, cada cidade disponibiliza de 40 vagas para educadores das redes pública e particular, que se encaixam no programa do governo federal. Em Mato Grosso do Sul são três universidades oferecendo os cursos: a Federal da Grande Dourados (UFGD) e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) que contará com a parceria da Universidade Estadual de Mato ...

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    Plataforma Freire recebe quase 3 mil inscrições para educação infantil

    A Plataforma Freire registrou, até o início deste mês, 2.722 pré-inscrições para o curso de especialização em educação infantil dirigido a professores, coordenadores e diretores de creches e pré-escolas das redes públicas, filantrópicas, comunitárias ou confessionais. Entre os estados com maior número de pré-inscritos se destacam o Rio Grande do Norte, com 508, e o Pará, com 358. A Plataforma Freire é um sistema desenvolvido pelo MEC por meio do qual o professor se inscreve em cursos oferecidos pelo Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, com o objetivo de adequar a sua graduação. As pré-inscrições podem ser feitas até o dia 30 deste mês. No conjunto, o Ministério da Educação, em parceria com 15 universidades federais, oferece 3.210 vagas em curso presencial e gratuito, que será ministrado em 59 municípios de 15 estados das regiões Norte (quatro estados), Nordeste (seis), Centro-Oeste (três) e Sul (dois). A primeira ...

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    CNE revisa Diretrizes Curriculares para Educação Infantil

    Qual é a especificidade do trabalho educativo na primeira etapa da educação básica? Como a ampliação do Ensino Fundamental para nove anos interfere no papel da Educação Infantil? Qual é a relação da Educação Infantil com as diversidades? São algumas questões presentes no debate sobre a elaboração das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para Educação Infantil. Por Talita Mochiute, do Aprendiz Devido às mudanças pelas quais passou a educação brasileira nos últimos dez anos, a Câmara de Educação Básica (CEB) - integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC) - está revisando, desde o início deste ano, as normas que norteiam as propostas pedagógicas e os planejamentos curriculares das instituições de Educação Infantil.   "A última resolução é de 1999. Frente às generalidades operacionais e curriculares é fundamental que o MEC oriente as propostas pedagógicas", comentou a coordenadora-geral de Educação Infantil da Secretaria de ...

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