Tag: favelas

    Raull Santiago (Foto: Edu Sampaio/ Believe Earth)

    Experiências das favelas dão sinais sobre como pode ser o novo normal

    Entre os discursos de voltar ao normal e de novo normal, o que não pode permanecer é a hipocrisia, o silêncio e a não posição diante da história, do agora e do que se desenha para o futuro do nosso país. Falo das estruturas racistas e das atitudes que disseminam violência como política pública, para controle de corpos específicos, nos espaços sutil ou mesmo descaradamente demarcados, onde pessoas e seus direitos podem ser violados. O novo normal, se é que isso existe, deveria ser de ouvir, de abrir espaço e aprender com os saberes das vivências ancestrais de favelas, periferias e povos originários. Aprender com quem literalmente salvou-se durante a pandemia global de Covid-19. Pessoas e lugares que são o centro do funcionamento da sociedade moderna, que diariamente ligam os interruptores dessa sociedade. Nós, que recebemos a sobrevivência como regra, e ainda assim desenvolvemos as tecnologias e os saberes que ...

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    Marca de tiro no morro de São Carlos, no Rio de Janeiro, durante operação contra traficantes na semana passada.RICARDO (Foto: MORAES / REUTERS)

    A farsa sobre a polícia não poder entrar nas favelas

    Nos últimos dias, temos ouvido de forma recorrente o discurso de que a polícia do Rio de Janeiro não pode agir diante da violência na cidade porque foi impedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de “entrar nas favelas”, a partir do acolhimento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, a chamada ADPF 635. Essa é uma afirmação duplamente falsa! Alguns esclarecimentos sobre essa ação precisam, portanto, ser feitos. A afirmativa é falsa, primeiro, porque identifica e reduz as favelas e seus moradores ao crime e, ao mesmo tempo, entende as ações policiais —que mataram, só no ano passado, pelo menos 1.814 pessoas— como necessárias e inevitáveis. Em segundo lugar, há clara intenção de desacreditar a determinação da Suprema Corte, fazendo um perigoso jogo de chantagem para colocar a população contra a decisão que julgou a ADPF 635. O fato é que a decisão liminar do STF de suspender as operações ...

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    Operação policial no Lins. Supremo decide que ações precisam ser autorizadas pelo MP Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

    Movimentos sociais comemoram decisão do STF que limita operações em favelas na pandemia

    A decisão do STF de manter a liminar do ministro Edson Fachin, que limita operações policiais em comunidades durante a pandemia, foi celebrada por entidades que representam favelas e que tiveram participação na proposta. No site dedicado à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 635), que ficou conhecida como "ADPF das Favelas", a votação foi considerada uma vitória. "A ADPF das Favelas pede que sejam reconhecidas e sanadas as graves violações ocasionadas pela política de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro à população negra e pobre das periferias e favelas", diz o texto publicado pelo grupo após a confirmação da liminar. Antes da votação, uma carta aberta pedia ao Supremo a confirmação da liminar, alegando que as favelas são territórios onde direitos são negados. O texto salienta a necessidade de organização e cooperação social das comunidades durante a pandemia. "Temos lutado de todas as formas contra esse ...

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    Quem ajudou favela na pandemia foi a própria favela, diz cineasta

    A cineasta Naná Prudencio passou os últimos meses circulando pelas áreas periféricas de São Paulo para documentar os efeitos da pandemia do novo coronavírus na realidade das favelas. Dessa experiência, ela traz alguns retratos: o maior medo nas favelas hoje não é o coronavírus, apesar das regiões visitadas figurarem no topo do ranking dos bairros com mais mortes na capital. Os políticos, ela conta, estão aparecendo agora nas vielas. Mas quem ajudou as comunidades durante a quarentena foi quem sempre esteve por lá. Hoje, às 19h, ela lança "Pandemia do Sistema - O retrato da desigualdade na cidade mais rica do Brasil" documentou a mobilização de moradores e moradoras para ajudar vizinhos e vizinhas durante o período de quarentena em regiões como Sapopemba, Heliópolis, Brasilândia, Capão Redondo, Cidade Ademar, Pedreira e o município de Taboão da Serra. O filme poderá ser visto na página do portal Alma Preta, no Facebook. ...

