Tag: Estereótipos

    Babu Santana interpretou Tim Maia Imagem: Reprodução/Instagram

    Assaltante, capanga: personagens de Babu mostram racismo na TV e no cinema

    Assaltante, bêbado, arrombador, capanga. Esses são alguns dos personagens atribuídos ao ator e cantor Alexandre da Silva Santana, o Babu, em novelas, filmes e séries em que ele trabalhou. Babu, que está no "Big Brother Brasil", ganhou duas vezes o Prêmio Grande Otelo (melhor ator coadjuvante e melhor ator), um dos mais prestigiados do cinema brasileiro. Por Kelly Ribeiro, do UOL Babu Santana interpretou Tim MaiaImagem: Reprodução/Instagram A forma como ele foi creditado em grande parte de seus papéis chamou a atenção da internet e levantou o debate sobre como atores negros ainda são postos dentro de estereótipos raciais, mesmo que já tenham alçado certo prestígio na carreira, como é o caso de Babu. O ator de 40 anos cresceu no Morro do Vidigal, na zona sul carioca, onde deu início à carreira, no Grupo de Teatro Nós do Morro, em 1997. Antes disso, já tinha ...

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    Estudante cria emojis para ressaltar riqueza da África e acabar com estereótipos

    O artista O’Plerou Denis Grebet, da Costa do Marfim, criou emojis que ressaltam a riqueza cultural da África. A ideia surgiu quando ele buscava por fotografias para um projeto sobre o continente e encontrou apenas imagens que remetiam à pobreza e doenças. Do  Hypeness O'Plérou Grebet/Instagram À CNN, o jovem de 22 anos contou ter percebido que a mídia sempre retratava o lado negativo da África, mostrando guerras, fome e pobreza. E, embora estes elementos sejam também uma das faces do continente, eles não estão por toda a parte e é possível encontrar uma enorme diversidade cultural nos países africanos.   Ver essa foto no Instagram   #Zouzoukwa N°38: Danseuse aux couteaux, du peuple Dan ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Knife dancers are little acrobat girls thrown on knives during ritual dances in the West of Côte d'Ivoire. Uma publicação compartilhada por O'Plérou (@creativorian) ...

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    Foto: @ANDREMELCHER/Nappy

    Os estereótipos de gênero afetam o que as meninas e os meninos escolhem como profissão no futuro

    Impor clichês de gênero na sociedade limita o desenvolvimento das habilidades e capacidades. Das garotas que chegam à universidade, só um terço opta por ciências Por ALEJANDRA AGUDO, do El Pais  Menina Negra (Foto: @ANDREMELCHER/Nappy) Elas querem ser atrizes, estilistas ou professoras quando crescerem. Embora haja exceções, perguntadas sobre o que gostariam de ser quando forem adultas, a maioria das meninas escolhe profissões estereotipadas. Mas, e se elas fossem meninos? Foi isso que a ONG Liga da Educação perguntou a um grupo de crianças em Fuenlabrada, Madri. Muitas mudaram sua resposta inicial, como você pode ver no vídeo experimental de sua campanha contra a violência de gênero. Astronauta, policial, médica ... seriam suas opções de vida se tivessem nascido homem. "Os meninos gostam mais da lua", explica uma das entrevistadas. Os meninos não estão isentos de estereótipos de gênero. Eles imaginam um futuro como jogadores de futebol, bombeiros ou ...

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    Modelo andrógina posa como homem e mulher pra desafiar estereótipos e mostrar como isso não é importante

    Antes de se tornar modelo, Rain Dove se via como uma “mulher feia”. Apesar de não se importar muito com o rótulo, ela sempre acreditou que era isso o que a definia, até perceber que na verdade seu rosto tinha características perfeitamente andróginas e entender toda a beleza que há nisso. Do Hypeness Tudo começou quando Rain estava buscando trabalho no Colorado (EUA). Ela aplicou para uma vaga nos bombeiros e foi confundida com um homem. Ao invés de corrigir o equívoco, ela aproveitou a situação para garantir a vaga, segundo contou ao After Ellen. A vida nas passarelas só começou após perder uma aposta com um amigo. Como “pagamento”, ela precisaria ir a um casting de modelos. Porém, quando chegou ao local pediram que ela voltasse no dia seguinte. Rain estava lá na hora marcada e percebeu que novamente haviam confundido seu gênero: o teste era para modelos masculinos. Sem se ...

