sexta-feira, agosto 14, 2020

    Tag: Japão

    Jamaicana Danielle Thomas, de 28 anos, chegou ao Japão em 2016 (Foto: Arquivo Pessoal)

    Como é ser negro no Japão, país onde 98% da população é nativa

    Quando o nigeriano Samuel Lawrance chegou ao Japão, aos 17 anos de idade, a vida na terra do sol nascente era mais difícil e os desafios do idioma e da cultura, assustadores. Hoje com 34 anos, Samuel é um engenheiro bem-sucedido que vive em Tóquio e carrega uma história de quem enfrentou a escola japonesa, a universidade e o preconceito para conquistar um espaço. "Quando era adolescente, passava por situações bem complicadas, como estar sentado no trem e ter um espaço livre ao meu lado, mas ninguém querer sentar comigo. As pessoas preferiam ficar de pé, inclusive idosos. Me sentia tão mal que queria levantar para que as pessoas pudessem se sentar", conta ele à BBC News Brasil. Samuel diz achar que o Japão melhorou e hoje é um país mais aberto, embora situações como essa do trem ainda ocorram eventualmente. "Acho que o Japão foi uma sociedade muito fechada ...

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    AFP

    Discriminação contra LGBTs passa a ser crime em Tóquio, no Japão

    Uma das principais potências econômicas do mundo, mas com histórico de conservadorismo e de restrição à comunidade LGBT, o Japão deu um passo importante para conter a discriminação contra essa população em seu território. Por  Tiago Minervino, do Observatório G AFP Agora, a discriminação às LGBTs em Tóquio passa a ser considerada crime. Além de punir aqueles pegos em atos LGBTfóbicos, a comunidade arco-íris local terá o direito de visitar seus pares em hospitais, por exemplo. A modernização na lei da capital japonesa deve-se, em parte, ao fato do país asiático ser a próxima sede dos Jogos Olímpicos, que acontecerão em 2020. É importante ressaltar que, apesar do conservadorismo, dentro da Ásia, o Japão é um dos países mais progressistas quando levado em consideração as necessidades das lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Algumas cidades como Fukuoka, por exemplo, reconhecem a união entre pessoas do mesmo sexo.

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    Bolsas de estudo: Japão oferece curso profissionalizante com tudo pago para jovens brasileiros

    O MEXT (Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão) está com inscrições abertas para jovens brasileiros que queiram concorrer às bolsas de estudo para cursos profissionalizantes no país, com todas as despesas pagas. Por  Luiza Belloni, do Brasil Post  Foto: MOYAN_BRENN/FIICKR O programa tem duração de três anos, de abril de 2016 a março de 2019. No primeiro ano, o bolsista fará curso preparatório e de aprendizado de língua japonesa e, nos últimos dois, ele terá aulas na escola profissionalizante. O objetivo é o aprendizado de técnicas e conhecimentos necessários para a vida profissional. As bolsas são destinadas a jovens brasileiros de 17 a 21 anos, que tenha Ensino Médio completo até dezembro de 2014. Também é preciso fluência em inglês ou japonês e bom histórico escolar. As áreas de estudo oferecidas no programa são Tecnologia, Nutrição, Educação e Assistência Social, Negócios, Moda, ...

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    Miss Japão negra gera debate sobre racismo no país

    Nas redes sociais, houve questionamento sobre se uma mestiça poderia representar os japoneses Um concurso de miss no Japão vem gerando um debate no país que vai muito além das medidas das candidatas ou dos vestidos usados. no BBC A polêmica ganhou força logo após Ariana Miyamoto colocar a faixa de miss Japão. Tudo porque a jovem de 20 anos é mestiça - sua mãe é japonesa e seu pai, um americano negro. A vitória de Ariana, que ocorreu em maio, trouxe à tona um problema que não é discutido abertamente no país: o racismo. A própria jovem contou que decidiu participar do concurso depois do suicídio de um amigo, que também era mestiço. "Ele tinha 20 anos e sofria com problemas de identidade", disse ela à agência de notícias EFE. "Quando ele morreu, decidiu que tinha de fazer algo a respeito." Ariana é a primeira japonesa mestiça a representar ...

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    Primeira miss Japão mestiça levanta a voz contra o racismo

    Ela acaba de ser eleita miss Japão e seu sonho não é ganhar o miss Universo e nem fazer uma carreira como supermodelo, mas ser a bandeira de uma luta contra a discriminação dos japoneses mestiços, uma minoria em um dos países com maior homogeneidade racial. por Antonio Hermosín Do Bol Ariana Miyamoto, filha de uma japonesa e um americano afrodescendente, causou furor e polêmica no Japão por ser a primeira "hafu" (do inglês half, "metade") a conquistar o título nacional de beleza e representar o país na competição internacional. Miyamoto decidiu concorrer ao concurso miss Nagasaki (a província japonesa de onde é originária) por causa do suicídio de um amigo de infância que também era "hafu", explicou em entrevista à Agência Efe. "Ele tinha 20 anos, um ano a mais que eu, e sofria com problemas de identidade. Quando ele morreu, decidi que tinha que fazer algo a respeito", afirmou ...