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    Moradora de Japeri, na Baixada Fluminense, não tem acesso a leitos hospitalares no município — Foto: Reprodução TV Globo

    Diferença da expectativa de vida da pessoa negra no RJ chega a 22 anos, dependendo do município

    Dentro da Região Metropolitana do Rio, a expectativa de vida pode ter uma diferença de 22 anos, dependendo da cidade e da cor da pele. É o que aponta o Mapa da Desigualdade da Região Metropolitana, elaborado pela Casa Fluminense. Nesta segunda-feira (13), o RJ2 mostrou que o Rio está entre as 10 metrópoles mais desiguais do mundo -- outra constatação do estudo. Segundo o levantamento, desconsiderando a cor da pele, um morador de Niterói vive, em média, 70 anos. Em Queimados, a expectativa de vida cai para 58 anos. Uma pessoa pode ter uma diferença de até 22 anos na expectativa de vida ao nascer, dependendo da cidade onde more, ou da cor de sua pele — Foto: Divulgação Ao analisar a expectativa de vida de pessoas que se declaram pretas ou pardas, a diferença chega a 22 anos. Isso porque, segundo o Mapa da ...

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    Ladeira dos Tabajaras, comunidade de Copacabana Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

    Maioria dos moradores de comunidades do Rio ajudou outra família durante a pandemia, diz pesquisa

    Moradora da comunidade Ladeira dos Tabajaras, na Zona Sul carioca, a vendedora Patrícia Melo, de 28 anos, que trabalhava vendendo sanduíches na praia, teve sua renda fortemente afetada com a pandemia. Foi só no início desta semana que ela conseguiu um emprego em uma oficina de automóveis de Botafogo, perto de casa. Durante este tempo, ela se dedicou a ajudar quem estava em dificuldades em sua própria comunidade. Patrícia fez uma lista com os dados de 800 famílias para que pudessem receber cestas básicas e álcool em gel da Associação Esportiva Raiz da Bola. — Estamos em um momento muito delicado, em que precisamos nos unir mais para conseguir passar por isso — afirma a vendedora. O exemplo de Patrícia não é uma exceção dentre as comunidades do estado. Uma pesquisa feita pelo projeto SOS Favela!, pela ong Viva Rio e pela Academia Pérolas Negras revelou que, mesmo que a ...

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    Imagem: Simon Plestenjak/UOL

    Favelas pedem doação em dinheiro, e não cesta básica, para apoiar comércio

    A distribuição de cestas básicas é necessária para reduzir os efeitos da crise do coronavírus em comunidades pobres. Mas a distribuição de alimentos acabou levando ao comércio das periferias e favelas um indesejado efeito secundário: afetou as vendas locais, já derrubadas pela crise. A equação é simples: ao receber o auxílio, o morador beneficiado deixa de se abastecer localmente, e aí o comércio fica parado. Pensando nisso, a Cufa (Central Única das Favelas), criou o projeto Cestas Digitais, uma forma ajudar moradores e comerciantes ao mesmo tempo. A ideia é pedir doação de dinheiro, em vez de cestas físicas. As doações são auditadas para garantir que não haja desvios. Dinheiro para ser gasto no comércio da favela Desde o começo da pandemia, a entidade estima ter recebido e doado 700 toneladas de alimentos. "Quem recebe obviamente deixa de comprar. As Cestas Digitais são uma transferência de renda, de dinheiro, para ...

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    (Foto: Marta Azevedo)

    O significado do ‘nós por nós’

    Quando a História deste terrível 2020 for contada, o movimento social terá capítulo de honra. Criminalizadas, desprezadas, desqualificadas, apartadas do debate oficial sobre políticas públicas, foram as organizações da sociedade civil que, desde a primeira hora do primeiro dia da crise, emergiram em diagnóstico, formulação, mobilização e distribuição de ajuda a pessoas, famílias e territórios lançados subitamente na vulnerabilidade. ONGs estruturadas e grupos recém-formados exibem musculatura tão surpreendente quanto bem-vinda em ações, quase sempre sem colaboração do poder público, para reduzir os danos de uma crise que espalha doença, mortes, desemprego e miséria. É a materialização do “nós por nós”, lema de um povo que, historicamente excluído, sempre contou consigo mesmo. Quando a Organização Mundial da Saúde (OMS), em março, atrelou o combate ao coronavírus a hábitos rigorosos de higiene, via água corrente, sabão e álcool gel, midiativistas de favelas e periferias começaram a filmar torneiras secas Brasil afora para ...