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    06/06/2015- São Paulo- SP, Brasil- 13ª Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais de São Paulo na Avenida Paulista. Foto: Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas

    ‘Sou sapatão e não um mesclado de estereótipos’

    ‘Depois de um tempo descobri que tipo de sapatão eu era: butch. Masculinizada. Bofinho. Mesmo quando a minha vontade anual de usar vestido aparece’ Por Evelyn Silva, do Az MiNa  primeira vez que me identifiquei como sapatão foi respondendo uma pesquisa feita na Parada LGBT do Rio de Janeiro. Senti alívio e uma pontada de triunfo. Antes eu era lésbica, gay, homossexual, entendida (essa é do fundo do baú!). Sapatão foi o xingamento usado pelo morador de rua que me jogou uma garrafa de vidro na saída da faculdade. Sapatão foi como minha prima pequena me chamou pra dizer que não mais sentaria no meu colo. Eu nem sabia que era sapatão mas ser chamada disso doeu pra caramba. No dia que respondi a pesquisa, não hesitei, orientação sexual: sapatão. Respirei fundo e melhor. Depois descobri que tipo de sapatão eu era: butch. Masculinizada. Bofinho. Essa é minha identidade política, sou ...

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    Mulheres de cabelo raspado quebram estereótipos no SPFW

    Assim como em outros momentos da moda, a tendência ficou mais forte primeiro nas ruas para depois subir nas passarelas. Por Carolina Vasone Do Elle Um movimento radical e sinalizador da tomada de poder da mulher nesse exato momento em que a gente vive tem pipocado nas ruas e nas passarelas. Símbolo histórico da sedução feminina, os cabelos têm sumido da cabeça de muitas garotas. Radar do comportamento mais avant-garde da sociedade, as millenials são as protagonistas desse movimento, que traz uma grande diferença em relação às punks de outrora: a cabeça raspada não é mais somente sinal de rebeldia e feminismo (importantes e muito bem vindos), mas de tudo o que ela quiser transmitir, incluindo a sensualidade. Basta abranger um pouco mais o olhar sempre preso no conforto do padrão – ou ditadura – da beleza clássica cheia de regrinhas aprisionantes e ela está lá. Assim como em outros momentos da ...

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    Debret, racismo e o estereótipo de princesas se conectam nas curvas do sexismo

    A velocidade da informação que circula nas redes sociais quase não deixa tempo para respirar fundo.  Mas após um dia, o que é eternidade para o universo virtual, consegui reagir e pensar um pouco sobre a conexão temporal entre a polêmica envolvendo a grife Maria Filó; a abertura de uma nova unidade da “Escola de Princesas”; e o desabafo de Michele Obama diante de mais diatribes sexistas de Donald Trump. Essas notícias viralizaram nas redes com mais força, ontem, sexta, 14. Por Cleidiana Ramos, do Flor de Dendê Não consigo entender essa teimosa persistência da hostilidade contra a nossa condição de mulheres. E se o sexismo encontra um de seus companheiros inseparáveis, o racismo, chegamos a situações que me levam a concordar com a frase de um dos agente-máquina do filme Matrix: “ A humanidade é o pior vírus que já atacou esse planeta”. Não é possível que uma espécie cause tanto ...

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    Jeferson De filma na Zona da Mata mineira sobre dificuldade de ser negro no Brasil

    Longa 'Correndo atrás' será uma comédia, gênero que alcança ''crítica profunda'', diz o diretor Por  Mariana Peixoto, do UAI  Boa-praça, Ventania é o autêntico ''virador''. Já foi ambulante de sinal, animador de festas infantis. Negro e pobre, faz qualquer negócio para pagar as contas. Um dia resolve virar empresário de futebol. Seu cliente é Glanderson, um jovem igualmente negro e pobre. Correndo atrás, novo filme do paulista Jeferson De (Bróder e O amuleto), conta essas duas histórias de vida. Ventania é homem feito; Glanderson, a despeito de uma deficiência física (não tem os dedos menores do pé direito), é bom de bola. Quer se tornar o novo Neymar. Os dois vivem numa comunidade que pode ser a de qualquer grande centro. Mas que acabou se tornando Muriaé, na Zona da Mata. A equipe do filme passou o último mês na cidade mineira. Terminada esta fase (80% do longa será ambientado ...