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    Otakus fazem protesto contra racismo no Japão

    O Japão pode parecer um país pacífico e moderno que aceita estrangeiros de coração aberto, no entanto, ainda existem pessoas que vão contra e incentivam o racismo e a xenofobia no país. Atualmente, o Japão esta cheio de manifestantes anti-imigrantes e anti-estrangeiros liderados por uma organização política conhecida como “Zaitokukai”. Eles protestam contra os direitos dos imigrantes, particularmente os de ascendência coreana, conhecida como os coreanos zainichi. Exemplos desses coreanos zainichi, temos a atriz e cantora Pile, que faz a voz de Maki Nishikino de Love Live! e Romi Park, conhecido pela voz de Zoe Hange em Attack On Titan. Contra esses manisfestantes, vários Otakus se reuniram e marcharam em Akihabara para defender os estrangeiros e protestar contra toda essa discriminação. leia também: Racismo à moda da casa O protesto foi estimulado, quando um grupo anti-estrangeiro neo-nazista foi para Akihabara para protestar contra os estrangeiros e exigiu que eles “Voltassem para casa”. Isso irritou muitos Otakus, que ...

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    Japão recebe críticas da ONU após onda de xenofobia nas ruas

    Por: Ewerthon Tobace Uma recente onda de casos de xenofobia tem causado grande preocupação no Japão e levou a ONU a pedir que o governo do primeiro-ministro Shinzo Abe tomasse medidas concretas para lidar com o problema. As principais vítimas nesse incidentes têm sido comunidades estrangeiras como a de coreanos e chineses, além de outras minorias chamadas de "inimigas do Japão". Um exemplo dos abusos é um vídeo que se tornou viral e circula pelas redes sociais. Mostra um grupo de homens da extrema-direita com megafones em frente a uma escola sul-coreana em Osaka. Eles insultam os alunos e professores com palavrões, fazem piadas com a cultura do país vizinho e ameaçam de morte os que se atreverem a sair do prédio. Um relatório do Comitê de Direitos Humanos da ONU encaminhado ao governo japonês, destaca a reação passiva dos policiais em manifestações deste tipo. As autoridades têm sido criticadas ...

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    Em terra de tosco, quem tem olho puxado pode levar pedrada

    Por:Leonardo Sakamoto Particularmente, acho divertido quando me chamam de “japa'', “japs'', “nipo'', “china'', “cabotchã'' (abóbora, em japonês, por conta da cabeça grande, é claro). Ou quando as expressões surradas de velhas são resgatadas, como “abre o olho japonês''. Lembro da época de criança, quando todos éramos muito bobos. Já recebi mensagens de leitores desabafando que não gostam de serem tratados através dessas “brincadeiras'' no trabalho ou na escola. Muitas vezes, há maldade embutida nisso e acredito que quem se sinta desrespeitado deve procurar fazer com que o outro entenda isso. Eu prefiro conceder ao máximo o benefício da dúvida. E mesmo quando comprovada a má fé e vejo que não há diálogo para uma mudança de comportamento, opto por – não raro – não alimentar os pombos. Pincei as frases abaixo de comentários de leitores do meu blog. Elas vão mais fundo, não ficando apenas na “brincadeira'' ignorante. Refletem uma visão de mundo questionável: “Você deveria ter vergonha. O ...

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    Em cidade do Japão, crianças e adolescentes recebem cartilha sobre diversidade sexual

    Em cidade do Japão, crianças e adolescentes recebem cartilha sobre diversidade sexual

    Na tentativa de combater o preconceito, uma escola no município de Saitama, região metropolitana de Tóquio, distribui o material a seus alunos há cerca de um mês Há cerca de um mês, uma escola pública do município de Saitama, região metropolitana de Tóquio, no Japão, tem distribuído a seus alunos a cartilha “De quem você vai gostar”. O material representa uma tentativa de discutir a diversidade sexual com crianças e adolescentes. Por meio de setas, são retratadas diversas formas de relacionamento entre os seres humanos. A iniciativa é importante em um país como o Japão, onde 69% dos homossexuais dizem ter sofrido algum tipo de discriminação, segundo pesquisa da Campanha do Laço Branco pelo Respeito à Vida. A cartilha traz a ideia de que a escolha da orientação sexual tem de ser respeitada e não deve se submeter a valores sociais e culturais. Abaixo, um trecho do texto: “Quando os jovens atingem a ...

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    Japão e China: agrava-se a luta pela influência na África

    Tóquio prometeu um pacote de ajuda de 300 milhões de dólares para o desenvolvimento de companhias do setor privado da África. O Japão tenta ativamente concorrer com a China, que nos últimos anos fortalece consequentemente a cooperação política e comercial-econômica com os países africanos. A declaração de Tóquio oficial sobre grande pacote de ajuda econômica não deve ter coincidido casualmente com o início da turnê africana do primeiro ministro do conselho de Estado da República Popular da China, Li Keqiang. O programa da viagem do chefe de governo chinês inclui a visita a quatro países - Etiópia, Nigéria, Angola, Quênia. O primeiro-ministro já apresentou o programa na sede da União Africana em Addis-Abeba. Como Li Keqiang declarou, a China está disposta a compartilhar tecnologia e experiência com os países africanos. A parte chinesa - segundo o primeiro-ministro - irá dar contribuição ainda maior à liquidação da pobreza e ao desenvolvimento ...

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