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    Imagem: Pedro França/Agência Senado

    Covid-19: Justiça obriga Sabesp e governo de SP a fornecerem água a favelas

    A Justiça de São Paulo concedeu liminar que obriga o estado de São Paulo e a Sabesp (companhia de saneamento básico do estado) a apresentarem, no prazo de 72 horas, cronograma de implementação das medidas que garantam o abastecimento diário de água potável em todas as favelas sem qualquer cobrança de taxa aos seus moradores, a fim de evitar a propagação do novo coronavírus. No UOL Imagem: Pedro França/Agência Senado A decisão da juíza da 13ª Vara da Fazenda Pública da capital também determina que os réus, vencido o prazo para apresentação do cronograma, implementem as medidas nele previstas para o abastecimento, com manutenção até o encerramento da quarentena e isolamento social declarados pelas autoridades sanitárias. Caso descumpram, devem pagar multa diária de R$ 100 mil. Foi determinado também que o governo e a Sabesp comprovem documentalmente a implementação das medidas e especifiquem todas as favelas ...

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    Imagem retirada do site Anistia Internacional

    Entrevista com Raull Santiago: A violência nas favelas brasileiras

    Conteúdo publicado originalmente na revista I Amnesty, da Anistia Internacional Itália Por Laura Renzi, da Anistia Internacional  Imagem retirada do site Anistia Internacional Raull Santiago é um defensor dos direitos humanos no Rio de Janeiro. Em março de 2014, co-fundou o Coletivo Papo Reto, um coletivo de comunicação independente que documenta a vida no Complexo do Alemão. A intenção do grupo é chamar a atenção para o que está acontecendo na favela, destacando a violência policial e outros abusos dos direitos humanos que muitas vezes são ignorados pela mídia. . Como é a vida na favela? A sociedade brasileira considera pessoas que vivem em favelas inferiores. A discriminação é forte e está presente em todo o país: no ano passado, 60 mil pessoas foram mortas e, destas, 70% eram pretas ou pardas. A população carcerária do Brasil é a maior do mundo: a maioria dos presos são negros e ...

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    Foto: Adriana Medeiros

    “A atuação das forças de segurança do Rio é marcada pelo caráter repressivo e pela criminalização da juventude negra”, diz Jurema Werneck

    Em entrevista exclusiva ao Le Monde Diplomatique Brasil, a diretora executiva da Anistia Internacional Jurema Werneck analisa a escalada de violência no estado do Rio de Janeiro: “Está vivendo as consequências da ausência completa de política de uma segurança pública efetiva e estratégica – que foque na prevenção e não na repressão, ou que priorize o controle de armas e redução de homicídios”. Por  Nadine Nascimento, do Diplomatique Somente de janeiro a junho de 2017 ocorreram cerca de 2,5 mil tiroteios no Rio de Janeiro. Estes foram responsáveis por quase 800 mortes, segundo o aplicativo Fogo Cruzado que registra os dados da violência no estado. Um dado revelador é que a maioria dos tiroteios ocorreu em áreas onde estão implementadas as Unidades de Polícia Pacificadora, UPPs. Já registros do ISP (Instituto de Segurança Pública), ligado ao governo estadual, mostram que desde 2009 não é tão elevada a taxa de crimes com morte violenta. Em ...

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    As vítimas das favelas, a naturalização das mortes e a postura Eichmaniana

    Aumenta entre a população que mora nas favelas do Rio de Janeiro o pensamento de que se trata de uma ofensiva contra ela e seu inalienável direito à vida, as ações cada vez mais catastróficas da atual política de segurança. Por Mônica Francisco Do Jornal do Brasil O número ascendente de vítimas, a naturalização das mortes por parte da sociedade e a postura Eichmaniana (Adolf Eichmann, oficial nazista que afirmou apenas cumprir ordens) dos responsáveis pelo comando e pela aplicação da política de segurança dão o tom do horror vivido nas favelas da cidade. É assustadora a ausência de compromisso real com a questão, por parte do poder executivo, ao dar respostas padrão e apoiar afirmações que dão conta de que a morte de uma menina de 13 anos, como Maria Eduarda e dos meninos Wesley de Paula e Davi Renan da Rocha, do Fallet em Santa Tereza, são parte dos danos ...