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    Projeto reúne fotografias de negros pelo mundo para desfazer estereótipos sobre estilo

    Shantrelle Lewis não acha que os negros são bem representados quando se trata de moda. Para ela, há muita coisa estereotipada, especialmente o jeito “thug”, com jeans caídos, camisetas largas e correntes brilhantes. Para provar seu ponto, ela criou um projeto que exibe fotografias de estilosos negros de vários países. Do Hypeness Foto: Harness Hamese O nome do “The Dandy Lion Project” faz referência aos Dândis, homens dos séculos 18 e 19 com um particular senso estético. Nas palavras da curadora da mostra, um ‘Black Dandy’ é “um homem de ascendência africana que assimilou conceitos da alfaiataria europeia, misturando-os às estéticas da África”. A primeira exibição do projeto aconteceu em um espaço de arte pop no Harlem, em Nova York, no ano de 2010. Desde então, rodou várias galerias dos Estados Unidos e algumas da Holanda. A estreia na Inglaterra acontecerá em outubro, e um livro com as fotos reunidas por ...

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    Mulheres em Série: nova série traz mulheres ‘fora dos padrões’ como protagonistas

    Negras, lésbicas, gordas e transgêneros são personagens ainda raras nas obras audiovisuais mais consumidas atualmente e sua representação é quase inexistente no principal produto do tipo no Brasil: as novelas. Quando aparecem, são tratadas de maneira caricata e jocosa, o que acaba reforçando estereótipos e preconceitos que a nossa sociedade insiste em cultivar. Enviado para o Portal Geledés Na contramão dessa tradição, Mulheres em Série traz, já em seu primeiro episódio, a força das mulheres comuns, os dramas reais e os inúmeros preconceitos que essas protagonistas sentem na pele, como milhares de brasileiras todos os dias. Letícia, por exemplo, a mulher transgênero que sonha em ser mãe, interpretada por uma atriz negra e também transgênero, representa os desafios desse grupo ainda marginalizado em nossa sociedade: segundo pesquisa da Transgender Europe, o Brasil é o país que mais mata transexuais no mundo. Os fantasmas do passado de Madalena, uma figura solitária ...

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    Desigualdades raciais no Brasil e suas múltiplas dimensões

    O tema das desigualdades raciais abarca fenômenos sociais de diferentes dimensões que, embora estejam relacionadas, constituem esferas distintas de observação: acesso à educação em seus diferentes níveis, progressão escolar, rendimentos, emprego e local de moradia são algumas das possibilidades de observá-las considerando apenas as dimensões de cunho socioeconômico. POR MÁRCIA LIMA, do Oxfam Nos últimos quinze anos, o Brasil passou por transformações importantes que reformularam a agenda de estudos sobre as desigualdades raciais. Tais transformações estão associadas a mudanças de caráter estrutural e a formas de enfrentamento das desigualdades raciais por meio de políticas de inclusão social. Em relação às mudanças estruturais, destacam-se as de caráter demográfico, como a queda contínua da fecundidade, inclusive entre os mais pobres, novos arranjos familiares e alterações no padrão da população em idade ativa. Já no campo econômico, a primeira década deste século foi marcada pelo crescimento econômico e seus efeitos significativos no mercado ...

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    Jim Carrey (Bruce Nolan) is killed in an accident. Morgan Freeman (God) asks him what he really wants.

    4 Estereótipos Racistas que Hollywood Precisa Parar de Usar

    Notícias chocantes: Hollywood continua racista. Ok, vai, se você é uma pessoa um tantinho antenada, então essa notícia não é tão chocante assim. Se você prestou atenção, por exemplo, agora em 2015 absolutamente nenhum ator/atriz negro foi indicado ao Oscar de 2015. De fato, em toda a história da premiação, apenas 31 negros ganharam a estatueta, contra 2947 vencedores brancos. Em se tratando de atrizes negras, então, nem se fale. A única a conseguir a façanha de ganhar a estatueta dourada para Melhor Atriz foi Halle Berry – e isso já faz mais de dez anos. Como Melhor Atriz Coadjuvante, apenas seis atrizes negras já ganharam. Seguindo a mesma tendência, nenhum diretor negro jamais ganhou um Oscar. A ojeriza da Academia em premiar um diretor negro aparentemente é tanta, que a diretora de Selma, Ava DuVernay, não chegou sequer a concorrer por Melhor Diretor esse ano – mesmo o filme ...