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    Um triste cenário que não pode ser naturalizado

    O sofrimento a que vem sendo submetidas as crianças e mulheres das favelas do Rio de Janeiro, como o Complexo do Alemão, Acari entre outras, com operações sistemáticas e em horários de fluxo escolar vem sendo altamente danoso para esta população. O fato é que estes episódios recorrentes e cada vez mais severos vêm produzindo danos que vão além dos tristes índices de letalidade juvenil, impossibilidade de locomoção e paralisação de serviços essenciais. Por Mônica Francisco Do Jornal do Brasil Não podemos naturalizar questões como essas. É preciso que se dê visibilidade cada vez maior aos danos "colaterais" dessa forma de gestão das ações ligadas à implementação da política de segurança pública. O aumento dos casos de sofrimento mental, stress, hipertensão, diabetes, depressão e síndrome do pânico, embora não quantificados, podem ser observados e fazem parte dos depoimentos diários, ouvidos por exemplo, por Lúcia Cabral da ONG Educap no Complexo do Alemão. Este ...

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    (Foto: Valter Lima)

    Favelados do Rio, uni-vos, propõe Marielle Franco, vereadora eleita do PSOL

    O ano de 2017 será de grandes lutas para os movimentos sociais, principalmente para aqueles que atuam com foco nas favelas de nossa cidade. Na Câmara dos Vereadorxs do Rio, por exemplo, estão em tramitação dois Projetos de Lei (PL) polêmicos de autoria do vereador Célio Lupparelli (DEM). O primeiro deles, PL 1452/2015, publicado em 01/09/2015, cria a modalidade denominada “Turismo em Favela na Cidade do Rio de Janeiro”. O segundo é o PL 1599/2015, publicado em 05/11/2015 - que já conta com parecer pela sua constitucionalidade, cria “Áreas de Especial Interesse Turístico na Cidade do Rio de Janeiro”, que contemplaria 21 favelas. A pergunta que não quer calar: Houve participação e debate popular sobre o assunto? O que esperar do turismo na favela? Essas iniciativas previstas na Câmara são complementares, mas é importante uma análise sobre seu conteúdo. De acordo com o autor das propostas, as “Áreas de Especial ...

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    Os refugiados invisíveis das favelas do Rio

    Milhares de famílias que vivem em comunidades do Rio têm de deixar suas casas devido ao assédio sexual de traficantes Por FELIPE BETIM, do El Pais  "Sua filha é minha. Eu vou cuidar dela". Estas poucas palavras, que saíram da boca de um traficante da favela de Acari, na zona norte do Rio de Janeiro, fizeram Pedro* largar tudo o que tinha do dia para a noite. Morava com sua família, incluindo uma filha de 16 anos, em um bairro vizinho e era conhecido pelos moradores da redondeza pelo boteco que possuía em frente de sua casa. Estava lá, tomando uma cerveja no balcão, quando recebeu este aviso de um traficante. No dia seguinte, o estabelecimento amanheceu fechado. E os vizinhos do bairro nunca mais ouviram falar dele e de sua família. O relato acima aconteceu há aproximadamente 15 anos e foi narrada por um antigo morador do bairro. Segundo especialistas, ...

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    UPP Soldiers Annunciacçâo, Mario Silva and Vidal while on patrol in the shantytown of Sao Carlos, in Rio de Janeiro, Brazil, March 07, 2012. Initiated in 2008, the UPP, short for Unidade de Polícia Pacificadora (in English, Pacifier Police Unit or Police Pacification Unit), is a new system of community policing in Rio de Janeiro’s favelas once run by drug traffickers. While many believe that UPPs have helped quell violence by opening the doors of the favelas to public services such as legal electricity supply, garbage collection, education, public works and social assistance program, others see the pacification program as a temporary cover-up to security problems in Rio de Janeiro.