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    Tempo de festas , tempo de racismo

    Ano novo. Na praia com dois amigos brancos, cantando e tocando violão. Um estranho branco se aproxima, pedindo para integrar a roda, entusiasmado com a animação do trio. Pergunta os nomes. Fulano, prazer. Por Fabio Ando Filho Do Outra Coluna Ciclano, prazer. Ah, você eu não vou guardar o nome mesmo, posso te chamar de japa? Você vai ser O Japa, ok? Certamente pelo menos um dos meus amigos percebera e se incomodara, mas como eu não havia reagido, resolveram também não se manifestar a respeito. E então, em um acordo tácito, deixamos quieto e resolvemos seguir a festividade. No dia seguinte, comentamos com a outra amiga que viajava conosco sobre a noite anterior, sobre como uma personagem bizarra tinha nos abordado e falado tanta merda, mas nos restringimos a contar sobre o fato dele ser milico, de fazer um beatbox estranho e de cantar como o Rogério Flausino. Resolvi deixar ...

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    Joyce Fonseca

    Aparição distorcida do negro na literatura reforça preconceito

    Os escritores Nei Lopes, Conceição Evaristo, Paulo Lins e Ana Maria Gonçalves por Rodrigo Caesarian no UOL A pesquisadora Regina Dalcastagnè leu, entre 1990 e 2004, um total de 258 romances de escritores nacionais publicados por três das principais editoras do país. Sua leitura resultou no livro "Literatura Contemporânea - Um Território Contestado" (2012), no qual aponta que 94% dos autores brasileiros são brancos --mesma cor de 92% dos personagens. Dalcastagnè encontrou pouco mais de 5% de protagonistas negros, e quase sempre apresentados como bandidos, empregados domésticos ou escravos e que, em mais da metade dos casos, morrem assassinados. Na vida real, dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa) apontam que a população que se declara negra no Brasil é de aproximadamente 53%. Cruzando os dados, é fácil notar: a representatividade do negro na literatura nacional está muito aquém da sua presença e importância na sociedade brasileira. "O ...

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    Uma jovem moça recostada, colorida a mão, fotografia do ‘Chefe’ S.O. Alonge, c. 1950 Cidade de Benin, Nigéria Chief Solomon Osagie Alonge Coleção EEPA 2009-007 Museu Nacional de Arte Africana do Smithsonian Institute

    Estas fotos vintage recontam a história da Nigéria e dissolvem estereótipos

    "Através da fotografia, nós conectamos as pessoas com a sua própria história e o seu próprio passado ", explicou poeticamente Amy Staples, curadora do Museu Nacional de Arte Africana do Smithsonian Institute, em Washington D.C., ao The Huffington Post. Por  Priscilla Frank, do Brasil Post  Staples refere-se especificamente à fotografia do artista nigeriano Chief Solomon Osagie Alonge. O trabalho do fotógrafo está atualmente em exposição na exibição chamada Chief S.O. Alonge: Photographer to the Royal Court of Benin, Nigeria. (“O ‘Chefe’ S.O. Alonge: Fotógrafo da Corte Real de Benin, Nigéria”) A mostra tenta contar a histórica ímpar de Alonge, que nasceu em 1911, na cidade de Benin, na Nigéria, e tornou-se o primeiro fotógrafo indígena da corte. Antes de Alonge ocupar esse lugar, artistas importados britânicos dominavam o cenário colonial da fotografia da nação, e em sua maioria aderiam a uma estrita estética europeia. Por outro lado, o autodidata Alonge ...

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    Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos

    O Projeto Afreaka se apresenta como uma Iniciativa multidisciplinar que visa romper os estereótipos presentes da África no Brasil. Evocando o seu lado inovador, proativo e artístico e promovendo as vozes de representantes da cultura de raízes afro-brasileiras e artistas e intelectuais contemporâneos do continente africano, o Afreaka convida os professores das redes públicas estadual e municipal e da rede privada de São Paulo a participarem da Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos. Do Afreaka Pensada para quebrar preconceitos raciais históricos já na formação do cidadão, a oficina coloca em evidência a discussão da constituição da identidade brasileira, trazendo para perto conhecimento sobre o protagonismo africano e África contemporânea, utilizando uma linguagem de comunicação visual moderna e trabalhando com novas plataformas artísticas. Assim, no encontro serão apresentadas propostas de vinculação do tema à sala de aula, abordando as possíveis formas de trabalhar a África ...