    Sounds of a War Against Favelas

    June 29, around 6pm, more than 4 hours of this music in the streets of Nova Holanda, Complexo da Maré, the largest complex of favelas in Rio de Janeiro, with about 140 thousands people. A police operation entering as usual without notice or care with children and residents walking around. No inteligence, only violence. No dialogue, just war making war. So much for an Olympic City! #Rio2016   Do Youtube 

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    A comédia alemã e a violência nas favelas

    As favelas cariocas vêm passando por uma nova transformação. Não se tem mais  tanta certeza da "paz" alardeada já há alguns anos. Paz essa que, com todas as ressalvas possíveis, só era dita existente pela ausência dos tiroteios e mortes sistemáticas. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  Estamos assistindo a um crescente número de conflitos e mortes, que nos fazem refletir sobre todas as advertências feitas ao longo destes oito anos. Muito se falou. Inclusive o próprio longevo secretário de Segurança do estado do Rio de Janeiro em várias ocasiões foi enfático em dizer que a segurança pública não se resume ao aparato policial. Não podemos depositar todas as fichas em um estado policial, isso não dá certo. E no caso do Rio de Janeiro, os números da violência anunciam o tamanho dessa tragédia cotidiana que vitimiza, segundo o Mapa da Violência 2016, elaborado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica ...

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    Hortas orgânicas ganham espaço em favelas cariocas

    As produções orgânicas dos quintais e hortas dos morros da Babilônia e Chapéu Mangueira, fruto do trabalho comunitário nas favelas do Leme, no Rio de Janeiro, há cinco anos são usadas para consumo próprio, compartilhadas entre vizinhos ou vendidas em restaurantes da região e bairros da zona sul. A iniciativa, que hoje é mantida pelos próprios moradores, foi impulsionada pelo projeto Rio Cidade Sustentável, promovido por 12 grandes empresas em paralelo com as atividades do Rio+20, em 2011 Por Mariana Pitasse Do Brasil247 Hortas orgânicas ganham espaço em favelas cariocas Na Babilônia e no Chapéu Mangueira, as produções são compartilhadas entre vizinhos ou vendidas para restaurantes Pelos quintais e canteiros dos morros da Babilônia e Chapéu Mangueira, manjericão, tomate, maracujá, hortelãs e outras hortaliças ganham espaço. As produções orgânicas, que são fruto do trabalho comunitário nas favelas do Leme, no Rio de Janeiro (RJ), há cinco anos, são usadas para consumo ...

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    Estado democrático de direito nunca foi uma realidade nas favelas

    "Nas favelas, no Senado, sujeira pra todo lado, ninguém respeita a nossa Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação". Assim, lembrando a emblemática música do Legião Urbana, inicio meu artigo deste domingo, após pensar muito em tudo que temos vivido, visto, ouvido e sentido. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil Me orgulho de escrever para um jornal que sempre buscou ser um pouco mais coerente com a tarefa de informar, embora também e óbvio influenciar na formação da opinião dos cidadãos e cidadãs, leitores e leitoras deste veículo, antes impresso, hoje completamente on line. Mais ainda em poder ser uma das vozes oriunda das favelas do Rio de Janeiro e compartilhar os olhares deste lugar sobre a vida, o cotidiano e tudo o que que diz respeito a nós. O Estado dito democrático de direito, nunca foi uma realidade nas favelas. A violação dos direitos nestas áreas beira o ...

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    Em meio à crise, o protagonismo das mulheres das favelas

    O trabalho das artesãs do Projeto Mulheres em Rede vai ganhar um portal onde empreendedoras preferencialmente irão tirar dúvidas sobre como gestar melhor seus negócios e acessar informações muito importantes fundamentais para o sucesso ou a continuidade do sucesso de seus negócios. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  A parceria entre a Asplande (Assessoria e Planejamento para o Desenvolvimento), Fundação Getúlio Vargas(Clínica do Direito), Escola Superior de Propaganda e Marketing(ESPM área social) e Uerj (Instituto de Matemática e Estatística) vai possibilitar isso. Uma plataforma que vai dar um novo suporte ao trabalho com moradoras das favelas da Zona Norte(Complexo do Borel, Formiga, Salgueiro e Turano), Zona Sul(Tabajaras/Cabritos, Babilônia e Chapéu Mangueira, Pavão-Pavãozinho e Cantagalo), além das mulheres da Zona Oeste e Baixada, integrantes da Rede Metropolitana de Mulheres empreendedoras. O Projeto Mulheres em Rede foi mais um afetado por essa onda que varreu a Petrobras. Certamente, um daqueles que ficou entre ...

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