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    Oficina de Formação “A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos”

    O Projeto Afreaka se apresenta como uma Iniciativa multidisciplinar que visa romper os estereótipos presentes da África no Brasil. Evocando o seu lado inovador, proativo e artístico e promovendo as vozes de representantes da cultura de raízes afro-brasileiras e artistas e intelectuais contemporâneos do continente africano, o Afreaka convida os professores das redes públicas estadual e municipal e da rede privada de São Paulo a participarem da Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos. Do AFREAKA Pensada para quebrar preconceitos raciais históricos já na formação do cidadão, a oficina coloca em evidência a discussão da constituição da identidade brasileira, trazendo para perto conhecimento sobre o protagonismo africano e África contemporânea, utilizando uma linguagem de comunicação visual moderna e trabalhando com novas plataformas artísticas. Assim, no encontro serão apresentadas propostas de vinculação do tema à sala de aula, abordando as possíveis formas de trabalhar a África na ...

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    Pra quebrar estereótipos! Marca lança bonecas com profissões consideradas masculinas

    Temos uma ótima notícia nesta quarta-feira (26), no dia Internacional da Igualdade Feminina. Pra quebrar de vez o esterótipo de que brinquedo pra menina tem apenas princesas, foram lançadas bonecas temáticas com profissões das áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Por Márcia Garbin, do Virgula A ideia desse projeto, chamado Mc2, é mostrar para as dolescentes que essas carreiras normalmente associados aos homens, não são exclusivamente masculinos. Os nomes das quatro personagens foram inspirados em símbolos químicos: McKeyla McAlister (Mc2), Adrienne Attoms (A2), Bryden Bandweth (B2) e Camryn Coyle (C2). O lançamento das bonecas que trazem o slogan “Smart is the new cool”, foi comemorado com uma festa no Museu da Ciência de Londres, em South Kensington. Por enquanto essas belezuras são vendidas apenas na Inglaterra. Aguardaremos ansiosamente aqui no Brasil!

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    Pessoas, hashtags e julgamentos

    Cena 1: há pouco mais de um ano atrás me deparei com meu "review" em uma aplicativo chamado Lulu. Esse aplicativo, sucesso no meio universitário nos EUA, e recém chegado no Brasil, era um aplicativo no qual mulheres faziam reviews de homens, a partir de sua "atuação enquanto parceiro/ficante/namorado". Vinculado ao Facebook, os caras, logo no lançamento do app, estavam compulsoriamente na plataforma. Recebi screenshots de amigas mostrando minha avaliação por lá, o que me deixou intrigado e também incomodado. E posso dizer que não tanto pelas críticas, mas pelas "qualidades" apontadas. Por  Tulio Custódio, do Brasil Post Cena 2: em uma conversa com uma amiga, falávamos sobre a história de se existia lugares certos para conhecer pessoas. E reconhecemos que há no senso comum (aquele famoso "diz que" o qual as pessoas falam e não querem se responsabilizar pela opinião emitida) a ideia de que não se conhece pessoas ...

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    5 trabalhos tradicionalmente masculinos nos quais as mulheres foram pioneiras

    Hoje as mulheres representam quase a metade da força de trabalho dos Estados Unidos e este número cresce a cada dia. Mas apesar delas alcançarem novos níveis de sucesso no trabalho, alguns campos permanecem fortemente dominados pelos homens. Por Amanda Scherker, do Brasil Post Muitas dessas ocupações são vistas como um estereótipo de trabalho "masculino"; entretanto, alguns desses trabalhos, típicos do clube de cavalheiros que vemos hoje em dia tiveram antes influência feminina. Estas cinco ocupações têm, na verdade, longas e, muitas vezes, esquecidas histórias de mulheres pioneiras que ajudaram nos seus primeiros dias: 1. O primeiro programador já visto era na verdade uma programadora Nos dias de hoje o mundo da tecnologia é notoriamente dominado pelos homens, já que as mulheres ocupam menos de 25% dos trabalhos nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática nos Estados Unidos. No entanto, os senhores do Vale do Silício devem muito à fundadora ...

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